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Nos dias 26, 27 e 28 de Novembro do ano passado, a JSD realizou o seu XXI congresso nacional. Foi precisamente à 5 meses que o referido congresso se realizou, na bela cidade de Coimbra.

Neste congresso, a JSD Odivelas demonstrou em definitivo a sua afirmação a nível regional e também a nível nacional. Na bancada, no congresso mas também no palanque.

Publicamos abaixo dois discursos, dos 2 únicos companheiros de Odivelas que tiveram a oportunidade de subir ao palanque.

No primeiro dia, o Vice-Presidente da JSD Odivelas, Bruno Duarte, teve a oportunidade de se expressar quanto ao trabalho da Comissão Política Nacional que cessava funções à data:



No último dia do congresso, Paulo Pinheiro, Presidente da JSD Odivelas, falou ao Congresso, como coordenador do grupo de trabalho para o desenvolvimento de propostas na área da Educação, tendo na presença de Pedro Passos Coelho e outras ilustres figuras do PSD, tido a oportunidade de apresentar as mais importantes propostas da JSD nesta área para 2011 e 2012:



Esta é a JSD da força da mudança!

A Juventude Partidária que verdadeiramente representa os jovens Portugueses!

Estes são os jovens em quem podes confiar!

Mantendo uma política de proximidade e conhecimento aprofundado das caracterísitcas e população do concelho de Odivelas, decorreu no passado dia 9 de Abril mais uma actividade inserida no projecto Roteiro da Proximidade. Desta feita, e dando seguimento ao já iniciado, os militantes da JSD Odivelas visitaram a freguesia do Olival Basto.

De forma acolhedora, fomos recebidos pelo lider da bancada do PSD na Assembleia de Freguesia do Olival Basto, José Silva e Sousa, e pelo companheiro João Brito. A nossa visita iniciou-se pelo mercado, local que não só apresenta um contecto histórico, como se caracteriza por ser um local de maior proximidade com a população, dada as actividades comerciais que aí decorrem, especialmente num sábado de manhã, onde a sua intensidade é maior.

Terminada a visita pelo mercado e zona circundante, fomos conduzidos até ao Bairro Cassapia, talvez a zona da freguesia do Olival Basto com maiores necessidades insatisfeitas. Sobretudo para quem visitou o bairro da primeira vez, deparámo-nos com uma realidade de carência, onde a sobrevivência da população se sobrepõe ao conceito de qualidade de vida. Desde habitações precárias e em degradação, passando por inêxistência de recursos das mais diversas naturezas (saneaento básico acaba por ser o caso mais flagrante), a sobrevivência desta fatia da população depende, essencialmente, da ajuda fornecida por particulares ou de insitituições de solidariedade social que lhes permita satisfazer as suas necessidades mais básicas. Uma região de carência e abandonada à sua sorte.

Para culminarmos a visita num espírito de caramadagem e entre ajuda, tivemos a oportunidade de visitar o grupo de escuteiros nº9, sediado na fronteira entre as freguesias do Olival Basto e Póvoa de Santo Adrião. À chegada fomos recebidos pelo líder do grupo de escuteiros, que nos fez uma breve apresentação dos 91 anos de história do grupo e do seu modelo de funcionamento. Não obstante de estarmos numa instituição quase centenária e que experienciou diversas vertentes da realidade portuguesa, o conhecimento a passar às novas gerações tornou-se imenso, assim como a procura que existe por este grupo não se cingir ao concelho de Odivelas, mas também pessoas de Concelhos circundantes procurarem incluir os seus filhos neste grupo centenário.

O términus da visita decorreu com um momento de convívio no centro do Olival Basto.

A mudança é uma característica das sociedades contemporâneas. Mas actividades como estas permitem-nos estarmos mais próximos da população, conhecendo a sua realidade constantemente mutável e, desta forma, adequar-se estrtégias que permitam que a sua qualidade de vida seja optimizada. É esta politica de proximidade que a JSD Odivelas manterá de forma constante.

JSD Odivelas
Sempre ao teu lado
Sempre ao lado dos que mais precisam

Festejou-se hoje, um pouco por todo o país, 37 anos de democracia em Portugal.

À muitos anos que oiço histórias da Revolução de Abril de 1974 – a denominada Revolução dos Cravos - que derrubou a ditadura e permitiu o final da guerra colonial, terá permitido a conquista da liberdade do povo Português, a liberdade dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império e que passámos a viver em democracia, dizem, iniciando uma nova política de desenvolvimento.

A Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Muitos dos que já ouvi atentamente dizem que hoje, todos podemos exprimir as nossas opiniões nos jornais, na rádio, na televisão, cinema e teatro, sem receio.

Dizem igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Fazemos parte do pelotão da frente, dizem alguns ainda.

Também os há quem diga que os Capitães de Abril foram heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles seriam os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países.

