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No passado dia 26 de Outubro, como foi largamente anunciado neste blog, a JSD Odivelas realizou um Jantar de Solidário, no restaurante «Tons & Sabores» em Odivelas, perto do Rio da Costa.

O jantar foi realizado e adotou o caráter de Solidariedade no seguimento de uma visita à freguesia de Famões, inserida no âmbito do Roteiro de Associativismo a que esta comissão politica se propus no inicio do mandato.

Durante a referida visita do nosso Roteiro do Associativismo, reunimos com o Famões Clube Atlético e fomos informados que o clube tinha implementado uma recolha de donativos para inscrever a equipa principal de Voleibol Feminino no Campeonato do INATEL da época em curso. Isto porque no entender da atual direção, o clube não deve depender da ajuda de dinheiros públicos para desenvolver a sua atividade!

Sensibilizados por esta necessidade, mas sobretudo pela atitude e forma de estar deste clube, a Comissão Politica da JSD Odivelas resolveu contribuir para esta causa, recolhendo fundos por conta da equipa que quisemos apoiar!

Nesse sentido, resolvemos realizar um jantar que para além de um momento de convivio entre os «jotas» de Odivelas, revertesse para ajudar o Desporto Jovem no Concelho! Graças a todos os que estiveram presentes no jantar e que contribuíram com o seu donativo, conseguimos recolher um montante que foi decisivo para garantir a inscrição desta equipa nas competições oficiais.

De recordar que está é a única equipa de Voleibol Feminino no Concelho de Odivelas, formada maioritariamente por jovens Odivelenses. Tendo sido constituida apenas em Setembro de 2011, esta é uma iniciativa de promoção do Desporto Jovem que a JSD Odivelas não podia deixar de apoiar! Pela exclusividade, pela autonomia, pela representação que serão do Concelho de Odivelas, pelo orgulho de todos os Odivelenses que certamente terão nesta equipa!

No jantar contámos com a presença de muitos jovens militantes que se quiseram juntar a esta causa, aos quais agradecemos. Agradecer também aos representantes do PSD presentes, o Senhor Presidente de Junta de Freguesia de Odivelas, Victor Machado, da líder de bancada do PSD Famões, Hermínia Azenha e do companheiro Domingos Cabaço da Póvoa de Santo Adrião. Foram vocês que nos ajudaram a ajudar!

Um muito obrigado a todos os que marcaram presença, que quiseram contribuir para esta causa, e que permitiram que este fosse um jantar-convivio com muita alegria e solidariedade!

Durante o jantar, a JSD aproveitou também para divulgar um vídeo promocional do seu novo canal de TV online, o JSD Odivelas TV, como podes verificar em posts anteriores neste blog. Este será um novo meio de comunicação que a JSD Odivelas irá usar para divulgar as suas iniciativas!

JSD Odivelas
Mais perto de ti!




Fonte:
Número de Cidadãos em Portugal
10 555 853
(INE)
Número de Trabalhadores no Activo
4 837 000
(Pordata, INE)
Dívida Pública Portuguesa (2004) (M€)
90 739
(IGCP, Pordata)
Dívida Pública Portuguesa (2011) (M€)
174 891
(IGCP, Pordata)
Obrigações do Estado com PPP 2012-2050, VAL (M€)
26 004
DGTC
Dívida do Estado incluindo PPP (M€)
200 895
Défice Público Português 2008/2010 (M€)
-23 354
INE–MFAP, PORDATA
Quanto devia o estado por cada português em 2004 (€)
8 596
Quanto devia o estado por cada português em 2011 (€)
16 568
Quanto devia o estado por cada português em 2011, incluindo PPPs (€)
19 032
Quanto devia o estado por cada português trabalhador em 2004 (€)
18 759
Quanto devia o estado por cada português trabalhador em 2011 (€)
36 157
Quanto aumentou a dívida pública por português durante a gestão Sócrates?
93%
Quanto?
93%
Tchii! Tudo isso?
Uma desgraça
Quanto deve o estado por cada trabalhador português em 2011, incluindo PPP:
41 533
Quanto foi o défice do governo entre 2008/2010, por trabalhador: (€)
-4 828
Quanto foi o défice mensal do estado só no ano de 2009, por trabalhador, por mês? (€)
295
Quanto gastou o governo português em 2010? (M€)
88 502
 (OE, INE)
Quanto gastou o governo português em 2010 por trabalhador, por mês? (€)
1 525
Qual é o salário antes de impostos de um trabalhador português? (€ mensais)
1 077
GEP/MTSS  ,PORDATA
Qual foi o PIB português em 2011? (M€)
171 016
Que dívida representa 60% do PIB? (M€)
102 610
Qual o aumento da dívida esperado para 2012 a 2014? (M€)
20 522
Admitindo crescimento 0, quanto temos que pagar de dívida pública para atingir 60% do PIB? (M€)
118 807
Para pagarmos isto em 20 anos, quanto temos que pagar por ano? (M€)
5 940
Admitindo que não se mexe mais nos impostos, quanto tem que cortar a despesa? (M€)
14 491
Quanto?
14 491
Quanto é a despesa do estado, excluindo Saúde, Educação e Segurança Social?
10 291
OE, Pordata
Dias JC. Blasfémias [Blog Internet].Portugal: João Caetano Dias. 2012 set – [citado 2012/out/28]. Disponível em: http://blasfemias.net


Já chega de demagogia e de irresponsabilidade!


É degradante ver agentes políticos a tentarem lucrar neste ambiente de crise severa, lavando as mãos das decisões que nos trouxeram a este ponto! Já é altura de haver vergonha na política!

A fantasia de viver do dinheiro dos outros, sem pensar na forma de pagar e nas consequências que isso acarreta para as futuras gerações, acabou! Os números não deixam margem para dúvidas! As medidas que agora têm de ser tomadas são de extrema dureza para os contribuintes e em muitos casos, podem até parecer injustas e imorais, mas a alternativa é não haver dinheiro para ninguém! Ninguém empresta dinheiro a um Estado, sabendo de antemão, que este não se preocupa em pagar! E aí as pessoas vão viver de quê?! De demagogia política?! Nessa altura esses demagogos, vendedores de fantasias, “põem-se ao fresco” como fez o último governante socialista, que teve medo de encarar os portugueses depois da situação lastimosa em que deixou o país.

É fácil criticar as medidas de austeridade que têm de ser tomadas. Mas não é com essa facilidade que se vão alterar as tendências dos números desta tabela!

O caminho a seguir, nesta altura, não passa tanto por ideologias políticas, mas sim por responsabilidade e estabilidade política, para levar a cabo as medidas que têm de ser tomadas.

É difícil ver tanta gente a capitalizar com a crise em que estamos metidos! É o preço que temos de pagar. 

Resta saber se vai haver coragem e responsabilidade da classe política para tomar as medidas necessárias para sairmos o mais cedo possível deste “buraco”, ou se a democracia que os portugueses têm escolhido vai continuar com as tendências suicidas que a deixaram neste estado. 

Começa a ser evidente que a questão que muitos queriam que fosse «tabu», está a ser trazida finalmente para cima da mesa: o papel do Estado no país, a sua dimensão, as suas funções. No fundo, a eficiência do Estado Português (ou a falta dela)!

O crescimento anémico na década que passou, o incomportável nível da dívida Estatal, as PPP's ruinosas do Governo Sócrates que levaram ao descontrolo crescente da despesa pública, provocam agora a «evolução» da nossa economia.

Muito se tem falado na despesa do Estado. A verdade é que, embora muitos recusem sequer falar nesta evidência, já toda a gente percebeu que só se corta na despesa a sério cortando também e sobretudo nos salários, gastos sociais e de organismos do EstadoSão mais de 75% dos encargos do Orçamento Geral do Estado. E os impostos já não chegam para pagar tanta despesa! Obviamente que isto vai resultar na penalização do setor público.

É impossível reduzir o peso do Estado sem controlar estes encargos. Não é sério dizer que "há outros caminhos". Sem crescimento económico não há outra hipótese! Assim reorganizar o Estado só será possível com a redução sustentada das despesas e, por conseguinte, com muito menos funcionários públicos.

Por muito que custe admiti-lo! Há até quem diga que "esta medida poderia ser uma das grandes tábuas de salvação para o nosso País". Recordo que em Agosto contabilizaram-se 605 MIL FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS!! São 6% da população nacional, mais de 20% da população ativa!! E em Janeiro deste ano era mais de 610.000!!!

O tabú que tem sido sempre o emprego na função pública, com culpa dos sucessivos Governos em especial os Socialistas, é sem dúvida um dos motivos que nos trouxe até aqui. E as privatizações que estão e têm de acontecer em alguns sectores do Estado apenas servem para amortizar o estrago! Vamos agora ter de pagar "a festa" que foram as últimas décadas!

A questão que se coloca é então saber se o Estado deve «cortar» a todos, como está a fazer, para alimentar estas despesas eternamente ou se deve fazer uma reestruturação séria para podermos libertar a nossa economia do fardo fiscal que é cada vez mais sufocante. Portanto, a questão que se impõe deve ser: Que Estado podemos ter para conseguir apoiar a economia nacional atual? Ao invés de "Onde é que o Estado vai cobrar mais impostos para manter a situação atual?"

Todos devemos reflectir sobre as verdadeiras razões da defesa intransigente que tantos fazem do emprego público para toda a vida, dos apoios sociais não contributivos e do aumento desenfreado dos gastos públicos. Muitos estão a pagar, mas muitos mais beneficiaram!

Será porque o número de horas de trabalho na função pública é bastante inferior? É por terem mais dias de férias? Ou o facto de não poderem ser despedidos? Com algumas exceções compreensíveis, porque razão esta permanente diabolização para com o setor privado? Não são os impostos que todos pagamos que sustentam os ordenados da função pública? Então porque é que «quem paga» é que tem menos direitos? E não vale a pena vir com tentativas de vitimização, como diz o outro é só clickar em "caro funcionário público, quer trocar"?

Que fique claro, não são só os ordenados dos funcionários públicos que representam a grande despesa Estatal. A contratação pública representa quase 20% do PIB nacional!

Os contratos de bens, serviços e empreitadas são um grande custo do Estado também! E os consumos intermédios que o Governo fala são apenas uma parte! Falta concorrência, e segundo um trabalho recente feito por um professor do IST «se aumentássemos a concorrência, se disseminássemos a contratação electrónica, atingiríamos poupanças de quatro mil milhões de euros...!» Há aqui também um grande trabalho a fazer. Isto porque há cerca de 900 entidades que cumprem as normas, mas depois há cerca de 12 mil entidades, que incluem as morfologias mais variadas - empresas, fundações, associações - e que têm, de um modo geral, uma parte das suas receitas baseadas na receita pública e assumem compromissos financeiros que não param de crescer!

Por fim, os apoios sociais. São também sem dúvida uma grande responsabilidade do Estado, aliás até bem mais alta que as duas anteriores identificadas, embora aqui a estória seja diferente, porque aqui se cumpre verdadeiramente o «Estado Social». Mas não é honesto dizer que tudo tem de se manter como está!

É inevitável que estes gastos tenham agora de ser mais controlados e dirigidos a quem deles precisa mesmo. O contínuo aperto da fiscalização destes gastos é perfeitamente natural e até exigivel. E o «tributo social» de quem recebe estes apoios deve ser uma obrigação efetiva em breve! Quem recebe apoios sociais não contributivos do Estado tem por obrigação reconhece-lo e retribuir esses apoios ajudandos os outros, ajudando o Estado onde este precisa! 

Com este cenário é por demais evidente que o Estado é demasiado grande, «gordo», «pesado» para ser autónomo, para ser soberano!

Para não estar «ligado à máquina» dos credores, o setor público tem de se livrar deste fardo que é sustentar mais de metade da população! E deixar que a outra metade passe a ser a maioria e possa livrar-se deste fardo também, através dos impostos!

Só assim vamos conseguir sair da austeridade! Só assim podemos cumprir as metas com que nos comprometemos! Aliás, quando o FMI vem avisar que outras medidas têm de ser tomadas, são estas mesmo! Já muita gente percebeu (finalmente, digo eu) que o aumento de impostos já não dá mais receita fiscal e que o nível de tributação está já a um nível escandaloso!

O Governo tem adiado o mais que pode as mudanças necessárias, mas agora está a chegar o esgotamento fiscal dos Portugueses e tem de ser o setor público a fazer o esforço!

Portugal vai ter de cumprir um programa de saneamento das finanças públicas. Não só porque se comprometeu junto dos credores da República que financiam os salários e pensões da função pública, mas também porque um Estado gordo e voraz é o principal inimigo da economia. 

Se não mudarmos este estado das coisas, mesmo que consigamos ultrapassar esta crise, vamos voltar a esta situação novamente no futuro próximo! Foi assim já 3 vezes, sempre pela mão do Partido Socialista e agora todos sentimos bem na pele! Basta!

Já dizia Abraham Lincoln (em Dezembro de 1862, na segunda reunião anual do Congresso)"Os dogmas de um passado calmo são inadequados a um presente tempestuoso. O nosso presente é extraordinariamente difícil e, como tal, temos de nos elevar ao nível do desafio. Como o nosso caso é novo, temos de pensar de uma nova maneira e agir de uma nova maneira. Temos de nos desenredar e assim conseguiremos salvar o nosso país.” 

No passado dia 26 de Outubro, durante o jantar solidário divulgado neste blog, a JSD Odivelas apresentou o seu canal de TV online. 

Divulgamos abaixo o video que foi apresentado no jantar e que serve de arranque deste ambicioso projeto:

 

A JSD Odivelas TV irá "para o ar" de 3 em 3 meses, através do nosso canal youtube (http://www.youtube.com/user/JSDOdivelas) e difundido neste blog e no nosso facebook, para que todos possam ter acesso.

O objetivo é aumentar e melhorar a comunicação com todos, de uma forma mais dinâmica e apelativa!

JSD Odivelas
Mais perto de ti!

Conforme se propôs quando foi eleita, é com muito orgulho que a atual Comissão Politica da JSD Odivelas anuncia que criou o canal de TV online - JSD Odivelas TV.

Muito em breve apresentaremos mais detalhes sobre este novo projeto.

Continua a seguir-nos!

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Sempre ao teu lado!

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