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Em 2010, já como Presidente do PSD e candidato a Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho propôs a criação do «Tributo Solidário».


«Tributo Solidário» tinha como objectivo a moralização das prestações sociais não contributivas, em especial do Rendimento Social de Inserção (RSI), defendendo-o e  credibilizando esta prestação social, fazendo que com que o RSI deixe de ser um “incentivo à ociosidade”!


Em Fevereiro de 2011 já chamava à atenção para "o peso do rendimento mínimo" e que um dia se teria de fazer justiça social e terminar com os subsídios (mal) pagos pelo Estado. Prestações sociais contributivas não são o mesmo de prestações sociais não contributivas!


Agora, a meio de 2012 (finalmente, digo eu!), o Governo com Pedro Passos Coelho como Primeiro-Ministro, vem anunciar que está a finalizar o diploma legal para regulamentação da moralização desta prestação social!


Pretendem-se que os beneficiários do RSI que tenham entre os 16 e os 60 anos de idade passem a ter de prestar 15 horas semanais de atividade em instituições sociais ou autarquias.


A atividade socialmente útil será uma nova figura legal introduzida no âmbito da alteração da lei que rege a atribuição do RSI. As 15 horas de atividade em instituições sociais ou autarquias passam a ser condição para manter o direito ao subsídio.


Às crianças, filhos dos beneficiários do RSI, será exigido que frequentem o ensino obrigatório e que estejam vacinadas.


Esta é uma medida que se espera tenha grande apoio por todos os Portugueses contribuintes e que defendem a justiça social! A verdade é que não é justo que os beneficiários de apoio financeiro do Estado vivam à custa dos contribuintes sem nada contribuírem para o Bem-Estar Social.


O que se pretende é que os beneficiários do RSI devam retribuir esse benefício em trabalho social ou com outra forma de retribuição à sociedade. O Decreto-Lei deve criar mecanismos que permitam aos beneficiários do RSI prestar serviço comunitário em diferentes sectores de actividade social.


Basicamente, quem recebe apoios sociais deve ter alguma forma para recompensar a sociedade que os apoia . Há imensos trabalhos que podem ser feitos e necessitam de ser feitos, por exemplo, ao nível dos Concelhos ou das Juntas de freguesia.


Para além do trabalho efectuado, desta forma poderemos motivar milhares de Portugueses, tirá-los de casa, dos bancos dos jardins e dos cafés, aumentado a sua auto-estima. Os beneficiários do RSI devem sentir-se úteis, o que é muito importante para o seu bem estar psicológico.

É importante que, de uma vez por todas em Portugal, se entenda que o RSI é um mecanismo de combate à pobreza possibilitando a indivíduos, e seus agregados familiares, a obtenção de apoios adaptados à sua situação, facilitando a satisfação das suas necessidades básicas e visando a inserção laboral, social e comunitária.


O OBJECTIVO DO RSI NÃO É VIVER DELE, É AJUDAR AS PESSOAS A SOBREVIVEREM ATÉ CONSEGUIREM ARRANJAR ALGO QUE SE POSSAM OCUPAR! A ociosidade não pode ser estimulada através das prestações sociais, paga por todos os contribuintes, os que trabalham!


Uma medida de justiça social que faz todo o sentido.


Ser Social-Democrata não é tratar tudo por igual, isso não é fazer justiça social. Justiça social é tratar igual o que é igual e tratar diferente o que é diferente.


No passado dia 10 de Julho, teve lugar, no Jardim do Largo Dom Dinis, a cerimónia de tomada de posse da recém-eleita comissão política da JSD Odivelas, que contou com a presença de representantes do PSD Odivelas, o presidente da Junta de Freguesia de Odivelas, Vítor Machado, a presidente da Regional de Lisboa da JSD e deputada na Assembleia da República, Joana Barata Lopes, da Nacional da JSD, o presidente, Duarte Marques e o vice-presidente, André Pardal, também deputados na Assembleia da República e ainda familiares e convidados que compuseram a plateia.

A cerimónia teve início com a passagem de testemunho de Aftab Tayob ao novo presidente da mesa do plenário, Paulo Pinheiro, que conduziu os trabalhos que se seguiram. Começando por chamar a discursar o presidente da comissão política cessante, proporcionou um momento engraçado, que deu azo a algumas gargalhadas, pelo facto de estar a chamar por si mesmo.

No seu discurso, Paulo Pinheirofez uma retrospectiva do que foi o trabalho da comissão política que presidiu, enfatizando alguns dos projectos realizados, como os torneios Odivelíadas 2011 e 2012, enquadrados no âmbito de uma das bandeiras da JSD Odivelas “Espírito Olímpico”, os Roteiros de Proximidade, em que foram visitadas todas as Freguesias do concelho de Odivelas e foram escutados os problemas e preocupações dos odivelenses, realçando ainda que não é só em campanha que este trabalho deve ser feito, mas sim de uma forma continuada e por fim a I Feira de Emprego de Odivelas, um projecto que não se limitou a falar de desemprego, mas sim a encontrar soluções, a dar ferramentas e a pôr em contacto o tecido empresarial de Odivelas com os jovens que procuram emprego.

