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Neste vídeo podes ver Pedro Roberto, Tânia Bragança, David Castro e Filipe Sanches, militantes da JSD Odivelas que participaram como alunos na edição do ano passado, bem como Paulo Pinheiro que tem vindo a ser conselheiro desta universidade desde 2008!

Pelo 10.º ano consecutivo, a JSD, o PSD, o Instituto Sá Carneiro e o PPE garantem a realização da melhor universidade política de Portugal! 


Na 10.ª edição da Universidade de Verão da JSD, marcarão presença como oradores a Dra. Paula Teixeira da Cruz - Ministra da Justiça, o Prof. Adriano Moreira, o ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros - Luís Amado, o 1.º Vice-Presidente do PSD - Eng. Jorge Moreira da Silva, o Eng. Carlos Pimenta, o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, entre outros.

Este ano a JSD Odivelas terá 5 "alunos" na UV!! A maior comitiva de sempre da JSD Odivelas! João Correia (Secretário-geral JSD Odivelas), Ana Catarina Gomes e Ricardo David (ambos vogais da comissão politica da JSD Odivelas), Diogo Godinho e João Alcobia serão os representantes de Odivelas na UV 2012!

De notar que em 2008 e 2009 a UV contou com 1 «aluno» da JSD Odivelas, em 2010 foram 3 jotas de Odivelas, em 2011 estiveram presentes 4 jotas e este ano serão 5 pessoas da JSD Odivelas a marcar presença na 10.ª edição da Universidade de Verão! A maior participação de sempre!

É a prova que a JSD Odivelas está a crescer, está forte e aposta muito na formação dos seus quadros!

As experiências de companheiros e companheiras de anos anteriores motivam muitos a querer participar e a usufruir da melhor escola de formação política em Portugal! Oxalá assim sempre continue!

Para que possamos tentar transmitir um pouco do que se vive nesta fantástica universidade, o ano passado foi assim a sessão de encerramento:

Como tem sido largamente noticiado, a receita fiscal Portuguesa desceu abruptamente do mês de Julho!

E era de esperar, digo eu! Há cerca de 1 ano que afirmava que isto iria acontecer! Não há outra solução senão a redução de despesa Estatal!

E felizmente já são mais a vozes a apontar neste sentido!

Não sou, por principio, contra impostos sou apenas contra a sua não razoabilidade e justiça! Mais a mais, quando nem o Estado ganha com isso! O orçamento Estatal tem de continuar a ser reduzido nos próximos anos, principalmente do lado da despesa!

Sendo uma verdade de "La palice", aumentar as taxas de tributação só pode provocar menos receita fiscal no médio prazo! E este Governo está a «sofrer» a Lei de Laffer! É inevitável, não dá mais para subir impostos!

E eu digo mesmo que em 2013 ficava bem ao Governo baixar o IRS e IRC de forma a garantir mais receita fiscal e incentivar o investimento estrangeiro! Só com o IRS com taxas marginais abaixo dos 40% e o IRC com taxas marginais abaixo de 20% se pode atrair investimento!

Este Governo vai ter de tomar mais decisões no lado da redução da despesa, vai ter de fazer o que efetivamente tem de ser feito! Por necessidade é certo, mas terá uma oportunidade para fazer «justiça social»!

Defendo, ao contrário do que diz a OCDE, que não é boa ideia tratar o setor privado como se trata o setor público. Aliás já discordava da OCDE no tempo de Sócrates. Não é uma boa ideia alargar, por via da criação de um imposto, os cortes de salários ao setor privado!

Como disse, e bem, o Ministro dos negócios estrangeiros no mês passado: "sendo o problema de Portugal o défice do Estado, é «injusto» querer que o setor privado tenha a mesma responsabilidade que o público de ajudar o país"!

Qualquer medida do lado da receita fiscal que afete os trabalhadores que sustentam Portugal, os trabalhadores do privado, só fará aumentar a injustiça social!!

