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Os orgãos eleitos da JSD Odivelas para o mandato 2012-2014 têm pautado a sua atuação pela cultura do debate, da partilha e defesa dos valores democráticos.

Por isso, em praticamente 18 meses de mandato vamos realizar o 6.º plenário onde TU podes (e deves) usar este espaço para dar a tua opinião, os teus contributos, a tua visão.

Espírito crítico e intervenção são marcas da JSD, e em Odivelas fazemos questão de o praticar.

VEM PARTICIPAR! CONTAMOS CONTIGO MAIS LOGO, NA TUA SECÇÃO!


A JSD Odivelas TV novamente em destaque, desta vez numa edição especial entrevistando um representante da Associação Nacional Juvenil de Imigrantes, Diáspora Juvenil Africana em Portugal (ANJI-DJAP) com a qual reunimos no dia 25 de outubro de 2013.

Nesta entrevista, Daniela Duarte da JSD Odivelas questionou o representante da ANJI-DJAP sobre qual o papel desta associação em Portugal e qual a sua opinião relativamente aos problemas recentes nas relações Portugal-Angola na qual o jovem entrevistado disse: "Eu acho que é vontade dos dois países ultrapassar essa situação e como se tem visto as relações entre Portugal e Angola já estão muito bem".

Para este jovem, a imagem que os jovens imigrantes Angolanos têm de Portugal é que "Portugal é um país irmão, é um país que teve sempre ao lado de Angola, é um país que tem procurado ajudar Angola em todos os sentidos e todos os setores....dos Portugueses, como Angolano sempre vi os Portugueses como m povo irmão...há muitas coisas que nos ligam!"

A ANJI-DJAP é uma associação juvenil muito relevante representativa da multi-culturalidade presente em Portugal, com um papel muito importante juntos dos jovens imigrantes africanos e que está sedeada em Odivelas.

A JSD Odivelas agradece à ANJI-DJAP a disponibilidade e saúda a existência desta associação na sua muito relevante intervenção, nomeadamente juntos dos jovens imigrantes em Odivelas.

Podes ver a entrevista completa aqui:

 

Sobre a vida e morte de Nelson Mandela já se disse tudo, mas era importante pensar que este homem foi um político de um tempo e um lugar muito adversos e que exigiram qualidades muito especiais. Hoje muito poucos líderes são tão universais, e representam tão bem uma época e um tempo também adversos. Falta-lhes o mesmo carisma, a mesma aura inspiradora. Os políticos de hoje são, no geral, menos emotivos e por isso talvez inspirem menos esperança no povo que governam. Esse factor essencial, que emoldura a actuação técnica, é aquele que confere a forma à acção, e que faz com que recordemos um líder pelo que nos acreditou que podíamos ser. É um factor que estará destinado a muito poucos. Hoje temos, no geral, pessoas mais preparadas, mais qualificadas, mas esses líderes não inspiram emoção nas pessoas, nem as suas palavras são sentidas ou servem para nos fortalecer. Eis que esta dicotomia, entre o conteúdo e a forma, me parece agora uma fortaleza que muito poucos conseguem ultrapassar. Um governo, seja ele qual for, precisa sempre de pessoas tecnicamente capazes - talvez o aspecto mais importante, claro - mas também de bons comunicadores. A política não é só a execução de um programa, não é apenas a negociação, nem está circunscrita a tarefas legislativas. É também a arte de comunicar e transmitir ao povo um sentido, uma linha condutora, e de fazer com que o povo se identifique com esse sentido. Essa é a forma que falta, porque por melhores que sejam as medidas que um governe execute, se não conquistar o seu povo, perde facilmente o poder, e as medidas deixam de poder ser executadas. Tout court.

Numa época em que o frio se intensifica e o Inverno chegou para ficar, as preocupações com o aquecimento e o consequente aumento do consumo de energia em geral, intensificam-se na mesma
medida.

