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JSD Odivelas em Kont@cto

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A JSD Odivelas esteve ontem reunida com a Direcção da Escola Profissional Agrícola da Paiã e visitou a Escola Secundária da Ramada no âmbito da Campanha Regresso às Aulas em Grande.


No 2º Dia da Volta Nacional da JSD no Regresso às Aulas e também no 2º Dia de Regresso às Aulas em Grande da JSD de Odivelas, a Escola Secundária da Ramada foi o local escolhido para acabar o dia e promover uma grande tarde de interacção com os jovens estudantes Ramadenses.


Tal como se pode observar, foi dada a oportunidade aos estudantes de interagirem com jogos didácticos e alusivos à JSD onde tinham direito a prémios consoante os objectivos atingidos. Como exemplo, foram entregues lápis, réguas, borrachas e os estudantes foram alvo de perguntas didácticas sobre o sistema político português promovendo deste modo uma interacção com a política no geral. A campanha da volta nacional da JSD focada na proposta de regresso da disciplina de Formação Cívica contribuiu para a dinamização da Campanha Regresso às Aulas da JSD de Odivelas.


Durante a parte da manhã a JSD de Odivelas reuniu com a Direcção da Escola Profissional Agrícola da Paiã com o propósito de identificar os desafios e as oportunidades associadas ao Ensino Profissional, mais especificamente das Escolas Profissionais de resposta ao 1º Sector. Neste momento de visita e reunião, não só foram abordados alguns desafios a uma eventual proposta da JSD em Assembleia Municipal como se fez uma análise concreta do modelo hoje implementado. O modelo vocacional integrado no ensino profissional, a necessidade de um combate à “tentativa” de encaminhamento dos diversos organismos de acompanhamento de alunos com dificuldades ou carências para este subsistema educativo, a importância de rever o modelo de estágio implementado, baseado numa cultura organizacional anglo-saxónica sem uma programação para as características do sector empresarial português foram algumas das matérias abordadas que necessitam de novas políticas para alcançar maior grau de eficiência e eficácia.


Ainda no âmbito deste momento virado para a educação por parte da Juventude Social Democrata, durante a hora de almoço, a JSD Odivelas esteve presente na Escola Secundária Vergílio Ferreira, representada pelo Vice-Presidente da JSD Distrital de Lisboa David Pereira de Castro.








Neste segundo dia de Regresso às Aulas em Grande a JSD de Odivelas mantém o seu ritmo provando que é verdadeiramente uma Geração de Confiança. 




A JSD Odivelas começou hoje a campanha Regresso às Aulas em Grande na Escola Secundária de Odivelas!


Ao longo das próximas semanas a JSD de Odivelas estará focada na aproximação dos jovens Odivelenses à Juventude Social Democrata e na discussão de tudo o que envolve a educação no concelho Odivelense. 


Para além da habitual distribuição de material alusivo à JSD, a Comissão Política da JSD de Odivelas fará amanhã uma visita à Escola Profissional Agrícola D. Dinis na Pontinha onde terá a oportunidade de reunir com a direcção para conhecer a dinâmica desta escola profissional e identificar os desafios e as oportunidades associadas a uma escola tão específica como esta. Ainda no dia de amanhã a volta nacional da Juventude Social Democrata estará presente ao longo da tarde na Escola Secundária da Ramada onde teremos a possibilidade de chegar de forma diferente aos jovens estudantes Ramadenses, Durante os restantes dias da semana serão visitadas todas as escolas secundárias do sector público do concelho.



Na próxima semana, para além das actividades em que participará no âmbito do Mês da Educação da JSD Distrital de Lisboa, a JSD organiza a Festa Regresso às Aulas em Grande para desejar um óptimo arranque de ano lectivo, permitindo um momento de confraternização entre todos os estudantes do concelho. 


Com o intuito de promover um debate responsável, conhecedor e produtivo, no dia 6 de Outubro teremos ainda um Plenário Temático com o ponto específico de discussão: A Educação em Odivelas - Desafios e Oportunidades. Este momento de debate aberto e de transmissão de informação entre todos os jovens militantes social-democratas Odivelenses permitirá o desenvolvimento de um documento estratégico "Um Futuro para Odivelas".  A apresentação deste documento tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento de políticas de educação que promovam o combate ao abandono escolar, que incentivem a resolução de problemas identificados no concelho de Odivelas e que pressionem a Câmara Municipal de Odivelas a lançar um debate sério, aberto e liberto de cores partidárias que melhore a relação entre os diversos ciclos escolares e que possa potenciar as diversas características do nosso Concelho. 



