Halloween Costume ideas 2015
Articles by "Rodolfo Cardoso"
18 Anos Odivelas 38º Congresso PSD Actividades Administração Pública Alexandra Costa Ana Catarina Gomes António Costa Antonio Dias António Guterres As histórias de uma terra milenar Assembleia Municipal Odivelas Associações de Estudantes Áutárquicas Banco de Voluntariado Bruno Duarte Bruno Veiga Câmara Municipal de Odivelas Carla Nazareth Carla Sofia Marcelino Castelo de Vide Catarina Silva Comissão Política Comunicação Comunicado Comunicado JSD Odivelas Conselho Municipal da Juventude Crónica Daniela Chaves Daniela Duarte David Castro David Freitas David Pereira de Castro Débora Pereira Diogo Godinho Diogo Sousa Dívida Pública Educação Eleições Autárquicas Élia Capitão Em Kontacto Ensino Secundário Ensino superior Estamos Juntos Europa Falta de Ética Fernando Seara Filipe Moreira Filipe Sanches Finanças Públicas Formação Francisco Sá Carneiro Gabriel Faria Gonçalo Teixeira da Silva Guilherme Duarte Guilherme Prazeres Habita Aqui Hélder Silva Helga Afonso Helga Afonso e Aftab Tayob Inês Abrantes Inês Fonseca Joana Batista João Alcobia João Correas João Correia José Ricardo Dâmaso Jovem Autarca Jovens em Rede JSD JSD Distrital de Lisboa JSD Odivelas Juventude Juventude Social Democrata Liliana Batista Lisboa Manifesta-te Manuel Pereira Marco Almeida Margarida Balseiro Lopes Maria Inês Almeida Maria Luís Albuquerque Marisa Terenas Marta Pinto Mês da Cidadania Activa Mosteiro de Odivelas Nações Unidas NESD Secundário Odivelas ONU Opinião Orçamento para a Juventude Participação Política Partido Social Democrata Partido Socialista Paulo Pinheiro Pedro Cardoso Pedro Passos Coelho Pedro Roberto Pedro Roberto e Filipe Sanches Pedro Santana Lopes Plenário Concelhio Por um PSD mais PPD Portugal Programa Proposta de Recomendação PSD PSD Odivelas Recolha de Bens Regresso às Aulas em Grande Ricardo David Ricardo David e Tiago Duarte Robert Schuman Rodolfo Cardoso Rodrigo Pereira SOS J Tânia Bragança Tatiana Azenha Tiago Gonçalves Duarte Unir o Partido Ganhar o País Universidade de Verão 2017 Universidade de Verão 2018 UV Voluntariado Jovem


Decorreu no passado dia 29 de Setembro de 2015, pelas 21h, o Plenário Concelhio da JSD Odivelas na sede concelhia da JSD Odivelas com a seguinte ordem de trabalhos:
1
      1.  Informações;
      2.  Análise da situação política;
      3.   Outros assuntos.




A Presidente Carla Marcelino abriu o primeiro ponto dando informações relativas ao trabalho da Comissão Política da JSD Odivelas, bem como das próximas iniciativas a realizar, dando também conhecimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos nossos Autarcas. Esta informação foi depois complementada pela Coordenadora Autárquica da JSD Odivelas, a Vice-Presidente Daniela Duarte, que aproveitou para informar os militantes acerca das novidades e destaques da política em Odivelas.


No segundo ponto, o da análise da situação política, foram várias as intervenções dos militantes presentes, sendo de salientar o interesse manifestado pelos mesmos acerca desta temática.
Os trabalhos decorreram sempre de forma serena e muito participada pelos militantes presentes, tendo sido encerrados pelo Presidente de Mesa (João Correia) após o término do terceiro ponto.

Segundo o Governo, a reforma do setor das águas não é “o primeiro passo” para uma privatização deste setor, mas sim, uma reforma essencial para a coesão territorial e uma medida de combate ao despovoamento.