As famílias preocupam-se com a necessidade de aquecer os lares e com o custo com eletricidade que este implica, preocupando-se os produtores com as necessidades energéticas em maior volume e a utilização do mix energético para suprir a procura das famílias e das empresas!

E é na questão do consumo de eletricidade que é preciso continuar a insistir. Ou seja, na eficiência energética e nas fontes de produção de energia. E só contando também com os privados, Portugal pode almejar a sua independência energética!

Se é verdade que a maior fonte de desperdicio de energia nos lares e empesas é o fraco ou não isolamento, também as fontes de energia que são canalizadas para aquecimento dos lares e iluminação têm de ser preocupação de todos. 

Há muito que defendo que, sendo Portugal um país com tanta exposição solar (até no inverno é possível produzir energia solar), as empresas e o Estado têm de definitivamente assumir que a intensificaçao da produção desta energia é estratégico para Portugal! Não para resolver per si o nosso problema de dependência energética, mas para minimizá-lo.

Não podemos esperar que a crise da energia nuclear no resto do mundo se faça sentir no preço das energias fosseis e, nessa altura, todos nós incluindo o Estado soframos com novo aumento do custo com energia! E concerteza que a massificação do aproveitamento da energia solar ajudaria bastante a diminuir esse impacto que irá acontecer já nesta década!

Há várias questões que merecem ponderação:

  1. Porque ainda não foram aumentados os números de licenças para produção desta energia?
  2. Sabendo que existe legislação que obriga os prédios novos a instalar estes mesmos painéis solares para aquecimento de água, porque não iniciar um programa para todos os prédios atuais?
  3. Porque ainda não foi potenciada a instalação de painéis solares em todos os prédios públicos para aquecimento das águas e iluminação utilizadas nestes prédios? Se a SONAE consegue fazer um acordo com a EDP, o Estado também consegue!
A título de exemplo, o Japão tomou um decisão estratégica de aposta na energia solar após o desaste nuclear de 11 de Março de 2011 em Fukushima. Uma das radicais decisões (que entendo eu faz todo o sentido e pode bem servir para alimentar as próprias paragens e os candeeiros públicos próximos) foi a instalação de painéis solares nas paragens de autocarro.

Aliás, desta forma, até podem ser disponibilizados outros serviços aos clientes como o carregamento de: (i) telemóveis (após validação de título de transporte), (ii) cigarros eletrónicos e (iii) outros dispositivos eletrónicos.

Haja vontade de tornar Portugal e o mundo mais sustentáveis!

Sabias que em Portugal, os jovens dos 18 aos 24 anos constituem apenas 8% da população, mas representam 16% do total de vítimas resultantes de acidentes rodoviários? Que os condutores constituem 65% dos jovens mortos e 63% dos feridos graves? 

Que de acordo com o último relatório publicado pela OMS (European Status Report on Road Safety, 2008), os acidentes de viação são a principal causa de morte dos jovens entre os 15 e os 29 anos e um grave problema de saúde pública?


Que existem vários factores de risco que explicam estes números, como a condução sob efeito do alcool, o excesso de velocidade ou o incumprimento de outras normas de segurança?

Com o fim de alertar e sensibilizar os jovens para este flagelo, a JSD Odivelas organiza no próximo dia 7 de Dezembro (sábado) entre as 15:00 horas e as 17:00 horas uma Acção de Formação sobre "Prevenção e Segurança Rodoviária", com a colaboração da Escola de Condução Jardim da Radial.

A Formação será realizada nas instalações da Escola de Condução Jardim da Radial, na Rua Álvaro de Campos, 1, Bons Dias, Ramada. Esta iniciativa pretende promover e divulgar práticas preventivas na condução, de forma interactiva e dinâmica. E rerá muitas surpresas! 

Os participantes podem inscrever-se enviando um email para odivelas@jsd.pt

A entrada é gratuita! Participa e divulga! Ajuda-nos a abraçar esta causa pela Juventude! 

NÃO FALTES!

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