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As notícias dão conta de alguns casos sobre pensionistas do Estado, que pretendem ver declarada a inconstitucionalidade das normas da lei do Orçamento de Estado para 2014, que cortam parte das suas pensões. Sendo que, falamos de pensões acima de 1000 euros com complementos de reforma que resultaram de sucessivas concessões políticas, para acalmar sindicatos. A concertação social, que inflaccionou brutalmente tais pensões, e que agora se urge contra a descida de um cêntimo dos grandes intocáveis direitos adquiridos de tais pensionistas. 
Ora, num país rico, com superávide, com soberania financeira e luxuosas filosofias socialistas realizáveis, tais pensões eram mais que justas. Mas o OE de 2014 propõe a gestão do orçamento de Portugal para ano 2014, e não de outro país, em outro tempo. E tendo esses dados em conta, não será de esperar maior justiça? É que estamos de facto a falar de pensões elevadas, muito acima dos salários que são pagos aos trabalhadores portugueses, que foram sendo atribuídas ao longo de anos por consequência da negociação com determinados sectores altamente proteccionistas, cujas classes se batem por aumentos constantes, sob pena de boicote total, e que, com o passar dos anos, foram beneficiando das más políticas despesistas.
Efectivamente, há-que ser sério. Ou queremos um país onde alguns mantêm regalias que herdaram dum tempo em que aparentemente tudo era possível (inclusive, chegarem todos à última categoria da carreira da função pública momentos antes da reforma), ou queremos um país onde todos se esforçam para que o mesmo tenha um futuro. E esse futuro pressupõe o esforço de um senhor reformado do Metro de Lisboa, com 70 anos, reduzir a sua pensão ainda alta, para que a minha geração possa ter um futuro aqui, ter trabalho, ter hipótese de vir um dia a receber, sequer, metade da pensão que esse senhor recebe.

Requiescat in pace autárquicas 2013, ou reflexões sobre responsabilidades e compromissos

 Em debates internos tenho-me deparado com o argumento de "dar a cara pelo partido", argumento este que tem sido usado na maior parte das vezes como resposta a qualquer reparo, nota ou crítica sobre todo o processo autárquico passado.

Mas o que significa dar a cara pelo partido?
Será que é estar presente nos cartazes? Ou ir em primeiro nas listas? Será um sacrifício que calha em sorte a uns quantos "coitados" militantes?

"Dar a cara pelo partido" deve ser encarado como uma responsabilidade, um privilégio e, acima de tudo, um compromisso. Compromisso esse que não deve ser menosprezado, nem relativizado. Deve trazer consigo trabalho, exemplo, um projecto pensado e um plano de acção - e vontade de o concretizar. Não vale a pena fazer por fazer, é preciso fazê-lo bem.Aceitar "dar a cara pelo partido" deve ter em conta estas premissas.

O grande objectivo de um processo democrático em que o partido se expõe aos cidadãos são os resultados, e a aceitação dos eleitores, que manifestarão a sua preferência através das votações. Dar a cara pelo partido significa liderar um projecto que será obrigatoriamente avaliado - e não deve ser indiferente a esta avaliação.

Sendo verdade que háalgumas variantes que interferem com o resultado que não estão relacionadas com o trabalho do candidato e da sua campanha, também é verdade que o resultado eleitoral acaba por espelhar na generalidade o quão aceite o candidato foi, penetrante nas populações, e quão bem pensada e exposta foi a mensagem que se quis passar. Se os resultados foram maus, há que perceber que premissas não foram cumpridas.

E depois da avaliação feita, o estar presente nos cartazes, ou ser número um das listas, não é um "free pass" quando calha a atribuir responsabilidades daquilo que correu mal. Não sejamos a criança que impacientemente retira o brinquedo ainda embrulhado das mãos do pai, quebrando-o no processo de desembrulhar, e que em pranto responsabiliza o adulto pela desagradável "surpresa".


Aqueles que aceitam dar a cara pelo partido e que depois acabam por se eximir da responsabilidade daquilo que correu mal devem ter a consciência de que os erros, os comportamentos a melhorar, as falhas no projecto devem ser friamente dissecadas, assumidas, sem tabus ou condescendência, para que sejam corrigidas num futuro imediato. 

Sem dramas ou crucificações. Mas também sem orgulho ou arrogância.

Tal como anunciado no mês passado, a JSD Odivelas volta a recuperar a rubrica de dicas úteis.

Desta vez e no âmbito do trabalho que fazemos habitualmente na nossa maganize emKont@cto, publicamos dois artigos do nosso Secretário-Geral João Correira e da Vice-Presidente Carla Sofia Marcelino.