Segundo o Srº Ministro, de forma resumida, as mudanças serão benéficas e diminuirão algumas desigualdades, dando como exemplo os cidadãos do interior norte, que terão uma redução das suas tarifas mensais (3€), de imediato, sendo que os do litoral norte terão um agravamento, gradual ao longo dos próximos cinco anos, de 0,30 € anuais. Posto isto, o preço da água irá subir no grande Porto, Coimbra e costa do Estoril, e baixar em Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Interior e na região de Leiria. 


O Governo assume que as tarifas irão descer imediatamente em 3/4 dos Municípios envolvidos, subindo progressivamente em apenas um 1/4 das autarquias e ao longo de 5 anos, uma vez que com o esforço de racionalização e com as agregações será possível reduzir as tarifas em 13,26%, face à evolução tarifária prevista nas empresas a agregar até 2025.
Para os Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro, que decidiram transferir totalmente o benefício da descida da tarifa em alta para o consumidor final, os seus munícipes irão ver as suas faturas mensais de água diminuir em 3,1 € já em 2015. 
A reforma passará pela agregação de sistemas municipais de água, ou seja, de 19 passarão para cinco sistemas: Águas do Norte, Águas do Centro Litoral, Águas de Lisboa e Vale do tejo e EPAL, Águas Públicas do Alentejo e Águas do Algarve. 


Haverão “cortes” no grupo Águas de Portugal que, segundo o Governo, permitirão uma poupança total de 2700 milhões de €, uma vez que existirão reduções de dois terços dos órgãos sociais. O número de administradores irá diminuir de 70 para 20 e o número de diretores de 300 para 150. 
A reforma anunciada permitirá eliminar uma norma que vigora há vinte anos sobre os caudais mínimos que, segundo o Srº ministro do Ambiente, obrigava os municípios a contratualizar consumos de água que não precisavam.

Existem municípios que se opõem a esta proposta, afirmando que a mesma colocará em causa a autonomia local e diminuirá o peso dos municípios nos processos de decisão no setor, reduzindo postos de trabalho no interior. Outra das argumentações é a de que esta proposta, de harmonizar as tarifas do setor da água, poderá conduzir à elevação das tarifas para níveis socialmente incomportáveis.
Dos municípios que defendem esta reforma do setor das águas, alguns dos argumentos são de que a mesma será de extrema importância para a coesão nacional, pois contribuirá para pôr fim a algumas das injustiças que penalizam algumas regiões. 


Desta mais recente polémica (a nível político), que tem por génese a gestão do setor das águas, apenas uma certeza nos fica, a de que a água é um recurso natural indispensável à nossa vida. Apesar de possuir um enorme valor económico, ambiental e social (fundamental à sobrevivência do Homem e dos ecossistemas no nosso planeta), é vital lutarmos pela sua correta gestão e preservação!
Nos nossos dias, o desperdício aliado ao aumento na procura deste recurso, tornou-se num problema que requer a atenção de todos, e não só do poder político, devido à decrescente disponibilidade de água doce no nosso planeta. Se tivermos em conta que diariamente usamos a água nas mais diversas atividades na nossa vida (higiene pessoal, alimentação, rega e limpeza, indústria e agricultura, etc…), e a maioria de nós nem sequer tem a noção da sua importância, temos aqui a prova de que ainda temos muito que aprender relativamente à importância deste recurso para a nossa sobrevivência!

Ou seja, é de vital importância a correta gestão deste recurso, seja pelo Governo, seja pelos Municípios ou por cada um de nós, pois não se trata apenas de uma questão política ou económica! Posto isto, é sem dúvida importante que exista uma correta gestão do setor das Águas, mas também nos devemos preocupar com alguns dos nossos desperdícios de água, sendo que a melhor forma de o fazermos é apostarmos seriamente na Educação/Sensibilização de todos nós relativamente a este tema, pois Água é Vida!

Segundo consta, o Município de Odivelas não subscreveu o Pacto de Autarcas. Pasme-se o mais puritano dos puritanos, pois segundo parece, a Srª Presidente de Câmara não demonstra estar empenhada no aumento da eficiência energética e na utilização de fontes de energias renováveis no nosso território!!!