É bom que se perceba que ninguém quer diabolizar a função pública, trata-se apenas de resolver o problema onde ele existe. Ora se o défice é PÚBLICO, tem de ser por força da redução da despesa PÚBLICA que o problema tem de ser resolvido!

Ninguém se pode esquecer que a média dos salários e pensões no setor público é maior que no privado. E que no setor privado o desemprego é maior, a instabilidade do emprego é diferente. E o setor privado já poupou em tudo o que podia poupar para pagar os impostos exigidos pelo Estado!

Aliás, há várias formas de aplicar reduções sectoriais! Querendo, com coragem, este Governo pode continuar a resolver o problema no lado da despesa, o setor público.

O Governo deve focar-se em responder aos problemas de Portugal. É bem mais importante do que preocupar-se com o que as pessoas dizem!

A JSD Odivelas deseja uma boas férias para quem terminou recentemente os exames/testes/avaliações, bem como quem faz agora uma pausa nos vários meses de trabalho.

Desejamos uma boa continuação a quem já está de férias e um bom regresso ao trabalho para quem já terminou o seu período de descanso!

A JSD Odivelas e o Kont@cto regressarão em breve, sempre com a força, dinâmica e iniciativa que nos caracterizam! Marcando o «ritmo» político em Odivelas!


JSD: A marcar uma geração!

Como é do conhecimento público, por incúria dos sucessivos Executivos Municipais Socialistas de Odivelas, mas sobretudo de Loures, nunca o Concelho de Odivelas teve uma palavra de decisão sobre a gestão de resíduos no seu próprio território.

Passados quase 14 anos de existência, Odivelas continua a ter a recolha de lixo, o sistema de águas, saneamento, etc por conta da vontade dos «amigos» dos Serviços Municipalizados (SMAS) de Loures.

É hoje, por demais evidente que, os SMAS de Loures não respondem às necessidades da população do Concelho de Odivelas. No caso da recolha de resíduos/lixo a situação é gritante!

Odivelas necessita de inovação e, sendo a gestão de resíduos uma componente tão importante num Concelho, é fundamental investir em novos sistemas de gestão de resíduos de modo a servir a população da melhor forma.

Os SMAS de Loures não apostam na inovação, ao contrário de outros municípios da região de Lisboa que já integram inovadores sistemas de gestão de resíduos e com isso também perde Odivelas. 

Um exemplo relativamente à recolha do lixo. Já existem sistemas que monitorizam o nível de enchimento de ecopontos (como está apresentado na figura do lado). Deste modo, é possível fazer-se um planeamento dinâmico com bases nos dados resultantes da monitorização e do ponto de vista energético é totalmente autónomo.

Os benefícios deste sistemas consistem em:
  • Optimizar rondas evitando deslocações para recolha de contentores pouco cheios
  • Evitar a frequente acumulação de resíduos junto dos contentores
  • Caracterização da quantidade de resíduos produzidos por localidade sem deslocações
Este é apenas um exemplo entre muitos outros que podem ser aplicados. É importante que o Concelho de Odivelas tenho possibilidade de adoptar medidas de gestão de resíduos mais eficientes e que sirvam melhor a sua população. 

Em Novembro do ano passado foi aprovada em reunião da Câmara Municipal de Odivelas a denúncia do acordo referente à prestação de serviços pelos SMAS de Loures no concelho de Odivelas. Oxalá se concretize! ODIVELAS MERECE MELHOR!


Comemoraram-se neste mês de Julho, as célebres Festas da nossa Cidade, da autoria da Junta de Freguesia de Odivelas.

Ao contrário do que até hoje se tinha feito, o actual Executivo da JFO (PSD), sob a liderança do nosso companheiro, amigo e Presidente Vítor Machado, apostou num modelo para as festas completamente inovador no seio do concelho, em que a principal prioridade foi clarividente: Não acarretar qualquer tipo de custos para a Autarquia com a feitura das Festas e protagonizar o maior evento Musical, Cultural e Desportivo de que há memória na Freguesia de Odivelas, sede de concelho.
A prova do magnânimo trabalho, preconizado por este Executivo JFO (PSD) ficou patente.

