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A festa da Imaculada Conceição, comemorada a 8 de Dezembro, foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX, na sua bula Ineffabilis Deus, a 8 de Dezembro de 1854.

A Imaculada Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.

Na Constituição Apostólica Inefabilis Deus do Papa Pio IX, é instituído este dogma recorrendo principalmente para a afirmação do Livro do Génesis (capítulo 3, versículo 15), onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar a luz à Cristo, que reconciliaria o homem com Deus.

Há três séculos e meio (1646) tomámo-la por Rainha e Padroeira de Portugal, ao ponto que todos os regentes de portugal, a partir de D. João IV, não mais envergaram a coroa.

Para os católicos, Maria representa um novo começo unicamente a partir de Deus, representa uma força maternal que se estende a todos os seres humanos, um exemplo de disponibilidade, força e coragem num momento chave para a Humanidade: o nascimento de Cristo. A maternidade divina não lhe foi imposta, mas proposta pelo Anjo Gabriel (Anunciação). Aponta para um caminho de libertação no amor.

Passaram cento e cinquenta anos e o nosso Mundo mudou muito. Os avanços da civilização e da cultura excederam em vários campos as maiores expectativas de então. Onde ontem se acreditava na Humanidade, hoje mais facilmente se descrê. Onde ontem se esperava que o progresso humano resolveria em breve as múltiplas contradições da existência pessoal e colectiva, das epidemias aos conflitos bélicos, hoje mais vulgarmente se estendem o cepticismo e o pessimismo, tão dissolventes como paralisantes.

Pode-se retirar desta celebração que, sendo o pecado uma lesão da liberdade, uma incapacidade de realizar o bem, próprio e alheio, Maria optou pelo caminho oposto.

Tenhamos nós coragem de optar, em liberdade, de sermos promotores de esperança e agentes de um mundo diferente: um mundo de paz!

Ocorreu no passado dia 26 de Novembro um debate com o tema “Energia Nuclear – Sim ou Não” no Auditório Municipal de Oeiras, organizado pelo Grupo de militantes Jovens Sociais-democratas de Lisboa, cujo lema é “ Ganhar um Geração”.

No painel de oradores encontravam-se pelo SIM o Eng. Pedro Sampaio Nunes e pelo NÃO o Eng. Carlos Pimenta. O debate foi acesso, cabendo a cada orador apresentar e defender uma posição sobre energia nuclear.

Para o Eng. Carlos Pimenta a aposta deverá sempre passar pela utilização cada vez mais de energias renováveis, potenciando os recursos naturais como o vento na produção de energia eólica, a captação de energia solar, por painéis domésticos e industriais, nas forças das marés e mesmo na energia geotérmica.

Defende desta forma, o Eng. Carlos Pimenta, que o indivíduo deve deixar de ser apenas utilizador de energia mas por outro lado produtor e fornecedor, ou seja, através da captação e produção doméstica das energias renováveis poder produzir além da sua necessidade e vender às empresas que as comercializam. Apresenta como maiores críticas à energia nuclear, os problemas de segurança, a viabilidade económica e a falta de solução para o armazenamento dos resíduos tóxicos.

Por outro lado, para o Eng. Pedro Sampaio Nunes, a solução para o fim dos recursos fósseis passa inevitavelmente pela energia nuclear, devendo Portugal a curto prazo potenciar a construção de pelo menos uma central nuclear.

Segundo este, a limitação das energias renováveis em Portugal é muito elevada, mesmo com as energias renováveis na sua capacidade máxima, apenas é possível uma produção entre 15 a 20% das necessidades totais de Portugal. Por este facto, a alternativa passa pela energia nuclear com uma maior capacidade de produção energética. No aspecto da segurança, segundo este, após o desastre de Chernobil, não se registaram mais incidentes com centrais nuclear e não se regista também desde ai qualquer vítima.

Alerta de igual forma que a maioria dos países Europeus possui e desenvolve centrais nucleares e que os países que integraram recentemente a União Europeia estão um passo à frente na exploração deste tipo de energia, não podendo, por isso Portugal ficar mais uma vez na cauda da Europa.

Após as intervenções coube a uma plateia com mais de uma centena de jovens, colocar as suas dúvidas e pontos de vista.

Pela Secção de Odivelas usaram da palavra para colocar questões o companheiro David Castro e o Companheiro Bruno Duarte, demonstrando uma preocupação ambiental tantas vezes defendida pela JSD Odivelas, bem como o entusiasmo de participação e envolvimento que tanto caracteriza da nossa Secção nos fóruns em que participa.

Hoje registam-se 29 anos desde o trágico falecimento de Francisco Sá Carneiro, líder do PPD/PSD até 1980!

Como tem vindo a ser hábito nos últimos anos, o PSD e a JSD Odivelas prestam homenagem a este líder impar da Social-Democracia. Assim, hoje pelas 18h30 na Rotunda com o nome de Sá Carneiro na freguesia da Ramada (junto à Escola Secundária da Ramada), concelho de Odivelas irá ser depositada uma coroa de flores em memória de Sá Carneiro.

