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A JSD Odivelas iniciou hoje uma campanha de distribuição de horários escolares marcando o regresso às aulas dos alunos do ensino secundário do Concelho.

O objectivo desta iniciativa é dar as boas vindas aos jovens que iniciam um novo o ano lectivo, mas também apelar à participação cívica de todos. Sob o lema: “LEVANTA-TE DO SOFÁ E VEM FAZER ALGUMA COISA POR TI E PELO TEU PAÍS!”

A JSD defende que os jovens não se devem resignar às dificuldades que o país atravessa e devem ser empreendedores e agentes activos na sua freguesia e no seu concelho.

Até ao final da semana estaremos em todas as escolas secundárias do Concelho a marcar o ritmo da juventude Odivelense!

A paciência ou impaciência com que aguardamos o desfecho da crise económica determina a convicção  com que resistimos, ou nos manifestamos, mas já não determina a nossa indiferença. Hoje já não somos indiferentes ao que se passa, nem somos desconhecedores. Mais importante que cada opinião pessoal - ou o seu conteúdo concreto - é que hoje já não permitimos que nos ocultem factos, que dissipem o nosso património sem justificação, ou crítica, ou sem que contem com o nosso juízo de credores. Parece-me que, independentemente da posição de cada português quanto ao conflito económico e às reivindicações mais ou menos justas, admiro-me positivamente com essa conquista que realizámos: estamos acordados e atentos aos que governam o que é nosso. Na verdade, depois de tantos anos a lamentar-nos com as injustiças sociais e a má governação do nosso dinheiro público, neste momento, criámos, enquanto cidadãos, um crivo mais fechado e critérios mais rigorosos de fiscalização.

Mas mais que nos manifestarmos nas ruas, há que reivindicar pelas causas certas. Portugal encontra-se efectivamente refém dos valores que tem em dívida. E a situação económica, para além da financeira, está em grave crise. Mas slogans como "que se lixe a troika, quero a minha vida volta!" fazem sentido? São reflectidos?

Tenho dúvidas de que o caminho correcto seja o aumento da tributação do capital e do trabalho. Muitas dúvidas. O governo foi coerente, mas a coragem para assumir as recentes medidas relativas à Segurança Social e TSU deveria ser acompanhada, com o mesmo nível de coragem, para fiscalizar a atribuição de prestações sociais, apoios às Fundações, verbas das autarquias locais e contratos em forma de PPP's. Esses cortes têm que existir, sob o princípio da igualdade, equidade e justiça na repartição de sacrifícios, e especialmente, porque tais valores em excesso se referem a atribuições sem utilidade pública, ou sem proporção com o gasto que representam para o Estado.

Mas, o "que se lixe a troika" não deixa de me fazer lembrar uma espécie de venire contra factum proprio. Trocando por miúdos: pedimos que nos emprestassem uma quantia que, de 3 em 3 meses  ronda os 3 mil milhões de euros, para sobrevivermos. Mas não queremos fazer concessões, nem estar sujeitos a fiscalização. Ora, de facto não me parece uma atitude coerente.

Acordámos. Mas ainda falta um longo caminho para nos levantarmos, e toda a energia e coragem será precisa.

O novo ano letivo inicia-se, com muita mudança, mas infelizmente ainda falta muita melhoria em especial no Ensino Superior!
Por muito que alguns não o queiram admitir, uma das principais razões do desemprego jovem é a falta de adequabilidade do ensino superior Português à realidade do mercado de trabalho. O excesso de cursos sem saída profissional, sem emprego em Portugal e com demasiados numerus clausus.

E ninguém tenha dúvidas, manter cursos sem empregabilidade tem custos elevados que inevitavelmente são pagos pelos contribuintes e em última análise pelos próprios alunos de outros cursosSerá justo pedir aos alunos de cursos com empregabilidade que mantenham as propinas altas de modo a garantir que há dinheiro para manter cursos sem empregabilidade abertos?

Os mais criticos afirmam que as universidades estão longe das empresas, da realidade, e que apenas ensinam teoria e pouca prática! E por isso mesmo muitos empregadores dizem-se insatisfeitos com vários candidatos que entrevistam.

Desta forma também não estamos a ajudar as empresas a melhorarem o seu rendimento! Este Governo tem o melhor programa de combate ao desemprego alguma vez visto, mas temos de pedir às empresas, aos agentes económicos, às universidades, às IPSS e aos outros Partidos que contribuam para esta causa que é o emprego jovem!

É urgente adequar o ensino superior à realidade do mercado de trabalho. É por demais evidente que há hoje demasiados cursos sem empregabilidade.

Há vários politécnicos e universidades em distâncias inferiores a 60km entre elas, o que torna evidente que é necessária uma reorganização da Rede de Ensino Superior, actualmente desfasada face à realidade e geradora de grande despesismo, necessitando-se, assim, que haja coragem política de racionalização.

A JSD já desafiou o Governo, é preciso ter coragem para acabar com cursos e cadeiras que não têm empregabilidade e/ou que não têm utilidade!

