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Já não é novidade para ninguém, estamos perto de atingir, se não é que já foi atingido, o ponto máximo de obtenção de receita fiscal. O mesmo é dizer que atingimos a carga máxima de impostos que os Portugueses podem suportar e a partir daqui o Estado não conseguirá arrecadar mais dinheiro dos contribuintes!

Há cerca de 10 meses atrás antecipava esta situação quando defendia que a teoria da curva de Laffer se tornaria «lei» em Portugal! Em breve, se provará que o aumento prolongado dos impostos para além de asfixiar a economia como se sabe, fazer aumentar a economia paralela e a fuga ao fisco, também favorece o aumento da despesa Estatal!

As recentes noticias da execução orçamental isso evidenciam! Mesmo apesar de vários aumentos nos impostos, nenhum Governo em Portugal conseguirá obter mais receita Estatal com este nível de tributação! Noto que qualquer redução nos salários no setor privado irá fazer agravar ainda mais esta situação, pois menos ordenados para tributar equivalem a menos impostos arrecadados!

É que mais de 50% da consolidação orçamental é atualmente feita pelos contribuintes que não dependem do Orçamento de Estado, via pagamento de IVA, IRS e IRC! O Governo atual sabe-o e por isso antecipou esta redução na previsão revista das receitas fiscais, mas faltou a medida para inverter esta tendência!

Este Governo terá de reduzir os impostos, em especial os impostos diretos, de modo a conseguir mais receita no médio/longo prazo. Mas para, no entretanto, conseguir uma boa execução orçamental terá OBRIGATORIAMENTE de continuar a reduzir a despesa pública e possivelmente mais drasticamente! De notar que o Estado contribui apenas em 28% para a sua própria consolidação orçamental (as empresas públicas com 5%). Sem uma redução de 30%/40% da despesa pública não se conseguirão atingir os objectivos fixados.

É essencial que se cumpram as extinções e fusões de empresas públicas, institutos públicos, direcções gerais e órgãos consultivos que foram propostas!

Sabendo que mais de 75% da despesa pública é referente a ordenados de funcionários públicos e pensões é fácil perceber onde terá de se "cortar"! Mas também na contratação pública terá de ser feito um esforço para a tornar mais rigorosa e concorrencial! Não podemos continuar a ter 12.000 entidades do Estado a contratarem separadamente, sem concertação e sem concorrência justa do lado dos prestadores de serviços!

O corte nos ordenados dos funcionários públicos, o despedimento de uma parte substancial destes bem como o aumenta da idade da reforma, ainda que medidas temporárias, são inevitáveis nos próximos anos!

É importante não esquecer que estamos sobre ajuda externa para podermos manter o nível de gastos que temos por parte do Estado. Somos ainda o 3.º país mais endividado da Europa a 28 representando a nossa dívida pública cerca de 110% do PIB, sendo que pior que nós só a Itália e a «aflita» Grécia!

Falhar o cumprimento do programa da Troika e sair do Euro implicaria um colapso de tal ordem que os sacrifícios de hoje pareceriam uma «brincadeira». Só crescendo sustentadamente (como tantos por ai afirmam, sem ninguém saber bem como), aumentando a produtividade das empresas, reduzindo gastos e promovendo a internacionalização poderemos sair desta crise.

O Governo liderado pelo PSD terá de rapidamente apresentar medidas neste sentido. Os projetos de turismo, tecnologias de informação, energia e 'utilities' e atividades relacionadas com o mar têm de aparecer! A redução do investimento direto estrangeiro em Portugal, desde que o Partido Socialista esteve no poder, tem de ser contrariada! Em 2011 tivemos METADE do investimento estrangeiro que tínhamos em 2009.

A redução da despesa pública tem de servir para 1) aumentar o apoio às PME e facilitar o seu acesso ao crédito, 2) para reduzir a carga fiscal, conforme referi anteriormente, bem como as obrigações fiscais, 3) reformar o sistema judicial, 4) para aumentar o apoio às indústrias de alta tecnologia e inovação e 5) para fortalecer a ligação entre as universidades e as empresas e entre as universidades nacionais e as estrangeiras de renome.

Só assim conseguiremos voltar a ser um país atrativo ao investimento, equilibrado, desenvolvido e sustentável! 

Se nada do acima for feito é certo que Portugal não vai conseguir cumprir as metas definidas para o défice e as finanças públicas continuarão em desequilíbrio, sendo inevitável um segundo pedido de resgate financeiro deste século!

Recentemente, o Governo aprovou uma Proposta de Lei que previa alterações significativas ao actual Código da Insolvência e Recuperação de Empresas. A alteração entrou em vigor este mês, e pode ser consultada aqui.

Quais são essas alterações e qual a sua importância para nós?

