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1) Quando o assunto é difícil

O assunto não é fácil: envolve autocrítica (até aí tudo bem) e envolve também crítica social (a uma classe específica? Não) à sociedade (Ui! Levante-se o clamor!).


Desde cedo questionei as coisas, a maior parte das vezes não direcionei a questão e muito menos a verbalizei. Não me refiro unicamente a questões metafísicas, mas ao comportamento humano mais simples. Uma das coisas que sempre me irritou foi a dualidade de critérios que as pessoas utilizam na abordagem à opinião do outro. Enquanto crianças ou jovens temos a audácia de dar opiniões nos assuntos ditos "de adultos" e não raras vezes verificamos o seguinte: se a opinião é no sentido da corrente, "somos os maiores", muito maduros e perspicazes para a idade, porém, se a opinião tem a coragem de ir contra o tido como certo, não sabemos nada do que dizemos, "não sabemos nada da vida". Ora bem, verdade seja dita, em muitos casos é disso mesmo que se trata, somos muito novos, não temos nem o conhecimento dos factos, nem a experiência necessária.



2) Quando o peso dos problemas também nos afeta


A idade da insensatez primária e do alheamento aos problemas não é eterna (nasce o confronto), saímos do Liceu, somos maiores perante a lei, vamos para a Faculdade e muitas vezes já estamos no primeiro emprego. Eis senão quando... permanece o problema: continuamos a não "saber nada da vida" . Oh diabo! Então mas eu vejo a crise económica e financeira que o meu país atravessa, sou afetado pela mesma, sou confrontado pela falta de oportunidades e continuo a não poder ter uma opinião? Calma! Poder, podes, mas tem de ser aquela que a corrente toma como certa. Continuas a não saber nada da vida, "nunca fizeste nada da vida". Espera, eu fiz o que me foi pedido: estudei (e muitos o fizeram e fazem de forma exímia) e agora quero mudar o mundo.  Pois, mas terás sempre menos experiência do que aqueles que são mais velhos que tu. De acordo! Tenho menos experiência do que muitos daqueles que de forma passiva ou ativa deixaram as coisas chegarem onde chegaram.

3) Quando nos gostamos de pôr "a jeito"

Não entendam tudo isto como um atirar de culpas ou uma certa ingratidão para com algumas pessoas que trabalharam tanto para nós termos o que temos no presente. Não quero contribuir para mais clivagens entre gerações. Não posso é ignorar que as novas gerações continuam a ser olhadas de lado e deixadas à margem  do processo da necessária implementação de mudança ou, mesmo que se envolvam, são vistas pelos outros como mais uns, outros oportunistas se esse envolvimento não seguir a moda (a declaração de falência do regime, a rotura extremista com instituições, ou a desobediência e a crítica sem alternativas). Querer mudar o regime (por dentro), como acredito que pode ser mudado, é ter passada a declaração imediata de um carácter corrupto e tachista. É difícil não ir pelo mesmo caminho que os outros, é complexo mantermo-nos fiéis às nossas convicções, mas conseguimos.

Em  tempo de eleições autárquicas, haverão muitos jovens, alguns com reduzida experiência profissional, em listas. Muitos dirão, uma vez mais: "nunca fizeram nada da vida". Fizeram. Fizeram o que lhes foi pedido, em coerência com a idade. Mais do que isso, estão dispostos a fazer muito mais do que outros podiam ter feito no passado.

Quando começamos a ser levados a sério pelos outros e deixamos de ser julgados segundo uma bitola ultrapassada ?

Próxima reflexão: Queremos políticos profissionais? Ou profissionais políticos? Há dias. Umas vezes defendemos a primeira, outros dias a segunda, consoante é conveniente. A debater...

Cecília Martins é a candidata do PSD à União das freguesias de Caneças e da Ramada. Nessa qualidade, começou por apresentar-se: "Tenho 39 anos, sou arquiteta de profissão e fui convidada para este desafio, para este projeto que achei muito interessante, acima de tudo porque achei que era a altura de sair do lado do sofá, do lado da crítica, do lado confortável e passar ao lado da ação!"

Esclareceu: "Fui convidada, acima de tudo, porque tenho uma grande vivência nas duas freguesias. Tanto na Ramada como em Caneças. Os meus pais vivem na Ramada (como tal) sempre vivi na Ramada, estudei na Ramada. Quando casei fui viver para Caneças, vivi 10 anos em Caneças e tenho uma grande ligação profissional e sentimental porque o meu trabalho sempre foi ligado aos bairros de génese ilegal(...)" de Caneças e da Ramada.

