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dezembro 2008
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Abaixo, transcrevemos um texto que foi publicado há um mês no Jornal "Público", que julgamos importante e que infelizmente ainda é actual! Afinal não somos só nós que achamos que a Sra. Lurdes Rodrigues já se devia ter demitido!

Cinismo e mentiras
Santana Castilho - Professor do ensino superior
In: Público, 13.11.2008

"É grosseiramente falso afirmar que tudo o que os professores têm a fazer é preencher duas simples folhas.
À impressionante manifestação dos professores, alguns protagonistas reagiram com cinismo e mentiras, com o óbvio intuito de confundir o cidadão comum. O que se segue desmonta algumas dessas atoardas e vai caucionado pela minha disponibilidade para me sujeitar ao contraditório de quem viso, com tempo e espaço para esgrimir documentos e provas.


1. O primeiro-ministro e a ministra da Educação tomaram uma insensata posição de força, esgrimindo a necessidade de cumprir a lei e dando a entender que não poderão negociar com os sindicatos que, segundo eles, não honraram o memorando de entendimento. É confrangedor ver o primeiro-ministro, que diz uma coisa e faz outra constantemente, envergar vestes de virgem para apontar o dedo aos sindicatos que, afinal e até agora, ainda não denunciaram o tal acordo. Como é curioso ver uma ministra, relapsa desrespeitadora da lei, com decisões repetidas vezes derrogadas em tribunal e censurada até pelo provedor de Justiça, vir agora acobertar-se sob o mesmo diáfano manto. Para cúmulo, na matéria em apreço, a avaliação do desempenho e o memorando, quem começou bem cedo a cilindrar uma e outro, não os cumprindo, tem nome: Ministério da Educação.


2. A ministra da Educação falta à verdade quando diz que os sindicatos não apresentaram reparos nem soluções. Quer em sede de comissão paritária, quer a ela própria, foram, nesse sentido, entregues documentos e levantados problemas.


3. Contrariamente ao que foi escrito na imprensa, este Governo não foi democraticamente eleito. A legitimidade do Governo, conferida pela escolha democrática do partido que propôs o primeiro-ministro, que escolheu e propôs, por sua vez, os restantes ministros, é coisa diversa. Maria de Lurdes Rodrigues não foi eleita. Foi escolhida por Sócrates. E mesmo que tivesse sido eleita, que não foi, não se tornaria por isso dona da educação do país. Não pode ofender 120.000 professores que, assim o disse, pactuariam com movimentos chantagistas, que visam minar o ambiente das escolas. Reagir assim ao que aconteceu é tique de ditadora. Urge que alguém lhe lembre que há limites para a tolerância no combate político.


4. É grosseiramente falso afirmar que tudo o que os professores têm a fazer é preencher duas simples folhas. Só o cinismo inaceitável e a inimputabilidade tantas vezes conseguida permitem falar assim. São dezenas de folhas como produto final e muitas dezenas, quando não centenas, de instrumentos preparatórios, até lá chegar. Só o portfólio a que os professores são obrigados, quantas folhas terá? E quantas se produzem a redigir actas de reuniões sem fim, de grelhas loucas, de milhentos órgãos e conselhos paridos por mentalidades tayloristas e doentias?


5. A avaliação do desempenho, agora em foco, é, tão-só, parte do problema. O problema é a série enorme de políticas erradas e respectivos suportes legais que têm escravizado os professores e tornado irrespirável a atmosfera da escola pública, a saber, entre outras: o estatuto da carreira, que a empobreceu, desfigurou, estrangulou e dividiu em castas; o quadro definidor dos apoios especializados aos alunos, que deixou desumanamente de fora milhares de crianças anteriormente assistidas; a generalização do conceito de escola a tempo inteiro, que sequestra os jovens na escola mais tempo que os pais passam na fábrica, explorando demagogicamente o empobrecimento dos progenitores, obrigados por essa via a entregar os filhos ao Estado; o estatuto do aluno, instrumento dissimulado e pérfido da progressão automática, à custa do esmagamento da dignidade intelectual e profissional dos professores e da hipoteca do futuro dos jovens no altar dos resultados forjados; o quadro legal das habilitações profissionais para a docência, precursor do professor generalista para os primeiros 6 anos do básico e recuperador de conceitos curriculares retrógrados e desintegradores do profissionalismo docente; e o regime de gestão e autonomia das escolas, onde pontifica uma nova bota cardada de Kapos, que escolhem os conselheiros pedagógicos e os coordenadores de departamento, em nome da autonomia que se esmaga."




