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Tivemos o privilégio, esta quarta-feira, de ouvir o Professor Doutor Diogo Leite de Campos, professor catedrático da Universidade de Coimbra que, embora um grande especialista em Direito do Trabalho, tem dedicado, segundo o mesmo confessa, muito do seu tempo ao estudo da Constituição e das suas incongruências, desactualidades e mecanismos legais.

Segundo o orador convidado do Plenário organizado pelo PSD Odivelas, devemos devolver o país aos portugueses, isto é, o Estado deve deixar de ser o centro de actividade e decisão, para assumirmos uma estrutura menos hierarquizada, em que o poder deriva das pessoas e da sua iniciativa. Para tal, serão necessárias alterações à nossa Lei Fundamental, nomeadamente no que diz respeito às funções do Estado e à sua responsabilização quase plena pelos direitos sociais e pela direcção da economia.

Existe ainda um prenúncio paternalista do Estado, uma espécie de motor impulsionador que salvará o barco quando estiver a afundar. O Estado, propõe o Professor, deverá apenas regular e não intervir como concorrente económico, uma vez que isso cria sempre um desequilíbrio desleal. Por outro lado, a defesa dos direitos fundamentais não estará verdadeiramente assegurada se existem cargos de nomeação política para funções de salvaguarda dos mesmos.
As alterações propostas para uma eventual revisão constitucional, ainda que numa época de crise económica, permitirão, todavia, que a estrutura fundamental em que assenta o nosso sistema político se renove e, retirando as fórmulas esquerdistas e desadequadas à nossa realidade, não retirará, ainda assim, os valores fundamentais em que assenta: a vida humana, a liberdade, a solidariedade e o poder popular.

Os tempos propiciam mudanças, novos paradigmas, mobilização a caminho de novas fronteiras. A crise económica proporcionou um crescimento de instabilidade e, como nos relata a História, a consequente viragem para lideranças fortes, na clara expectativa de que decisões radicais sejam tomadas, sejam elas de contenção ou de puro rompimento ideológico.

Após um virar à esquerda americano, pela exigência concreta de políticas sociais num país claramente mercantil, liberal e em crescendo com problemas de integração social e, por isso, a necessidade de apoio a classes médias que viram decrescer o seu nível de vida, assistimos agora, contudo, a um claro virar à direita na Europa. O crescimento dos partidos conservadores é prova disso mesmo, não fosse a vitória britânica um sinal de que a Europa exige, se não uma dama-de-ferro alemã além fronteiras.

Os Tories ingleses não são excepção; em Espanha há um evidente crescimento da popularidade do partido conservador. As sondagens do país vizinho atribuem-lhe um forte avanço sobre o Governo socialista de Zapatero.

Não é uma miragem: os partidos de direita ganham terreno e a responsabilidade será das políticas vazias e sem estratégia que a propaganda de esquerda transmite. Os Governos socialistas da Europa não mostram soluções nem políticas monetárias sérias. Têm-se transformado em marxistas sem território e, como tal, se perdendo na aplicação de medidas de contenção sem estratégia a longo prazo.

Actualmente, num universo de 27 Estados Membros, a UE têm apenas 6 governos socialistas.

A escolha de Cameron simboliza aquele que é o novo paradigma europeu do pós-socialismo: a exigência de seriedade e progresso económico urgente e do "chega de esbanjar". Alguém que se preocupa com o crescimento económico. Uma questão de sobrevivência.

A secção concelhia do PSD Odivelas convida a todos a assistir e participar no Seminário:

" A importância da revisão constitucional na situação económica portuguesa"

A realizar-se amanhã, dia 26 de Maio, pelas 21:00 horas, no auditório do Centro de Exposições de Odivelas.

Este debate contará com a presença do Sr. Professor Doutor Diogo Leite de Campos, Professor catedrático da Universidade de Coimbra e servirá o motivo de discussão aberta à população sobre um tema pertinente e cuja importância para o futuro do país merece a nossa participação activa.

Aparece e participa. Não deixes que o futuro e as mudanças a ele implícitas te façam indiferente.



O título não alude à paz depois da guerra - nem o contrário. Entitula, apenas, uma breve reflexão sobre aquele que foi o último plenário de militantes da JSD de Odivelas, deste mandato.

Ocorreu, como anunciado, esta 4ª feira e assistência excedeu as expectativas. Mais que isso, a participação e o debate ecoaram do palanque a várias vozes: dali sairam ovações, testemunhos, novas ideias, reflexões. Todos passam à fase seguinte, não sem antes terem partilhado a experiência pessoal do último e actual mandato de comissão política, inclusive, a informação relativa às iniciativas apresentadas e realizadas pelos jovens autarcas nas diferentes freguesias do concelho, das campanhas e das actividades concretizadas.

Estes últimos 2 anos concretizaram uma conquista única: a descentralização mais efectiva, a distribuição de tarefas e responsabilidades, a cooperação entre todos. E tudo isso contribuiu para uma união mais forte, para uma participação mais activa por todos. Ficou claro que a força que baseia o nosso trabalho é muito mais que a aliança política: a amizade, a persistência, a confiança e o incentivo mútuo fizeram-nos chegar longe. É a vantagem de remarmos, juntos, para um lugar comum. Haverá ainda muito a concretizar. Ficaram no ar sugestões, ideias pertinentes e, do balanço geral realizado, a retirada de positivas ilações. O futuro servirá para continuar a usar todos os instrumentos possíveis para mudar Odivelas e, pelo bem comum.













Por fim, de modo totalmente espontâneo, um rosto se propôs à próxima liderança: Paulo Pinheiro. O seu projecto para o próximo mandato promete grandes e boas surpresas. "Paulo conta comigo" foi no final, a frase mais ouvida.

