Halloween Costume ideas 2015
Últimos Artigos
18 Anos Odivelas 38º Congresso PSD Actividades Administração Pública Alexandra Costa Ana Catarina Gomes António Costa Antonio Dias António Guterres As histórias de uma terra milenar Assembleia Municipal Odivelas Associações de Estudantes Áutárquicas Banco de Voluntariado Bruno Duarte Bruno Veiga Câmara Municipal de Odivelas Carla Nazareth Carla Sofia Marcelino Castelo de Vide Catarina Silva Comissão Política Comunicação Comunicado Comunicado JSD Odivelas Conselho Municipal da Juventude Crónica Daniela Chaves Daniela Duarte David Castro David Freitas David Pereira de Castro Débora Pereira Diogo Godinho Diogo Sousa Dívida Pública Educação Eleições Autárquicas Élia Capitão Em Kontacto Ensino Secundário Ensino superior Estamos Juntos Europa Falta de Ética Fernando Seara Filipe Moreira Filipe Sanches Finanças Públicas Formação Francisco Sá Carneiro Gabriel Faria Gonçalo Teixeira da Silva Guilherme Duarte Guilherme Prazeres Habita Aqui Hélder Silva Helga Afonso Helga Afonso e Aftab Tayob Inês Abrantes Inês Fonseca Joana Batista João Alcobia João Correas João Correia José Ricardo Dâmaso Jovem Autarca Jovens em Rede JSD JSD Distrital de Lisboa JSD Odivelas Juventude Juventude Social Democrata Liliana Batista Lisboa Manifesta-te Manuel Pereira Marco Almeida Margarida Balseiro Lopes Maria Inês Almeida Maria Luís Albuquerque Marisa Terenas Marta Pinto Mês da Cidadania Activa Mosteiro de Odivelas Nações Unidas NESD Secundário Odivelas ONU Opinião Orçamento para a Juventude Participação Política Partido Social Democrata Partido Socialista Paulo Pinheiro Pedro Cardoso Pedro Passos Coelho Pedro Roberto Pedro Roberto e Filipe Sanches Pedro Santana Lopes Plenário Concelhio Por um PSD mais PPD Portugal Programa Proposta de Recomendação PSD PSD Odivelas Recolha de Bens Regresso às Aulas em Grande Ricardo David Ricardo David e Tiago Duarte Robert Schuman Rodolfo Cardoso Rodrigo Pereira SOS J Tânia Bragança Tatiana Azenha Tiago Gonçalves Duarte Unir o Partido Ganhar o País Universidade de Verão 2017 Universidade de Verão 2018 UV Voluntariado Jovem

No passado dia 30 de Setembro, a JSD Odivelas participou numa formação sobre “SBV – Suporte Básico de Vida”.

Esta formação decorreu no quartel dos Bombeiros Voluntários de Odivelas, onde o bombeiro Pedro Lagos se disponibilizou a transmitir nos alguns conhecimentos sobre aquilo que é o seu dia-a-dia e onde também tivemos oportunidade de fazer mais um módulo de formação , no seguimento da formação anteriormente realizada no dia 5 de Julho, com o Plano Municipal de Emergência.

Nesta formação assistimos a uma apresentação sobre como se deve proceder quando realizamos uma chamada de emergência, pois, apesar de para a maioria dos cidadãos parecer muito simples, ligar para o número 112 requer imensa calma para que quem está do outro lado da linha possa resolver a nossa situação o mais rapidamente possível; foi esta a principal mensagem que nos foi transmitida.

No âmbito do SBV, aprendemos não só como abordar uma vítima inconsciente mas também a realizar compulsões e insuflações assim como várias manobras importantes, entre elas a Manobra de Heimlich. Este módulo teve duas vertentes: a Pediátrica e a Adulta, embora esta última tenha sido a mais abordada.

Ter conhecimentos em Suporte Básico de Vida pode fazer a diferença entre a vida e a morte numa situação de aflição, pois, por vezes o SAV – Suporte Avançado de Vida, já chega tarde demais e a probabilidade de sobrevivência decresce entre 7 a 10% em cada minuto.