Seguiram-se as intervenções de Joana Barata Lopes e de Duarte Marques que realçaram a importância que a JSD assume enquanto laboratório de ideias do PSD e enquanto agente activo na defesa dos interesses dos jovens junto do partido e dos decisores políticos, frisando que a JSD é uma estrutura autónoma do partido e que não se limita a pensar em políticas para os jovens, mas a política como um todo, referindo que as decisões que são tomadas hoje terão consequências no futuro dos jovens de amanhã. Destacaram ainda o importante papel que a JSD terá que assumir nas próximas eleições autárquicas, alertando também para um facto, só a escolha de pessoas com uma idoneidade inquestionável para encabeçar as listas é que poderá trazer bons resultados e começar a libertar a classe política do estigma da corrupção. Por fim louvaram a concelhia de Odivelas da JSD pelo excelente trabalho feito ao longo do mandato cessante, elogiando a equipa de trabalho e destacando o importante papel que a JSD Odivelas assume não só a nível regional, mas também nacional.

Para finalizar os discursos, e após a apresentação dos elementos da comissão política, que foram chamados à frente para que todos os presentes os pudessem reconhecer, foi a vez de discursar o novo presidente, Bruno Duarte.

O recém-eleito presidente, vice-presidente da anterior comissão política, começou por reconhecer e elogiar o excelente trabalho desenvolvido pela equipa presidida pelo companheiro Paulo Pinheiro, que elevou a fasquia em todos os projectos que abraçou, traçando o nível de partida para a nova equipa, assumindo que esta irá certamente fazer mais e melhor, aliando a experiência de alguns membros com a irreverência e inovação que os novos trarão. Referiu ainda que o concorrido acto eleitoral de dia 6 de Julho legitimou ainda mais a eleição da nova mesa e comissão política da JSD Odivelas, tendo sido com enorme alegria e sentido de responsabilidade que os seus membros tomaram posse, conscientes dos grandes desafios que o mandato dos próximos dois anos lhes trará. Bruno Duarte deixou ainda algumas mensagens ao PSD Odivelas, afirmando que o PSD terá de saber reconhecer o mérito do trabalho desenvolvido pela JSD e que esse reconhecimento terá de ser evidente em 2013.

No final da cerimónia e depois de encerrados os trabalhos, foi possível a todos os presentes conviverem descontraidamente durante um porto de honra, acompanhado pelo doce tradicional da nossa cidade, a marmelada de Odivelas.

A tomada de posse da JSD Odivelas já se encontra noticiada nos órgãos de comunicação social local, a que podes aceder pelos seguintes links:


http://odivelas-pt.info/site/imagens/438.pdf

A CDU tem empreendido uma campanha pelas ruas da freguesia da Ramada contra a sua extinção, na sequência da reforma administrativa das autarquias locais. A autêntica propaganda que o partido mais votado nos órgãos da freguesia, e que lidera o executivo, tem vindo a fazer, é visível sob as mais variadas e criativas formas: cordões humanos, panfletos pelas caixas de correio ou cartazes espalhados pela freguesia. 

Mas esta propaganda não passa de uma forma muito primitiva de lançar o pânico, e de obter dividendos políticos, pela qual também enveredou o Partido Socialista. 

Senão veja-se:

O memorando de entendimento assinado com a Troika pelo PS, ainda Governo em funções, prevê a redução do número de freguesias. Esta redução justifica-se por variadas formas, desde logo, pela necessidade de reorganizar um território cuja divisão administrativa global data do século XIX (ou seja, desde esta altura que o território está dividido administrativamente da mesma forma). As condições do território, em 2 séculos, estão necessariamente diferentes, as populações mudaram, os recursos mudaram. Existem freguesias em Portugal com cerca de 30 pessoas, actualmente. Existem outras com mais de 60.000. Há um desequilíbrio a todos os níveis na maioria dos municípios em Portugal, e é urgente reequilibrar o território, à luz de novas realidade.

O PSD tem agora que aplicar o memorando de entendimento, que entende como um compromisso assumido por Portugal com os seus parceiros internacionais. 

Um dos eixos da reforma administrativa é a reorganização das freguesias. Para que todos os intervenientes fossem chamados a participar, a reforma foi precedida de estudos e avaliações, cujos resultados vinham previstos no Livro Verde. Foi este o momento de discussão e de propostas para a criação do diploma legal que regulasse esta matéria. 

Agora, aprovada a Lei 22/2012, há que aplicá-la. E o que a lei prevê, para municípios de nível 1 como Odivelas, é a redução do número de freguesias até 55%. Odivelas tem 7 freguesias (Odivelas, Ramada, Caneças, Famões, Pontinha, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto), e portanto, mediante os critérios impostos pela lei, passaria a ter 4 freguesias. 

Mas, a lei prevê ainda um mecanismo para este tipo de municípios, como Odivelas, que permite uma majoração de 4 para 5 freguesias. Esta hipótese é apenas possível se a Assembleia Municipal se pronunciar nesse sentido.

Ora, no panorama actual de Odivelas, entende-se que para que possamos salvar a freguesia da Ramada da agregação a outra, é necessário votar favoravelmente na Assembleia Municipal a esta majoração. 

Mas infelizmente, e apesar de toda a propaganda dos últimos meses, a CDU e o PS estão contra esta hipótese. Pois, no momento em que tinham que afirmar esta posição na Assembleia de Freguesia, votaram contra a Moção apresentada nesse sentido pela bancada do PSD. Votaram contra a recomendação à Assembleia Municipal para que se pronunciasse no sentido de manter a freguesia da Ramada.

E, por outro lado, aprovaram - com os votos contra do PSD e do CDS - uma Moção para que a Assembleia Municipal não se pronuncie sequer sobre a reforma, se mantenha omissa no cumprimento daquilo que é imposto pela lei.

Nós vivemos num Estado de Direito! A lei que foi aprovada tem que ser cumprida, e é inútil que a Assembleia de Freguesia continue a discutir uma hipótese que já não existe, que é a manutenção das 7 freguesias! A Assembleia de Freguesia da Ramada serve os interesses da população da Ramada, e os membros eleitos do PSD defendem a manutenção da freguesia. Por isso, sempre votaram a favor das propostas que viabilizassem essa hipótese, ao contrário da CDU e do PS.

Para que fique claro: a CDU e o PS preferem ficar em silêncio quanto a esta reforma e não ficar com o ónus da mudança. Enquanto isso, perderam a oportunidade útil e em sede própria - na Assembleia de Freguesia - de lutar seriamente pela freguesia.

O PSD não faz campanha nem propaganda. Prefere esclarecer e falar claro para a população. E prefere assumir os seus compromissos onde deve fazê-lo, nos órgãos próprios, ficando com o ónus de ter tentado salvar a Ramada quando outros cruzaram os braços.

Depois das eleições no passado dia 6 de Julho, as listas eleitas para a mesa e comissão política da JSD Odivelas anunciam a realização de uma cerimónia de tomada de posse, a efectuar-se no dia 10 de Julho, pelas 18:30 no Jardim D. Dinis, no Largo Dom Dinis (junto aos Paços do Concelho).

Será um evento em que se formalizará a passagem de testemunho dos antigos para os novos eleitos e que contará com a presença de todos aqueles que queiram assistir e conviver, numa tarde agradável e que promete ser o início de um grande projecto.

Vem e participa.

A JSD Odivelas foi a votos na passada sexta-feira, 6 de Julho, tendo sido eleita uma nova Comissão Política, liderada pelo companheiro Bruno Duarte, e uma nova Mesa do Plenário de Militantes, liderada pelo companheiro Paulo Pinheiro.

Depois de 2 anos de liderança do companheiro Paulo Pinheiro, teve lugar o acto eleitoral que elegeu uma nova Comissão Política e uma nova Mesa do Plenário até 2014.

Eis a lista completa da nova equipa:

COMISSÃO POLÍTICA

Presidente - Bruno Duarte

Vice-Presidente - Carla Marcelino
Vice-Presidente - Pedro Roberto
Vice-Presidente - Filipe Sanches

Secretário-Geral - João Correia

Vogal - Daniela Duarte
Vogal - Liliana Batista
Vogal - Helga Afonso
Vogal - Daniela Chaves 
Vogal - Pedro Cardoso
Vogal - Ana Catarina Gomes
Vogal - Maria Inês Almeida
Vogal - Rodolfo Cardoso
Vogal - Vasco Nascimento
Vogal - Ricardo David
Vogal - Rodrigo Pereira
Vogal - Jorge Miguel Peitinho 

Suplentes
Gabriel Faria
Débora Pereira
José Sousa
Maria Inês Roberto
Tatiana Azenha
Ricardo Oleiro
Élia Capitão
Bruno Guerreiro
Filipe Moreira

Vera Gomes

MESA DO PLENÁRIO DE MILITANTES

Presidente - Paulo Pinheiro
1ª Secretária - Tânia Bragança
2º Secretária - Ilda Bernardino

Suplente
Diogo Tomás

JSD Odivelas

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