Bem sabemos que a adesão a este movimento europeu implica recursos técnicos e financeiros, mas também sabemos que, o Pacto de Autarcas, é o principal movimento que envolve autarquias locais e regionais voluntariamente empenhadas no aumento da eficiência energética e na utilização de fontes de energias renováveis. 
Os seus Signatários representam cidades que variam em dimensão, desde pequenas vilas a grandes áreas metropolitanas. 

No prazo de um ano a contar da data da sua assinatura, os Signatários do Pacto comprometem-se a implementar Planos de Ação para as Energias Sustentáveis nos seus territórios, com o objetivo de reduzir as emissões de CO2 em 20% até 2020.
Isto significa que as administrações locais aderentes se obrigam a transformar um compromisso político em ações concretas: primeiro, inventariar a referência das emissões; em segundo lugar, apresentar um plano de atuação no domínio das energias sustentáveis no prazo de um ano após a assinatura do Pacto de Autarcas.
Entre várias instituições europeias, o Pacto recebeu apoio institucional total da Comissão Europeia, do Comité das Regiões, do Parlamento Europeu, do Banco Europeu de Investimento (que ajuda as autarquias locais a desbloquear os seus potenciais de investimento), entre outras.
Têm sido cada vez mais, os Municípios, a assinar este Pacto, apesar de nem todos terem os recursos, técnicos e financeiros, necessários para honrarem este compromisso. Mas dado que existe um estatuto especial para as administrações e as redes públicas que podem ajudar os signatários a cumprir com os seus objetivos, torna-se de certo modo incompreensível que não consigamos encontrar Odivelas entre os atuais 107 signatários do Pacto de Autarcas, todos eles já comprometidos com as energias sustentáveis locais (106 concelhos e uma freguesia em Portugal).
Será que, a possível não subscrição deste Pacto por parte do Município de Odivelas, se deve à participação do mesmo na OesteSustentável (Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste)? Se sim, qual a razão? E, já agora, qual o verdadeiro custo da participação da Câmara Municipal de Odivelas na OesteSustentável?


Por agora, estas vão sendo algumas das questões que nos invadem o pensamento e que continuam sem resposta!

Veremos até quando…


Terminou a “Discussão Pública” do Planeamento Diretor Municipal de Odivelas (em Janeiro de 2015), o primeiro PDM de raiz do concelho. Até à data, Odivelas tinha em vigor o PDM de Loures, sendo que remonta a 2001 o início da elaboração do novo PDM de Odivelas.
Percebemos, pela proposta para o novo PDM de Odivelas, que o município pretende demarcar-se de algumas das conotações que têm sido feitas, entre outras, a de que Odivelas é um concelho de betão densamente povoado…


Mas se andam às voltas com o PDM desde 2001, porque é que a Srª Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, só agora decidiu “sair do gabinete” e disponibilizar-se a vir “para a rua” ouvir a opinião dos munícipes? Porque se limitou a “debater” sobre este assunto (de vital importância para o município e para os munícipes) em apenas 8 ocasiões? Porque esperou, quase até à última, para agendar a “Discussão Pública” do mesmo?
Sabemos que, podem vir a ser legalizadas mais Áreas Urbanas de Génese Ilegal, mas temos que salientar que tantas outras irão continuar sem solução à vista, e porquê? Por falta de tempo para se ouvirem as comissões de moradores? Ou por falta de vontade e de determinação política para se conseguirem resolver muitas das problemáticas persistentes? Ou, quiçá, por falta de engenho em resolver um problema gravíssimo, que influencia em muito a vida dos nossos munícipes?
Estas são algumas das dúvidas que subsistem!
De salientar que os 8 eventos de “Discussão Pública” que existiram, de discussão pouco tiveram, pois os técnicos limitaram-se a falar numa linguagem demasiado tecnocrata e, muitas das vezes longe e desfasada das verdadeiras problemáticas, e da realidade, de quem convive diariamente com o problema de ter que permanecer “ilegal”, quando tudo faz/fez para deixar de estar nessa situação!
E que tal falarmos da Comissão de Planeamento, Ordenamento do Território e Ambiente, da Assembleia Municipal de Odivelas, que não teve conhecimento do calendário da “Discussão Pública” nem da atual versão da proposta do Plano Diretor Municipal? O que se passou, Srº Presidente da Assembleia Municipal?
Resta-nos esperar, e acreditar, que as boas intenções da Srª Presidente da Câmara Municipal de Odivelas (e de todos os responsáveis pela elaboração da atual proposta de PDM) se concretizem numa realidade melhor para os munícipes e para o município!