Respondendo à pergunda do jornalista sobre as razões da candidatura, Cecília disse: "Tenho uma mais-valia que é uma garra muito grande. Sou uma mulher de trabalho, sempre fui, e quem me conhece sabe que o sou assim." O que quer é "dar de mim os meus fregueses, estar mais junto da população e dar aquilo que eu sei, o meu trabalho, incutir esta força às pessoas."

De destacar a referência ao trabalho da JSD junto do movimento associativo ao minuto 13 em que Cecília afirmou: "Têm feito um trabalho exemplar!"

Bem como ao minuto 33:00, em que Cecília Martins justamente reconhece: "Fiz um trabalho com a JSD que foi um questionário por minha auto-recriação e a maior preocupação dos jovens são os idosos. É muito interessante esta situação!"

Vê a entrevista completa aqui:
http://odivelas.com/2013/09/14/odivelas-cecilia-martins-candidata-a-presidencia-da-uniao-das-freguesias-ramadacanecas/

No início deste ano lectivo, foram matriculadas 39 alunas nas instalações do Colégio Militar ao abrigo daquela que é a fusão entre duas das mais honrosas e distinguidas instituições de ensino em Portugal. O Colégio Militar e o Instituto de Odivelas, instituições de ensino diferenciado, por
tradição em regime de internato, conhecidas pela sua excelência na formação de indivíduos de carácter, porque não se limitam a interferir na instrução das competências literárias e científicas mas que se pautam pela educação de princípios estruturais da pessoa humana, pela Ética e pelos Valores que hoje em dia se sucumbem na sociedade em que vivemos.
                
Poderia ser esta fama apenas fruto de campanhas publicitárias, ou de um mero boato secular que corresse pela sociedade, ou não fossem as largas dezenas de personalidades distinguidas em nomes de ruas e praças, ou nos livros de História por onde todos estudámos. Os 5 Presidentes da República dos 19 existentes em Portugal e as diversas personalidades de onde destaco Humberto Delgado, o eterno “General Sem Medo”, que com o seu caráter e formação fez uma campanha histórica pelos valores da Democracia em Portugal. Tudo isto cimentado em séculos de aperfeiçoamento de uma matriz educativa única, assente numa meritocracia bem hierarquizada sempre em prol do enriquecimento da formação e da potencialização das capacidades de cada rapaz no Colégio Militar e da cada rapariga no Instituto de Odivelas.

Ambas as instituições se mantiveram firmes, desde a fundação de cada uma, ao longo das diversas vicissitudes que atravessaram o nosso país. A passagem das Invasões Francesas, a queda da Monarquia, a 1ª República, o Estado Novo, a entrada na U.E., as profundas crises económicas e financeiras que atravessaram a nossa História, porque sempre corresponderam com o seu propósito, o de Servir Portugal com a Excelência dos seus Ensinos muito próprios e distintos, deixando que os “Meninos da Luz” e as “Meninas de Odivelas” falassem por si no que toca à defesa da continuidade de cada uma das suas respectivas “casas”. Facto que até hoje não se alterou.

Vivemos num período de contenção, estamos subjugados a uma assistência financeira externa que nos obriga a cortar na despesa ou a insolubilidade do Estado seria eminente. Corta-se nas pensões, nos subsídios, e no parecer do Ministério da Defesa Nacional, na pessoa do Senhor Ministro Aguiar Branco e restantes Secretários, arquétipo a Srª Secretária de Estado adjunta e da Defesa Nacional Berta Cabral, hipoteca-se também o futuro das futuras gerações em Portugal.

