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No passado fim-de-semana de 21 a 23 de Outubro realizou-se o XII Encontro Nacional de Juventude (ENJ), que se realizou na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, em Cascais.

A JSD esteve presente com mais de 40 jovens entre os 300 participantes jovens neste evento. Da JSD Odivelas estivemos 8 pessoas! Nunca a JSD esteve tão representada a nível nacional, tendo sido a primeira vez que a JSD Odivelas marcou presença (e logo com quase uma dezena de jovens)!

“Acho que foi pouco tempo”, “Devia ter-se aprofundado mais” e “Infelizmente não pude estar cá a tempo inteiro”: durante a realização do CNJ estas foram as frases que mais ouvi, o que significa que este evento pode crescer e dar mais aos jovens.

Na minha opinião pode "dar mais" na experiencia de trabalhar com pessoas que nunca conviveste antes, e a constatação que por vezes temas que achamos que conhecemos mas em que a nossa perspectiva muda na troca de experiências com outros.

Os temas de trabalho foram com base em conhecimento geral,
mas o que cativou os jovens foi o “aprofundar” em diversas áreas interligadas promovendo a troca de ideias e criando outras a partir da informação oferecida pelos formadores e convidados especiais.

No meu caso o workshop sobre o “Youth Work” foi importante para olhar de outra forma para o ensino em geral e identificar que a ENF - Educação Não Formal- poderia ser mais desenvolvida como em Inglaterra por exemplo. Neste grupo de trabalho contactei com pessoas independentes e representantes de associações juvenis de diversos tipos mas acima de tudo jovens como eu.

O convívio jovem neste congresso ficou marcado pela presença de jovens das mais diversas origens internacionais (Angola, Guiné, Espanha, Finlândia, Moldávia, Roménia e
etc.) que se fez sentir também nos eventos de animação cultural, principalmente no IGNITE(http://igniteportugal.clix.pt/), que proporcionou momentos de riso, reflexão, conhecimento, curiosidade e de intervenção entre o público e os oradores.

Outro momento alto foi a representação teatral proporcionada pelo grupo de teatro da Cova da Moura em que surpreenderam pela qualidade da sua performance e originalidade e porque contou também com a representação do público para possíveis soluções para os problemas sociais apresentados pelo grupo.

A maior queixa foi o factor tempo, motivado também pelos atrasos no início dos workshops e grupos de trabalho, mas a prontidão de ajuda e a presença visível do staff da organização da CNJ colmatou este pormenor
que influenciou para um “quero mais” por parte dos jovens em geral.

A escolha da escola de hotelaria do Estoril, na minha opinião, foi muito bem conseguida, pois esta possui condições fantásticas e a confecção dos pratos foi muito boa para os aproximadamente 250 jovens que também disfrutaram de bons meios de transporte para os hotéis.

Este congresso anual de jovens tem espaço para crescer, porque oferece uma importante ferramenta para nós jovens, a possibilidade de participação cívica, que actualmente poucos a têm, por isso como Fernanda Freitas no discurso de encerramento o disse “o que faz falta é informar a malta” para quem sabe no futuro contarmos com a presença acima dos 1000 jovens.

Obrigado JSD, por me proporcionares esta experiência única

No passado dia 4 de Outubro, a secretária-geral da JSD Odivelas, Carla Nazareth participou pela primeira vez num debate VOXX XXI, sob o tema de "As Bolsas e o Ensino Superior".

Recordamos que a JSD já participa e nunca faltou a nenhum debate VOXX XXI desde Fevereiro de 2010!
Somos a única juventude partidária do Concelho que podemos afirmá-lo! Foram mais de 20 debates e 13 participantes diferentes!

Podes ver aqui este debate na íntegra.

Aproveitamos para informar que no passado dia 25 de Outubro o Presidente da JSD Odivelas, Paulo Pinheiro, voltou a participar no VOXX XXI, debatendo as Políticas de Juventude no Concelho de Odivelas! Este debate será publicado em breve!