Permitam-me apenas duas breves mensagens:
À Maria João, que muito nos ensinou com a sua elegância e força.
Ao Marco Almeida, que combata sempre pelo bem e, em nome disso, deixe uma marca, como a que deixou aqui.

Há cerca de três semanas, o deputado socialista Ricardo Rodrigues saiu a meio de uma entrevista com dois jornalistas da revista ‘Sábado’, levando-lhes os gravadores da referida conversa, colocando-os no bolso das calças:

Este é o verdadeiro conceito de liberdade dos Socialistas em geral. Como é que este Senhor pode ainda ser deputado da República?? E pior, ironicamente, recentemente eleito para para o conselho consultivo de Segurança interna (??) do (ainda dolorosamente) primeiro-ministro!

Vê a noticia aqui: http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=66BF4412-A053-44AA-99AD-D9332AE36E3C&h=6

Segundo os dados do barómetro político da empresa de produção estatística Marktest, a intenção de voto para a Assembleia da República do PSD ultrapassou a do PS, estabelecendo-se no primeiro lugar com 39,8%, contra os 34,0% deste último. Este crescimento próximo do exponencial do PSD inicia-se, curiosamente, com a eleição do Dr. Pedro Passos Coelho à cerca de 2 meses para a presidência do partido. Credibilidade e inteligência marcam a sua imagem, a sua disponibilidade e vontade para ajudar o país com medidas concretas e cirúrgicas para os diversos sectores da economia evidenciam a sua capacidade de trabalho e dedicação, imperativas para a estabilização financeira de um país à beira do abismo.

Por seu turno, uma taxa de desemprego a rondar os 10,5%, a diminuição do PIB per capita, o clima de austeridade, os sucessivos casos de corrupção no PS, a intransigência política em reponderar os custos excessivos de obras públicas em tempo de aperto orçamental, são algumas das muitas razões que colocam a nu a verdadeira capacidade governativa do PS, que é indubitavelmente muito débil. É precisamente nos momentos adversos que os bons políticos se evidenciam…

Cara Sociedade,

Neste último dia 8 de Maio, a Juventude Social Democrata de Odivelas, mais uma vez demonstrou que é uma juventude de causas. Defende aqueles que precisam e dá voz aqueles que querem denunciar. A JSD não recua perante as adversidades, não recua perante a negação de alguns…

Somos verdadeiros e coerentes nos nossos actos e contributos a ti, Sociedade.

Esta premissa esteve patente, durante a iniciativa que teve lugar neste sábado.

Fomos os anfitriões das Famílias que lidam diariamente com um filho que tem uma doença rara, Famílas estas que tanto lutam por serem ouvidas pela Sociedade. Recebemos a Exma. Presidente da Associação Raríssimas, Dr.ª Paula Brito e Costa, o Exmo. Psicólogo, Prof. Dr. Pedro Gonçalves e a Exma. Enf.ª do Centro de Saúde de Odivelas, Rosa Celeste Gomes. Foram os pilares basilares desta conferência, que tinha como objectivos, consciencializar a sociedade para as realidades destas famílias e denunciar os escassos recursos existentes.

Deram-te o seu contributo, para que enriqueças com os testemunhos destas Famílias, com a informação obtida das novas conquistas adquiridas pela Raríssimas, pelos sentimentos e atitudes presentes em cada elemento destas famílias, das diferentes estratégias para sobreviver com estes, com a experiência diária de uma Enf.ª que conta com a sua coragem e destas famílias para lhes proporcionar, juntamente com os restantes parceiros, uma melhor qualidade e direito à vida.

Para os que não quiseram ignorar, foi com certeza uma tarde de emoções, revoltas e grandes lições de vida. Escutámos a realidade de uns pais que souberam recentemente que iam ter uma filha com doença rara. A revolta por nada poderem fazer para dar à filha os mesmos direitos que as outras crianças têm. Escutámos a vivência de uma mãe, que já passou por isto e que actualmente vive a certeza que tudo fez e fará para proporcionar ao seu filho uma ínfima parte da alegria, orgulho e lição de vida que este lhe dá há 17 anos a esta parte. Tivemos o privilégio de ouvir na primeira pessoa, o que é ser portador de uma doença rara. O que é ter a consciência das limitações sociais que lhe são impostas.

Para os presentes nesta conferência, ficou claro o que não podemos nem devemos fazer. Fomos responsabilizados a intervir… denunciar… impedir esta forma de discriminação tão cega. Cega, pois a sociedade prefere não conhecer pessoas com um forte sentido de justiça e com uma exponencialmente força: a Coragem.

Fomos privilegiados, pois ao invés de desfrutar do sossego, do silêncio do dia, fomos confrontados com a realidade da vida.

A JSD gostaria de agradecer a todos os presentes e a todos os que demonstraram a sua solidariedade para com esta causa.

Gostaríamos de agradecer a presença e o empenho dos prelectores na ajuda a estas famílias, bem como gostaríamos de agradecer à Delta Cafés, na pessoa do Comendador Rui Nabeiro, pelo apoio prestado durante a conferência, ao Presidente da Junta de Freguesia de Odivelas, Vítor Machado, pela disponibilidade cedida para a realização desta conferência e à nossa companheira Dr.ª Sandra Pereira, que demonstrou o seu apreço e preocupação para com estas famílias.

A vós, os verdadeiros fomentadores desta iniciativa um profundo agradecimento pela lição de vida que nos deram…

“Famílias Raras são-no na individualidade dos sentimentos, acções e pensamentos.”

JSD Odivelas

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