Entre dúvidas e questões lançadas por vários membros da JSD Odivelas, ainda houve tempo para que alguns pudessem praticar um pouco as 30 compulsões, a um ritmo de 100 por minuto assim como ainda houve também voluntários para realizar a Manobra de Heimlich.

Dado o interesse dos formandos, no fim da apresentação o bombeiro Pedro Lagos partilhou algumas das suas experiências connosco, o que fez com que nos levasse a pensar que não é de tudo fácil a vida de um bombeiro, e que por vezes estes põem em risco a sua própria vida para que a de outra pessoa seja salva. Contudo, o adjunto de comando Nelson Viana após ter regressado de um incêndio, não deixou também de nos transmitir que salvar uma vida é a melhor parte de “Ser Bombeiro”.

Para concluir, a JSD Odivelas mostrou de novo interesse em realizar outras formações
que os Bombeiros Voluntários de Odivelas tenham para nos oferecer, pois concordamos que estes conhecimentos são muito importantes na nossa vida e que é necessário sabermos agir em situação de ataque cardíaco ou paragem cardio respiratória.

De notar que emitimos um comunicado de imprensa neste sentido, que já está disponível aqui.

Comemoram-se hoje 101 anos do golpe republicano, em 1910, que proclamou a República Portuguesa, iniciando o actual sistema de governo e pondo termo à monarquia constitucional parlamentarista.

A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.

Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira!

Recordamos o trabalho da JSD Odivelas sobre o centenário da República, que se celebrou no ano passado!

" A vitória pertence aos custos", já o disseram muitos autores da ciência económica! É muitas vezes através da redução destes que se consegue viabilizar muitos negócios, actividades e países!

Como tal, um orçamento analisa-se sempre pelo lado da despesa e não da receita! Por muita receita que haja, se a despesa for incomportável, de nada adianta a realização de rendimentos ou a manutenção da fonte produtora! Como todos sabem, a única receita de um Estado são os impostos!

Ora, o aumento dos impostos faz automaticamente contrair a economia. O que o Governo anterior deveria ter feito era diminuir progressivamente o Orçamento Estatal anual, de modo a diminuir a receita proveniente dos impostos por contrapartida da diminuição drástica da despesa primária (corrente) do Estado! O «Orçamento zero» que tanto deu que falar, tem de ser implementado efectivamente! E tem de ser o PSD a fazê-lo!

Como não foi feito ainda, o actual Governo teve de tomar medidas, provocando o agora inevitável novo aumento de impostos antes do final do ano, o que fará com que o desemprego se mantenha acima dos 10% e que poderá aumentar até aos 15% até 2015! Um responsável do Ecofin afirmou (há cerca de 6 meses): "Portugal terá de fazer em três anos, o que não quis fazer nos últimos vinte"!

O problema é que esta asfixia da despesa do Estado, impostos altos,
muita burocracia, corrupção quase ao nível da América Latina, pouca justiça e muito morosa, mercado laboral (ainda) pouco flexível, faz com que ninguém no exterior se interesse por investir em Portugal, fazendo diminuir e muito o crescimento económico! Já o FMI o dizia em Janeiro de 2010!

Portugal só será um país com futuro se conseguir atrair investimento estrangeiro! E ninguém tem dúvidas que só com crescimento económico se pode aumentar o emprego!

CORTE NA DESPESA


Temos agora de ter uma maior ambição no corte da despesa do Estado, nomeadamente ao nível dos consumos intermédios (em que o Governo anterior não apresentou qualquer esforço de redução como se pode verificar pela fraca execução orçamental do 1.º semestre de 2011 - antes das eleições legislativas) e um corte ainda maior nos subsídios canalizados para o Sector Empresarial do Estado (SEE), aplicando um corte de, no mínimo, 10% - 5% relativamente a 2010 (equivalente em taxa de esforço ao corte de vencimentos na Função Pública) e num corte adicional de 5% referente a 2011.

