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A cimeira de Copenhaga termina já amanhã, sexta-feira, e todos esperamos que com resultados positivos para o planeta, um acordo entre países mais desenvolvidos e menos desenvolvidos!

Habitualmente não nos revemos no comportamento desta organização, mas desta vez destacamos a recente campanha da Greenpeace onde mostra vários líderes mundiais, em 2020, arrependidos por não terem feito nada para travar as alterações climáticas. "Peço desculpa. Podíamos ter travado alterações climáticas catastróficas mas não o fizemos".

Nós, JSD Odivelas, esperamos que estes anúncios prevejam um futuro errado. Nós acreditamos que ainda há tempo para mudar o futuro. Para tal, é preciso que se alcancem acordos justos, ambiciosos e talvez mesmo vinculativos, de modo a salvar o planeta!

Esperemos que em Copenhaga se atingam desafios que promovam seriamente a efeciência energética e as energias verdes!

Foi ontem, sobre a égide do companheiro e Vice-Presidente da JSD Odivelas, Paulo Pinheiro, que a JSD Odivelas apresentou na Assembleia Municipal de Odivelas, a declaração política que a seguir se transcreve:


DECLARAÇÃO POLÍTICA

Geração Futuro – Educação no Séc. XXI

Para a JSD e para o PSD a Educação deve assentar em três conceitos fundamentais, tendo como premissas o seu acesso universal e de ser base essencial para o desenvolvimento de um país: exigência, excelência e mérito. E à semelhança do que acontece na construção de uma casa, também na Educação é imperioso aferir da qualidade dos seus pilares.

As recentes medidas de alteração no Ensino Português poderiam fazer pensar que os jovens permanecessem mais tempo nos estabelecimentos de Ensino e que atingissem um nível de formação adequado às necessidades do país. Porém, as mudanças a que temos assistido na presente legislatura e principalmente na anterior, têm conduzido à promoção de um Ensino negligente, facilitista e estéril.

Com o actual panorama educativo nacional, enganam-se os jovens, os pais, o sistema educativo e afundamos o futuro do que de melhor Portugal tem - a competência educacional dos seus cidadãos. No futuro, os Portugueses, e não apenas os que agora saem das escolas, irão pagar esta pesada factura.

A fraca e deficitária aposta que o nosso país tem feito na Formação e na Educação faz-nos perder competitividade de ano após ano. Está-se a burocratizar demasiado o Ensino e cada vez a ensinar menos aos alunos!

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, 30% dos jovens licenciados não têm emprego, o valor mais elevado de sempre. Isto deve-se, essencialmente, porque Portugal apresenta um fraco dinamismo económico e uma oferta de pessoas em vida activa com formação desaquada às reais necessidades do país.

As empresas não têm a possibilidade de recrutar jovens com formação diferenciada e perfis complementares, pois não se investiu o suficiente em cursos de formação tecnológica como alternativa à formação no ensino superior, aniquilando-se as possibilidades de formar jovens preparados para integrarem os quadros das empresas rapidamente.

É preciso mais qualidade nas escolas, mas também recuperar os valores da família, fazer com que o núcleo familiar integre a escolaridade nos sonhos dos seus jovens! Precisamos que os professores voltem a ganhar importância na Educação dos alunos, que voltem a ser um exemplo para os estudantes!

É sabido, mas não é demais dizê-lo, Portugal só será bem sucedido se apostar verdadeiramente na formação dos Portugueses e, que só assim, serão bem sucedidos numa Europa do conhecimento e numa economia que cada vez mais se irá basear na inteligência e no mérito da ciência e da tecnologia para vencer os conflitos de um mercado mundial.

No entanto, Portugal ocupa hoje um lugar cimeiro nos países com as mais elevadas taxas de insucesso e abandono escolar, na União Europeia. No ensino secundário, estes números tornam-se alarmantes para um país inserido numa Comunidade que almeja um único mercado de trabalho europeu. Actualmente, 2 em cada 5 alunos abandonam a Escola durante o Ensino Secundário.

Numa recente manchete do Diário Económico podia ler-se: “Portugal precisa de 60 anos para alcançar o nível médio de escolaridade da União Europeia". Segundo este mesmo jornal apenas 50% dos jovens Portugueses têm o curso Secundário completo, quando a média nos restantes países da UE é de 78%!

A nível nacional, o Distrito de Lisboa não é das áreas com maiores índices de Abandono Escolar, no entanto registam-se assimetrias significativas entre os concelhos da Grande Lisboa e que Odivelas não foge à regra.

Como uma das soluções possíveis a este problema, propusemos nesta mesma Assembleia, em Dezembro de 2006, a instituição dos JOGOS ESCOLARES do Concelho de Odivelas – as Odivelíadas. É nosso entendimento que, medidas como esta, são de extrema importância, uma vez que permitirão combater o sedentarismo actual dos jovens e promover um espírito de competição saudável, beneficiando não só os estudantes, mas permitindo a criação de um factor motivador de integração dos alunos no ambiente escolar, contribuindo assim para combater o abandono escolar.

