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O Presidente da JSD Odivelas, Bruno Duarte, concedeu uma entrevista ao telefone ao canal online - TVL no passado sábado dia 13 de Outubro, na parte da manhã, relativamente à possibilidade do PSD concorrer em listas próprias (sem ser em coligação como aconteceu em 2009) nas próximas eleições autárquicas marcadas para Outubro de 2013.

De notar que o companheiro Bruno Duarte em nome da JSD Odivelas discursou sobre assunto no último plenário do PSD que se realizou na passada sexta-feira à noite.

Nesse mesmo plenário foram discutidas e aprovadas as linhas orientadoras com as quais o PSD Odivelas e «norteará» nas próximas eleições autárquicas.

As declarações de Bruno Duarte podem ser ouvidas aqui (a partir do minuto 07:00) http://odivelas.com/2012/10/14/odivelas-sandra-pereira-presidente-da-comissao-politica-e-bruno-duarte-presidente-da-jsd-odivelas-acreditam-que-o-psd-odivelas-pode-vencer-as-proximas-eleicoes-sem-coligacoes-au/

De notar que nesse mesmo dia à noite, a Presidente do PSD Odivelas prestou também declarações sobre este assunto, e essas declarações podem ser ouvidas nos primeiros 7 minutos do link acima.


No passado dia 4 de Outubro, a JSD Odivelas, em parceria com a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Odivelas, organizou a 1ª Festa de Regresso às Aulas 2012, intitulada “Back 2 Skool Party!” Num evento que decorreu no Pavilhão Polivalente, os cerca de meio milhar de estudantes fizeram a festa durante toda a noite, num evento que foi animado pelo DJ Davis!

Esta iniciativa vem ao encontro da proximidade que a JSD Odivelas quer marcadamente ter, junto dos Estudantes do concelho. É nosso dever encetar os maiores esforços para que os Jovens Odivelenses, através do Associativismo Juvenil, possam dinamizar as suas gentes através de iniciativas de confraternização e lazer, mas também do foro lúdico, cívico, pedagógico e desportivo, como aliás temos vindo a fazer nos últimos anos na JSD.

Esta é também uma aposta clara da JSD Odivelas no cativar e mobilizar a Juventude para um dever fundamental: a participação na sociedade civil. Este direito (e dever) da nossa geração, não pode desvanecer somente porque os tempos se avizinham difíceis. Para nós, depois de uma semana em que contactámos com todas as escolas secundárias do concelho e onde tivemos o privilégio de falar com muitos jovens estudantes, (atendendo às suas preocupações e expectativas para mais um ano lectivo), faria todo o sentido que pudéssemos dar continuidade a este trajecto, apoiando-os nas suas ideias e convicções!

Nesse sentido, trabalhámos em conjunto com a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Odivelas para que esta grande festa (“Back 2 Skool Party!”) passasse do sonho à realidade e fosse um êxito!

Hoje podemos afirmar que somos fortes parceiros da AE da Escola Secundária de Odivelas e que a ligação que nos une, possibilitará que os jovens estudantes deste estabelecimento de ensino venham a usufruir de mais actividades que dinamizem e maximizem a sua participação enquanto futuro de Odivelas que o são. 

A República nasceu em Portugal em nome da decisão popular, da eliminação dos luxuosos direitos nobiliárquicos instalados e da afirmação da democracia. Da necessidade de divisão do poder e da procura do individualismo nas decisões colectivas. A passagem de paradigma do poder régio para o poder do povo não se cumpriria sem que, todavia, outros poderes se instalassem e, em nome da representatividade, se tornassem noutra espécie de nobreza.

Será um lugar comum, hoje, afirmar que outras formas de vícios se vieram a substituir à riqueza e despotismo da monarquia, sob a veste, quase disfarçada, de eleitos do povo. E tal lugar comum, por vir assente no pressuposto de que a classe política é também eleita - embora pelo povo - não para servir, mas para ocupar um lugar régio, de regalias inacessíveis, é novamente um motivo de inconformismo.

Ora, a República significa, antes de tudo, que todos somos responsáveis. E que, por isso, todos somos parte da solução.

Não basta que a revolta caia no inconformismo. Há-que vincular o país às escolhas que faz, e isso, antes de tudo significa que aquilo que hoje nos é permitido, criticar, expressar, manifestar, tem um pressuposto ainda maior, fazer. Cada um de nós, em cada perspectiva, pode fazer crescer e contribuir de forma decisiva para afirmar o país que somos. É a vocação por princípio do que conquistámos no dia 5 de Outubro, a possibilidade de acedermos à decisão.

O tempo em que vivemos afastou-nos, perigosamente, de verdadeiros objectivos de vida e, ao invés, parecemos estar hoje submissos a pequenos pormenores fiscais e jurídicos, que regem a nossa vida e nos limitam a capacidade de criar e de escolher. É neste tempo que, enquanto cidadãos activos, nos devemos revoltar por dentro, e passar à acção. Fazer a República, participar, sermos quem define o caminho.

São várias as notícias recentemente sobre reestruturações, despedimentos colectivos, falências, encerramento de actividade, numa palavra - desemprego!

Verdadeiramente, há já bastantes anos que o desemprego não pára de aumentar e muito, e a bem dizer os aumentos já foram bastante mais significativos do que o são hoje! Infelizmente, já 1 em cada 4 jovens não consegue emprego em Portugal!

O anterior Governo foi o Governo que registou o maior aumento do desemprego direto e indireto nos 38 anos de Democracia que Portugal já cumpriu. Esse mesmo facto pode ser confirmado nos dados oficiais do EUROSTAT. A VERDADE É que de 2005 a 2011 o desemprego aumentou de 7% para 12.7% (AUMENTO de 5.7%) e desde Junho de 2011 aumentou de 12.7% para 15.9% (3.2%)!

Felizmente que o atual Primeiro-Ministro não cometeu a «loucura» de prometer 150.000 empregos sem saber o que isso significa! Pelo contrário, o relatório do OE 2012 previa mesmo que o desemprego se mantenha acima dos 10% durante bastante tempo!

Não pode nem deve ser o Estado a resolver o problema, devem ser as empresas, as pessoas per si! E o Estado deve «sair do caminho», garantindo apenas que as regras de concorrência e as melhors práticas são cumpridas!

Usar mais efetivamente e inteligentemente o dinheiro dos impostos, reduzir mais intensivamente a «máquina» do Estado e como tal o aumento da dívida Estatal e do défice orçamental. Só assim se libertará a economia, o crescimento económico virá e o desemprego descerá. Vivemos um processo necessário de «downsizing», principalmente do Estado, e enquanto isso não for notório nas contas públicas o desemprego continuará a aumentar!

A verdade está a vir ao cimo, e Portugal não tem atualmente economia para empregar tanta gente! Tínhamos e ainda temos demasiado emprego e pouco trabalho! Por muito que custe admitir a nossa economia é hoje débil, pouco transformadora e acrescenta muito pouco valor. É estrutural o nosso problema! E também ético e moral!

Quem tiver trabalho e justificar todos os dias o seu rendimento não tem razões para se preocupar, pois é sinal que produz e é essencial ao país! Quem vai "marcar presença" a um local de trabalho, pode e deve repensar a sua vida!

Temos também uma classe de empresários que não interessam ao país. Gente que parasita o país e que apenas pensa em pagar miseravelmente a tudo e todos e fazer dinheiro para comprar os "BMWs" e os "Mercedes" enquanto os seus empregados andam à míngua. Este é um "mindset" que tem de mudar!

É claro que o grave problema da dívida Estatal contribui decisivamente para este facto, pois mais dívidas são mais impostos, menos apoios Estatais, menos investimento público e como tal aumento da fuga ao fisco, retracção do investimento e consequente aumento do desemprego! E o desemprego só diminuirá quando for possível apostar e investir forte na economia Portuguesa!

Neste sentido, valerá a pena ter em atenção o caso Espanhol, o desemprego segue de perto a evolução da economia Espanhola. Em Espanha, sempre que não há crescimento económico o desemprego sobe para mais de 20%. Nesta crise já vai em 24% e o Primeiro-Ministro Espanhol, numa atitude humilde, reconhece que o desemprego continuará a aumentar

O desemprego em Portugal continuará a aumentar nos próximos meses e manter-se-á alto por vários anos! As mudanças são longas e duras e, como sempre, vão mostrar grande resistência.

O desafio das democracias atuais, em especial na Zona Euro, é viver com níveis de desemprego nunca antes vistos que conduzem a riscos sociais e políticos nunca antes enfrentados.


Na passada quinta-feira, dia 27 de Setembro, a JSD Odivelas finalizou mais uma campanha de entrega de horários escolares na Escola Secundária na sede do Concelho, que pertence à freguesia com o executivo mais jovem do Concelho!

Um dia que brindou o regresso da chuva nas manhãs, mas que não fez demover a equipa da JSD Odivelas destacada para esta iniciativa!

Os jovens desta escola receberam-nos bem e sabem que a JSD tem estado ao seu lado!

Mais uma vez, a JSD Odivelas, marcou o inicio do ano lectivo, em grande, demonstrando estar mais próxima dos jovens, algo que pretende perpetuar com sucesso.

Ao todo foram mais de 2.000 os horários distribuídos pelas Escolas Secundárias de Odivelas, Ramada, Pontinha, Póvoa de Santo Adrião e Caneças!

A JSD Odivelas divulga com muito orgulho que os jovens do Concelho conhecem-nos, sabem que existimos  e querem estar perto de nós, pois sabem que só a JSD pode representar politicamente os jovens de Odivelas, só a JSD os pode ajudar!!
 
Estivemos em todas as escolas secundárias públicas do Concelho, reafirmámos que somos a juventude partidária de todos os jovens. Todos os alunos em 5 freguesias têm horários JSD!

JSD Odivelas
Sempre ao teu lado!

JSD Odivelas

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