Deverão ser tomadas, no imediato, medidas de poupança racional (para além do que está previsto no acordo com a Troika) como, por exemplo as seguintes 10:

1. Utilização por parte de TODO O SECTOR ESTADO de software de open source em detrimento de software patenteado, permitindo poupanças imediatas de dezenas de milhões de euros, devendo ser analisados os contratos em curso que possam implicar indemnizações aos fornecedores deste software, por forma a evitar que a implementação com software mais barato seja onerosa no curto prazo.

2. Alienação de milhares de carros do Estado e substituição por carros eléctricos, permitindo reduzir os consumos de combustível do sector Estado ao Governo unicamente, promovendo a eficiência energética e cumprindo os objectivos dos carros eléctricos e o contrato com a EDP.

3. Fundir e extinguir, efectivamente, a maioria das empresas públicas municipais, de fundações públicas de direito privado e de sociedades anónimas de capitais públicos, conforme prometido na campanha eleitoral!

4. Implementar mais cortes no âmbito das propostas do "Cortar na despesa" resultantes da auscultação pública do Gabinete de Estudos do PSD criada em 2010.

5. Fim dos cartões de crédito, telemóveis, etc no sector Estado.

6. Congelar os salários da função pública (a Itália já o fez, mesmo sem intervenção externa) até Portugal registar crescimento económico superior a 3%

7. Para além da privatização (parcial) da RTP, acabar com os subsídios anuais para orgãos de comunicação social e Regiões Autónomas

8. Concretizar, para além da reforma nas Autarquias Locais, a redução de deputados na Assembleia da República de 230 para 180, com efeitos (ambas) já em 2013 e 2015, respectivamente.

9. Introduzir o limite ao défice e dívida pública na Constituição da República Portuguesa. Para começarmos todos, e em definitivo, a trabalhar em favor dos impostos que são angariados e não pôr os impostos ao serviço dos caprichos públicos! Espanha vai fazê-lo! Nós vamos acompanhar ou ficaremos novamente para trás?

10. Concretizar a extinção da Parpública
e transferência de todos os activos e passivos para a CGD.

Este corte adicional da despesa deverá servir para diminuir drasticamente o sobre-agravamento fiscal previsto nos próximos anos
, quer em matéria de subida da taxa máxima do IVA, quer no que respeita às despesas sociais das famílias para efeito de dedução em IRS e aumentos das taxas de IRS (medidas repetidas nos sucessivos OE's de anos anteriores).

E ATENÇÃO: Esta "dieta orçamental" tem de durar pelo menos nos próximos 20 anos, tantos como os últimos de devaneio e loucura de gastos públicos! Temos de progressivamente nas próximas 2 décadas continuar a cortar na despesa, principalmente Estatal, de modo a que o esforço que a nossa geração e a seguinte terão de suportar, tenha valido a pena! O Estado só deve estar onde a sociedade não conseguir!

CORTE NA DÍVIDA PÚBLICA


É preciso impedir ainda mais o aumento da dívida pública e, portanto, controlar com todo o rigor a derrapagem da despesa ao longo do ano orçamental. Se o ministro das Finanças não tem todos os meios jurídicos necessários para o fazer, deve pedir mais - deve pedir tudo o que faltar. A lei do Orçamento pode conferir-lhe, ano a ano, esses poderes adicionais. Por outro lado, gastar mais do que o previsto em cada orçamento gera responsabilidade (financeira e, por vezes, terá de o ser também penal conforme referi num post no mês passado) dos ministros/gestores/administradores/Presidentes/etc gastadores!

PRIVATIZAÇÕES

As privatizações são, sem dúvida, umas das formas de diminuir rapidamente a divida pública e que inevitavelmente libertam a economia do controlo do Estado. No entanto, há vários analistas que defendem que o Governo deveria emitir obrigações convertíveis em acções no capital das empresas públicas a privatizar (exemplo: Galp), em vez de alienações directas de parte do capital, o que deverá ser tido em consideração!

PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO ESTATAL

O Estado dispõe de um vasto património imobiliário. Tão grande que nunca foi possível (desde Salazar) elaborar o respectivo «cadastro». É altura de programar a sua alienação faseada ou, em certos casos, a concessão da sua exploração a privados - como se fez, com êxito visível, com a rede das Pousadas de Portugal.