JSD Odivelas

Sr. Primeiro Ministro:

Como Vª Exª tem a mania de nos comparar com a Finlândia, nomeadamente em matéria de Educação, vimos por este meio dar o nosso contributo sobre as comparações que tanto gosta de fazer entre os 2 distantes mas dignos Países:

1. Na Finlândia as turmas têm 12 alunos;
2. Na Finlândia há contínuos, aliás - políticamente correcto-'auxiliares de acção educativa', acompanhando constantemente os professores e educandos;
3. Na Finlândia as crianças são educadas pelos pais, no intuito de respeitarem a Escola e os Professores;
4. Na Finlândia todas as turmas QUE TÊM ALUNOS com necessidades educativas especiais, têm na sala de aula um professor especializado a acompanhar o aluno que necessita de apoio;
5. Na Finlândia as aulas terminam às 15h e as crianças vão para casa estudare brincar;
6. Na Finlândia o ensino é totalmente gratuito inclusivamente os LIVROS, CADERNOS E OUTRO MATERIAL ESCOLAR (Não há promessas de entregas de livros que se ficam por isso mesmo, promessas!);
7 . Na Finlândia não há avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.
8. Na Finlândia, o tempo laboral dísponivel dos professores serve apenas para preparar aulas.

Nota alguma diferença???

Por uma Educação credível, rua com a Ministra da Educação!


Vejam este vídeo da intervenção de uma deputada no parlamento, perante a Ministra!

Recomendamos MAIOR ATENÇÃO APARTIR DO 5.º minuto! Vale mesmo a pena ver!

Realizou-se no passado dia 4 de Dezembro pelas 18h, na rotunda Francisco Sá Carneiro na Freguesia da Ramada, em Odivelas, uma homenagem a um dos fundadores do Partido Social-Democrata (na época o PPD/PSD), que faleceu no dia 4 de Dezembro de 1980.

Nesta homenagem estiveram presentes dezenas de militantes, membros das Comissões politicas de Odivelas do PSD e da JSD. Entre estes, o Presidente da JSD de Odivelas, Marco Almeida, o Presidente da Comissão politica do PSD de Odivelas , Carlos Boião e o Presidente da Distrital de Lisboa, o companheiro Carlos Carreiras.

O discurso de Homenagem esteve a cargo do Presidente da Distrital de Lisboa que realçou o homem que foi Sá Carneiro, os valores e ideias defendidas e a importância da criação do partido que é hoje o PSD fundado na social-democracia.

Foi depositada uma coroa de flores na lápide que dá nome à rotunda, foto da qual anexamos à esquerda.
Mas quem foi Sá Carneiro?

Formou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e exerceu advocacia no Porto. Foi um dos fundadores da Cooperativa Cultural Confronto e director da Revista dos Tribunais.
Deputado independente, pertenceu à chamada ala liberal de 1969 a 1973. Após o golpe militar de 25 de abril de 1974, foi um dos fundadores do PPD, presidindo aos seus destinos até à sua morte.
Fez parte do primeiro governo provisório como ministro adjunto. Líder do PSD (nova denominação do PPD), com o CDS e o PPM constituiu em 1979 a AD (Aliança Democrática), que venceu as eleições intercalares.
Com isso, ascendeu a chefe do Governo. Obteve uma maioria absoluta nas eleições de 5 de outubro de 1980, vindo a falecer num acidente aéreo nas vésperas das eleições presidenciais.
Entre outras obras, publicou: "Uma Tentativa de Participação Política" (1971), "Ser ou Não Ser Deputado" (1973), "Por uma Social-Democracia" (1975), "Poder Civil, Autoridade Democrática e Social-Democracia" (1975) e "Uma Constituição para os Anos 80: Contribuição para um Projeto de Revisão" (1979).

É com muito orgulho que prestamos esta homenagem a este grande líder que foi Sá Carneiro. De facto, foi um dos mais importantes na fundação e implementação da Social-Democracia em Portugal.
Ainda hoje se levantam muitas duvidas e controvérsias quanto à tragédia de Camarate, nesse fatidico dia 4 de Dezembro de 1980. Acidente ou atentado?
Nós afirmamos: Podem, ou não, ter derrubado cobardemente um grande líder, mas nunca vão derrubar a Social-Democracia e os seus seguidores!

Sá Carneiro está sempre na nossa memória, ele foi e continuará sempre a ser o nosso líder!

JSD Odivelas

Exactamente uma semana passada sobre o último dia do Congresso, abaixo deixamo-vos um testemunho da companheira Carla Nazareth, que esteve presente neste Congresso na qualidade de observadora da Secção de Odivelas da JSD.

Agradecemos que carreguem em cima das imagens, de modo a ampliá-las.


Texto e imagens de: Carla Nazareth (Vogal da Comissão Política da Secção Concelhia da JSD de Odivelas e obersvadora ao XX Congresso Nacional da JSD)


JSD Odivelas

O continental, o Odivelense e o Açoriano: Quais as diferenças?

O das ilhas não paga taxas moderadoras pois considera que pagar por um serviço que a Constituição determina que seja "tendencialmente gratuito" é "um embuste". Já o do continente paga-as e não protesta. O Odivelense não só as paga e não reclama, como tem um dos piores registos de (in)capacidade de assistência médica no próprio continente!

