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Celebram-se hoje 37 anos do dia mais importante da Democracia Portuguesa, o 25 de Novembro de 1975.

Não, não é o 25/04/1974. Esse foi o dia da libertação da ditatura fascista sim, mas foi seguido de várias tentativas de implantação de outros tipos de ditadura!

Na verdade, a Democracia em Portugal celebra 37 anos hoje. De 24 de Abril de 1974 a 25 de Novembro de 1975 assistimos a várias tentativas de implantação de ditaduras militares comunistas, que graças ao povo, terminaram neste dia!

De seguida apresentamos um vídeo com um discurso na Assembleia Municipal do atual Presidente de Mesa do plenário da JSD Odivelas, Paulo Pinheiro, em Abril passado que demonstra da melhor forma esta constatação:

No passado dia 18 de Novembro, a JSD ODIVELAS marcou presença no II Torneio de Futsal da JSD Loures, que se realizou no Pavilhão José Gouveia, em São João da Talha.


Participaram 6 equipas (Odivelas, Amadora, Regional de Lisboa, Oeiras, Loures A e Loures B), numa saudável competição que Odivelas acabou por levar de vencida!

Após defrontarmos as Equipas da Amadora e de Loures B, Odivelas apurou-se para a merecida final, juntamente com a Equipa de Oeiras. Num jogo muito disputado, as equipas foram obrigadas a jogá-lo para além do tempo regulamentar, uma vez o mesmo manter-se empatado permanentemente até ao final do prolongamento. Foi já na marcação das grandes penalidades que a competição se decidiu, onde Odivelas revelou mais eficácia e sobriedade na hora de apontar à baliza e trouxe a Taça para o seu concelho!

A união, o espírito e a mística desta equipa, foram cruciais para o sucesso no Torneio!

De notar ainda que durante toda a prova, os “All Blacks” de Odivelas ficaram invictos na baliza, não sofrendo qualquer golo no Torneio.

Todas as equipas presentes no II Torneio de Futsal da JSD Loures estão de parabéns ou o mais importante não fosse mesmo participar!


Fica ainda um agradecimento à JSD Loures, na pessoa do seu Presidente Tiago Mendonça, bem como aos coordenadores desta atividade, o Tiago Fonseca e o Michal Maganlal, pelo convite e organização desta iniciativa!

Contarão sempre com a JSD Odivelas para iniciativas desta índole, que privilegiem aquilo a que chamamos de “Espírito Olímpico”.

A JSD Odivelas não abdica da sua vocação de sensibilização ambiental e vem novamente sensibilizar, desta vez para a poupança desse escasso mas precioso recurso que é a ÁGUA!

Há quem diga que será o Ouro deste século! Para muitos pode parecer exagerado, oxalá as próximas gerações possam continuar a dizer o mesmo! CARREGA NA IMAGEM ABAIXO:

Como acontece há mais de 7 anos, consecutivamente, a JSD Odivelas voltará este ano a ajudar IPSS do Concelho.

Nesse sentido, iniciámos no principio do mês uma campanha de recolha de roupa, brinquedos e livros para conseguirmos ajudar o máximo de pessoas, os que mais precisam!

Assim, agradecemos-te que ATÉ FINAL DE NOVEMBRO nos contactes através do 913298614, 927268525 ou jsd.odivelas@hotmail.com para agendarmos a entrega da tua dádiva.

Tens 10 dias para «esvaziar» o armário/a arrecadação, anda lá! Ajuda-nos a ajudar os outros!


MUITO OBRIGADO por nos ajudares a ajudar quem mais precisa!

Nos últimos tempos têm-se multiplicado as manifestações contras as políticas do Governo, contra a intervenção da troika e  - presumo - contra a demagogia e a falta de oportunidades de trabalho. Os slogans também se multiplicam, em redor da expressão popular que se retém em frases que são como porta-estandartes em frente ao Parlamento, que é a casa da democracia. Esses são os slogans das revoltas portuguesas, quando deveriam ser outros. Os nossos já profissionais manifestantes, que se compadecem com as greves e que semeiam a ideia utópica da revolta popular como forma magnânima de ultrapassar a crise, ultrapassaram já a barreira da liberdade, para se encostarem perigosamente à violência. A revolta é um sentimento justo e pessoal, mas alimenta-se de direitos e deveres, tal e qual os comportamentos que os mesmos exigem dos outros.

