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Decorreu na passada semana o Plenário de Militantes do PSD, momento em que os militantes foram chamados ao debate da actual situação política. Foram debatidas importantes questões relativas à situação social e económica e sobre as decisões políticas do Governo. Foram ainda referidos alguns pontos respeitantes à situação política local e sobre determinadas posições quanto aos próximos momentos da agenda política.

No seguimento da análise da situação política, a JSD transmitiu concretamente qual a sua posição relativamente à Reforma da Administração Local, questão essa que se assume de especial importância na agenda da política local, tendo em conta o prazo para a apresentação de proposta em sede de Assembleia Municipal decorrido até ao passado dia 15 de Outubro. 

A JSD Odivelas afirma-se, e afirmou no Plenário do PSD, favorável à reforma e, em particular, ao reordenamento do território. Isto porque, desde logo, o último grande debate em Portugal sobre a organização do território aconteceu no pós 25 de Abril, o que revela a necessidade de reavaliar e reestruturar as exigências actuais ao território. De facto, o território, as populações e os serviços sofreram desde então profundas alterações e, como tal, a JSD considera urgente criar um maior equilíbrio entre as várias autarquias, de modo a distribuir de forma mais equitativa os meios disponíveis. Em concreto quanto ao município de Odivelas, a JSD considera que a implementação da reforma contribuiria para reordenar e equilibrar as 7 freguesias que revelam diferenças em grande escala entre si.

Neste sentido, a JSD, atendendo a essa preocupação, decidiu elaborar uma proposta de reorganização das freguesias, aplicando a já aprovada Lei n.º 22/2012 ao concelho de Odivelas. A proposta da JSD Odivelas - aprovada em sede de Comissão Política da JSD e Plenário de Militantes - tem como princípios basilares o equilíbrio populacional e geográfico e, colmina numa proposta de redução das 7 para 5 freguesias, por aplicação do mecanismo de flexibilidade previsto na lei. A nossa proposta pressupõe, ainda, por aplicação dos critérios de equilíbrio, nos seus vários níveis, a redefinição de algumas fronteiras, mais uma vez, por entendermos que não só proporciona um maior equilíbrio, como tem em conta actuais barreiras naturais e mobilidade das populações.

Concretamente, propomos que o município de Odivelas passe a ter 5 freguesias, e que as suas fronteiras internas sofram algumas alterações. Consideramos que esta seria também uma oportunidade para que determinados bairros passassem a integrar outras freguesias, atendendo às fronteiras naturais, mobilidade populacional e identidade das populações.

A nossa proposta, que significa um contributo que não podíamos, enquanto agentes políticos e autarcas, deixar de dar ao partido, foi por este recebida a saudada. As posições políticas assumidas doravante quanto à reforma já não estão no âmbito de competência da JSD, que sempre se manteve coerente com a sua posição sobre essa matéria, nos vários fóruns de debate.

Achamos que a proposta que elaborámos, por estar coordenada com a lei habilitante e por prever uma mudança positiva para Odivelas, tem o mérito de conciliar o espírito reformista do Governo, com o qual nos revemos, com uma posição política diferenciadora dos restantes agentes com responsabilidade política. A JSD Odivelas considera imprescindível que determinadas reformas sejam implementadas e esta em concreto como uma oportunidade para reordenar e reequilibrar o território nacional. Consideramos, nesse sentido, que a Assembleia Municipal de Odivelas, ao não se ter pronunciado quanto a qualquer proposta de aplicação da Lei, perdeu uma oportunidade de ter uma palavra a dizer quanto à reforma no território de Odivelas.

A JSD, também no Plenário de Militantes teve oportunidade de expressar a sua posição quanto a esta e outras matérias de interesse nacional e local, nunca tendo deixado de contribuir, como é sua natureza, para uma discussão útil e democrática.


Na passada terça-feira, teve lugar o Plenário de militantes da JSD Odivelas, na secção. 