Abaixo um breve resumo da vida e história política de Francisco Sá Carneiro:


Realizam-se hoje entre as 18h e as 23h na secção Concelhia do PSD/JSD Odivelas na Rua Alfredo Roque Gameiro, 11, c/v dta as eleições para a Comissão Política Distrital, a Assembleia Distrital e o Conselho de Jurisdição do PSD de Lisboa.
Ambos os Candidatos, Carlos Carreiras e Bacelar Gouveia, estiveram na secção de Odivelas para falar aos militantes no dia 29 de Novembro e dia 1 de Dezembro, respectivamente não ficando dúvidas do que ambos querem para o PSD Lisboa.

De notar que a JSD Odivelas voltou a declarar o seu apoio à candidatura do companheiro Carlos Carreiras, tal como tinha feito em 2007, em nome da importância desta oportunidade única para um virar de página na forma de estar e fazer politica no PSD em Lisboa e mesmo a nível nacional!

Notamos igualmente que estarão sob escrutínio 3 órgãos, acima referidos. Uma atenção em especial para a eleição dos representantes da Secção Concelhia de Odivelas para a Assembleia Distrital, onde estarão presentes na lista A, alguns membros da JSD.

Com a morte do jovem rei de Portugal, D. Sebastião, em 1578, na Batalha de Alcácer-Quibir, levou a uma crise de sucessão já que este não deixou descendência. Pela proximidade de parentesco, coube a regência ao cardeal D. Henrique, aclamado Rei de Portugal. Mas também o cardeal D. Henrique não era casado nem tinha herdeiros, a sua regência seria meramente provisória. O Rei-Cardeal morre em 1580, dando origem a uma crise dinástica.

Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha, sendo este filho de D. Isabel, filha de D. Manuel I, é aclamado rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de rei natural, sob o que se tem designado por "Domínio Filipino".

Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha, porém, começam os actos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar.

Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.

Finalmente, um sentimento profundo de autonomia estava a crescer e foi consumado na revolta de 1640, na qual um grupo de conspiradores da nobreza aclamou o duque de Bragança como Rei de Portugal, com o título de D. João IV (na foto), dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.

O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos e paralelamente as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de S. Tomé e Princípe (1641-1654), restabelecendo o poder atlântico português. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse de Espanha. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.

No entanto, contra todas as espectativas, contra muitas previsões e contra a própria lógica, o país resistiu. Portugal resistiu às investidas castelhanas e ainda hoje é difícil entender como o conseguiu fazer.

O mito da aliança com a Inglaterra, nunca passou disso. Portugal encontrava-se completamente sozinho, com os países católicos a apoiarem o governo de Madrid, com o Papa a não reconhecer Portugal, e com os países protestantes nada interessados na Paz com Portugal, quando estavam interessados em atacar as possessões que ainda eram legalmente portuguesas.

Mesmo arruinado, esfomeado, decadente, o país conseguiu reunir forças para enfrentar exércitos que sabia haviam de chegar, e que sabia serem inevitavelmente muito superiores.

Temos de conhecer a História para podermos aprender. Aprender a compreender o presente para preparar o futuro.

Será que o que aconteceu à 369 anos tem algum reflexo hoje? Acorda Portugal!

JSD Odivelas
Pelos Jovens, pelo Futuro, por Portugal

Hoje é o Dia Mundial Contra a SIDA. Mas o que sabemos realmente nós hoje sobre este vírus: o vírus HIV?

Sabemos que SIDA significa Síndroma de Imunodeficiência Adquirda. É uma doencça provocada por um vírus: o HIV1 e o HIV2.

Mas é preciso dizer que uma vez instalado esse vírus, para se desenvolver e reproduzir, invade e destrói certo tipo de células do sangue (os Linfócitos T 4), que são responsáveis pela defesa do nosso organismo contra Infecções e contra Tumores.

Esta doença, na fase final de evolução, provoca uma diminuição total da capacidade do nosso organismo de resistir a infecções, mesmo as mais simples e mais correntes, tornado-as tão graves e tão difíceis de tratar, que acabam por conduzir à morte.

E como se transmite? Pelo sangue, injecções na veia e relações sexuais. Aconselha-se extremamente a realização de testes para despistagem e evitar a contaminação, nomeadamente dos filhos por parte das mães grávidas que possam desconhecer ter a doença.

Existe tratamento? Não! Não há tratamento que cure definitivamente a doença. Mas com a evolução da ciência e dos tratamentos, já é possível retardar os efeitos da doença e tornar a vida do doente mais digna e menos dolorosa também.

Que solução existe? A solução passa essencialmente pela prevenção, pela protecção que todos temos de ter e que levar muito a sério.

Porque a SIDA não atinge apenas os homossexuais... Atinge todos os que estiverem expostos e não tomarem as devidas precauções. A SIDA é um problema de todos nós que cada vez mata mais pessoas. Previnam-se e não discriminem, porque não sabemos o que o dia de amanhã nos espera!

A Cimeira Ibero-Americana é uma reunião anual dos chefes de Estado e Governo dos Países da Península Ibérica e da América Central e do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Perú, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, criada em 1991, tendo Andorra aderido em 2004. Os seus objectivos são a promoção da cooperação e o desenvolvimento entre os países ibero-americanos.