É claro que as pessoas são livres de tirar o curso que entenderem e com a cadeiras que mais gostarem! O que não é justo é exigir que todos os Portugueses o paguem através dos seus impostos e depois ainda tenham que pagar pelo facto de essa pessoa não conseguir ingressar na vida ativa!

Apenas uma curiosidade, foi o Primeiro-Ministro António Guterres do Partido Socialista que fez crescer o número de cursos superiores inúteis, com a sua «grande» paixão pela Educação! Onde estavam nessa altura, todos os que reclamam hoje?

No passado Sábado dia 15 de Setembro, a JSD Odivelas no âmbito do seu projeto JSD Odivelas: Juventude solidária, efetuou a entrega de mais de 500 livros à Bilbioteca Municipal D.Dinis.

É do conhecimento público que a compra de material escolar ainda é um grande peso nas contas das famílias. Nesse sentido, são cada vez mais as familias a recorrer a «livros em segunda mão» para fazer face às dificuldades financeiras que não permitem adquirir novos livros.

Sabemos que a nossa dádiva vai permitir mais alternativas às familias que por tão dificeis momentos passam. Para nós a solução está nas pessoas, são as pessoas que fazem Portugal, não o país que faz as pesssoas! Por isso, juntámos forças e recolhemos entre amigos e militantes mais de 5 centenas de livros para que possam ser usados por que precisa!

Desta forma, cumprimos também a nossa missão de combater a falta de hábitos de leitura e a divulgação dos projetos de reutilização de livros que fazemos desde 2008.

Desde há muitos anos que defendemos a valorização dos espaços de leitura e de estudo, em especial da Biblioteca D.Dinis em Odivelas.

Em Abril de 2010 propunhamos e era aprovada na Assembleia Municipal de Odivelas, apenas com os votos contra do Partido Socialista uma recomendação para o alargamento do horário da Biblioteca D.Dinis, em especial em época de exames de forma a que os estudantes do Ensino Secundário e Superior de Odivelas, tivessem no seu próprio concelho, um espaço adequado para poderem estudar e investigar a horas mais tardias sem ter de se deslocar para Lisboa.

em Maio do mesmo ano pruposemos e foi aprovada em Assembleia Municipal a recomendação para implementação do «bookcrossing» em Odivelas, que permitia que todos os Municipes pudessem ter acesso a livros gratuitamente recolhendo-os em postos pelo Concelho (em especial, em edificios públicos espalhados pelo Concelho), lendo os livros e devolvendo-os nesses mesmos postos.

Em Fevereiro de 2011 viemos a ter conhecimento que o projeto era implementado na Biblioteca D.Dinis. Registámos e agora contribuimos para que hajam mais livros de literatura para que todos possam criar hábitos de leitura.

Toda a nossa atividade neste sentido pode ser verificada aqui.

Na JSD Odivelas resolvemos assumir as nossas responsabilidades civicas. Por isso, continuaremos a honrar o nosso legado solidário e a ajudar quem realmente precisa!

Esta iniciativa foi registada pela tvL e já está online em: http://odivelas.com/2012/09/15/jsd-odivelas-numa-iniciativa-solidaria-entrega-livros-escolares-na-biblioteca-dom-dinis/

A JSD Odivelas, no âmbito do seu projeto JSD: Juventude Solidária, resolveu fazer uma recolha de livros escolares respondendo ao desafio do movimento nacional de cidadãos para a reutilização de livros - REUTILIZAR.

É sobejamente conhecido que o REUTILIZAR já reune mais de 100 postos de entrega de livros escolares usados, para serem usados gratuitamente por todos os jovens e suas familias que assim o pretendam. O lema deste movimento é «Reutilizar é ainda melhor que Reciclar».

Atenta às dificuldades financeiras acrescidas das familias nos últimos anos e ao lema deste movimento, a JSD Odivelas resolve dar o exemplo e contribuir para esta causa!

Há largos anos que promovemos, em Odivelas, a reciclagem e a reutilização de bens que podem ser transformados. Agora entendemos que devemos juntar à nossa missão de sensibilização da população para a reutilização de livros.

Neste sentido, a JSD Odivelas entendeu associar-se a este Movimento e vai entregar hoje, pelas 15h cerca de 500 livros escolares na Biblioteca D.Dinis para que possam ser reutilizados de forma gratuita pelos jovens Odivelenses!

A diferença entre quem faz politica está nas soluções!

Em tempos em que todos assistimos à contínua diminuição da receita fiscal é importante que todos saibam que o Partido Socialista é (ainda) um dos grandes responsáveis por esse facto. Senão, vejamos:

O regime para residentes fiscais não habituais (RNH) é um regime fiscal especial que foi criado em 2009 e visava atrair quadros qualificados para Portugal, através da criação de competitividade fiscal. Á semelhança de regimes já existentes no Reino Unido, Espanha, França, Itália, Irlanda, Suiça, Bélgica, Suécia, Áustria, Holanda, Malta e Luxemburgo.

No entanto, este era um regime inovador que pretendia constituir um factor de estímulo da competitividade fiscal internacional de Portugal, visando, nomeadamente, atrair mão-de-obra qualificada e iniciativa empresarial externa em actividades consideradas como de "elevado valor acrescentado", como pólos de excelência tecnológica e centros de serviços partilhados.

Estes trabalhadores de "valor acrescentado" estariam sujeitos a um tratamento fiscal benéfico, traduzido na tributação a uma taxa fixa de 20% durante 10 anos relativamente ao rendimento das categorias A e B de IRS obtido em determinadas actividades.

Pretendia-se atrair contribuintes de elevados rendimentos, contribuindo para a deslocalização de centros de decisão para o país. Este regime foi publicado dia 23 de Setembro de 2009 e deveria aplicar-se logo para esse mesmo ano. Mas este regime teve de enfrentar muitos obstáculos pelo caminho.

Ao jeito do Partido Socialista este foi um bom regime no papel mas, na prática, administrativamente a aplicação do regime era impossibilitada. Desde (i) as declarações de IRS não estarem preparadas para estes contribuintes, como (ii) não sendo possível o registo junto do Fisco como RNH para quem pretendia beneficiar deste regime ou a (iii) exigência de certificados de tributação efetiva e de residência no estrangeiro que não estavam previstas na lei. Ou seja, na prática, este regime serviu para fazer propaganda, mas não deu nenhum beneficio aos contribuintes, nem promoveu o investimento externo em Portugal!

O PS impediu a aplicação do regime dos RNH  que podia, efectivamente, reforçar a competitividade fiscal externa portuguesa e permitir a captação de receita tributária adicional que, deste modo, não foi obtida. Em anos de particular necessidade de captação de receita fiscal, o Partido Socialista impediu que a mesma fosse obtida!

Para não falar do contencioso que gerou entre a Autoridade Tributárias e os contribuintes que, legitimamente, reclamavam a aplicação do regime.

Felizmente, no Orçamento rectificativo de Maio passado, o Governo atual pôs fim a esta trapalhada, emendando o código do IRS e dando razão aos contribuintes, nomeadamente através de uma Circular emitida no inicio do mês passado neste sentido, e com isso fazendo justiça.


Não deixa de ser irónico. É um Governo liderado pelo PSD que fez "sair do papel" este regime fazendo justiça às elevadas expectativas que a sua publicação veio criar, regime curiosamente criado durante um Governo Socialista!!

O PS prejudicou a imagem externa da fiscalidade nacional em geral, nomeadamente junto das multinacionais e das comunidades de pessoas altamente qualificadas e de elevado património. Em resumo, aqueles que queremos, e devíamos ter querido desde 2009, atrair para Portugal.

Todos sabemos que "à mulher de César não basta sê-lo..." mas justiça seja feita, em política não basta parecer, tem de se ser!!

O PSD sabe ser Governo, o PS só saber «governar-se»!

A obesidade infantil em Portugal assume, hoje, valores preocupantes sendo um dos mais sérios problemas de Saúde Pública.

De acordo com a segunda fase do estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative –COSI Portugal 2010, 30,2% das crianças portuguesas apresentam excesso de peso, das quais 14,3% são obesas.

A prevenção e promoção para a saúde nesta faixa etária é fundamental para que as crianças e jovens de hoje não sejam os adultos obesos de amanhã. 

Vagueando pelas escolas portuguesas nos intervalos, observa-se logo pela manhã estudantes que carregam nas suas mãos, refrigerantes, bolos, fritos e chocolates. Estas são as ofertas do típico bar escolar das escolas portuguesas.

O cenário típico destes bares carregados de bolos, refrigerantes e alimentos com elevada densidade energética e fraco conteúdo nutricional, será a partir deste ano, uma realidade diferente.

A Direcção-Geral da Educação em conjunto com a Direcção-Geral de Saúde e a Ordem dos nutricionistas elaborou um documento com as linhas orientadoras que os bares escolares deverão seguir para promover o consumo de alimentos saudáveis nos jovens.

Os alimentos disponíveis nas escolas terão de obedecer a novos critérios sendo que terão de existir o triplo de alimentos a promover em relação aos alimentos a evitar.

Assim, pretende-se incentivar o consumo de alimentos como sumos naturais, fruta, saladas, leite e pão e limitar o acesso a bolos e bolachas.

Os refrigerantes, fritos e folhados deixam de ser comercializados. Os néctares só serão vendidos se tiverem mais de 50 % de polpa de fruta. Os bolos, chocolates e gelados vão continuar a ser comercializados a preços mais caros e terão de ter um valor energético máximo de 250 calorias por unidade. Esta limitação fará com que por exemplo um pastel de nata possa ser vendido mas no caso do palmier tal não acontece.

A fiscalização estará a cabo da direcção das escolas e a Direcção-Geral da Educação deverá também monitorizar o cumprimento destas regras.

Através desta directriz pretende-se que os alunos possam fazer opções cada vez mais saudáveis através de um acesso facilitado a estes alimentos. 

Os pais não devem demitir-se desta acção, sendo também co-responsáveis pela promoção destes hábitos também em casa.

JSD Odivelas

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