Mas efetivamente, de boas intenções, já está o mundo cheio!

Raif Badawi, o Charlie Saudita e blogger de 31 anos, que está preso desde 2012 por ofensas como cibercrime e desobediência à sua fé, é um liberal Saudita que foi condenado a uma sentença de 1000 chicotadas e 10 anos de prisão na sequência da criação de um blog, a rede liberal saudita, e que em princípio receberá mais 50 chicotadas esta sexta-feira, na sua cidade natal, em Jeddah.
O blog, entretanto encerrado, ridicularizava o Islão e abriu um fórum para debate político e social. Originalmente o governo Saudita queria acusar o blogger de apostasia (abandono da sua religião) por ter criado o website e não ter removido posts "ofensivos", o que resultaria em pena de prisão.
Apesar de alguns governos de países ocidentais já terem “pedido” que a pena fosse retirada, não têm havido sinais de nenhum tipo de acção diplomática determinada contra a Arábia Saudita.
Na última semana, devido aos atentados contra o jornal satírico Charlie Hebdo (em França), muito se tem falado acerca da defesa da liberdade de expressão, pelo que não podemos deixar de denunciar o caso de Raif Badawi!
A flagelação e outras formas de punição corporal, violam a proibição da tortura e outros maus-tratos. Ao continuar a distribuir este castigo desumano, as autoridades da Arábia Saudita estão a desrespeitar, de forma flagrante, os princípios básicos dos direitos humanos, não nos podendo nós esquecer que, na génese da sua aplicação, está um ato que atenta contra a liberdade de expressão.
Será que a Comunidade Internacional irá, finalmente, exercer algum tipo de acção diplomática determinadaque consiga dissuadir a família real Saudita, de perpetrar estes castigos bárbaros e de atentarem contra a liberdade de expressão?

Ou será que, a falta de liberdade de expressão e os castigos desumanos, poderão ser “silenciados” pelo petróleo?




Decorreu na passada terça-feira (28 Outubro 2014) o 1º Plenário de Militantes, do mandato 2014-2016, da Juventude Social Democrata de Odivelas.
Este Plenário contou com a presença dos militantes da concelhia, bem como os elementos da Comissão Política e da Mesa do Plenário

    

    A presidente, Carla Marcelino, começou por prestar várias informações aos militantes presentes, destacando naturalmente as inúmeras iniciativas já realizadas pela atual comissão política. Informou também acerca das eleições para os órgãos nacionais da JSD e para a eleição dos delegados ao respetivo congresso (que irá decorrer em Braga nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro de 2014). De seguida, a coordenadora autárquica da JSD Odivelas (Daniela Duarte) deu a conhecer aos militantes as mais recentes notícias acerca do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos autarcas da JSD Odivelas.
Durante a apresentação do programa de atividades e da análise da situação política local, houveram vários contributos e opiniões dos presentes.

A JSD Odivelas apela a todos os militantes que continuem a participar, a intervir e a contribuir, pois os plenários existem também com essa finalidade.


A JSD continua a contar contigo, pois Juntos Superamos Desafios!