Foi este PS que ganhou as regionais nos Açores, que está há 7 anos a atrasar Odivelas! Experimente o PS aplicar taxas moderadoras nos serviços de saúde açorianos, e sobre as taxas mais sobretaxas para as urgências, internamentos e cirurgias, e vai ver o lindo enterro que leva.

Claro que politicamente dá muito jeito a Colagem aos vencedores para assinalar a abertura de um "ciclo eleitoral". Mas isso não passa de demagogia eleitoral barata e só desacredita a democracia e a política. Os Açores são um território descontínuo, de nove ilhas, num dos extremos das assimetrias portuguesas e europeias.

Mas, apesar das dificuldades dos restantes Portugueses, a economia dos Açores tem crescido nos últimos anos a um ritmo muito superior à média nacional. Ao mesmo tempo, os Açores são a região do país onde o número dos desempregados mais baixou.

Para além de não pagarem taxas moderadoras, os idosos nos Açores contam com um cheque-medicamento no valor de um salário mínimo e um complemento de pensão de 60 euros.

E para além de outros frutos de uma sensibilidade social que não se manifesta de todo no continente, os Açores são um arquipélago de aparente segurança e qualidade de vida.

Será este o partido que há vários anos garante esta vida aos habitantes na Região dos Açores, que está em Odivelas?

Não pode ser! A não ser que haja mais do que um PS em Portugal!?

Odivelas está farta do PS!

Há que mudar! O resto é conversa meramente oportunista!


JSD Odivelas


Amanhã, quinta-feira, dia 4 de Dezembro, pelas 11h30, o Vereador da Habitação da Câmara Municipal de Odivelas, eleito pelo PSD, vai proceder a mais um realojamento, com a entrega da chave a um agregado familiar do Concelho.

O agregado familiar realojado vai passar a viver no Bairro Gulbenkian, em Odivelas. Trata-se de um realojamento que vai beneficiar de renda apoiada, participando assim o Município em conjunto com a família no financiamento dos custos com o referido realojamento, de acordo com a lei!

Refira-se que este realojamento é fruto do trabalho e esforço do PSD em Odivelas, nomeadamente através do seu Vereador José Esteves, eleito desde 2005 Vereador da Habitação, Saúde e Assuntos Sociais em Odivelas.

Aliás, é da mais elementar justiça dizer que a área da Habitação e Saúde, juntamente com o Ambiente e a Administração Jurídica têm sido os baloartes de todo o trabalho realizado em Odivelas!

De facto, é o trabalho dos Vereadores do PSD que tem contribuido para que Odivelas não entre em estagnação definitivamente!
Os exemplos estão aí: Na criação de diversos espaços verdes e na dinamização e vitalização de muitos outros no Concelho, a criação dos Julgados de Paz em Odivelas (uma luta desde sempre do PSD Odivelas), nos vários rastreios de Saúde que se têm feito pelas várias freguesias de Odivelas, nos recorrentes realojamentos por todo o Concelho como é exemplo o acima referido, na limpeza e requalificação de espaços como o rio da Costa em Odivelas, entre outros!
Estas são obras do PSD, através dos seus Vereadores!
E o PS, o que tem feito?
Nós respondemos: Nada!
Por incrível que possa parecer, é o PS que está no poder há 7 anos em Odivelas!
Chega de atrasar Odivelas! Chega de Socialismo!
Temos de mudar!

Tal como prometido, no rescaldo do XX Congresso da JSD realizado em Penafiel, vimos comunicar os resultados das votações que decorreram ontem entre as 9h e as 14h.

Comissão Política Nacional:
Lista A - Pedro Rodrigues - 308 votos (reeleito Presidente)
Lista B - Bruno Ventura - 245 votos

Mesa do Congresso:
Lista A - 321 votos
Lista B - 231 votos

Jurisdição Nacional:
Lista A - 310 votos (4 mandatos)
Lista B - 240 votos (3 mandatos)

Conselho Nacional:
Lista A - 308 votos (31 mandatos)
Lista B - 239 votos (24 mandatos)

Foi sem dúvida um congresso muito disputado e proveitoso, com muita participação e onde a JSD Odivelas não deixou de marcar presença com uma delegação de mais de uma dezena de pessoas, entre congressitas, observadores e convidados.

Uma palavra ao companheiro Ricardo Tomás (recentemente eleito Vice-Presidente do PSD Odivelas e ex-Presidente da JSD Odivelas), que foi também neste Congresso eleito membro honorário da JSD, pelo excelente trabalho desenvolvido em prol da JSD em Odivelas, mas também a nível Nacional e claro da Juventude Portuguesa!

Ricardo, tu que terminas agora a tua participação na JSD, o nosso Muito Obrigado!

Sabemos que estarás sempre ao lado da JSD Odivelas, ao nosso lado!


JSD Odivelas

JSD Odivelas

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