Assina-se um despacho sem olhar às consequências que isso pode trazer, tudo porque se encomendou um estudo a uma comissão presidida pelo Prof. Marçal Grilo que concluiu que seria necessária uma reforma nas instituições militares de ensino. Pois bem, a fusão irreflectida, mal avaliada e mal planeada que seja! O que interessa são os “números”, os erros depois alguém virá para emendar. “Fazer História” como diria a Srª Berta Cabral, afastando o Director do Instituto de Odivelas que se manifestou publicamente contra a decisão exonerando-o como adido militar em Madrid. Pasme-se que até o próprio presidente da comissão que efectuou o estudo, encomendado pelo Governo, já veio a público dizer que está contra a forma como todo este processo está a ser perscrutado. Propositadamente avançar com a fusão sem ouvir as Associações de Pais e as Associações dos Antigos Alunos, que tinham propostas que igualariam o custo per capita de um aluno numa destas instituições com um aluno numa outra qualquer escola pública, soluções que passariam por rentabilizar as instalações que estas instituições têm, abrir as suas portas a mais alunos, em parcerias por exemplo com os PALOP, visto que o Colégio Militar apenas tem inscritos metade dos alunos que poderia comportar, garantindo a mesma qualidade de formação, o que no limite até poderiam trazer lucro ao Estado.

Pesando estes argumentos, que o Ministério de forma tão sublime se rejeitou a ouvir, fica a pergunta que percorre todas as televisões “Porquê?”. Quais as verdadeiras intenções que estão por detrás da “reforma”? Não será esta a altura de “Fazer História” e deixar o ego de parte, pensar realmente se valerá a pena a teimosia de uma Reforma pouco sensata e mal calculada?

São séculos de aperfeiçoamento que se retratam nas virtuosidades e no espectro pleno de formação humanística, ética, académica, física e nos valores de cada um dos indivíduos que estas “casas” formam. Almejamos nós, portugueses, um ensino de excelência que dá provas do seu valor nos rankings nacionais e que brilha Cada Vez Mais Alto nas competições internacionais, ou aproximaremos a excelência da mediocridade e do facilitismo que brota de forma persistente na formação da nossa sociedade?

Na sequência da última reunião de comissão política da Secção Concelhia de Odivelas da JSD, Filipe Sanches foi nomeado Diretor de Campanha da JSD Odivelas para as próximas eleições autárquicas.

É com muito orgulho que todos os jovens Odivelenses, especialmente social-democratas, vêm o trabalho deste companheiro ser reconhecido. É uma responsabilidade, mas também um desafio que o Filipe aceitou com convicção!

Com esta nomeação, a JSD Odivelas terá um coordenador de todo o processo autárquico, responsável por "fazer a ponte" com as pessoas responsáveis do PSD, respetivos candidatos às autarquias em causa e a JSD Odivelas até ao próximo dia 27 de Setembro.

A JSD Odivelas acredita assim contribuirá com mais eficiência para o sucesso do PSD nestas eleições!

De notar que o Filipe encontra-se já a tratar de alguns aspectos referentes à campanha eleitoral especialmente em relação às acções de campanha. 

JSD Odivelas
Sempre ao teu lado

Bruno Rossi, começou por apresentar-se como "(....) sou transparente, sou honesto e quero comparticipar pessoalmente na vida política em prol da freguesia onde moro."

Para o candidato do PSD, "não há problema nenhum em relação à União das freguesias" à qual se candidata a Presidente.

Andam a meter medo às pessoas, mas "vai ficar tudo como está, a única coisa que vai acontecer é que o novo exectutivo é eleito para liderar as 2 atuais freguesias. Em vez de ser um executivo para gerir o Olival Basto e outro para gerir a Póvoa de Santo Adrião, o mesmo executivo vai gerer as 2 atuais freguesias. Nada vai acabar, não há esse papão!"

"Não sei quem inventou este problema para meter medo às pessoas....mas cá estou eu para desmistificar. Isso não é verdade, de todo!"

"Aceitei o convite para esta candidatura porque todos nós temos a mania de estar em frente à televisão e sermos treinadores de sofá, criticar e dizer que está tudo mal, mas agirmos não temos essa hipótese! Quando me surgiu este convite, pensei: Então eu ando aqui há uma data de tempo a dizer que isto está bem e aquilo está mal, podia fazer-se melhor aqui e ali, porque não hei-de aceitar este convite? E aceitei!" 

Disse Bruno Rossi: "Temos de assumir que o PSD enquanto Governo teve de tomar medidas impopulares, mas isso também o PS ou qualquer outro partido que lá estivesse no Governo teria de tomar essas mesmas medidas."

"Eu não me envergonho de pertencer ao PSD. Eu sou militante do PSD e assumo isso em qualquer parte do mundo!"

Podes ver a entrevista completa no link abaixo:
http://odivelas.com/2013/09/07/odivelas-bruno-rossi-candidato-a-presidencia-da-uniao-das-freguesias-povoaolival/

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