Naquilo que é criticável aos agentes políticos e que serve de mote às manifestações, é-lhes também imputável - aos manifestantes - que agem muitas vezes numa absurda incoerência. A demagogia com que criam os seus slogans é representativa desta convicção. Expressões como "que se lixe a troika" ficam como autênticos hinos nacionais, que se repetem e se cantam, mas cujo significado não se pensou em explicar. Fora com a troika significa o mesmo que dizer "fora-com-quem-nos-empresta-dinheiro-para-pagar-salários". Sinónimos que por algum motivo não vêm no dicionário das manifestações.

Mais, quem se expressa assim - e note-se, com justa liberdade - não só repete incansavelmente os mesmos hinos que, por tão contínuos, vão perdendo o impacto, como paralisa os outros hinos de quem continua a sobreviver trabalhando e se deslocando para o centro de Lisboa ou do Porto. Ora, pesando os impactos de quem faz da greve um ciclo vicioso e, mais grave, de quem faz do direito à greve uma oportunidade de ficar em casa a dormir, como se sabe que acontece, não me convence que seja a forma hoje de quem tem verdadeira vontade em colaborar. Não é necessário concordar, mas é necessário saber discordar com razão, sob pena de a mesma nunca nos ser reconhecida. Para além da violência, cuja justificação se perde num mundo ainda mais ínfimo de razões e que, para o exercício desse reconhecimento, o atrasa em muitos anos.

Quem se revolta assim esquece-se, ou não sabe, que viver em Portugal é viver num país livre, sem repressão e cujas autoridades se encolhem perante os arremessos, ao contrário do que aconteceria em outros locais do mundo, onde o Estado atingiu um "esforço" civilizacional de ser, estar, criar, extinguir e deter todos os verbos de acção. Um esforço que não conhecemos e ainda bem.


No passado domingo, dia 11 de novembro, a JSD Odivelas festejou o dia de São Martinho com  um Magusto que contou, obviamente, com as tradicionais castanhas e água-pé, mas também com a presença de um convidado de honra.

Paulo Colaço, ex-companheiro da JSD, ex-Diretor de Comunicação da JSD e coordenador do livro Histórias da JSD, desde 1974 à actualidade, voltou a estar na nossa secção para se juntar aos militantes presentes  neste momento de boa-disposição.


O convívio, iniciado às 15:00, para além de um momento de descontração e degustação das apreciadas castanhas assadas, teve também uma componente pedagógica. Paulo Colaço dinamizou um Quizz Pedagógico sobre a JSD, no qual as equipas mostraram os seus conhecimentos sobre a história da "jota". As equipas tiveram a oportunidade de responder a 20 perguntas e de ouvir, do nosso convidado, a contextualização e explicação pertinente sobre cada tema.

A Juventude Social Democrata tem, desde a sua origem, um historial de lutas, conquistas e contributos cruciais para o partido, para a juventude e para Portugal. A JSD é a voz dos jovens junto do PSD, a JSD garante a continuidade e a renovação do partido, bem como a formação de novos quadros que poderão ser os decisores do futuro.

Mas a JSD não é apenas política e ideologia. Enquanto organização jovem e irreverente, o convívio, a troca de experiências e a formação pessoal estão sempre presentes, dando assim um contributo incomensurável à sociedade.

Um obrigado muito especial ao Paulo Colaço pelo seu contributo para uma tarde agradável e divertida, mas também aos militantes presentes pois sem eles não existe JSD.

Na passada quinta-feira, dia 8 de Novembro, os 2 deputados Municipais da JSD Odivelas marcaram os trabalhos da sessão da Assembleia Municipal.


O companheiro Paulo Pinheiro «abriu as hostes» no PAOD (Período Antes da Ordem do Dia) ao efetuar a declaração politica que se transcreveu no post anterior.

Ainda no PAOD, o Presidente da JSD Odivelas, Bruno Duarte, usou da palavra para questionar o executivo sobre 2 assuntos que a seguir se apresentam.

Disse o Presidente da JSD Odivelas:
«Tivemos informação que já está em marcha o Orçamento Participativo Jovem, em que se desafiam os jovens do 11.º ano das escolas de Odivelas em apresentar propostas de projetos que considerem importantes para a sua escola e o seu território, num orçamento até €250.000. Desde já os nosso parabéns pela iniciativa. Mas temos algumas questões:

1- Quando é que teve início? 
2- Quais as escolas já envolvidas e quantas mais serão abrangidas? 
3-  Decorrerá até quando? 
4-  Quantas propostas já foram recebidas pela CMO? 
5-  Será esta iniciativa estendida ao Conselho Municipal de Juventude, já que têm assento neste orgão Associações Juvenis e que devem acompanhar as políticas juvenis do município?»