SISTEMA FISCAL

O anterior Governo foi o campeão da dívida pública acumulada, mas também o foi em termos de legislação publicada
, difusa e de "complicação" do sistema fiscal Português.

A OCDE já publicou um relatório em que considera que o sistema fiscal é muito complexo e que a solução de problemas com os contribuintes é morosa e ineficiente, contribuindo para aumentar os litígios nos tribunais. Segundo o relatório, a instabilidade das normas fiscais serve de obstáculo ao investimento e as empresas vêem-se obrigadas a destinar mais recursos às actividades tributárias do que à produção de bens e serviços.

A OCDE considera também que o sistema fiscal está muito concentrado na Administração Central, com as autarquias a desempenharem um papel secundário. Para a OCDE seria bem-vindo um alinhamento das receitas e das despesas ao nível local como forma de melhorar a eficiência dos serviços públicos locais.

É curioso o PS Português vir agora tentar copiar as medidas que o Governo Espanhol tomou há 1 ano atrás, mas esquecer-se que os Socialistas Espanhóis o fizeram à custa do aumento do imposto sobre o tabaco e o fim de apoios aos desempregados!

Os Socialistas conduziram o País à falência, consequência das medidas de «novo riquismo» desde 1996, tendo a forte derrapagem orçamental em 2010 sido a gota de água para o fim da credibilidade externa da política económica e financeira e provocado uma forte deterioração das condições de financiamento externas no País!

Este Orçamento de Estado não pode ser mais um plano desesperado de apenas medidas de carácter financeiro, antes uma resposta coerente e programada visando, a promoção do crescimento económico e a defesa do emprego.

O OE 2012 terá de ser o inicio do fim do Portugal do Socialismo, para passar a ser o Portugal das oportunidades, do progresso, do crescimento e do mérito social!

Na sessão da Assembleia Municipal realizada no passado dia 26 de Setembro, a JSD, através dos deputados municipais Bruno Duarte e Maria João Nascimento, ambos da bancada do PSD, apresentaram duas recomendações ao Executivo Municipal de Odivelas, uma no âmbito da ajuda aos clubes e associações desportivas locais e outra sobre dar oportunidade as Juntas de Freguesia do concelho de Odivelas de estabelecerem um protocolo com a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) para o aproveitamento de refeições desperdiçadas para as famílias carenciadas.

No que respeita a Recomendação para a atribuição de apoios financeiros aos clubes do Concelho, tendo em conta que nos encontramos no inicio da época desportiva e tendo em atenção que é nesta fase que os clubes defrontam maiores dificuldades financeiras, nomeadamente devido ao montante avultado que tem de suportar relativo as inscrições de atletas, treinadores, dirigentes e corpo clínico junto das Associações/Federações respectivas, a JSD, através do deputado municipal Bruno Duarte, a titulo pessoal, recomendou ao Executivo da Câmara Municipal de Odivelas (CMO) que averigue a possibilidade de aderir ou estabelecer protocolos com as Associações e Federações desportivas de Portugal, para que, através do pagamento dos apoios no âmbito do PADO durante os primeiros meses do inicio da época desportiva, os clubes já assinalados acima possam fazer face as dificuldades financeiras agravadas do inicio de época e garantam o pagamento das inscrições federativas/associativas.

Realçando o facto desta proposta de recomendação se enquadrar inteiramente no PADO, logo não estando em causa nenhuma verba extra, pretende que estes potenciais protocolos entre a CMO e as Associações e Federações desportivas de Portugal crie condições mais favoráveis dos clubes locais realizarem as suas inscrições, garantindo o bom funcionamento dos mesmos, dando possibilidade a tantos jovens de praticar Desporto.

De notar que esta Recomendação foi feita antes do término do prazo para as candidaturas ao PADO por parte dos clubes do Concelho, de modo a ser possível ter atenção a estas reivindicações antes do prazo de apreciação das referidas candidaturas.