Alternando sempre de país anfitreão, a Cimeira decorre este ano em Portugal, mais concretamente no Estoril, entre hoje e amanhã, sendo já a segunda vez que ocorre em terras lusas, já que a primeira foi em 1998 no Porto. O tema da Cimeira é "Inovação e Conhecimento".

Desde de logo, esta Cimeira fica marcada pelas ausências dos líderes mais controversos: Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Raúl Castro (Cuba). Têm ocorrido alguns episódios recentes que tornam esta Cimeira numa das mais esperadas e sensíveis devido à tensão entre a Venezuela e a Colômbia, à questão do pós-Golpe de Estado das Honduras e ao apoio de Lula da Silva (Presidente do Brasil) ao programa nuclar iraniano.

Mas esta Cimeira vem tambem numa altura importante devido à crise financeira global que atravessamos, no sentido de percerber como a comunidade dos países ibero-americanos quer e como pode superá-la em conjunto e criar oportunidades de desenvolvimento sustentável e duradouro. Isto porque este conjunto de países, unidos numa cultura muito próxima, representa um mercado fantástico. Depois da União Europeia, dos Estados Unidos e da Zona Euro, é o maior mercado do mundo. Este conjunto de paises formam uma população de, aproximadamente, 715 milhões de pessoas. Estes factores não podem ser nada desvalorizados.

Considero que o tema escolhido para este ano é significativamente feliz, pois traduz uma vontade de construir um caminho de saída da crise, sendo este através da inovação e o conhecimento. Num mercado tão forte, apostando-se na inovação desenvolvem-se factores de progresso económico significativo e apostando-se no conhecimento aumenta-se exponencialmente a confiança, e como tornar o progresso derivado da inovação duradouro.

Portugal tem tido um crescimento forte na área da inovação, mas no Conhecimento o rumo que tem sido tomado é errado. Fortaleceu-se de facto o topo da Educação Superior, através de parcerias internacionais e doutoramentos e no complemento de qualificações básicas (Novas Oportunidades), mas as apostas feitas, pelo actual governo socialista, no Ensino obrigatório e na base do Ensino Superior têm sido arrasadoramente infelizes e contra o desígnio nacional.

Um país sem apostar fortemente numa formação básica e superior devidamente equilibrada e estruturada, nunca conseguirá vencer e dificilmente não sairá dos números negativos de crescimento seja ele económico, social, cultural e até humano.

É nas crises que surgem as verdadeiras oportunidades de dar o salto. Saibamos aprender com as lições que a História nos dá. A aposta no mercado ibero-americano pode ser uma aposta vencedora, e que juntos, podemos, mais do que sair desta crise, criar fortes sinergias de desenvolvimento mútuo.

Portugal está numa encruzilhada! O país já se encontra altamente endividado, mas, ao mesmo tempo, muitas famílias voltam-se para o Estado e pedem apoios para enfrentar a crise.

O Presidente da República enunciou recentemente o caminho que entende ser o correcto para transformar a economia portuguesa numa economia mais próspera! Assim, e bem, o Senhor Presidente indica o caminho pela redução da despesa corrente do Estado e do correspondente endividamento, mais estímulos às empresas de modo a melhorar o contexto empresarial Português e assim permitir maior crescimento económico!

E de facto, qualquer bom economista que se preze sabe bem que menos desperdicios ou seja, menos despesa, combinada com um endividamento limitado resulta num menor défice orçamental. Com um défice menor é possível ajudar as empresas, pois os fundos Estatias não estão comprometidos com o pagamento dos juros. A partir daqui criar-se-ão (nas empresas privadas) mais empregos gerando mais receita e progressivamente baixando os impostos directos, IRS e IRC, que permitem criar mais riqueza e assim poder aumentar o rendimento das famílias fazendo com que o consumo aumente!

De notar que, ao invés, o actual primeiro-ministro de Portugal continua a insistir no investimento público como saída para a Economia Portuguesa!? Bem se vê o que este Governo percebe de economia, nesta atitude!

O que este Governo propõe é que se hipoteque as futuras gerações com investimentos públicos avultados que apenas darão resultados no curto prazo. Diz o Governo que assim o Estado se deve substituir à iniciativa privada (nada de mais errado!!) e que depois destes investimentos feitos as empresas crescerão economicamente gerando mais receita de impostos!

E eu pergunto. Assim sendo, mesmo admitindo inocentemente que tal era possível, quem financia os tais investimentos públicos até essas empresas começaram a gerar mais receita de impostos para o Estado? OS CONTRIBUINTES? SUBINDO MAIS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES?

A prova que o caminho não é esse é que o desemprego em Portugal continua a subir e segundo uma recente notícia no Diário Económico, Portugal é dos poucos países da UE que ainda não está a sair da recessão! A nível mundial, é mesmo dos poucos países desenvolvidos com crescimento pouco acima de 0%!

Quem quiser comprar estas ideias estará a condenar Portugal e os seus filhos e netos, pelo menos!

JSD Odivelas

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