A JSD Odivelas congratula-se por poder arrancar a 2ª fase do 1º Ano de Mandato com um dinâmica que vai além do que é a prática habitual, não abdicando do objectivo de cada projecto iniciado por esta Comissão Política: Diagnosticar, Compreender, Debater e Propor. 

Dia 14 de Setembro, às 21 horas e 30 minutos, a sede do PSD Odivelas estará aberta a todos os militantes da JSD Odivelas para participarem na 1ª Reunião de Comissão Política alargada.



Tal como proposto no momento em que actual Comissão Política foi eleita, chegou o dia de abrirmos a sede a todos os militantes para participarem numa reunião de Comissão Política e proporem iniciativas que queiram ver realizadas ao longo do próximo trimestre. Esta oportunidade tem como objectivo permitir que os militantes experimentem a sensação de definir actividades, propostas e iniciativas que possam ir ao encontro de toda a juventude odivelense.

A possibilidade de participar e ter uma voz activa no Concelho de Odivelas é, deste modo, dada pela JSD, tal como se comprometeu no seu Manifesto Eleitoral.

Acreditamos que deste modo não só estamos a dar a conhecer o modo de funcionamento da JSD como também a possibilidade de todos decidirem. É nossa responsabilidade abrir a porta da democracia e torna-la mais participativa! Deste modo teremos as portas do debate abertas para alargamos a actuação da JSD. Vem participar nesta Geração de Confiança.

Não percas esta oportunidade!


Contamos contigo, conta connosco!

Costa mente e o país deixa!


A entrada de alunos no Ensino Superior em Portugal vive uma evolução natural e expectável que ocorre há 3 anos. Esta grande “vitória” socialista baseia-se em mais 890 alunos a entrarem no Ensino superior face ao ano passado – sem dúvida uma alteração no modelo adoptado.


Quando António Costa, actual Primeiro-Ministro, afirma que o aumento do número de colocações no Ensino Superior “representa a morte de um modelo de desenvolvimento que a direita quis impor”, Costa mente! Na realidade, o actual Primeiro-Ministro queria antes dizer: Estamos a beneficiar do modelo estabelecido nos últimos anos em simultâneo com os efeitos da evolução da taxa de natalidade da década de 90. (Repescado? Talvez! Mas já lá vamos).

Ao observarmos os números, em vez da narrativa de venda da banha da cobra socialista, deparamo-nos com uma evolução positiva que vem desde 2013, quando começamos a sentir algumas diferenças no panorama social e económico face aos anos de 2011 e 2012. O auge dessa diferença surge entre 2014 e 2015 quando temos um aumento na 1ª fase de 11% de alunos colocados. Estamos a falar, aproximadamente, de 6 mil alunos face ao ano anterior. Para António Costa, isto é passado! (Óbvio! Até o povo já esqueceu o que este senhor fez em Outubro de 2015). Para Costa, o que realmente interessa é que este ano entraram na 1ª fase mais 890 alunos. Leram bem?! 890 Alunos, não são 6 mil, são 890! Esses mesmos que representam o fim de um modelo de recuperação económica, organização das contas públicas, recuperação das respostas sociais e de reorganização do Estado, imposto pela direita portuguesa.

É sem dúvida de salutar que continuemos a aumentar o número de estudantes colocados no ensino superior. É isso que qualquer cidadão deverá desejar, no entanto, choca-nos a desonestidade com que esta questão é abordada.

Neste momento de lavagem cerebral vivido na “rentrée” da Juventude Socialista, António Costa volta a afirmar que “as dificuldades financeiras estão agora minoradas face ao passado”. Costa tem razão, depois do que o Partido Socialista fez entre 2008 e 2011, é normal que após tanto esforço se note uma ligeira diferença face ao passado. Ainda bem que assim é, mas nunca é tarde relembrar que após a maior crise económica, financeira e social do período democrático, o Governo do PSD e CDS-PP repôs as bolsas de ensino superior para valores iguais aos períodos anteriores à “Coboiada” Socialista. Precisamente esse Governo de Direita que cortou cerca de 6 mil bolsas no Ensino Privado e atribuiu mais 7 mil Bolsas entre 2012 e 2015 no Ensino Público! Esperemos para ver o que acontece este ano, será natural que aumente mais 1 ou 2% e Costa diga que é o fim do modelo Social-Democrata.
  