O presidente da JSD Odivelas aproveitou a oportunidade também relativamente à simulação de Câmara Municipal para jovens estudantes:

«Também tivemos acesso à informação que a CMO pretende organizar uma simulação pedagógica de uma Reunião de Câmara Municipal, na qual o executivo municipal terá os jovens estudantes como protagonistas. 

1- Sempre se vai concretizar? 
2- Quando será realizada? 
3-  Quem estará abrangido?»

As respostas por parte do Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal foram relativamente esclarecedoras, sendo que ficou patente que a liderança desta Câmara Municipal não tinha tido em consideração o Conselho Municipal de Juventude, um orgão que a JSD Odivelas tem vindo a exigir que funcione mas que o Partido Socialista sucessivamente ignora!

Na passada quinta-feira, dia 8 de Novembro, a JSD Odivelas apresentou uma declaração politica na sessão da Assembleia Municipal que a seguir se transcreve.
A declaração foi feita pelo companheiro e Presidente da Mesa do Plenário da JSD Odivelas, Paulo Pinheiro:

DECLARAÇÃO POLÍTICA
Concretizar o Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações

São inegáveis as dificuldades que os portugueses hoje atravessam, dificuldades estas principalmente causadas por erros passados contrários ao princípio da solidariedade colectiva, de falta de visão comunitária e de Bem-Comum. Hipotecaram-se as actuais gerações e as futuras, devido a opções que colocaram à frente o imediato em vez do duradouro, os interesses de pouco à frente dos interesses de todos.
Os direitos adquiridos de uns, que tanto custaram alcançar, travam hoje os direitos básicos de outros. Tem-se vivido acima das possibilidades e, com isso, lançou-se para o presente e para o futuro um legado pesado de um crédito para que alguém pudesse ter tido benefício no passado.

A falta de responsabilidade no contínuo endividamento individual e colectivo, a falta de sentido de Estado e de Democracia, a falta de estratégia nacional e a supervalorização do individualismo, tudo isto causa do decrescente sentido de solidariedade, trouxe-nos à actual difícil realidade.

Por isso, cada vez mais se reclama a necessidade de uma visão e de uma postura social e política baseada no princípio da Solidariedade Inter-Geracional.

Solidariedade Inter-Geracional consiste num conceito que reclama um novo paradigma social, baseado na responsabilidade na decisão, num quadro de motivação ética, que vise o conforto e o equilíbrio social, com conhecimento e determinação.
Este é um paradigma que valoriza o melhor em cada um, que apela à iniciativa, que procura desenvolver o potencial humano, assente num quadro de bem-estar colectivo, unindo os portugueses pelas suas capacidades e não pelos seus lamentos.

Devemos harmonizar interesses e objectivos, com base numa matriz de cooperação intemporal, num pacto de hoje projectando a construção de um futuro mais próspero, mais consciente e mais solidário.

Apenas o compromisso entre gerações, visando um projecto comum, que considere interesses partilhados, decisão partilhada e responsável, poderá constituir um tecido decisor eficaz e completo, tendo em vista uma mudança efectiva para Portugal.

As novas gerações querem ser protagonistas de um presente e um futuro baseado neste princípio, e para tal, é importante que se demonstre essa vontade na prática. O princípio da solidariedade inter-geracional é um processo de permanente partilha, e como tal, tem sempre duas direcções: dos mais novos para os mais velhos e vice-versa.

No passado dia 1 de Outubro, Dia Internacional do Idoso, a JSD, sugeriu a criação de comissões de proteção de idosos, à semelhança do que já existe para crianças e jovens em risco, uma medida que não implica custos acrescidos.

Perante uma situação em que grande parte da violência doméstica que ocorre no país é da parte de mais novos para com idosos, de filhos para pais, é necessário que os Órgãos de Soberania tomem iniciativa no sentido de encontrar mecanismos que possam dar resposta a estas necessidades, às pessoas que vivem sozinhas, que têm dificuldades e que são maltratadas.

Tendo em conta que a nível municipal existem já comissões de proteção de crianças e jovens, é possível encontrar uma solução semelhante para salvaguardar os idosos, seja alargando as competências destas comissões também aos mais velhos ou criando uma estrutura paralela semelhante que desse resposta a estas necessidades.

Vivemos o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações. Esta é uma oportunidade de o cumprir!

JSD Odivelas

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