Os debates
VOXX XXI e que estão disponíveis online:

"As Bolsas e o Ensino Superior"(Participante: Carla Nazareth)
"A Criminalidade na Juventude"(Helga Afonso)
"Os Programas Eleitorais"(Paulo Pinheiro)
"A Intervenção Externa: Consequências" (Bruno Duarte)
"Imigração - parte I" (Tânia Bragança)
"Imigração - parte II"
"Geração Rasca, Geração à Rasca - parte I" (Paulo Pinheiro)
"Geração Rasca, Geração à Rasca - parte II"
"Emprego Jovem - parte I" (Paulo Pinheiro)
"Emprego Jovem - parte II"
"Comportamentos de Risco - parte I" (Daniela Duarte)
"Comportamentos de Risco - parte II"
"A Justiça - parte I" (Ana Isabel do Rosário)
"A Justiça - parte II"
"Os Poderes do Presidente da República - parte I" (Carla Sofia Marcelino)
"Os Poderes do Presidente da República - parte II"
"A sustentabilidade da Segurança Social" (João Almeida e Costa)
"Conselhos Municipais" (Carla Sofia Marcelino)
"Jovens Empreendedores" (Bruno Duarte)
"Portugal. A pátria" (Paulo Pinheiro)
"As Mulheres na política" (Alexandra Costa)
"Quando saio de casa" (Marco Almeida)
"Os Jovens e a Europa" (Carla Sofia Marcelino)
"Terminei o 12. ano. E agora, que futuro?" (David Castro)
"Ambiente e energia" (Pedro Roberto)
"Habitação" (Bruno Duarte)
"Emprego" (Paulo Pinheiro)
"Afastamento dos jovens da politica" (Marco Almeida)

Na passada quinta-feira, dia 10 de Outubro, realizou-se mais um plenário de militantes da JSD Odivelas, na secção concelhia. No mesmo compareceram vários militantes, entre os quais membros eleitos da Comissão Política. Os trabalhos do plenário iniciaram-se com a discussão sobre a situação política nacional, que incluiu temas variados, como o Orçamento de Estado para 2012 e suas implicações fiscais, propostas actualmente em discussão sobre arrendamento jovem, bolsas de estudo e acesso a determinadas profissões através de Ordens Profissionais. Foi ainda debatida a questão levantada pelo Presidente da Comissão PolíticaNacional, Duarte Marques, acerca da iniciativa de investigação criminal por gestão danosa dos políticos que antecederam o actual governo e
que terão responsabilidades na actual situação económica do país. Os vários militantes que acorreram ao plenário expressaram a sua opinião sobre estes assuntos, com incidência especial no futuro da juventude e encargos que terá em consequência da crise económica que atravessamos.

Em seguida, tendo em conta a hora tardia, o plenário votou favoravelmente à transposição do ponto da Ordem de Trabalhos sobre a análise da situação autárquica para um outro dia, com convocação extraordinária. Seguiu-se a apresentação, por parte da Comissão Política, do Plano de Actividades para o último trimestre do ano, com a informação de actividades já realizadas (distribuição de horários escolares, iniciativa junto dos Bombeiros Voluntários, visitas às freguesias da Pontinha e Póvoa de Santo Adrião, entre outras). Foi ainda dado conhecimento das iniciativas previstas até ao final do ano, que incluem a visita às freguesias da Ramada e Odivelas, a Juventude Solidária, uma actividade relacionada com a rádio-escola, a visita à Assembleia da República, uma actividade de cidadania sobre inter-culturalismo, entre outras.

No final, foi anunciada a renúncia da actual Comissão Política do PSD e a convocação de eleições antecipadas. Foram ainda dadas outras informações complementares.

(Mais um texto longo sobre a situação do país. Espero que valha o vosso tempo.)

A proposta de Orçamento de Estado para 2012, que será votada brevemente na Assembleia da República, tem vindo (e bem) a ser largamente discutida publicamente. Quer pelo nível de austeridade imposta (pelo acordo com a Troika e pelos últimos 20 anos de despesismo público), quer por se revelar o inicio de uma mudança histórica e ainda pela maior atenção de toda a população!
No centro de toda a discussão (erradamente, na minha opinião) tem estado a decisão dos cortes nos subsídios de férias e de Natal superiores a 1.000 Euros de toda a função pública e dos pensionistas! E pior, tentando comparar com o sector privado!

O que toda a gente se está a esquecer é que esta decisão, por injusta que possa parecer a todos os dependentes do Estado resulta da pré-falência do próprio Estado. Fazer isto, é uma tentativa de evitar a falência do Estado! O Presidente da República foi irresponsável ao fazer declarações pedindo "equidade fiscal", principalmente sabendo que o Estado está (quase) falido!

Mas falemos da "equidade":

1. Segundo um estudo recente do Banco de Portugal (BdP) - uma entidade pública - a função pública ganha em média mais 15% do que os privados e ainda por cima trabalha menos. A TVI revelou esse estudo aqui.

2. Perto de metade (48%) de trabalhadores do sector público têm salários acima dos 1.500 euros. São cerca de 450.000 funcionários públicos, 350 mil trabalhadores em funções públicas e de 100 mil trabalhadores do sector público empresarial, segundo o ex-secretário de Estado da Administração Pública.

3. Por hora, um funcionário público ganha quase o dobro que qualquer outro empregado do sector privado, para fazer exactamente o mesmo trabalho.

4. E mesmo assim trabalham menos horas!? Mas alguém do sector privado consegue sair às 17h30 como os funcionários públicos, se não tiver entrado pelo menos às 8h30? PORQUE É QUE NÃO FALAM NOS 30 MINUTOS A MAIS, POR DIA, QUE OS TRABALHADORES DO PRIVADO VÃO TER DE TRABALHAR? É que sem esta medida, o privado já trabalha mais 2/3h por dia que o sector público!

5. Esse mesmo estudo lembra que os funcionários públicos não podem ser despedidos. No entanto, em Portugal há mais 300.000 desempregados do que havia em 2005, à custa do sector privado!

6. É justo serem todos os contribuintes a sustentar esta disparidade? Os mesmos do sector privado que, directa e indirectamente, já vêm os seus ordenados ser reduzidos desde 2008? Os que são despedidos e os que podem ser?

7. Como é possível o salário médio na RTP ser superior a 40.000 Euros por ano?? Uma entidade que recebe 200 milhões de euros por ano de todos os contribuintes?

8. Porque que razão devem os funcionários públicos receber mais para mesma função? Não devem antes receber aquilo que os contribuintes podem pagar?

9. As irmãs solteiras dos empregados da CP podem viajar de comboio de borla porquê?

10. Por que razão recebem os funcionários das empresas públicas de transportes prémios por cada dia de trabalho concluído – além do salário –, ou mesmo subsídios de 230 euros mensais caso o trabalhador não falte nenhum dia num mês? Porque é que os trabalhadores das empresas de transportes têm tantas regalias?

Acham, ainda assim, razoável reclamar?

Era preferível sofrerem um corte de 25% no salário ou despedir 30% dos funcionários públicos, como na Grécia? Ou 500.000 como no Reino Unido? A alternativa ao corte dos subsidios de férias e Natal seria a redução de 14% de todos os salários (os 14!) ou o despedimento de 100.000 funcionários públicos! Preferiam?

Dado o acima, seria bem mais sensato ao Senhor Presidente da República e aos funcionários públicos que reclamam, pensarem melhor antes de falarem!

Há até quem diga que, para o bem do país, os funcionários públicos não devem voltar a receber subsídios na próxima década


E não vale a pena virem queixar-se com o corte de 5% no ano passado, que se mantem este ano. Esse corte não chega nem para pagar a dívida pública, só dá para os juros! Infelizmente, não é suficiente!

E ninguém se esqueça, cortar nos subsídios dos funcionários públicos retirará a diferença, a mais, entre os funcionários públicos e o privado, mas SE QUISEREM CORTAR NO PRIVADO A CONSEQUÊNCIA SERÁ UM CORTE AINDA MAIOR NOS ORDENADOS DO SECTOR PÚBLICO!

Porquê? Simples, porque tal como expliquei num post de Agosto, o Estado não tem receitas! É o dinheiro dos impostos das pessoas que serve para pagar os salários no sector público! Sim, os funcionários públicos também pagam - 20%/30% todos os meses - mas e os outros 70%/80%? Quem garante? A resposta: são os impostos de todos os que não são do sector público!

Portanto, ganham muito acima da média do sector privado, os tais que lhes pagam os salários através dos impostos. Fica a pergunta: Conhecem mais algum sector onde o empregado ganhe mais que o patrão? O que o sustenta?

Ninguém pense que esta redução da despesa pode ficar por aqui!
Propus em 2010 e volto a reafirmá-lo: Tem de se introduzir por 10 anos a regra 5:1 (nos primeiros 5 anos) e 3:1 nos 5 anos seguintes, na função pública! Por cada 5 funcionários que saem (por reforma ou rescisão) entra 1 funcionário público. Sem falhar, sem fugir ao compromisso, ao contrário do que fez o Governo anterior!!

A despesa pública actualmente é cerca de 50% do PIB! Em 3 anos o total da despesa pública TEM de diminuir em 10% do PIB, com excepção dos subsidios de desemprego e reformas!

A VERDADE: Há 4,5 milhões de Portugueses que dependem do Estado! 80% da despesa pública, 42 mil milhões de euros! Se nada for feito, para além de entrarmos em default, a Segurança Social estará falida em 2036 e acaba-se em definitivo o "sonho do Estado Social"!

ALGUÉM ACREDITA QUE PODEMOS CONTINUAR
A TER ESTA VIDA? A VIVER ASSIM?

A vida económica portuguesa, como todos sabemos, encontra-se em situação de verdadeira "emergência", "instabilidade", "crise", ou qualquer um outro substantivo que bem qualifique aquilo que, na verdade, é não mais que a falta de dinheiro. O que nos aconteceu afinal? Como chegámos aqui? Estas questões passam por todos nós sem resposta, nem alento. Afinal, sempre foi assim e não soubemos? Também não sei.

Passando a vista pela história deste povo, a reflexão que me resta é sempre um pouco fatalista. Somos saudosistas e ficamo-nos com lembranças de antigamente, daquilo que fomos às séculos atrás, somos adeptos das mais elementares manifestações de alegria popular, da música, da selecção e do bacalhau. Mas, aquilo que sempre nos faltou..? Talvez nos tenhamos habituado a uma facilidade irreversível que nos concedeu um sonho de integração, internacionalização e que - décadas depois do mapa cor-de-rosa, nos dava finalmente um lugar junto dos outros. E nos dava, claro, dinheiro fácil e aliciante, sob o justo pretexto de desenvolvimento da periferia europeia. Mas, ressalve-se, a comunidade europeia não veio por mal, pelo contrário. Nós, portugueses talvez não tenhamos feito o nosso trabalho de casa. O que foi feito desse dinheiro? É certo que nos desenvolvemos, temos auto-estradas e centros comerciais, mas, não temos estruturas funcionais. Somos um país pensado para ser um estado social, mas sem recursos para o sustentar - já nem com o dinheiro dos outros. Ora, afinal, o que nos falta?

O Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, veio afirmar que este OE é o mais austero de sempre, mas que se cumprido, será o ponto de viragem. Ainda que todos tenhamos esperança que assim seja, contudo, resta ainda a perigosa questão: ainda que consigamos resolver o problema financeiro, vamos conseguir resolver o problema económico? Ou trocando por miúdos, depois de pagas as dívidas, se isso vier a acontecer, vamos finalmente crescer? Repare-se, já dizem os economistas que o crescimento implica produção, exportação, capacidade fiscal, emprego, consumo... Sem esses elementos, as dívidas suceder-se-ão até...nem queremos imaginar.

A Europa vive, também ela, um ponto de viragem, e com ela a Moeda Única. Dependemos dos nossos parceiros e eles dependem de nós para não derrocar. Mas aprendamos a lição que devemos aprender: a salvação vem de dentro para fora, não o contrário, tal como acontece com a destruição. E por isso, mais que nunca, devemos libertar-nos até ao máximo da dependência de terceiros para uma e outra coisa, e não esperarmos fruta a cair do céu. Porque de onde vem fruta vem mais tarde o pagamento. Mas não quero ser fatalista. Não são manifestações na rua que vão mudar alguma coisa - nem a morte do credor, como já ouvi - mas um espírito de justiça para com os contribuintes, consumidores, trabalhadores e - a contrario - a "punição" dos aproveitadores, preguiçosos e (ir)responsáveis.