Por último – e para que as pessoas fiquem verdadeiramente informadas – devemos avaliar a evolução demográfica dos anos intermédios da década de 90 para percebermos realmente o porquê desta evolução. Uns dirão que é repescado, mas se as políticas de educação têm impacto a 10, 15, 20 anos, não fará sentido reconhecer que os números também?

António Costa volta a afirmar que “a grande quebra não era demográfica”. Oh senhor Primeiro-Ministro, pensava que o Partido Socialista já tinha acabado com a narrativa da desonestidade intelectual… Vamos então ver quantas crianças nasceram há 18 anos, i.e., o ano de nascimento da grande maioria dos jovens que entraram este fim-de-semana no Ensino Superior (1998), segundo o INE, 113.384 nados-vivos. Comparemos então com os anos anteriores, por exemplo, a maioria dos alunos que entrou em 2014 terá nascido em 1996, ou seja, 110.261 nados-vivos. Quer isto dizer que entre estes 2 anos nasceram mais 3 mil bebés aproximadamente. Se olharmos a 1995, ou seja, os alunos que entraram em 2013, reparamos que nasceram “só” menos 6 mil bebés. Em jeito de conclusão, notamos que a diferença entre os alunos que entraram em 2013 face a 2016 representa praticamente a mesma diferença de nados-vivos entre 1995 e 1998. É uma coincidência ou são realmente os efeitos demográficos?! Talvez valha a pena pensar nisto…

Nós sabemos que neste país vale tudo, mas enquanto a JSD de Odivelas estiver atenta, não deixaremos que a mentira se propague sem a combater! A Geringonça continua a mentir e nós não ficaremos de braços cruzados. 


Fontes:

JSD Odivelas representada por 1 Vice-Presidente, 2 Vogais e 1 Membro da Mesa nos novos órgãos da JSD Distrital de Lisboa eleita no 3º Congresso da JSD Distrital no passado dia 2 de Julho!

Tomada de Posse dos Novos Órgãos

A JSD de Odivelas reforça a sua representação nos órgãos distritais da JSD de Lisboa após a reeleição de David Pereira de Castro para Vice-Presidente, da eleição de Pedro Cardoso e André Amaral para Vogais, de Tiago Cardoso para membro da Mesa Distrital e da nomeação de Carla Nazareth para a Coordenação do Gabinete de Saúde. 

Intervenção do Vice-Presidente da JSD Odivelas
A eleição de Alexandre Poço para Presidente da JSD Distrital de Lisboa culminou com uma renovação da estrutura, sendo o Presidente da JSD de Odivelas, David Pereira de Castro, o único membro a renovar o mandato na Comissão Política Permanente da JSD Distrital de Lisboa. Esta representação odivelense contribui para uma maior participação do concelho de Odivelas nas decisões distritais, permitindo desta forma alargar as áreas de trabalho sob responsabilidade odivelense.

Para os órgãos distritais foi igualmente eleito o companheiro Frederico Nunes, Presidente da JSD de Cascais, para Presidente da Mesa do Conselho Distrital da JSD de Lisboa. A JSD de Odivelas parabeniza Alexandre Poço e Frederico Nunes pelas funções que vão ocupar desejando um bom mandato e votos de bom trabalho.

Intervenção do Presidente da JSD de Odivelas
Neste 3º Congresso, o Vice-Presidente da JSD Odivelas, José Ricardo Dâmaso, teve a oportunidade de apresentar uma Moção Sectorial subscrita pela Comissão Política da JSD de Odivelas, com o título: "A Smart City como um Instrumento Democrático". Aprovada por maioria esta temática estará deste modo na linha da frente do debate político da estrutura distrital eleita.