Após terem decorrido as eleições primárias no Partido Socialista, muita tinta tem corrido no sentido de tentar trazer o Partido Social Democrata à berlinda nesta matéria. É possível que o PS tenha tomado esta opção, das eleições primárias para a escolha do seu candidato a primeiro-ministro, tendo por base uma estratégia eleitoralista e não por princípios ideológicos ou democráticos. Mas estas eleições primárias, que serviram para o principal partido da oposição escolher o seu candidato a primeiro-ministro, surgem numa altura em que muito se tem falado na necessidade de maior abertura das organizações partidárias e de um crescente envolvimento dos cidadãos nas decisões dos partidos políticos. Efetivamente, nas primárias do PS votaram cerca de 177.000 pessoas, entre militantes e simpatizantes, dos quais cerca de dois terços escolheram, como candidato a primeiro-ministro, o atual presidente da câmara de Lisboa António Costa.
As eleições primárias são eleições que servem para escolher o candidato (ou cabeça de lista) de um determinado partido às eleições presidenciais, legislativas ou até autárquicas. Nas eleições primárias, todos os cidadãos, mediante os critérios definidos pelo partido, podem votar, sendo ou não militantes desse partido. Mas no atual sistema eleitoral português, numas eleições legislativas os eleitores não votam no primeiro-ministro A ou B, votam sim, para a constituição da Assembleia da República (sendo que os deputados irão representar todo o país e não os círculos pelos quais são eleitos) e no partido que consideram que deve ser chamado para o governo ou no que pensam que melhor os representa, sendo que a formação de um governo se processa do seguinte modo: Após as eleições para a Assembleia da República, o Presidente da República ouve todos os partidos que elegeram deputados à Assembleia e, tendo em conta os resultados das eleições legislativas, convida uma pessoa para formar Governo.

A eventual criação de círculos uninominais, fosse para a eleição de deputados nacionais ou municipais, poderia representar uma maior proximidade entre o eleito e o eleitor. Uma eventual derrota do candidato, poderia também “responsabilizar” o partido pela escolha desacertada e, tendencialmente, começariam a existir verdadeiras primárias dentro dos partidos para a escolha de candidatos vencedores, pois um partido cujos candidatos fossem escolhidos em primárias abertas a todo o cidadão eleitor, ganharia um enorme “lastro” e capital de credibilidade. Os candidatos a candidatos deixariam de falar maioritariamente para dentro do partido e passariam a falar mais para fora do mesmo, para a sociedade civil, tentando ir ao encontro dos interesses do cidadão comum. Por princípio, a sua legitimidade seria mais consistente, pois estes eram pré-sufragados pelos mesmos eleitores que mais tarde os iriam eleger.
Mas a alteração fundamental para um regime de círculos uninominais, seria conferir maior capacidade de escolha aos eleitores, não só na própria eleição, mas na escolha dos próprios candidatos por via de eventuais primárias e, sobretudo, a capacidade de poder à posteriori “penalizar/responsabilizar” quem elegeu.
Este tema, das eleições primárias e/ou do sistema eleitoral proporcional vs uninominal, deveria ser alvo de um profundo debate em Portugal, liderado pelos partidos!
Esta é uma realidade que convém ao PSD analisar internamente, não descurando a certeza de que as primárias passaram a ser uma realidade na vida política Portuguesa e as quais os Portugueses acompanharam bem de perto. Teremos quesaber dar resposta, na altura devida, aos anseios dos portugueses e terão que ser feitas escolhas (a democracia exige-as), sobre as quais o eleitorado se pronunciará.
É certo que todos os sistemas eleitorais têm vantagens e inconvenientes, nem o uninominal é perfeito, nem o proporcional é desprovido de sentido.
Mas poderá ser esta a tão aguardada reforma do sistema político Português e, o primeiro passo para uma profunda mudança do mesmo?
Ajudará os partidos a “recuperar” os valores republicanos e a reformarem a sua forma de funcionamento e aproximarem dos eleitores?
Veremos…

Decorreu no passado dia 19 de Setembro de 2014 (sexta-feira), na casa da cultura de Caneças, a Conferência/Debate: Caneças – Que futuro?
A Conferência/Debate contou com a participação de autarcas da freguesia e docentes da faculdade de arquitetura da universidade lusíada de Lisboa. Este evento, que contou com a organização da universidade lusíada de Lisboa (LABURB/CITAD) e com o apoio da união das freguesias de Ramada e Caneças, foi o culminar de uma parceria entre a câmara municipal de Odivelas e a faculdade de arquitetura da universidade lusíada de Lisboa, que teve início em 2011.