Sabemos que no Orçamento para 2009 foi prevista uma verba para a realização de jogos escolares neste âmbito. Foi com muito agrado que vimos os nossos apelos à Excelentíssima Senhora Presidente do Executivo, serem tomados em conta. Esperemos que durante o ano de 2010 sejam instituídos estes jogos, não só desportivos mas também pedagógicos abrangendo várias disciplinas.

Propusemos também a criação de pólos auxiliares de acção educativa, a implementação de pólos informáticos e de espaços de apoio ao Estudante e a aposta no Ensino técnico-profissional como vector estruturante do ensino.

Tal como noutras propostas no passado, esperamos que este Executivo saiba reconhecer a validade das nossas propostas. Saber ouvir e apostar em propostas válidas e de valor acrescentado para ao Concelho só elevam o trabalho da Câmara Municipal no Concelho de Odivelas.

Como Juventude consciente e atenta à idiossincrasia social em que vivemos, acreditamos que a Educação é um vector essencial ao desenvolvimento de um país, e até de uma região. O Ensino não deve pretender formar meros tecnocratas, mas sim cidadãos responsáveis, dotados de consciência social e humana.

A Escola deve ser um verdadeiro centro de vida social, promotora de valores e princípios para uma Sociedade justa, livre e desenvolvida. Cabe-nos, enquanto órgão de decisão pública, ter esta consciência e sermos promotores do desenvolvimento do nosso concelho e, consequentemente, do nosso país.

Agir é necessário! Por todos nós e pelo nosso futuro!

Bancada do PSD

Tal como anunciado, na passada quinta-feira na Sede Concelhia do PSD de Odivelas, decorreu o último plenário de Secção do ano de 2009.

Terminado o período eleitoral para as Autárquicas 09 e consequentemente encerramento dos acordos no âmbito da Gestão da Câmara Municipal de Odivelas e respectivas Freguesias, foi tempo dos militantes de Odivelas expressarem a sua opinião quanto ao rumo da Secção.

A sala encontrava-se repleta de dezenas de militantes que, como tem vindo a ser hábito, não deixaram de aqui usar da palavra com opiniões, solicitações e recomendações para o futuro dos desígnios da nossa Secção.

Após a intervenção do Presidente do PSD de Odivelas, Dr. Carlos Bodião, usou da palavra o Presidente da JSD de Odivelas, o companheiro Marco Almeida que sublinhou que a JSD de Odivelas no período da Campanha Eleitoral para as Autárquicas 09 efectuou um excelente trabalho no que concerne à mobilização, apresentação de ideias e contribuição para o programa eleitoral. Referiu de igual forma que o sentimento de dever comprido era o estado de alma presente nos jovens sociais-democratas de Odivelas. O rumo e a nova estratégia para os anos que se avizinham deverá de ser um dos pilares fundamentais de actuação do PSD de Odivelas numa perspectiva de agregação, união mas também de esperança no futuro.

Para além de Marco Almeida, usaram da palavra por parte da JSD Odivelas, o companheiro Bruno Duarte e o recém-eleito Vogal pela Junta de Freguesia de Odivelas com os pelouros do Ambiente, Desporto e Juventude – Pedro Roberto.

Ambos referiram o trabalho da JSD e a sua importância ao longo do mandato que começou em Junho de 2008 e especialmente o trabalho feito em prol do PSD desde Janeiro de 2009 até ao dia 11 de Outubro, sempre no intuito da conquista da vitória em todos os processos eleitorais. Ambos afirmaram a sua convicção na qualidade dos quadros que esta jota está a formar, que tendo em conta o grau de qualificação e maturidade atingido, serão certamente o futuro do Partido!

Pedro Roberto reiterou que independentemente do sucedido durante o período de campanha eleitoral, o que o PSD Odivelas nao pode nem deve perder, mesmo que seja por breves momentos, é a sua identidade. Só a coesão e a união podem fazer do PSD uma alternativa.

O Natal é cada vez mais uma época consumista que termina nos dias a seguir ao dia 25 num amontoado de lixo juntos dos caixotes e ecopontos dísponiveis na cidade e Concelho de Odivelas!

Mas tu podes começar a fazer a diferença:
- reutiliza o papel de embrulho;
- evita os produtos com excesso de embalagens;
- NÃO ACUMULES LIXO nos dias anteriores ao Natal e mais importante ainda
- SEPARA e junta O LIXO DO NATAL e deposita-o a partir de dia 26 num ecoponto mais perto de ti!

A secção concelhia de Odivelas do PSD reúne amanhã em Plenário de Secção. Com o encontro dos militantes marcado para as 21 horas, a ordem de trabalhos conta com um único ponto, a análise da situação política.