Como tenho pouco mais do que um 1/4 de século de idade, não assisti ao acontecimento histórico que estamos hoje a comemorar, pois como é óbvio ainda não tinha nascido. Como tal, tenho pedido a alguns familiares que corroborem estas opiniões, que para meu espanto as contrariaram, pois afirmaram que muito do que tenho ouvido é falsificar a História de Portugal.

Esses mesmos familiares disseram-me que assistiram à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que viram o que realmente acontecera e as suas consequências. Disseram-me que os tais Capitães foram alvo de um dos maiores embustes que a nossa História conhecera, porque entregaram todo o nosso império aos que hoje se arrogam de ser os “pais da revolução”, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios.

Disseram igualmente que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que os enganaram dizendo que dela sobressaíra a valentia dum povo. Que foi um engodo! E a verdade é que hoje, o nosso país, é um dos países mais atrasados da União Europeia, mesmo incluindo aqueles países que aderiram à UE há menos de 20 anos!!

Segundo eles, para maioria dos Portugueses, Portugal já caminhava para a Democracia e que os jovens, como eu, tinham emprego quando terminavam os estudos e não viviam na promiscuidade, que hoje nos enfraquece enquanto geração.

Disseram-me também que à época se sabia o que era Lei, Ordem, Pátria e Família e que comparado com eles, hoje pouco ou nada se sabe sobre essas matérias. Também me disseram que a criminalidade aumentara assustadoramente desde 1974 em Portugal, resultado de um lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, principalmente nos últimos 16 anos.

Eles, os meus familiares, dizem que o nosso país é hoje dependente de Bruxelas para conseguir sobreviver, pois os tais que se arrogam de ter feito a Revolução de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana».

Um pouco surpreendido, perguntei-lhes se eles sabiam quem eram Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves, que tantos enumeram...e esses mesmos familiares devolveram-me a pergunta: “Não são esse que se dizem pais da Revolução?”

Por tudo isto, pergunto-me: Deveremos verdadeiramente celebrar esta data com regozijo e alegria?

Que fique claro, eu NÃO SOU CONTRA o 25 de Abril, simplesmente entendo que os ideais desta Revolução, estão por cumprir! Não podendo, honestamente, afirmar o que seria viver à época, não posso deixar de questionar o passado, em nome do futuro dos jovens de hoje.

Depois de tantas histórias sobre esta Revolução, ficam as seguintes perguntas: Porquê é que todos os anos, nesta data, se fala em comemorações em todo o país? Comemorar o quê? O facto de, em 37 anos, os Portugueses terem ficado ainda mais pobres? Ou tanto em 1978, 1983 e 2011 termos sido obrigados a pedir ajuda financeira externa?

Para bem de Portugal, espero que se cumpram verdadeiramente os ideais não cumpridos de Abril e que isso seja conseguido com esta geração, pois não o foi com aqueles que se arrogam de Abrilistas. Esta data para os jovens como eu, deve-se menos pelo que foi feito, mas mais pelo que ainda podemos e devemos fazer!

Há que começar a pensar realmente em mudarmos de vida!

Paulo Pinheiro, Presidente da JSD de Odivelas e Deputado Municipal, fez uma intervenção na Assembleia Municipal de 11 de Abril sobre Os Jovens e os Desafios de Portugal, identificando os graves problemas que hoje as gerações mais jovens atravessam, devido às erradas políticas seguidas nestes 6 anos de governos socialistas e devido à falta de políticas de Juventude.

Hoje Portugal vive sujeito sob o efeito de uma espécie Síndrome de Estocolmo, amarrado e confundido nas palavras afastadas da realidade de José Sócrates, único responsável, juntamente com o PS, da actual grave crise económica e social que o nosso país enfrenta, envergonhando-nos perante o exterior e sem capacidade de gerar soluções adequadas.

Paulo Pinheiro apelou aos Jovens para uma cabal resposta aos desafios que o nosso País enfrenta, para que se tornem agentes de mudança para uma democracia transparente e eficiente e agentes responsáveis de conduzir Portugal para um maior desenvolvimento económico, social e humano.

aqui a intervenção!

A solução para Portugal está no PSD,
A solução para os Jovens Portugueses está na JSD, o verdadeiro Partido da Juventude Portuguesa.

Começou na passada sexta-feira, dia 1, a entrega pela internet das declarações de IRS referentes a 2010.

Dia 30 de Abril é a data limite de entrega electrónica para quem auferiu somente rendimentos do trabalho dependente e/ou pensões. Para todas as outras situações, a data limite de entrega pela internet é dia 31 de Maio de 2011!

Se tens 25 anos ou mais, obtiveste rendimentos superiores a EUR 6.300 durante o ano de 2010 e/ou não tens mais que o 11.º ano concluído, estás obrigada(o) a entregar uma declaração de IRS sozinha(o) (assumindo que ainda és solteira(o)), referente ao ano em apreço.

No entanto, se tiveres auferido menos de 4.104 Euros, está está dispensado(a) de entregar declaração. Caso não atinjas alguma das condições acima, podes entregar conjuntamente com os teus pais (teres menos de 25 anos, ganhes menos que EUR 6.300 por ano e estejas num nível de ensino superior ao 11.ºano).

A JSD Odivelas tem vindo a afirmar a sua marca solidária. Assim, tal como fizemos nos últimos anos, voltamos a apelar que aproveites para ser solidária(o) e consignar 0,5% do teu IRS para um instituição devidamente autorizada junto da DGCI para esses efeitos. aqui a lista das entidades que podem receber o nosso IRS.

A consignação de IRS é uma possibilidade que todos nós, os contribuintes têm ao seu dispor, e consiste em decidir “desviar” 0,5% da colecta de imposto para outra entidade. Não representa um encargo fiscal adicional a quem a faz, uma vez que se trata de uma simples reafectação do dinheiro que, em vez de dar entrada nos cofres do Estado, vai para a conta de uma instituição de solidariedade social, que nós escolhamos (entre as entidades no link acima).

Nos últimos 5 anos, todos nós Portugueses demos mais de 13 milhões de Euros às IPSS's, as únicas entidades em Portugal capazes de dirimir a pobreza no país! E, no entanto, todos sabemos pelas dificuldades que estas instituições cada vez mais passam, sendo este meio, em muitos casos, a sua maior fonte de financiamento!

No ano passado foram mais de 100 mil os agregados a fazer esta consignação. Queiramos todos contribuir para que sejam ainda mais este ano!

Aproveitamos também para sensibilizar para a entrega das declarações de IRS antes dos últimos dias. Evita os atrasos de última hora, que provacam stress desnecessário!

A DGCI lançou um vídeo neste sentido. Como no ano passado, publicamos o referido vídeo abaixo:


JSD Odivelas Uma juventude de causas

Foi assim que Sócrates, o Primeiro-Ministro que quase arruinou Portugal, se portou no último "arraial" de marketing político Socrático em Matosinhos!

Foi uma peça de teatro onde o actual líder do PS nunca foi capaz de falar da situação do país, das suas responsabilidades e que apenas insistiu em hostilizar tudo e todos os que ousaram contrariar a sua opinião, como se fosse dono de Portugal. Aliás, o único Socialista que falou verdade, desmascarou o culpado da ruína Portuguesa, mas nem assim "a máquina" permitiu a liberdade dos restantes Socialistas!

Voltaram a ver-se os esquemas de entradas pelas portas do lado, agressões a jornalistas, autocarros encomendados com "militantes" que nem sabiam ao que iam, televisões proibidas de filmar presentes no congresso e determinados ângulos, tudo pensado ao jeito de uma política vazia de conteúdo mas cheia de show-off.

A estratégia de Governo Sócratista reside apenas na garantia de permanência no poder, a todo o custo e à custa de todos! Uma vergonha! Tal como no processo da fábrica de tecnologia da marca Alemã localizada no Norte do país, que até 2009 era "só" a maior exportadora nacional, o resultado das decisões deste Governo só podia ser a falência!

Mas infelizmente, desta vez, não estamos apenas a falar de uma grande fábrica de Vila de Conde ou sequer de 1.800 importantes postos de trabalho. O que está em causa são 10 milhões de Portugueses! Todos, sem excepção! O que tem de ser denunciado é que, depois de tanto dinheiro esbanjado pelo Governo Socialista, Portugal terá se ser "resgatado" pelo FMI (com o qual repetiu várias vezes que não Governava) e pior é que mesmo com esta ajuda, será o único país do mundo em recessão em 2012! O principal culpado tem nome, chama-se José Sócrates.

"É uma década que não deixa saudades. Nenhum facto verdadeiramente grandioso a marcou.", dizia Miguel Sousa Tavares num seu artigo recente.

E continuou: "(...)Se alguma coisa caracteriza o nosso tempo é a legitimação da mediocridade. Esta foi uma década de avanço da mediocridade. Mas talvez a próxima seja uma época de exigência: se não por escolha, talvez por necessidade." Foi isto que, na minha opinião nos últimos 16 anos, mas especialmente nos últimos 6 anos se passou no Governo da República e a herança que os Socialistas de Sócrates nos deixaram!

Miguel Sousa Tavares afirmou também, noutro artigo, que o nosso fado era de "morta lenta a morte súbita".

Concordo com o prognóstico, não concordo é com o conteúdo. Até 1995 o dinheiro Estatal e dos Fundos Europeus foi gasto, grosso modo, em infra-estruturas que foram úteis e fundamentais para o desenvolvimento do país! Mas na última década já com infra-estruturas suficientes, a Economia estagnou, mas continuou-se a gastar dinheiro como se fosse nosso, recorrendo ao crédito externo o que naturalmente só podia dar em falência!

JSD Odivelas

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