No geral, há que destacar a criação de um regime especial de Revitalização de empresas que estejam em sérias dificuldades financeiras, mas cuja insolvência não é ainda actual mas meramente iminente. Este regime pretende criar um padrão contrário ao que tem vindo a verificar-se nos últimos anos, de encerramento de milhares de empresas anualmente. Agora, o objectivo é a recuperação das empresas, em detrimento da sua liquidação. Este Governo está empenhado em promover a sobrevivência do tecido empresarial, especialmente aquele que mais tem sofrido com a crise económica, salvando a empresa, os trabalhadores e ainda protegendo os seus credores.

Há que mudar o paradigma: só conseguiremos ultrapassar a crise económica e atenuar a dívida externa se conseguirmos dar gás às nossas empresas, motivá-las a permanecer activas e a exportar. Do crescimento das empresas depende mais emprego, mais riqueza e maior estabilidade financeira para o Estado.

Esta mudança legislativa vem de encontro às soluções de crescimento que se pretendem para o futuro e de estimulo ao tecido do sector privado, com mecanismos mais eficazes e mais céleres. Permitiu ainda uma maior simplificação dos procedimentos processuais e a maior facilidade na publicidade dos anúncios, que passarão a estar disponíveis na plataforma Citius. 


"Presto estas declarações porque em primeiro lugar é importante transmitir uma forma diferente, não muito comum, de fazer politica. Ou seja, há pouco prática tanto a nível nacional como em Odivelas de se apresentarem recomendações na Assembleia Municipal!

É algo que não é bem visto, mas esta é a nossa maneira de fazer politica! Além da fiscalização, já que fomos eleitos para um órgão não executivo e como agentes representativos da população, sempre que temos uma ideia que possa beneficiar os Odivelenses qual é o mal de a apresentarmos? E de eventualmente até serem seguidas pelo Executivo?

Isto é fazer politica pela positiva, é uma prática responsável de fazer politica e nós temos feito isso desde o inicio do mandato!

Principalmente na área da juventude, mas não só! Recentemente, e já não é a primeira vez, uma recomendação é chumbada pelo PS mas depois mais tarde vieram a ser executadas pelo Executivo Municipal! O que desde já é positivo, significa que reviram a sua posição apesar da incongruência entre o Executivo Municipal e a bancada na Assembleia Municipal do PS!

Significa que o Partido Socialista acha que as recomendações são ataques, mas depois vêm reconhecer que as propostas são válidas e que mais vale pô-las em prática! Falo, por exemplo, das propostas do Cartão Jovem Municipal, das Odivelíadas e da reactivação do Conselho Municipal da Juventude que foram chumbadas na Assembleia Municipal mas agora o mesmo Partido Socialista vem concretizar!

Ficamos felizes por seguirem ideias nossas! Isto é um sinal que as politicas de Juventude seguidas pela Câmara Municipal vêm beber às nossas ideias! Nós estamos a definir as politicas de juventude no Concelho! 

Continuaremos a apresentar propostas e recomendações, ideias não faltam!
Nós temos uma visão, qualquer politico que se preze e que queira respeitar e representar os eleitores tem de ter uma visão! 

 
Nós temos uma visão
para juventude em Odivelas, o PSD é o partido da juventude em Odivelas!"

Podes ver as declarações na íntegra aqui!!

"OLIMPÍADAS" SÃO CÓPIA DAS «ODIVELÍADAS»

Aproveitamos para recordar que o Desporto Escolar e as modalidades adaptadas não começaram este ano em Odivelas! 


Os jogos escolares que a Câmara Municipal realizou recentemente juntamente com as escolas Secundárias do Concelho, chamando-lhes de "Olimpíadas", têm tudo a ver e foram inspiradas na nossa proposta das «Odivelíadas» que propomos há mais de 4 anos e já realizámos DUAS vezes, sem quaisquer recursos comparáveis com uma Câmara Municipal!

Felizmente há registo deste facto tanto neste blog como na comunicação social! VÊ AQUI a reportagem da Odivelas TV pela 2ª edição das Odivelíadas que realizámos em Março passado!

Hoje, entre as 18h e as 22h realizar-se-ão as eleições para conselheiros regionais da JSD da região de Lisboa. Odivelas não será excepção e votará os seguintes elementos, da lista A, única lista candidata entregue dentro do tempo previsto nos estatutos da JSD:

1. Carla Sofia Marcelino
2. Bruno Duarte
3. Pedro Roberto
4. João Correia
5. Daniela Duarte
6. Filipe Sanches
7. Liliana Batista
8. Helga Afonso
9. Paulo Pinheiro

Suplentes:
1. Daniela Chaves
2. David Castro
3. Pedro Cardoso
4. Jorge Peitinho
5. Maria Inês Almeida
6. Vasco Nascimento
7. Débora Pereira
8. Inês Abrantes
9. Rodrigo Pereira


 NÃO FALTES, HOJE ENTRE AS 18H E AS 22H na tua secção!

JSD recebeu, em Lisboa, líderes de 33 juventudes partidárias europeias para acordarem um manifesto comum contra o Desemprego Jovem

Os líderes das juventudes partidárias do Partido Popular Europeu (PPE) reuniram-se nos passados dias 10 a 13 de Maio, em Portugal, na vila de Cascais e em Lisboa, para debater em conjunto soluções para o "Desemprego Jovem", uma realidade crescente e preocupante em vários países europeus, num encontro que contou com a participação do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.
Este evento internacional organizado pela JSD teve um elenco de convidados oradores de luxo: desde o Ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, que falou sobre as medidas públicas para o promover o investimento e a mobilidade dos jovens; António Borges, exDirector do FMI para a Europa, que fez uma intervenção sobre qual o caminho que as novas gerações têm de tomar para sair e vencer a crise; a anterior ministra do Trabalho, Helena André, ex Secretária Geral Adjunto da Federação Europeia de Sindicatos. que falou como o desemprego jovem é uma realidade comum na Europa e um desafio necessário de ser vencido pela União Europeia; o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Pedro Reis, que falou sobre o exemplo INOVContact; o Eurodeputado Carlos Coelho, que falou sobre os novos desafios e as novas causas da Juventude; o Presidente da associação europeia de business angels – EBAN -, Paulo Andrez, que falou sobre como reforçar e potenciar a inovação e o empreendedorismo na Europa como resposta à crise, o eurodeputado Paulo Rangel que falou da importância de haver uma maior coesão entre os países da União Europeia para vencer e superar esta crise, pedindo uma Europa mais política e solidária, e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que encerrou o painel de oradores convidados de excelência, falando do potencial das novas gerações.
A JSD acolheu também as comemorações dos 15 anos do YEPP, e atribuiu pela primeira vez o YEPP Freedom Prize, que pretende destacar o trabalho de um ou mais jovens em prol da democracia e da liberdade. O primeiro laureado foi o activista bielorusso Dzmitry Dashkevich, que se encontra preso no seu país, depois de ter organizado numerosas acções pacíficas de rua, tendo-se transformado num símbolo da luta pela democracia na Bielorussia. O regime de Lukashenko tem repelido com repressões vergonhosas e mandatos de captura. Dzmitry Dashkevich foi preso há mais de um ano, onde é periodicamente sujeito a pressão e tortura física e psicológica.
Os Presidentes das Juventudes Partidárias membros do YEPP em reunião plenária, com a presença do Eurodeputado e Secretário-Geral do PPE, Christian Kremer, acordaram, através de um manifesto conjunto, a necessidade de maior empenho no próximo Quadro Financeiro PlurianualA declaração reforça também a urgência numa melhor coordenação dos programas já existentes relativamente ao emprego.
Para que se consigam criar empregos, tem de ser dada maior atenção à formação vocacional enquanto paralelamente a formação prática tem de ser reforçada quer a nível do ensino secundário quer superior. Ao mesmo tempo, os Estados-Membros devem estimular o empreendedorismo jovem, através quer de incentivos fiscais quer da redução de burocracias na criação de novas empresas.
A declaração conjunta enfatiza o voluntariado como devendo ser alvo de reconhecimento e incentive, uma vez que se trata de um contributo importante para a sociedade e que favorece uma cidadania mais activa e plena. É ainda recomendado que exista uma especial atenção para uma proteção mais eficaz de segmentos mais vulneráveis no mercado de trabalho, como sejam os cidadãos portadores de deficiência.
O YEPP entende ainda ser crucial, para se conseguir a desejada mobilidade, que sejam removidos obstáculos que dificultam muito a prestação de trabalho por parte de jovens noutros Estados-Membros.
Para além disso, são ainda necessários muitos esforços no sentido de conciliar a vida familiar com o emprego. As mães devem ser apoiadas na sua reintegração profissional designadamente através de condições de trabalho mais flexíveis e com o reforço do número de creches e jardins de infância.
O Presidente do YEPP, Csaba Dömötör sublinha que 6 milhões de pessoas perderam os seus empregos desde que se instalou a crise económica e os jovens são os mais afetados.
O facto de um em cada 5 jovens europeus se encontrar desempregadomina consideravelmente as esperanças de uma recuperação económica, da confiança nos líderes políticos, bem como o crédito na União Europeia como um todo.
Segundo Csaba Dömötör, reforço do investimento de qualidade nos apoios financeiros às empresas, melhor e mais eficaz regulação, bem como uma boa coordenação de programas são imprescindíveis para acalmar o surto alarmante que se faz sentir.

O 1.º Ministro, Pedro Passos Coelho, marcou presença, onde também teve oportunidade de se dirigir aos participantes referindo a importância destas estruturas de juventude para apresentarem soluções no combate ao desemprego jovem, bem como apresentar o seu pensamento sobre a actual situação de crise que a EU atravessa.
Mais uma iniciativa de sucesso, desta feita além fronteiras, revelando a capacidade organizadora e o espírito acolhedor bem português, o que se veio a revelar na melhor iniciativa do YEPP dos últimos anos, segundo palavras dos próprios Presidentes das Juventudes Partidárias estrengeiras, aliando ao facto de se debater eficazmente o maior flagelo que assola a Europa, e em concreto o nosso país: o Desemprego Jovem.

JSD Odivelas

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