Os projetos apresentados pelos docentes (Miguel Ângelo, Pedro Lebre e Vítor Neves) eram trabalhos académicos (realizados pelos alunos) e não pretendiam constituir-se como propostas técnico-profissionais de caráter estruturante. Eram propostas alternativas que pretendiam questionar situações anómalas existentes e ficcionar soluções ideais. Estas propostas, pensadas ao mesmo tempo por muitas mentes jovens, pretendiam apresentar recomendações para a vila de Caneças e foram aglutinadas e apresentadas num documento intitulado de “Caneças Termos de Referência”.

Entre as várias problemáticas detetadas na vila de Caneças, as mais visadas foram a grande degradação do património paisagístico ligado à água, o excesso de massa construída, a dispersão urbana como prevalência de um tecido urbano fragmentado, problemas de trânsito e estacionamento (principalmente o trânsito de atravessamento), a inexistência de espaços públicos, o “estreito” de Caneças, a mobilidade reduzida no centro da Vila e a problemática da localização da rodoviária.

De entre várias recomendações, as mais visadas tiveram como foco o Ordenamento (deverá ser implementado um processo de planeamento urbano sustentável e integrado que tenha em atenção a organização urbanística privilegiando a consolidação do tecido urbano e o preenchimento de vazios no perímetro urbano), as Estruturas Viárias e Estacionamento (deverá ser implementado um plano de circulação e estacionamento para a vila que tenha em atenção as necessidades atuais, nomeadamente a resolução dos atravessamentos viários Nascente-Poente e Norte-Sul e a carência de lugares de estacionamento), as Áreas Verdes (deverá ser implementado um projeto integrado de áreas verdes, incluindo a Quinta dos Castanheiros, que determinará um conjunto de áreas de lazer e de espaços públicos associados ao aproveitamento de recursos hídricos), o Turismo/Cultura/Comércio (deverá ser implementado um estudo que equacione as potencialidades de desenvolvimento de actividades culturais, associadas ao turismo e ao mundo rural. Nessa perspetiva equaciona-se a validade de um novo espaço cultural - museu vivo da água - e de um mercado de produtos agrícolas, associados a espaços públicos de excelência e ao desenvolvimento de novas áreas comerciais e de restauração) e a Habitação (deverá ser repensado o modelo de tipologias para habitação, dando primazia à habitação sénior e à habitação unifamiliar). Neste último caso deverá ser equacionado o desenvolvimento de novas tipologias habitacionais que introduzam o tele-trabalho e a possibilidade do desenvolvimento de clusters ligados à utilização de novas tecnologias informáticas e ao desenvolvimento de sistemas eco-sustentáveis).

Concluiu-se também que Caneças tem potencial para continuar a ser uma área agrícola, sobretudo em áreas especializadas da agricultura/floricultura intensiva com alguma valência tecnológica na área das estufas. Tem também um enorme potencial na área do turismo, sobretudo através dos temas relacionados com a ruralidade saloia e com a água. Existe uma possibilidade efetiva de atrair a população urbana da região de Lisboa, sobretudo nos finais de semana e de desenvolver um tipo de turismo cultural relacionado com esses temas, desenvolvendo a montante alguma oferta nos capítulos do comércio e da restauração.


A JSD Odivelas dá os Parabéns, por esta excelente iniciativa e pelo excelente trabalho, a todos os que estiveram envolvidos na mesma!

Com o 25 de Abril chegou a liberdade e, com ela, entre muitas outras coisas boas, grandes progressos na direção de um Portugal mais qualificado, mais inovador e mais empreendedor. As principais mudanças operadas pela “Revolução dos Cravos” em Portugal foram a abolição da censura, o fim da guerra colonial e a descolonização, a extinção da PIDE/DGS e da mocidade portuguesa, a normalização democrática, entre outras. Com esta realidade, adveio a liberdade, que ficou para sempre como um símbolo de Abril! A meu ver, as principais conquistas da Revolução dos Cravos foram sem sombra de dúvidas: A Liberdade e a Democracia.

Olhando agora que estão passados 40 anos do 25 de Abril, na minha opinião, conseguimos manter e aprimorar os principais ideais da Revolução dos Cravos (a Liberdade e a Democracia)! Por si só, este é um motivo de celebração!