No que respeita a Recomendação sobre o Direito a Alimentação, apresentada pela deputada municipal Maria João Nascimento, em representação da bancada do PSD, vem no seguimento de uma proposta já apresentada em sede de Assembleias de Freguesia do nosso concelho, para que as Juntas de Freguesia estabelecessem protocolos com a AHRESP de modo a que o desperdício alimentar diário de empresas, restaurantes, cantinas sociais, supermercados e outros serviços ligados a restauração, revertesse em refeições condignas para famílias com graves carências económicas.

Esta recomendação que foi aprovada nas Assembleias de Freguesia da Pontinha, Póvoa de Santo Adrião, Ramada e Odivelas, no passado mês de Dezembro, tem suscitado interesse em algumas freguesias, principalmente em Odivelas, contudo há um impedimento, já que a AHRESP só poderá estabelecer protocolos com as Juntas de Freguesia caso o Município respectivo já tenha um protocolo prévio, no âmbito do acordo realizado entre a AHRESP e a Associação Nacional de Municípios.

De modo a desbloquear esta situação, a JSD, em sede própria - Assembleia Municipal - apresentou esta recomendação para que o Município de Odivelas também estabelecesse um protocolo com a AHRESP de modo a permitir que as Juntas de Freguesia interessadas pudessem avançar com este projecto.

Seja através do Desporto, da promoção do movimento associativo, como na solidariedade social, a JSD pretende resolver os problemas da população Odivelense. Entendemos assim representar da melhor forma os interesses da população, respeitando o voto de confiança que nos deu nas últimas Eleições Autárquicas. E assim continuaremos, em prol do desenvolvimento das pessoas de Odivelas, em especial as gerações mais jovens.

A JSD de Odivelas levará a cabo hoje, sexta-feira dia 30 de Setembro, em colaboração com os Bombeiros Voluntários de Odivelas, uma formação em Suporte Básico de Vida, destinado a jovens munícipes, militantes e não militantes, a partir das 21h nas instalações da referida corporação de Bombeiros.

O Suporte básico de Vida é o conjunto de medidas e procedimentos técnicos que objectivam o suporte de vida à vítima, até à chegada do transporte até o hospital, traçando um padrão para atendimento, tendo como objectivo principal não agravar lesões já existentes ou gerar novas lesões.

A JSD Odivelas, sendo constituída por jovens munícipes com orientação política e acção cívica, entende que este tipo de conhecimentos poderá fazer com que o risco de morte seja menor, através de uma adequada ajuda em caso de emergência. Pretende-se, assim, abranger mais um âmbito e sector da nossa realidade quotidiana: a saúde da população.

Deste modo e tendo em consideração a importância que tem a protecção da vida humana, trata-se também de um âmbito do qual nós, JSD Odivelas, gostaríamos de enriquecer o nosso conhecimento, para sensibilizar a população para esta realidade.

Recordamos que esta é a nossa segunda actividade, este ano, de formação para situações de emergência! Em Julho realizámos uma formação sobre o Plano de Emergência Municipal!

Pelo nono ano consecutivo, através da parceria entre o Instituto Francisco Sá Carneiro, o PSD, o Partido Popular Europeu e a JSD, realizou-se a Universidade de Verão. Trata-se da melhor organização de formação política do país, não só reconhecida por nós, mas por várias personalidades nacionais e internacionais, como um exemplo ímpar a nível europeu.

É uma semana, e não de umas escassas horas, de intenso trabalho, desde a manhã até à noite, contando com aulas com personalidades de reconhecido mérito, actividades de grupo, jantares-conferências e simulações. Desde o Ambiente à Administração do Estado, desde a Cultura à Comunicação, desde a Social-Democracia à Economia, desde a Europa ao Mundo, uma centena de alunos por ano discute a sério todas estas temáticas, aprende a trabalhar em grupo e como intervir. Há várias regras essenciais, mas destaco duas, que são raras neste tipo de formações:

1 - ninguém sai calado! Todos os alunos têm de participar pelo menos uma vez.
2 - Pontualidade. Um dos factores da fraca competitividade do nosso país, é a pouca importância que damos a cumprir horários. Na Universidade de Verão nada começa nem acaba atrasado.