Igualmente relevante foram as intervenções do Presidente da JSD de Odivelas, David Pereira de Castro, inciando com um balanço do mandato cessante no âmbito Distrital e fazendo referência aos momentos vividos com a última Presidente da JSD Distrital de Lisboa, Joana Barata Lopes. O facto de ter representado a JSD Distrital de Lisboa durante 6 anos como Presidente é de louvar e a JSD de Odivelas não quis deixar de fazer referência. O Presidente da JSD de Odivelas fez ainda referência à importância de um mandato focado no trabalho e no desenvolvimento do pensamento político baseado nos princípios da verdade, honestidade e meritocracia.

Este Congresso terminou ainda com a intervenção do novo Presidente da JSD Distrital de Lisboa Alexandre Poço, da Secretária-Geral da JSD, Margarida Balseiro Lopes e do Presidente do PSD Distrital de Lisboa, Miguel  Pinto Luz.

A JSD de Odivelas deseja a todos os membros dos órgãos distritais um bom mandato. 

JSD Odivelas



O momento histórico que vivemos deve ser visto como uma oportunidade para Portugal.

 

A decisão do Reino Unido, embora com características diferentes do passado, não deixa de ser uma decisão que se baseia numa Cultura baseada no Interesse Público que fortalece o seu passado. O facto de se evidenciar uma divisão clara num Reino que não está Unido não deixa de espelhar a importância que as elites britânicas sempre deram ao poder do Povo no contexto político e administrativo. Não podemos deixar de notar as características geográficas deste resultado, Irlanda, Escócia e Londres votam sim à permanência, Inglaterra, excepto a sua capital, votam não. As ilações a retirar são claras. Muitos já o fizeram ao longo do dia de hoje. Como diria um amigo meu, “o não fez um brinde à regra dos 50%+1”, eis a democracia.

Aceito que nos custe admitir, mas este processo representa a decisão mais democrática que alguma vez ocorreu no seio da Europa e da União Europeia. Permitir que o povo decida o futuro do seu país para várias gerações, associado ao grau de responsabilidade que advém da decisão de sair de uma Associação de Estados representa um disponibilidade para viver com a Democracia notável. Igualmente impressionante, para o modelo de decisão com que estamos habituados, são as reacções do poder político. A demissão do Primeiro-Ministro Britânico é expectável tendo em conta os resultados eleitorais do referendo e a sua posição face ao mesmo, mas inesperada foi a reacção do Banco de Inglaterra por via do seu Governador. A capacidade de resposta administrativa e financeira do Reino Unido leva-me a crer que a preparação para as decisões provenientes deste processo foi meticulosa. A disponibilidade demonstrada pelo Governador do Banco de Inglaterra para injectar 326 mil milhões de euros na banca britânica exemplifica a capacidade do Reino Unido em tomar decisões que vão ao encontro da vontade da população. Isso fará certamente a diferença nos momentos de aperto que poderemos viver num futuro próximo. As preocupações enumeradas relativamente à circulação de pessoas, à imigração e à relação económica e comercial entre Estados, em especial no Reino Unido (embora obrigue a exigentes dinâmicas negociais) serão preocupação maior para a União Europeia do que para o próprio Estado. Ainda assim, a Europa e Portugal devem saber tirar proveito desta mudança.

O meu optimismo natural não deixa de identificar questões preocupantes que devem ser tidas em conta, são essas que geram a incerteza do futuro. No entanto, 90% dessas preocupações surgem da capacidade de tomada de decisão da União Europeia e dos seus 27 Estados Membro (não, já não somos 28). A única certeza absoluta que temos é a necessidade de uma reforma profunda da concepção do modelo Europeu, caso queiramos manter este projecto e evitar o seu desmantelamento. Rapidamente percebemos e antecipamos o impacto que este momento histórico teve nos mercados financeiros de todo o mundo e que poderá ter na economia mundial, mas não conseguimos identificar que influência terá nas populações. Essa deve ser a prioridade, garantir a estabilidade emocional das populações para incentivar a evolução do modelo social europeu ajustado às exigências orçamentais que enfrentamos. Isso só será possível se a rapidez das decisões que devem ser tomadas estiver próxima da velocidade com que vivemos hoje em dia. É ai que nos confrontamos com a importância de decisores carismáticos que promovam a garantia de paz e de desenvolvimento.   

Mais do que a garantia de liquidez financeira, essencial para a sobrevivência dos Estados no séc. XXI, a promoção de uma redistribuição de rendimentos que se aproxime do modelo Social-Democrata deve ser a prioridade de uma nova Europa que vemos no horizonte. Incentivar a estabilidade democrática que impeça decisões de ruptura com o sistema deve igualmente ser uma prioridade. Enquanto cidadãos sentimo-nos longe do centro de decisão, não conhecemos o modelo porque não educamos para isso, levando à sensação, por parte da população, de que nada parte de si.

Para Portugal, este momento, embora com consequências nefastas para a Economia, para a Administração Pública, para a Diplomacia… no fundo, para todas as áreas da sociedade, deve ser visto como a oportunidade ideal para colocar em agenda vários temas que nos possam preparar-nos rapidamente para um futuro incerto. Não podemos viver influenciados pelo “mediatismo fast-food”. Pensar o “hoje”, neste contexto, é menos importante que pensar o “amanhã”. É por essa razão que vejo este momento com um optimismo diferente da maioria daqueles que têm analisado esta situação.

Em breve a Juventude Social Democrata da Distrital de Lisboa terá o seu Congresso Distrital para eleger a próxima Comissão Política. Nesse Congresso terei a oportunidade de aprofundar este tema e ir um pouco mais além da simples análise política. É hora da juventude portuguesa tomar posição sobre o que quer para o futuro e de que modo vê o futuro da Europa e da União Europeia. Terei aí a oportunidade de apresentar uma Moção Sectorial sobre este tema com vista a contribuir para uma tomada de posição por parte da próxima CP da JSD Distrital de Lisboa e da JSD como a maior e melhor Juventude Partidária Portuguesa.


David Pereira de Castro

Hoje todos votam Lista A - Antecipar Odivelas!


A JSD Odivelas apresentou lista única na Quarta-Feira passada à candidatura a Delegados Residências ao III Congresso Distrital de Lisboa da JSD. 



 Lista A:

Função
Nome
1º Delegado
José Ricardo
2º Delegado
Pedro Roberto
3º Delegado
Pedro Cardoso
4º Delegado
Marta Pinto
5º Delegado
Diogo Godinho
6º Delegado
Gonçalo Bargado
7º Delegado
Élia Capitão
8º Delegado
Filipe Moreira
9º Delegado
Carla Nazareth
10º Delegado
Liliana Batista
11º Delegado
André Amaral
1º Suplente
Tiago Cardoso
Suplente
Maria Inês Almeida
Suplente
Carolina Cosme
Suplente
Nuno Guerreiro
Suplente
Ricardo Cardoso
Suplente
Ricardo Roda
Suplente
Rita Simão
Suplente
Bruna Carvalho
Suplente
Diogo Cardoso
Suplente
Fábio Martins

1º Subscritor: David Pereira de Castro (Presidente de Concelhia – Inerência ao Concelho Distrital)


Onde Todos Contam!

A JSD de Odivelas recebeu na sua sede o candidato à Comissão Política Distrital de Lisboa da JSD, Alexandre Poço, e a candidatura Lisboa Forte.





Numa noite de debate e de esclarecimento, Alexandre Poço apresentou as linhas programáticas essencias explicando quais as prioridades e objectivos desta candidatura para o mandato 2016-2018. Nesta apresentação foi possível perceber que o mote para o próximo mandato é a promoção da independência dos jovens.

Num concelho como Odivelas com uma taxa de dependência jovem de 22%, esta questão é fulcral para perceber os 3 pilares da candidatura apresentada, Educação, Emprego e Habitação. Com uma perspectiva de que sem Educação não há 1º Emprego e que só com o 1º Emprego é que teremos uma 1ª Habitação, os jovens Sociais-Democratas de Odivelas e Lisboa tiveram a oportunidade de entender e absorver quais as prioridades para o próximo mandato.

A JSD Odivelas mostrou-se disponível apra contribuir, tal como já o fez ao apresentar um documento proposta da sua visão para o distrito de Lisboa, no desenvolvimento de proposta políticas que incentivem a resolução dos problemas da juventude portuguesa.

Relembramos que esta apresentação vem precisamente dois dias antes das eleições para os delegados ao Congresso Distrital da JSD Lisboa que se realizará dia 18 de Junho entre as 19 horas e a as 21. 


JSD Odivelas

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