Para a Autarquia (e é bom que se diga!) os 12 dias deste Mega Evento custaram zero! Numa gestão cuidada e inteligente da coisa pública, o Executivo da Junta de Freguesia de Odivelas concessionou o espaço, através de concurso efectuado via plataforma do Ministério Público, de onde surgiu, (analisados os critérios estabelecidos pela JFO) a empresa que ficou responsável (Memórias e Sons Lda.) pela gestão de todos os espectáculos, artistas, gastronomia, diversões, etc. Como contrapartida financeira para a Empresa, foi-lhes atribuído todo o valor de receita de bilheteira dos Espectáculos, sendo que a Junta de Freguesia de Odivelas arrecadou ainda o valor da concessão estabelecido previamente com a mesma.

Feitas “as contas” importa realçar o seguinte:

As Festas da Cidade de Odivelas não só não acarretaram um único cêntimo para a 2ª maior Freguesia do País, como para além disso, deram a oportunidade à Autarquia de juntar à sua receita, o valor pecuniário atribuído à concessão do espaço. Temos de nos compenetrar que, nos dias que correm, as Autarquias não podem estar sujeitas a prejuízos brutais e descabidos com festas e foguetórios e se é um facto que elas não existem para gerar dinheiro, a realidade é que também não podem nem devem dar prejuízo!

Paralelamente ao modelo organizativo deste evento, o sucesso das Festas da Cidade 2012 também passou pelo leque de artistas que subiram ao Palco:
De entre todos, destacamos a incontornável abertura do Evento (5 de Julho) com os carismáticos Xutos & Pontapés, espectáculo presenciado por mais de 15.000 pessoas, o Tributo aos U2, o DJ Diego Miranda, que fez as delícias dos Jovens Odivelenses num espectáculo sonoro fabuloso, os célebres Azeitonas e os seus aviões, a Noite de Fado, com António Pinto Bastos e Lenita Gentil, o dia dedicado a todas as crianças, com um espectáculo de Avô Cantigas, a Noite Multicultural, o imperdível Quim Barreiros, que tal como em 2010 lotou o recinto de gente para o ver e ouvir, os famosos Quim Roscas e Zeca  Estacionâncio, num grande show de stand-up comedy que incluiu a vertente musical de João Paulo Rodrigues(vencedor de um recente concurso musical de imitações)  e para encerrar, a 16 de Julho, a actuação de Tony Carreira que deixou em apoteose os mais de 20.000 Odivelenses, dos 8 aos 80, que se deslocaram às Festas da Cidade de 2012 para delirar com tal actuação.


Embora as Festas da Cidade 2012 tenham tido uma fundamental componente musical e cultural, isso não impediu o Executivo da Junta de Freguesia de Odivelas de actuar no panorama desportivo.

A 11ª Légua Nocturna da Cidade de Odivelas, prova de atletismo enraizada na freguesia, viu este ano o seu status ser elevado, num evento que contou com 700 participantes, desde atletas de competição, participantes informais de atletismo e ainda todos os inscritos na Corrida Avós e Netos. Parafraseando o nome desta prova de atletismo, diríamos que este evento já se encontra a léguas das demais provas que se fazem no concelho, quer ao nível organizacional, quer mesmo a um nível profissional. De realçar ainda os poucos custos que a prova representou para a JFO. Quando não há dinheiro, inventa-se! É pena nem todas as Autarquias terem essa “sensibilidade”. Elevou-se a fasquia e esta corrida de 5 km resultou seguramente na melhor Légua Nocturna dos últimos anos.

Para além da Corrida de Atletismo, as frequentes actuações de artes-marciais no palco, de onde destacamos os grupos de capoeira e ainda as actuações dos grupos de dança, deram um colorido ainda maior a esta vertente desportiva na Freguesia.

A JSD Odivelas parabeniza todo o Executivo da Junta de Freguesia de Odivelas, na pessoa do seu Presidente Vitor Machado, pela realização das Festas da Cidade 2012 que resultaram no maior evento Musical, Cultural e Desportivo que Odivelas jamais tinha presenciado!

Relembramos ainda que foi um gosto poder partilhar estas Festas da Cidade com a Junta de Freguesia de Odivelas e em especial com todos os Odivelenses, tendo a JSD Odivelas tido o privilégio de participar e dizer “presente” em mais um enorme momento da nossa cidade!

O caso do ministro Miguel Relvas e da sua licenciatura relâmpago, depois de ter sido notícia em todos os fóruns de comunicação possíveis, pode perfeitamente encaixar-se no síndrome crónico de que os portugueses sofrem, de se importarem de forma inacreditável com problemas secundários. 

O caso de que se fala tem contornos que efectivamente o ultrapassam. E aí, poder-se-ia discutir o sistema de ensino, o processo de Bolonha, o carreirismo político-partidário. E discutir-se tudo isso dentro do nosso contexto de sermos portugueses, com as nossas inevitabilidades.

Mas o que verdadeiramente importou aos ofendidíssimos manifestantes foi a imoralidade. Esse imperdoável factor que, por sermos portugueses de bons costumes, não é compatível com o decurso da vida normal. Daí as manifestações à porta da Assembleia da República e os comícios literários pela imprensa e pelas redes sociais.

Ora, tal síndrome de que sofremos permite-nos escolher essa alegada causa de Estado - a imoralidade-do-número-de-créditos-da-licenciatura-do-ministro - como a causa central na nossa vida  de pequenos moralistas. 

Porque é incómodo muito maior, e dá muito trabalho, dedicarmo-nos a procurar soluções de emprego, crescimento, inovação, solidariedade. Pensar nesses problemas e que eles existem não é nada agradável. E este síndrome permite-nos essa alienação: escolher estas discórdias morais e irrelevantes e esquecer o essencial. Esquecer as reformas e a dificuldade de as implementar. Mas, enquanto continuamos a insistir nestas imoralidades, o resto vai andando. Se quiserem, centrem a discussão na estrutura dos problemas, e levem tempo a pensar e trabalhar para os ultrapassar. O emprego, a segurança social, o sistema de ensino.  A forma como são ou não educados os portugueses para investir e fazer crescer o país. 

A fronteira entre o essencial e o acessório, e as causas pelas quais nos manifestamos fazem toda a diferença naquilo que somos como povo. E as causas pelas quais os políticos têm que fazer defesa, ao invés de se dedicarem ao que têm que fazer no âmbito das suas funções, pelo mesmo princípio. Feliz, ou infelizmente, estas ilusões que tentamos interpretar como causas fundamentais dos nossos problemas, não passam de distracções de tempo e energia para o que verdadeiramente importa.



Já existia uma escola (EB1 Maria Máxima Vaz) mas a partir do passado mês de Junho passou a haver também uma rua com o nome da Professora e Historiadora Maria Máxima Vaz.

Esta justa e merecida homenagem que a Junta de Freguesia de Odivelas protagonizou a 27 de Junho, tem ainda maior significado, ou não fosse ela feita em vida. O facto de se agraciar alguém em vida, que se empenhou e empenha por ajudar a comunidade e a sociedade odivelense em particular, quer no plano educacional, quer no plano histórico, só dignifica ainda mais o acto que se presta.

Odivelas já tem assim (justamente diga-se!) uma rua com o nome de Maria Máxima Vaz. Esta foi a decisão da maioria esmagadora da Assembleia de Freguesia de Odivelas, (16 votos a favor, 3 votos em branco e 1 contra) que deliberou acerca desta homenagem em vida, no passado dia 30 de Abril de 2012.

Ao Executivo da Junta de Freguesia de Odivelas, na pessoa do Sr. Presidente Vitor Machado: Muitos Parabéns!

A todos aqueles que não se mostraram favoráveis a respeito de tal acção, deixamos o lembrete: as homenagens têm outro significado quando não são póstumas.

Mas se alguns só se lembram de prestar homenagens postumamente, felizmente há quem o faça em vida, com um significado claro de reconhecimento à própria pessoa homenageada.

Em 2010, já como Presidente do PSD e candidato a Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho propôs a criação do «Tributo Solidário».


«Tributo Solidário» tinha como objectivo a moralização das prestações sociais não contributivas, em especial do Rendimento Social de Inserção (RSI), defendendo-o e  credibilizando esta prestação social, fazendo que com que o RSI deixe de ser um “incentivo à ociosidade”!


Em Fevereiro de 2011 já chamava à atenção para "o peso do rendimento mínimo" e que um dia se teria de fazer justiça social e terminar com os subsídios (mal) pagos pelo Estado. Prestações sociais contributivas não são o mesmo de prestações sociais não contributivas!


Agora, a meio de 2012 (finalmente, digo eu!), o Governo com Pedro Passos Coelho como Primeiro-Ministro, vem anunciar que está a finalizar o diploma legal para regulamentação da moralização desta prestação social!


Pretendem-se que os beneficiários do RSI que tenham entre os 16 e os 60 anos de idade passem a ter de prestar 15 horas semanais de atividade em instituições sociais ou autarquias.


A atividade socialmente útil será uma nova figura legal introduzida no âmbito da alteração da lei que rege a atribuição do RSI. As 15 horas de atividade em instituições sociais ou autarquias passam a ser condição para manter o direito ao subsídio.


Às crianças, filhos dos beneficiários do RSI, será exigido que frequentem o ensino obrigatório e que estejam vacinadas.


Esta é uma medida que se espera tenha grande apoio por todos os Portugueses contribuintes e que defendem a justiça social! A verdade é que não é justo que os beneficiários de apoio financeiro do Estado vivam à custa dos contribuintes sem nada contribuírem para o Bem-Estar Social.


O que se pretende é que os beneficiários do RSI devam retribuir esse benefício em trabalho social ou com outra forma de retribuição à sociedade. O Decreto-Lei deve criar mecanismos que permitam aos beneficiários do RSI prestar serviço comunitário em diferentes sectores de actividade social.


Basicamente, quem recebe apoios sociais deve ter alguma forma para recompensar a sociedade que os apoia . Há imensos trabalhos que podem ser feitos e necessitam de ser feitos, por exemplo, ao nível dos Concelhos ou das Juntas de freguesia.


Para além do trabalho efectuado, desta forma poderemos motivar milhares de Portugueses, tirá-los de casa, dos bancos dos jardins e dos cafés, aumentado a sua auto-estima. Os beneficiários do RSI devem sentir-se úteis, o que é muito importante para o seu bem estar psicológico.

É importante que, de uma vez por todas em Portugal, se entenda que o RSI é um mecanismo de combate à pobreza possibilitando a indivíduos, e seus agregados familiares, a obtenção de apoios adaptados à sua situação, facilitando a satisfação das suas necessidades básicas e visando a inserção laboral, social e comunitária.


O OBJECTIVO DO RSI NÃO É VIVER DELE, É AJUDAR AS PESSOAS A SOBREVIVEREM ATÉ CONSEGUIREM ARRANJAR ALGO QUE SE POSSAM OCUPAR! A ociosidade não pode ser estimulada através das prestações sociais, paga por todos os contribuintes, os que trabalham!


Uma medida de justiça social que faz todo o sentido.


Ser Social-Democrata não é tratar tudo por igual, isso não é fazer justiça social. Justiça social é tratar igual o que é igual e tratar diferente o que é diferente.

JSD Odivelas

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