Mas passados esses mesmos 40 anos, temos também vindo a assistir a uma paupérrima prestação por parte de algumas das personalidades que outrora se debateram pelos ideais de Abril no nosso país. Dia após dia deparamo-nos com as suas babuseiras na comunicação social, personalidades da dita esquerda democrática que se assume como a dona e obreira do 25 Abril em Portugal. Utilizando uma destas babuseiras como exemplo, irei parafrasear um ex-presidente da república: “Agora é preciso derrubar este governo, a resposta é muito simples. Estou a falar muitíssimo a sério. Não há mais nada a fazer.” Será que este senhor se esqueceu do que é viver em democracia? Como é possível um ex-presidente da república apoiar e defender publicamente que um governo, constitucionalmente eleito e legítimo, seja corrido “a bem ou a mal”!?!? Ao longo do tempo, fomo-nos apercebendo de que esta personalidade da nação, bem como outras, ao longo das suas vidas, pouco tiveram de democratas…  
Creio que é aqui que realmente “desfalecem” alguns dos ideais de Abril, é por existirem personalidades que se querem assumir como detentoras desses mesmos ideais, saídos de uma revolução que foi conquistada não só por militares nem dissidentes políticos do então regime, mas também, e acima de tudo pelo povo Português!

Por isto e muito mais, termino com a convicção de que estas personalidades, que pretendem ser “detentoras” das conquistas do 25 de Abril, estão enganadas, pois se a liberdade tivesse donos seria uma ditadura!!!.


Bom feriado!

A JSD Odivelas esteve representada no II Congresso dos JASD, que decorreu no passado sábado dia 12 de Abril em Tomar, através da presença dos seus Autarcas (Daniela Duarte, Filipe Sanches e Rodolfo Cardoso) e do seu Presidente de Mesa Paulo Pinheiro. A concelhia de Odivelas acredita na importância desta estrutura (JASD) e a comprová-lo é o facto de os seus autarcas terem marcado presença neste II Congresso, bem como já havia acontecido no I Congresso deste orgão.

Ao João Leite e à restante equipa que cessou funções nos JASD, damos os Parabéns e reconhecemos o mérito de terem sido pioneiros e de terem criado um legado, o que certamente a futura equipa irá aproveitar e continuar!

Durante a realização dos trabalhos deste II Congresso, a JSD Odivelas deixou o seu contributo frisando a importância que terá que ser dada à partilha da informação e boas práticas entre todos os jovens autarcas social-democratas, bem como à necessidade de se pugnar pela implementação e correto funcionamento dos Conselhos Municipais da Juventude em todos os Municípios do nosso País.


Ao José Alfredo Oliveira e aos restantes eleitos que tomaram posse, fazemos votos de um excelente mandato e de um bom trabalho!

No último dia de trabalhos na Universidade Europa, domingo dia 9 de Fevereiro de 2014, começámos logo pelas 09h30 da manhã, debruçados sobre o 6º tema: Quem paga a UE, que teve como orador o Eurodeputado José Manuel Fernandes. 

Este tema captou atenções redobradas, por parte de todos os alunos desta edição da Universidade Europa, como seria de esperar!

Já perto das 12h00 cada um dos alunos fez a sua avaliação a esta formação, através do preenchimento de um pequeno inquérito. 

De seguida, decorreu o fecho da 7ª Universidade Europa e a respetiva entrega de diplomas aos formandos. No encerramento marcaram presença, entre tantos outros(as) ilustres, .Marco António Costa (1º Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD), Paulo Rangel (Deputado ao Parlamento Europeu)  e Konstantinos Kyranakis (Presidente do YEPP)!

A JSD Odivelas dá os Parabénsa toda a organização da 7ª Universidade Europa, e regozija-se pela participação interventiva que os seus membros tiveram nesta formação (Bruno Duarte, Catarina Silva, Guilherme Duarte e Rodolfo Cardoso), acabando por ser asecção mais representada do Distrito de Lisboa!


JSD Odivelas

Formulário de Contacto

Nome

Email *

Mensagem *

Com tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget