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Em 2010, o Vereador do Ambiente (do PSD) na Câmara Municipal de Odivelas - Dr. Carlos Bodião - através do Departamento de Ambiente deu inicio ao processo de colocação dos primeiros «oleões» do Concelho de Odivelas.

Neste momento não há nenhuma freguesia no Concelho de Odivelas que ainda não tenha, pelo menos, um oleão!

A JSD Odivelas tem insistentemente sensibilizado neste blog os comportamentos ambientais responsáveis e sustentáveis (desde Agosto de 2008), incluindo a reciclagem de óleos usados - ver posts de Agosto de 2009 e Setembro de 2010.

Sê responsável e dá o exemplo, coloca o óleo usado APENAS nos oleões:


A agência Standards & Poor's recentemente anunciou o novo rating dos países europeus, no que respeita ao nível da economia e finanças na zona euro, baixando o nível em 9 países. Portugal desceu de BBB- para BB, encontrando-se agora numa categoria que denominam de "junk" ou em português, lixo.

Eis a "virtude" da era da informação: tornar a realidade em palavras traduzíveis. Que mal saem das linhas estreitas duma publicação ganham a força invencível - e perigosa - de passar a ser realidade. Mesmo não sendo, e nós sabemos.

O ano de 2012 ainda agora começou, mas já muito se fala sobre a sua importância! Do Governo aos comentadores políticos, em todos os noticiários há quem diga que será o ano mais difícil das últimas décadas, uns dizem que será o ano mais difícil da democracia Portuguesa, outros que será o ano do fim do Euro e há até quem acredite na previsão do fim do mundo neste ano!

A verdade é que já toda a gente percebeu que muita coisa irá mudar, e para a maioria talvez não seja para melhor. Tudo isto deverá, a todos, fazer-nos meditar!

Uma das questões que se tem falado e muito são as pensões, os pensionistas
, os cortes nos subsídios e a (in)sustentabilidade deste Estado Social.

Actualmente em Portugal, 25% da população residente tem mais de 60 anos e 18% tem mais de 65 anos! A média mundial de sexagenários é de apenas 10%. E a média de idade de um Português já supera os 40 anos, o que significa que a proporção da população envelhecida continua a aumentar!!

Importa referir que este é um problema transversal a todas as sociedades ocidentais, mas em Portugal intensifica-se! É que Portugal é o país da União Europeia que está a envelhecer mais rápido! Ainda antes de 2050, 1 em cada 3 Portugueses terá mais de 60 anos!

E porquê?
Simples, a esperança média de vida tem aumentado ao mesmo tempo que o número de nascimentos tem diminuído! Já nem 100.000 bebés nascem em Portugal, por ano! Esta diminuição deve-se essencialmente à conjugação do défice de nascimentos com o aumento dos abortos e dos divórcios!

Nunca nasceram tão poucos! Portugal tem mesmo a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia e a segunda mais baixa entre os países da OCDE (a seguir à Coreia do Sul).

Havendo cada vez menos nascimentos e vivendo cada vez mais anos, a população torna-se envelhecida! Problema?
Aumento dos gastos sociais (saúde e pensões de reforma). Menos contribuintes mas mais gastos sociais com reformas! Resultado? Défice. Isso mesmo, os «défices gémeos» que ouvimos falar (défice orçamental do Estado e défice externo - dívida externa) são também consequência da inversão da pirâmide etária Portuguesa, provocada pelo défice de nascimentos!

Um défice faz com que haja menos menos rendimentos disponíveis e mais impostos a médio prazo, menos criação de riqueza e consequente menor receita fiscal, mais evasão fiscal e menos menos contribuições, menos recursos, etc Conclusão? Menos dinheiro disponível quando a população pensionista cada vez aumenta mais, especialmente da função pública!? Uma verdadeira «encruzilhada»! Um envelhecimento triste para muitos de nós!

O que é ainda mais preocupante é que muito pouco tem sido feito para inverter esta tendência e paradoxalmente estão e continuarão a ser as gerações mais novas a pagar o envelhecimento com o aumento dos impostos para transferir receita para Segurança Social e com a diminuição das prestações sociais contributivas (reforma, subsidio de desemprego, subsidio de baixa, etc). Onde está a justiça inter-geracional?

Mantendo o actual sistema, o FMI prevê que estas despesas aumentem em 13% do PIB. Sem alterações no financiamento da Segurança Social, entre 2020 e 2030 o país apenas poderá suportar estas despesas se conseguir excedentes orçamentais estruturais (na casa dos 4% do PIB), senão terão de ser tomadas medidas de
correcção orçamental, ou seja, novos impostos e mais cortes!

Neste sentido, parece óbvio que o aumento da idade da reforma e os cortes nos montantes das reformas, associado ao aumento da tributação das pensões, são inevitáveis para manter este sistema sustentável!

Será, aliás, uma boa altura para questionar se este é o melhor sistema de pensões! Não deveríamos ter já implementado um regime misto? Na Nova Zelândia as alterações nas leis do trabalho obrigaram que todos os empregadores constituíssem planos complementares (privados) de pensões para os seus empregados
, à semelhança do que já fazem alguns sectores em Portugal! O Reino Unido implementou um sistema idêntico com inicio neste ano!

Só para se ter uma noção do montante de encargos da Segurança Social com pensões, os cortes dos subsídios de férias e de Natal nas pensões para este ano permitirão uma poupança de 1,260,000,000.00 Euros aos cofres do Estado! E os cortes apenas se aplicarão a quem receber uma pensão de montante mensal superior a 600.00 Euros. Se fosse a todos os pensionistas o montante provavelmente permitiria uma poupança equivalente a 5% do PIB!

Com o nível de riqueza da população em geral a baixar abruptamente, associado a um desincentivo fiscal para a constituição dos PPR's, poucos conseguirão poupar para a velhice! Se nada mudar resta saber como conseguiremos sobreviver, mais pobres, com menos autonomia e provavelmente menos saúde, embora mais poupados e, por isso, menos «dependentes» no Estado e bastante diferentes dos idosos de hoje!

Estará Portugal perante um «Inverno Geracional»?


A morte de um líder forte e carismático é sempre indício do término dum regime, não fosse a total personalização da ideologia e a visão única que caracteriza uma ditadura. A morte do líder norte-coreano Kim Jong-il em 17 de Dezembro chegou a prever-se como a catástrofe para a única ditadura militar comunista que ainda se encontra fechada ao mundo. A sucessão para o seu filho Kim Jong-un, que herda um país com 24 milhões de habitantes (dos quais 1,2 milhão são militares) vem mostrando-se, todavia, como uma continuidade ao regime instituído.

É motivo para nos questionarmos, no ano de 2012, segunda década do século XXI, até quando é possível que um país mantenha a sua população afastada do exercício de direitos políticos e sociais plenos, das liberdades de expressão ou reunião, de meios de comunicação social estrangeiros ou livres e com um acesso muito limitado a bens de consumo, reservados a uma elite? Até quando é que um país se reserva no direito de viver isolado, com políticas perigosas de armamento, e com real sacrifício da população?

A Primavera Árabe poderá ter aberto um precedente na luta contra as ditaduras instaladas, e intensificado a urgência de renovação e abertura ao povo dos seus direitos de escolha e à sua consciência popular. Este facto, aliado à distanciação ideológica do comunismo como igualdade entre classes, poderá tornar insustentável a manutenção deste regime totalitário, a que chamam ironicamente "Monarquia do Proletariado". Embora, os sinais sejam ainda muito ténues.








Recentes polémicas dão conta de que as empresas nacionais estão a fugir com as suas sedes sociais para fora de Portugal.
Recentes polémicas dizem que os jovens portugueses estão a emigrar.
E, as empresas portuguesas, ou os jovens, que ainda não o fizeram, já pensaram nisso.

Afinal, porque a pátria não lhes deu mais do que viagens para outros paraísos...

O nosso companheiro e Presidente da Comissão Política da JSD Odivelas, Paulo Pinheiro, voltou a escrever uma coluna de opinião no Odivelas.com.

A JSD Odivelas reafirma, justamente diga-se, uma voz activa junto dos órgãos de comunicação social em Odivelas. E curiosamente no único canal de TV online do Concelho.

aqui o referido artigo de opinião.

Na senda de mais uma série de greves na Transtejo e dos maquinistas da CP, que causaram uma perda de receitas de cerca de 8 milhões de euros só em 2011, e que terão de ser os contribuintes a suportar novamente, todos devemos reflectir sobre a situação actual das empresas públicas (que é de todos nós) e do panorama dos transportes públicos em Portugal!

Terão, verdadeiramente, legitimidade estes trabalhadores para tanta greve? Como é possível alguém que ganha cerca de 30.000 a 50.000 Euros por ano, ter razões para fazer greve? Querer ainda mais condições, mais direitos? Sabiam que só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de seis euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade?

Surpresa? No Metropolitano de Lisboa sabe-se de casos mais graves! Em 2009, uma secretária administrativa recebeu 64.600 Euros! Mais incrível? Nesta mesma empresa, em 2009, um técnico superior auferiu 114.000 Euros, mais do que qualquer um dos membros do conselho de administração da empresa!

É importante não esquecer que quem paga os salários destas pessoas são os contribuintes e os utilizadores dos comboios,
por quem todos os trabalhadores da CP e de todo o sector de transportes devem muito respeito!

Não querer ver o seu salário reduzido é legitimo? Poderia ser, mas quando se trabalha para o Estado, que depende dos impostos que se possam arrecadar, e ainda por cima se ganha bastante acima da média nacional? Talvez não, especialmente numa fase em que o país enquanto nação está quase falido!

É que para além de ser completamente descabido, é de uma extrema irresponsabilidade para com os restantes Portugueses que precisam dos transportes públicos para se deslocarem, só traz mais problemas para os próprios trabalhadores e para a empresa, na medida em que prejuízos numa empresa pública dificultam a viabilidade da empresa e serão sempre mais impostos para todos no futuro!

Tudo é mau nestas greves! O salário dos maquinistas que já engloba, por exemplo, abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e outros subsídios não irá aumentar, nem sequer regressar a montantes anteriores, simplesmente porque é insustentável, para os Portugueses, para o Estado, para o país! E quanto menos produtiva for a empresa, mais cortes terão de ser feitos!

É claro que a culpa não é, pelos menos inteiramente, destes ou de outros trabalhadores da CP, as sucessivas Administrações são as principais culpadas, com a conivência de Governantes anteriores que também deram péssimos exemplos (ver imagem da esquerda)! E claro que isso devia ser alvo de julgamento, gestão danosa! Mas isso podendo ajustar contas com o passado, não resolve o presente nem o futuro!


E o que dizer da dívida acumulada da CP? As empresas públicas ferroviárias Portuguesas, CP e Refer já têm mais de 10.000 milhões de Euros de dívida acumulada! Como é possível duas empresas públicas terem divida no montante equivalente a quase 3% do PIB Português?

É claro que, estas greves, só precipitarão a necessidade de concessionar e/ou privatizar parcial ou totalmente este sector. Já não há volta a dar! Infelizmente para Portugal, de uma forma abrupta e com claro prejuízo para todos, trabalhadores, contribuintes, nação!

E quem, para além do Estado, quererá operar neste sector, com estas condições? E se o Estado assumir grande parte da dívida por forma a viabilizar as empresas de transportes, na condição de as privatizar/concessionar?

Mas nem tudo será mau! Já o antigo Ministro dos transportes o dizia: "Mais envolvimento privado tem potencial de gerar ganhos de eficiência"!

Podes ver aqui o debate sobre o "Programa Eleitoral do PS para a Juventude" em que a JSD Odivelas foi representada por Carla Sofia Marcelino, Vice-Presidente da JSD Odivelas.

Este debate realizou-se passado dia 16 de Dezembro de 2011 no rescaldo da aprovação do Orçamento de Estado Municipal para 2012. Aproveitamos para dar os parabéns ao Odivelas TV pela rápida disponibilização do debate na íntegra (imediatamente no dia seguinte à sua realização).

Listamos todos os (26) debates VOXX XXI (disponíveis online):

"Programa Eleitoral do PS para a Juventude "(Participante: Carla Sofia Marcelino)
"Orçamento de Estado de 2012"(Bruno Duarte)
"Arrendamento Jovem"(João Correia)
"As Políticas de Juventude em Odivelas"(Paulo Pinheiro)
"As Bolsas e o Ensino Superior"(Carla Nazareth)
"A Criminalidade na Juventude"(Helga Afonso)
"Os Programas Eleitorais"(Paulo Pinheiro)
"A Intervenção Externa: Consequências" (Bruno Duarte)
"Imigração - parte I" (Tânia Bragança)
"Imigração - parte II"
"Geração Rasca, Geração à Rasca - parte I" (Paulo Pinheiro)
"Geração Rasca, Geração à Rasca - parte II"
"Emprego Jovem - parte I" (Paulo Pinheiro)
"Emprego Jovem - parte II"
"Comportamentos de Risco - parte I" (Daniela Duarte)
"Comportamentos de Risco - parte II"
"A Justiça - parte I" (Ana Isabel do Rosário)
"A Justiça - parte II"
"Os Poderes do Presidente da República - parte I" (Carla Sofia Marcelino)
"Os Poderes do Presidente da República - parte II"
"A sustentabilidade da Segurança Social" (João Almeida e Costa)
"Conselhos Municipais" (Carla Sofia Marcelino)
"Jovens Empreendedores" (Bruno Duarte)
"Portugal. A pátria" (Paulo Pinheiro)
"As Mulheres na política" (Alexandra Costa)
"Quando saio de casa" (Marco Almeida)
"Os Jovens e a Europa" (Carla Sofia Marcelino)
"Terminei o 12. ano. E agora, que futuro?" (David Castro)
"Ambiente e energia" (Pedro Roberto)
"Habitação" (Bruno Duarte)
"Emprego" (Paulo Pinheiro)
"Afastamento dos jovens da politica" (Marco Almeida)

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