Na edição deste ano, houve personalidades como Prof. Nuno Crato, Dr. Miguel Relvas e o Prof. Vítor Gaspar - e a Senhora Presidente da Assembleia da República, Dra. Assunção Esteves, Mário Soares, ex-Primeiro Ministro e Ex-Presidente da República, Mariano Rajoy, Presidente do Partido Popular Espanhol e futuro Primeiro-Ministro de Espanha, o Director da área de Economia das Alterações Climáticas, Grupo de Energia e Ambiente, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em Nova Iorque, Eng. Jorge Moreira da Silva, Dr. Manuel de Lemos, Presidente da Confederação Internacional das Misericórdias, o ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros e ex- Comissário Europeu Prof. João de Deus Pinheiro, Dr. Henrique Monteiro, Jornalista e Vasco Graça Moura, escritor e ex-Eurodeputado e o Dr. Tomaz Morais, Seleccionador Nacional de Rugby. Verdadeiramente, um elenco de formadores de luxo!

Este ano quatro membros da JSD Odivelas tiveram a oportunidade pertencer aos cem alunos: o Vice-Presidente Pedro Roberto e os Vogais Filipe Sanches, Tânia Bragança e David Castro. Estes membros da Comissão Política de Odivelas, tiveram oportunidade, como já tiveram eu próprio, Paulo Pinheiro, os Vice-Presidentes Carla Sofia Marcelino e Bruno Duarte, a Secretária-Geral Carla Nazareth e António Dias, de testemunharem activamente esta grande formação essencial ao exercício de uma política mais responsável, mais eficaz e mais ética!

E é isso mesmo que esta actividade de formação política representa: uma melhor Política, uma nova geração de políticos! Mais capacitados, mais conscientes, mais rigorosos, mais informados e mais empenhados. Querer ter mais formação é sinal de evidente noção que a actividade política deve ser sempre feita com a mais elevada responsabilidade para com os representados, tendo sempre em mente o Bem Comum e o Interesse Público. Estarmos cada vez mais capacitados, a vontade que isso aconteça e lutar para que isso seja apanágio e regra na Política é um dever, não um direito.

Desdenhar e rejeitar a formação política já não tem hoje lugar em Política. Já não é um direito, é um dever e isso tem de ser exigido por todos: militantes dos partidos, intervenientes cívicos, todos os cidadãos de bem.

A JSD deu claramente esse sinal, não só com a realização destas nove edições da Universidade de Verão e de outras iniciativas e posições políticas, mas com a revisão dos seus Estatutos no seu último Congresso, quando introduziu a seguinte norma:

ARTIGO 138.º
(Dever de Formação Política)
1. Os membros eleitos dos órgãos executivos nacionais, regionais e concelhios da JSD e todos os eleitos e nomeados da JSD para cargos públicos devem frequentar, no prazo de um ano
após a respectiva eleição ou nomeação, uma formação básica sobre aspectos essenciais do sistema político e da gestão pública.

De referir que a Universidade de Verão nasceu desta necessidade de uma nova geração de políticos com maior exigência ética e de maior responsabilidade social! O grande responsável desta obra, tendo sido sempre o "Reitor" desta Universidade, é o eurodeputado Carlos Coelho, antigo Presidente da JSD! Um homem que sempre lutou para que a formação política de excelência fosse a base de uma nova geração de políticos.

Sinto-me honrado de ter participado na edição de 2008 e de ter sido convidado desde então como Conselheiro desta Universidade! Fazer parte de uma organização de tão elevado valor e importância, ajudando na formação política das novas gerações, encaro como uma grande responsabilidade, e ao mesmo tempo como um privilégio pela confiança em mim depositada.

Liderar e elevar a fasquia através exemplo, é esta a postura da JSD!

Formar para Vencer!

Saber mais para fazer avançar Portugal!

Mais um inicio do ano lectivo, mais um ano com horários JSD!

Reconhecendo a importância
dos jovens, em especial dos estudantes, a JSD Odivelas decidiu celebrar novamente o inicio das aulas marcando presença nas cinco escolas secundárias do Concelho.

Este ano a JSD Odivelas começou a distribuição dos horários e panfletos informativos para o ano lectivo 2011/2012, nas 5 escolas acima referidas, no passado dia 19 de Setembro.

Estivemos, como o fazemos desde 2008, nas 5 escolas do Concelho. Dia 19 simultaneamente na Póvoa de Santo Adrião, Odivelas e Ramada na primeira hora das aulas (8h15). Sexta-feira passada, dia 23 de Setembro de 2011 estivemos nas outras 2 escolas Secundárias do Concelho, Pontinha e Caneças também desde as 8h!

Foram mais de 2.000 estudantes que receberam os novos horários e informação sobre a JSD!

Como esperado, os jovens mostraram-se bastante receptivos o que foi confirmado pela curiosidade em ter os horários e os panfletos que iam sendo distribuídos e pelo reconhecimento dos nossos esforços e preocupações em romper com o afastamentos dos jovens da política.

Mais uma vez, a JSD Odivelas, marcou o inicio do ano lectivo, em grande, demonstrando estar mais próxima dos jovens
, algo que pretende perpetuar com sucesso.

A JSD Odivelas pode hoje afirmar que com estas iniciativas, especialmente nos últimos anos, a maioria dos jovens do Concelho conhecem-nos, sabem que existimos, que estamos sempre perto dos estudantes, dos jovens, de ti!

JSD Odivelas
Sempre ao teu lado!

Na sequência do recente «caso Madeira», em que afinal parece que já devemos (e bem) ter consequências penais e judiciais para os cargos públicos e políticos que cometam actos de gestão danosa, fica a seguinte pergunta:

Pode Sócrates (também) ser PROCESSADO?

Não? Não é igual?? Então não sabemos todos que o Senhor Pinto de Sousa andou a esconder ao país inteiro, incluindo aos Madeirenses, a situação real de Portugal? Ou já se esqueceram todos do balão de oxigénio que foi o fundo de pensões da PT, a venda da dívida pública a países "menos aconselháveis", as PPP's entre outras que só serviram para «tapar buracos» de execução orçamental??

Relembro que o ex-primeiro-ministro islandês está a ser julgado, acusado de ser responsável pela situação de falência desse País em 2008.

Porque é que em Portugal é diferente?

O FMI também entrou em Portugal, foi Sócrates que começou com as medidas de austeridade que afectaram a maioria dos Portugueses (nos PEC's) ! Provavelmente, o Parlamento Português está em falta com um relatório para julgar o ex-primeiro-ministro, responsabilizando-o criminalmente por ter levado o País à bancarrota, como fizeram os Finlandeses!?

Incrível é ninguém pensar nisto! Então mas José Sócrates vai «passar nos intervalos da chuva»?? Se calhar ninguém imagina Sócrates, sentado no banco dos réus, à espera que a justiça portuguesa decida o seu futuro, mas na Islândia, país que entrou em falência em 2008, o ex-primeiro ministro, Geir Haarde, está a ser julgado por um tribunal especial.

E não vale a pena virem já os Socialistas deste país dizer «ah e tal, é diferente...» porque a única diferença é que Sócrates é do PS e Alberto João Jardim é do PSD. E isso muda tudo. Ou alguém me quer tentar convencer que Sócrates tinha tido a postura com Carlos César (Presidente do Governo Regional dos Açores) que Pedro Passos Coelho teve com João Jardim? Nunca!! Todos sabemos da «solidariedade» socialista, ainda que os interesses do país estejam em causa!

O artigo 14.° da Lei n.° 34/87, de 16 de Julho prevê uma pena para quem viole as normas de execução orçamental, porque não se aplica? Há aliás quem defenda que os governantes dos últimos 10 anos deviam ser todos julgados!

Pode demorar 2/3 anos, ter um relatório de 3.000 páginas, ser criada uma comissão especializada (como tanto queria já a «esquerdalha» Portuguesa para Alberto João Jardim), não importa. Se queremos assumir que têm de haver responsabilidades criminais para quem leva o país à falência e como cidadãos interessados, todos devíamos exigir que ex-primeiro ministro de Portugal seja responsabilizado criminalmente pela situação a que deixou chegar Portugal!