No passado dia 8 do presente mês, a JSD Odivelas realizou mais uma visita, no âmbito do projecto "Roteiro de Proximidade", desta vez à freguesia da Póvoa de Santo Adrião. Realizou-se assim a quinta visita às freguesias após Caneças, Famões, Olival de Basto e Pontinha.

Na visita realizada no passado sábado, estivemos acompanhados por Domingos Cabaço, líder da bancada do PSD nesta freguesia, Bruno Correia, Presidente do Núcleo do PSD da Póvoa de Santo Adrião, Maria João Nascimento, deputada municipal do PSD em Odivelas e João Correia, eleito na Assembleia de freguesia da Póvoa de Santo Adrião. Iniciou-se este Roteiro com uma visita ao mercado e feira do levante desta freguesia onde pudemos contactar directamente com a população local, de modo a ouvir os seus problemas e ideias. Seguiu-se um percurso por algumas das forças vivas desta freguesia, começando pelo Grupo Recreativo Águias da Póvoa. Visitámos as instalações do grupo e ficámos a conhecer as dificuldades desta colectividade principalmente em contar com uma participação mais activa dos jovens da freguesia. A visita seguinte foi às instalações do agrupamento de Escuteiros 879 do Corpo Nacional de Escutas acompanhados pela Chefe Ana Santos. Aqui ficámos a conhecer as condições degradadas em que este agrupamento se vê forçado a reunir mas que apesar desta contrariedade realizam diversas iniciativas e actividades.

Este roteiro ficou caracterizado por uma grande proximidade à população pois tivemos a oportunidade de nos deslocarmos por entre as ruas da freguesia entre cada visita. Deste modo, foi também possível conhecer a Igreja Matriz que se encontra no centro histórico da freguesia e que dá vida ao largo Major Rosa Bastos.

Neste Roteiro de Proximidade também se aproveitou para melhor conhecermos o Parque das Rolas. Construído num terreno com cerca de 4ha, o parque é uma realidade gratificante, que nos traz esperança e dá exemplo do que deve ser uma prática urbanística esclarecida. Estamos perante uma obra exigente que nos transmite uma sensação de sossego e harmonia e por isso é um lugar que merece ser visitado.

Não terminámos a visita à freguesia sem falarmos com uma outra força viva desta freguesia ligada à Juventude e ao desporto, o Ténis Clube da Póvoa de Santo Adrião. Acompanhados pelo Presidente e fundador do clube, Prof. José Gaspar, que impulsionado por uma ideia convidou vários amigos, uns praticantes outros não, na constituição de um clube, uma vez que, estavam a ser construídos 2 courts de ténis na freguesia na altura ainda pertencente ao município de Loures. Tendo por base a dinamização, fomento e desenvolvimento do ténis na Freguesia e Concelho o clube foi fundado a 17 de Janeiro de 1990. Recentemente o clube viu o seu crescimento estagnar devido ao facto de as condições para a prática do ténis serem reduzidas tendo em conta a afluência de aulas e torneios que este clube realiza.

Para terminar o roteiro, visitámos o Chafariz d'el Rei. É um dos belos monumentos do género, datado do século XVIII com uma nau esculpida no centro do chafariz. Este foi totalmente recuperado no anterior mandato pelo PSD.

O fim da visita culminou com um almoço convívio, num restaurante da freguesia “O Pantanal”, entre todo o grupo da JSD Odivelas que esteve presente nesta manhã quente de sábado. Terminou assim mais um roteiro de proximidade onde contactámos e ouvimos a população local, ficámos a conhecer o trabalho de importantes forças vivas da freguesia da Póvoa de Santo Adrião.

A JSD continuará próxima da população das várias freguesias do concelho de Odivelas, indo directamente ao encontro das suas preocupações e dinâmicas.

Em breve teremos a próxima visita!

JSD Odivelas

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