Muito participado, o Plenário iniciou-se com a discussão sobre a situação política, ponto esse da ordem de trabalhos que suscitou a intervenção de vários militantes que se manifestaram essencialmente acerca das actuais políticas governamentais. 

No geral, os militantes da JSD emitiram uma opinião crítica relativamente a algumas opções da política nacional levada a cabo pela coligação do Governo, em especial no que respeita a medidas de austeridade sobre o rendimento e o trabalho, que, caso não sejam efectivamente acompanhadas por sérios cortes na despesa pública (funcionários, PPP's, Fundações, saúde) pode gerar sérios efeitos nocivos no crescimento económico. Foi, no mesmo sentido, referida a carga fiscal a que estão os portugueses sujeitos, facto que obsta à produção, à competitividade e consequente fixação de empresas. Foi ainda referido que, apesar dos constantes cortes e medidas que exigem maiores contributos dos trabalhadores, a verdade é que o Governo, liderado pelo PSD, está comprometido em medidas de renegociação de acordos prejudiciais com o Estado e em cortes de prestações e subsídios (nos apoios às Fundações por exemplo). Tais medidas positivas para o reequilíbrio das contas públicas, contudo, não têm sido eficazmente transmitidas à população, o que revela um grave problema na estratégia de comunicação do Governo.
 
Após o debate sobre a análise da situação política do país, passou-se ao segundo ponto da ordem de trabalhos, a Reforma da Administração Local. Neste ponto, foi apresentado pela Comissão Política da JSD Odivelas um projecto, realizado e aprovado por aquele órgão, e que acabou por ser sufragado pelo Plenário por unanimidade que se encontrava lotado no momento da apresentação do projeto. 

Este projecto foi elaborado no âmbito da reorganização administrativa territorial autárquica, como forma de apresentar uma proposta de aplicação do seu regime jurídico ao concelho de Odivelas, aprovado pela Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio, que prevê a redução do número de freguesias em cada município. 

O referido projecto apresentado pela Comissão Política teve como principais vectores o equilíbrio populacional, territorial e de prestação de serviços e equipamentos, e resulta numa reestruturação positiva do mapa das freguesias do concelho de Odivelas. 

A JSD Odivelas afirmou, acima de tudo, ser favorável à reforma administrativa, revendo-se no espírito reformista do Governo, tendo em conta a desadequação e desactualização das fronteiras das freguesias em Portugal. No final, foi transmitido aos militantes que a referida proposta iria ser apresentada junto do PSD Odivelas, como um contributo da JSD.

O Plenário da JSD Odivelas é o espaço por eleição de todos os militantes, que fazem ou não parte da Comissão Política. A sua função é essencialmente a de fazer ouvir todas as vozes, concordantes ou discordantes, e a de avaliar e legitimar a actividade da Comissão Política. A participação faz-se no Plenário, num espaço democrático por eleição. Participa!

O Presidente da JSD Odivelas, Bruno Duarte, concedeu uma entrevista ao telefone ao canal online - TVL no passado sábado dia 13 de Outubro, na parte da manhã, relativamente à possibilidade do PSD concorrer em listas próprias (sem ser em coligação como aconteceu em 2009) nas próximas eleições autárquicas marcadas para Outubro de 2013.

De notar que o companheiro Bruno Duarte em nome da JSD Odivelas discursou sobre assunto no último plenário do PSD que se realizou na passada sexta-feira à noite.

Nesse mesmo plenário foram discutidas e aprovadas as linhas orientadoras com as quais o PSD Odivelas e «norteará» nas próximas eleições autárquicas.

As declarações de Bruno Duarte podem ser ouvidas aqui (a partir do minuto 07:00) http://odivelas.com/2012/10/14/odivelas-sandra-pereira-presidente-da-comissao-politica-e-bruno-duarte-presidente-da-jsd-odivelas-acreditam-que-o-psd-odivelas-pode-vencer-as-proximas-eleicoes-sem-coligacoes-au/

De notar que nesse mesmo dia à noite, a Presidente do PSD Odivelas prestou também declarações sobre este assunto, e essas declarações podem ser ouvidas nos primeiros 7 minutos do link acima.


No passado dia 4 de Outubro, a JSD Odivelas, em parceria com a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Odivelas, organizou a 1ª Festa de Regresso às Aulas 2012, intitulada “Back 2 Skool Party!” Num evento que decorreu no Pavilhão Polivalente, os cerca de meio milhar de estudantes fizeram a festa durante toda a noite, num evento que foi animado pelo DJ Davis!

Esta iniciativa vem ao encontro da proximidade que a JSD Odivelas quer marcadamente ter, junto dos Estudantes do concelho. É nosso dever encetar os maiores esforços para que os Jovens Odivelenses, através do Associativismo Juvenil, possam dinamizar as suas gentes através de iniciativas de confraternização e lazer, mas também do foro lúdico, cívico, pedagógico e desportivo, como aliás temos vindo a fazer nos últimos anos na JSD.

Esta é também uma aposta clara da JSD Odivelas no cativar e mobilizar a Juventude para um dever fundamental: a participação na sociedade civil. Este direito (e dever) da nossa geração, não pode desvanecer somente porque os tempos se avizinham difíceis. Para nós, depois de uma semana em que contactámos com todas as escolas secundárias do concelho e onde tivemos o privilégio de falar com muitos jovens estudantes, (atendendo às suas preocupações e expectativas para mais um ano lectivo), faria todo o sentido que pudéssemos dar continuidade a este trajecto, apoiando-os nas suas ideias e convicções!

Nesse sentido, trabalhámos em conjunto com a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Odivelas para que esta grande festa (“Back 2 Skool Party!”) passasse do sonho à realidade e fosse um êxito!

Hoje podemos afirmar que somos fortes parceiros da AE da Escola Secundária de Odivelas e que a ligação que nos une, possibilitará que os jovens estudantes deste estabelecimento de ensino venham a usufruir de mais actividades que dinamizem e maximizem a sua participação enquanto futuro de Odivelas que o são. 

A República nasceu em Portugal em nome da decisão popular, da eliminação dos luxuosos direitos nobiliárquicos instalados e da afirmação da democracia. Da necessidade de divisão do poder e da procura do individualismo nas decisões colectivas. A passagem de paradigma do poder régio para o poder do povo não se cumpriria sem que, todavia, outros poderes se instalassem e, em nome da representatividade, se tornassem noutra espécie de nobreza.

Será um lugar comum, hoje, afirmar que outras formas de vícios se vieram a substituir à riqueza e despotismo da monarquia, sob a veste, quase disfarçada, de eleitos do povo. E tal lugar comum, por vir assente no pressuposto de que a classe política é também eleita - embora pelo povo - não para servir, mas para ocupar um lugar régio, de regalias inacessíveis, é novamente um motivo de inconformismo.

Ora, a República significa, antes de tudo, que todos somos responsáveis. E que, por isso, todos somos parte da solução.

Não basta que a revolta caia no inconformismo. Há-que vincular o país às escolhas que faz, e isso, antes de tudo significa que aquilo que hoje nos é permitido, criticar, expressar, manifestar, tem um pressuposto ainda maior, fazer. Cada um de nós, em cada perspectiva, pode fazer crescer e contribuir de forma decisiva para afirmar o país que somos. É a vocação por princípio do que conquistámos no dia 5 de Outubro, a possibilidade de acedermos à decisão.

O tempo em que vivemos afastou-nos, perigosamente, de verdadeiros objectivos de vida e, ao invés, parecemos estar hoje submissos a pequenos pormenores fiscais e jurídicos, que regem a nossa vida e nos limitam a capacidade de criar e de escolher. É neste tempo que, enquanto cidadãos activos, nos devemos revoltar por dentro, e passar à acção. Fazer a República, participar, sermos quem define o caminho.

JSD Odivelas

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