Recordamos que o Plenário do PSD Odivelas é aberto a todos os militantes que pertençam à jurisdição da Secção Concelhia de Odivelas.

A festa da Imaculada Conceição, comemorada a 8 de Dezembro, foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX, na sua bula Ineffabilis Deus, a 8 de Dezembro de 1854.

A Imaculada Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.

Na Constituição Apostólica Inefabilis Deus do Papa Pio IX, é instituído este dogma recorrendo principalmente para a afirmação do Livro do Génesis (capítulo 3, versículo 15), onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar a luz à Cristo, que reconciliaria o homem com Deus.

Há três séculos e meio (1646) tomámo-la por Rainha e Padroeira de Portugal, ao ponto que todos os regentes de portugal, a partir de D. João IV, não mais envergaram a coroa.

Para os católicos, Maria representa um novo começo unicamente a partir de Deus, representa uma força maternal que se estende a todos os seres humanos, um exemplo de disponibilidade, força e coragem num momento chave para a Humanidade: o nascimento de Cristo. A maternidade divina não lhe foi imposta, mas proposta pelo Anjo Gabriel (Anunciação). Aponta para um caminho de libertação no amor.

Passaram cento e cinquenta anos e o nosso Mundo mudou muito. Os avanços da civilização e da cultura excederam em vários campos as maiores expectativas de então. Onde ontem se acreditava na Humanidade, hoje mais facilmente se descrê. Onde ontem se esperava que o progresso humano resolveria em breve as múltiplas contradições da existência pessoal e colectiva, das epidemias aos conflitos bélicos, hoje mais vulgarmente se estendem o cepticismo e o pessimismo, tão dissolventes como paralisantes.

Pode-se retirar desta celebração que, sendo o pecado uma lesão da liberdade, uma incapacidade de realizar o bem, próprio e alheio, Maria optou pelo caminho oposto.

Tenhamos nós coragem de optar, em liberdade, de sermos promotores de esperança e agentes de um mundo diferente: um mundo de paz!

Ocorreu no passado dia 26 de Novembro um debate com o tema “Energia Nuclear – Sim ou Não” no Auditório Municipal de Oeiras, organizado pelo Grupo de militantes Jovens Sociais-democratas de Lisboa, cujo lema é “ Ganhar um Geração”.

No painel de oradores encontravam-se pelo SIM o Eng. Pedro Sampaio Nunes e pelo NÃO o Eng. Carlos Pimenta. O debate foi acesso, cabendo a cada orador apresentar e defender uma posição sobre energia nuclear.

Para o Eng. Carlos Pimenta a aposta deverá sempre passar pela utilização cada vez mais de energias renováveis, potenciando os recursos naturais como o vento na produção de energia eólica, a captação de energia solar, por painéis domésticos e industriais, nas forças das marés e mesmo na energia geotérmica.

Defende desta forma, o Eng. Carlos Pimenta, que o indivíduo deve deixar de ser apenas utilizador de energia mas por outro lado produtor e fornecedor, ou seja, através da captação e produção doméstica das energias renováveis poder produzir além da sua necessidade e vender às empresas que as comercializam. Apresenta como maiores críticas à energia nuclear, os problemas de segurança, a viabilidade económica e a falta de solução para o armazenamento dos resíduos tóxicos.

Por outro lado, para o Eng. Pedro Sampaio Nunes, a solução para o fim dos recursos fósseis passa inevitavelmente pela energia nuclear, devendo Portugal a curto prazo potenciar a construção de pelo menos uma central nuclear.

Segundo este, a limitação das energias renováveis em Portugal é muito elevada, mesmo com as energias renováveis na sua capacidade máxima, apenas é possível uma produção entre 15 a 20% das necessidades totais de Portugal. Por este facto, a alternativa passa pela energia nuclear com uma maior capacidade de produção energética. No aspecto da segurança, segundo este, após o desastre de Chernobil, não se registaram mais incidentes com centrais nuclear e não se regista também desde ai qualquer vítima.

Alerta de igual forma que a maioria dos países Europeus possui e desenvolve centrais nucleares e que os países que integraram recentemente a União Europeia estão um passo à frente na exploração deste tipo de energia, não podendo, por isso Portugal ficar mais uma vez na cauda da Europa.

Após as intervenções coube a uma plateia com mais de uma centena de jovens, colocar as suas dúvidas e pontos de vista.

Pela Secção de Odivelas usaram da palavra para colocar questões o companheiro David Castro e o Companheiro Bruno Duarte, demonstrando uma preocupação ambiental tantas vezes defendida pela JSD Odivelas, bem como o entusiasmo de participação e envolvimento que tanto caracteriza da nossa Secção nos fóruns em que participa.

JSD Odivelas

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