O primeiro é sobre a importância da poupança e de saber controlar as despesas e o segundo versa sobre a importância de conhecer a legislação antes de assinar contratos.

Esperamos que sejam úteis e vos ajudem no dia-a-dia.


Para o secretário-geral do Partido Socialista, «com cortes não contam com o PS»!?

Pois bem, para o PS não é importante melhorar, criar sinergias e capacidade critica, acabar com despesa pública desnecessária e cargos públicos a mais!

Faz lembrar a atitude para com a reforma administrativa, que a fez definhar! "Se apenas poupa uns «míseros euros» aos contribuintes Portugueses, não vale a pena mudar nada!", dizia (in)Seguro.

Para o Partido Socialista o que interessa é manter o eleitorado da função pública, porque «a maioria dos funcionários públicos são eleitores do PS».

Ó Tózé, será que tens a coragem de assumir que preferes aumentar o IRS e a TSU do que cortar na despesa?

Fazia-te bem ouvir as palavras desse autarca de excelência, o Senhor José Calixto: "o poder público tem igualmente que se adaptar aos novos tempos." 

Realizaram-se ontem, entre as 16h e as 23h, as eleições para o mandato 2013/2015 para os orgãos concelhios de Odivelas.

Nas eleições mais disputadas de sempre do PSD em Odivelas, os resultados eleitorais concelhios foram os seguintes:

ÓRGÃOS CONCELHIOS

Comissão Política de Secção:
391 Votantes

Lista A - 248 Votos
Lista B - 140 Votos
Brancos - 2
Nulos - 1

Mesa de Plenário: 
391 Votantes

Lista A - 246 Votos
Lista B - 137 Votos
Brancos - 7
Nulos - 1

Delegados à AML:
391 Votantes

Lista A - 256 Votos
Lista B - 130 Votos
Brancos - 4 votos
Nulos - 1 Votos

A JSD Odivelas dá os parabéns aos eleitos, desejando-lhes um óptimo trabalho em prol das populações de Odivelas e Lisboa!

Destacamos o facto de ambas as listas candidatas preverem no seu programa o destaque e reconhecimento do trabalho da comissão política da JSD Odivelas. Estaremos atentos(as), em especial, à "integração efectiva e envolvimento da JSD nos processos decisórios", prevista no programa da lista vencedora!

Há um conjunto de dirigentes do partido socialista, inclusive em Odivelas, que se arrogam no direito de se afirmarem como mártires dos tempos, como vítimas sociais dos desígnios do governo e porta-bandeiras do povo. Esses são os mesmos dirigentes que efectivamente não parecem viver com especiais dificuldades. Os mesmos que mantêm um status quo suficiente para cumprir mandatos em cargos públicos, para viverem da política, para gozar dos privilégios, direitos e benefícios que os mesmo parecem tanto condenar. Os mesmos que não se importam muito em ofender a inteligência do povo com frases feitas em espaços públicos de opinião, ao pintarem o quadro negro do país do lado de fora, como se pura e simplesmente não tivessem qualquer contributo para essa pintura. E nessa senda, vão utilizando expressões inacreditáveis, de total falta de seriedade, lavando as mãos de quaisquer responsabilidades, compromissos, soluções, nem assumem o papel que tiveram, têm e terão sempre no estado do país. 

O povo, em nome de quem eles pensam ter legitimidade para falar, pese embora sejam uma minoria no Parlamento, não se esquece nem vai esquecer que foi por causa da governação socialista que o país se endividou gravemente, a tal ponto que hoje perdeu a sua soberania financeira. Também não se esquece, nem vai esquecer, que é este governo que está a fazer o trabalho difícil de reparar os estragos que o partido socialista causou.

É este o trabalho público, cívico e patriótico do partido socialista em Portugal. Desinformar os portugueses, esconder-se vergonhosamente das suas responsabilidades, ser um peso morto de bloqueio, sem qualquer vontade séria em criar soluções e contribuir para qualquer evolução positiva no país. Um partido que ainda pensa que a demagogia e a oferta oca de promessas que já sabe que não pode cumprir lhe vai garantir alguma vitória eleitoral, quando devia entender que os portugueses querem resolver o problema do país, não querem pagar mais pelo despesismo e falta de responsabilidade de quem governa.

A esses dirigentes só posso dizer o seguinte: se não têm nada de útil para dizer ou fazer, pelo menos tentem não atrapalhar o trabalho de quem faz. O país agradece!


JSD Odivelas

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