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Em Portugal quaisquer nomes associados ao meio político, antigos, actuais, com ou sem poder de decisão, estão enfiados num saco comum, que inegavelmente não se tem em boa conta. Desse conjunto, inclui-se, por todos esses motivos - antigo, actual, com e sem poder de decisão - o Presidente da República Cavaco Silva. 

Em Portugal, gerou-se inquestionavelmente um sentimento anti-político e, em especial, anti-Cavaco Silva. E quando a crítica se faz de forma preconcebida, qualquer intervenção é criticável: ou porque fala muito, ou porque não fala, porque intervém para além dos seus poderes, ou porque não reage às decisões do Governo. Neste momento, perdeu-se o sentido de análise à actuação do Presidente da República, porque tais reacções, por partirem do princípio que qualquer decisão será errada, não ponderam para lá da dicotomia presidente/político. Talvez por ignorância ou confusão em relação aos poderes que constitucionalmente lhe são atribuídos, talvez porque o seu historial de interveniente activo na política portuguesa não lhe conceda o luxo da oportunidade de ter algum mérito, algum especial respeito, Cavaco Silva será sempre, independentemente do que faça, alvo de críticas.

Não significa que faça tudo bem, ou que a sua intervenção seja incólume. Aliás, o recente envio do Orçamento de Estado para fiscalização sucessiva para o Tribunal Constitucional causa algumas dúvidas de absoluta independência face às pressões da opinião pública - num sinal de algum nervosismo mediático, e da atracção a que dificilmente se é imune de ficar bem com todos. Tal iniciativa não deixou de criar dúvidas de que tenha agido bem, desde logo, porque demonstrou incoerência com a aceitação do OE de 2012.

Mas o Presidente da República deve fazer o seu papel: guardião da democracia e agilizador das relações de poder entre os restantes órgãos. Devemos presumir que, para lá da imagem política, dos discursos televisivos, das mensagens online, fará aquilo para que foi eleito. Com mais ou menos intervenção, dentro dos poderes que esta Constituição lhe confere. Até prova em contrário, é essa a presunção.

O novo ano de 2013 começou para a JSD Odivelas com várias novidades, entre as quais um novo endereço de e-mail: odivelas@jsd.pt.


No processo de constante inovação, a JSD Odivelas adotou um novo endereço de e-mail que a partir de 2013 é único endereço de correio eletrónico institucional ao serviço da Comissão Politica da JSD Odivelas.

É um novo endereço de e-mail, mais simples e mais intuitivo. Este novo endereço permite um maior nível de segurança e fiabilidade, bem como a harmonização com os endereços usados pela JSD a nível nacional. Com esta alteração pretendemos estar mais perto dos jovens Odivelenses!

O e-mail é uma ferramenta que a JSD Odivelas habitualmente utiliza para envio de informação institucional, convites para iniciativas, comunicação com todos os militantes, envio de comunicados de imprensa, entre outros.

Desta forma, a JSD Odivelas informa todos os interessados que o endereço de e-mail anterior (jsd.odivelas@hotmail.com) foi descontinuado e não será mais usado.

Assim, as futuras comunicações deverão ser encaminhadas para o único endereço de correio eletrónico em utilização: odivelas@jsd.pt


JSD Odivelas
Mais perto de ti!

Para ajudar as suas crianças a tornarem-se boas pessoas, gaste com elas o dobro do tempo e metade do dinheiro.

No passado mês de Dezembro, a JSD Odivelas, sensibilizada pelas dificuldades que o Centro Infantil da Arroja foi confrontado no ano passado, decidiu contribuir para que o Natal das crianças que frequentam este Centro fosse melhor.

Nesse sentido, depois de termos oferecido vários brinquedos a este Centro no âmbito do projeto JSD Solidária, resolvemos ser mais fraternos e oferecer um telemóvel de brincar a todas as crianças (sem exceção), que eu como Presidente da JSD Odivelas fiz questão de entregar em mão a cada menino(a).

Assim, no Natal de 2012, a JSD Odivelas presenteou o Centro Infantil da Arroja com 2 dezenas de telemóveis de brincar para todas as crianças, o que esperamos contribua para o desenvolvimento destas crianças. De notar que o telemóvel é hoje um instrumento fundamental para as nossas vidas e que os adultos usam e abusam já sem dar conta disso. No entanto, para as crianças e nesta idade pode ser um instrumento de formação para a comunicação. Neste sentido, e com o aval das educadoras deste Centro Infantil exemplar, oferecemos os referidos telemóveis às crianças.
Nesta iniciativa convidámos a Junta de Freguesia de Odivelas, e contámos com a presença do Senhor Presidente Vitor Machado e do Vogal Pedro Roberto (também Vice-Presidente da JSD Odivelas) que nos acompanharam na entrega das prendas de Natal, presenças que agradecemos. 

Agradecemos também às educadoras e auxiliar deste Centro infantil, por toda a colaboração, mas essencialmente pelo trabalho que fazem e pela importância que têm na educação dos homens e mulheres do futuro, que por ali passam!

São estas iniciativas que mais nos enchem o coração e que nos fazem sentir que vale a pena lutar pelos jovens Odivelenses e continuar a defender os nossos projetos!

As declarações do presidente Bashar al-Assad parecerão a qualquer homem médio um aviso expresso de que não existe já negociação possível. São declarações de guerra e não de procura de um consenso, facto que já seria suficientemente claro, de novo a um homem médio, quando confrontado com os impressionantes número de mortos (44.000) e refugiados (500.000). Porque mantém então a comunidade internacional a esperança perfeitamente utópica de chegar a uma solução pela via diplomática? Essas respostas levantariam muitas outras questões. Enquanto a ONU for enviada para a linha da frente, sem força e sem o apoio necessário, os gigantes continuam confortavelmente adormecidos, porque na verdade, acordar, significaria enfrentar uma força maior que a Síria e para a qual não está o ocidente preparado. A lutas pela Primavera árabe são o último reduto da guerra fria, e a Síria não é excepção. Desta vez, a comunidade ocidental aperfeiçoa as técnicas diplomáticas, insiste em tentar negociar e é simplesmente ridicularizada. É o que acontece quando se tenta tratar de assuntos delicados como vidas humanas e dignidade com terroristas. É que existem territórios, recursos e privilégios nobiliárquicos a defender. Perante essa escolha que o governo sírio já fez, os gigantes do ocidente ficarão adormecidos até quando?

A palavra do ano de 2011 foi "austeridade". Desta vez, para o ano de 2012, foi eleita como a palavra do ano a magnifica expressão de "entroikado". Ora, não deixa de ser curioso que a palavra escolhida como a mais marcante de 2012 i) não tenha existido, até à data, no dicionário português escrito ou falado e ii) seja um quase sinónimo da palavra do ano anterior. Para dois comentários, duas conclusões: i) os portugueses têm muita imaginação no que toca às invenções eufemisticas para falar dos seus problemas, especialmente, imaginação linguística e ii) de austeridade para entroikado a diferença não é grande, o que demonstra que o país não mudou muito. Entroikado deve significar preso à troika, encurralado, absorvido. E é verdade que a palavra diz muito sobre o nosso 2012. Caminhámos durante 12 longos meses de regras troikianas e foram eles, indiscutivelmente, que estabeleceram e decidiram as nossas metas, decisões, recursos e acções. Mas não deixa - a invenção linguística - de o ser e de, como qualquer única palavra, muito redutora do que somos. Confiança - espero que seja esta a palavra do ano de 2013. Bom Ano a todos!


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