É claro que não vai ser fácil «passar» no Parlamento, mas temos de exigir que os deputados por nós eleitos sejam consequentes! Relembro que Pedro Passos Coelho, durante a campanha, foi a primeira voz partidária a falar da responsabilização criminal e civil dos titulares de cargos políticos, principalmente no que diz respeito às derrapagens orçamentais, falando na possibilidade de um alargamento da responsabilidade penal.

A lei já existe, haja coragem para a fazer cumprir!!

No passado dia 17 de Setembro, a JSD Odivelas percorreu as ruas da freguesia da Pontinha com15 jovens militantes. Naquela que é uma bandeira desta estrutura ao nível da política de proximidade, nomeadamente no contacto com as forças vivas do nosso concelho e sobretudo junto de locais de interesse publico. Realizou-se assim a quarta visita às freguesias, tendo já, como é do conhecimento geral, visitado as freguesias de Caneças, Famões e Olival de Basto.

O Roteiro pela freguesia contou com a presença de Rui Teixeira que exerce funções como Vogal na Junta de Freguesia da Pontinha; Marco Pina, Presidente do Núcleo do PSD da Pontinha e da Assembleia de Freguesia da Pontinha, bem como da companheira Daniela Duarte, autarca eleita na assembleia de freguesia da Pontinha.

Como nota introdutória, o professor e historiador Jorge Martins, autor da obra “A história da Pontinha e a “Alegre história de Odivelas”, abordou a perspectiva histórica da freguesia referindo brevemente a evolução da Pontinha no tempo e no espaço geográfico. Posteriormente assinalou os locais com maior teor histórico como o edifício “velho mirante“ com mais de 100 anos. A escola Agrícola da Paiã, uma vez que tem aliciado bastantes jovens para a prática de actividades agrícolas. O quartel do Regimento da Engenharia nº1 tem também de enorme relevo uma vez que foi neste posto de comando que se iniciou a revolução dos cravos.

Nesta manhã quente de Setembro visitámos também o Grupo Recreativo e Cultural Presa / Casal do Rato onde estivemos reunidos com o presidente da colectividade, Sr. Vítor Maniche que explicou como se fundou o clube e toda a sua evolução. Em traços gerais, pedimos-lhe que descrevesse quais as principais dificuldades do clube, tendo em conta a actual conjuntura. Foram identificados os poucos apoios que têm da CMO, com excepção dos provenientes do PADO, sem esquecer algumas carências ao nível logístico (Campo para treinos, transporte, etc.) Um desses principais problemas que foram referidos foi a indisponibilidade de horários do pavilhão Casal do Rato para que os jovens possam treinar imediatamente depois do horário de aulas e antes da hora de jantar.

Seguiu-se a visita às instalações do clube bem como ao pavilhão do Casal do Rato construído recentemente. Visitámos ainda as instalações de um dos agrupamentos de Escoteiros de Portugal, o Grupo 199, com o Chefe Vítor Simas. Tivemos acesso a alguns dos trabalhos desenvolvidos pelos jovens e contactámos com uma realidade de um grupo que alberga diversas iniciativas e actividades e onde a dinâmica parece ser a palavra-chave do sucesso.

Continuando a percorrer a freguesia, dirigimo-nos às instalações do Clube Tenente Valdez. A construção do relvado sintético tem dado maior dinâmica ao clube e ao concelho na vertente desportiva. Este clube permite que muitas crianças e jovens de diversos escalões pratiquem desporto apesar de possuir apenas a modalidade de futebol de 11.

Para terminar o roteiro, visitámos o pinhal da paiã, tendo especial atenção ao Parque Aventura, recentemente inaugurado. Congratulamos a obra feita num local que parece ser ideal para a prática desportiva, actividades lúdicas e não só do desporto radical.

No entanto constatámos que existem alguns problemas no Parque Aventura. O valor de 10€ de entrada para o percurso de duração de apenas 10 minutos revela-se bastante elevado, especialmente tendo em atenção a população em redor, para além da pouca divulgação junto do público-alvo que eventualmente poderia suportar este montante.

Uma maior qualificação do pinhal será de extrema importância para que o parque adquira também maior visibilidade.

JSD Odivelas

Formulário de contacto

Nome

Email *

Mensagem *

Com tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget