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As pessoas começam a fumar principalmente influenciadas pela publicidade maciça do cigarro nos meios de comunicação de massa. Esta é dirigida sobretudo aos jovens e passa a falsa imagem de que fumar está associado ao sucesso, independência e liberdade.

Prova é que um Jovem começa a fumar em média, com 17 anos. Como Juventude Partidária que somos, estamos preocupados!

Estudos recentes demonstram ainda que os portugueses fumam em média 18 cigarros por dia, num periodo médio de 28 anos. Torna-se evidente que a nova Lei do Tabaco, continua a não estimular os Portugueses a deixarem de fumar. Não será certamente devido à falta de informação, mas a justificação principal estará no facto de a nicotina ter características aditivas, a que corresponde uma perda de controlo no consumo de tabaco e dificuldade na cessação de fumar.
A proibição de fumar em espaços públicos fechados é sem dúvida uma excelente medida sob ponto de vista da saúde e do ambiente, mas tenhamos noção que nunca será o entrave a que as pessoas deixem de fumar. Para desistir de fumar será necessário romper o "triângulo do fumador", isto é, controlar os 3 factores principais envolvidos no tabagismo: a dependência psicológica e fisiológica da nicotina; as influências psicossociais (lidar com o stress e a ansiedade, por exemplo); e o hábito.

Prevenção é a palavra de ordem.

A Educação tem um papel muito importante na prevenção, pois o ideal é não começar sequer com a prática do tabagismo. A promoção na área da Saúde deve começar cedo, sendo as escolas um bom exemplo onde se deve implementar esta política.

A JSD de Odivelas nunca ficou indiferente a esta causa e prova disso foram os horários que distribuiu nas Escolas Secundárias do Concelho no ano lectivo transacto, com medidas de prevenção e alerta ao tabaco, bem como ao alcool.

Não podemos ainda deixar de afirmar que existem outras entidades com responsabilidades nesta área, onde destacamos as forças culturais, sociais e políticas.

Mobilidade sustentável:



É bom que todos comecemos a considerar seriamente massificar esta possibilidade! E quem sabe no futuro tenhamos estradas assim (abaixo):


Todos temos a responsabilidade de ter coragem cívica para tornar tal possível!

Este sábado ficou evidente, mais uma vez, que disputas formais e guerrilhas bairristas minam a distrital de Lisboa, ocupam todo o espaço que deveria ser dedicado a discussões produtivas, a projectos, a crescimento.

Se do passado existe tanto a falar ainda, tantas contas a ajustar, que se escreva um livro e se dê a ler para memória, hoje o tempo é outro, o tempo corre. Faltam ideias, falta ambição.

Existe uma clara dificuldade de união e, gravemente visível, de liderança. Será que terão, os eleitos - legitimamente ou não - força para isto?

Ah, que me perdoe o ditado quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro.

Em Portugal, o Outono e a chegada definitiva do tempo frio são comemorados no dia 11 de Novembro, Dia de São Martinho. Neste dia, um pouco por todo o país, assam-se castanhas, bebe-se vinho novo e água-pé e, em alguns pontos do país, ainda há quem reúna familiares e amigos à volta de uma fogueira ao ar livre... Mas poucos são aqueles que sabem qual o real significado do Dia de São Martinho, ou mesmo o que é a água-pé...

Assim, na passada quarta-feira, dia 11, a comissão Política Concelhia do PSD realizou no Salão Azul da Feira do Silvado em Odivelas, a festa do Magusto!

A JSD Odivelas saúda esta iniciativa dos representantes em Odivelas do maior partido político do país, o Partido Social-Democrata e anuncia que vai realizar o seu próprio magusto amanhã, Domingo, pelas 16h na secção concelhia na Rua Alfredo Roque Gameiro, n.º 11, c/v Dta em Odivelas!

De notar que esta data se celebra devido à lenda segundo a qual num dia tempestuoso, enquanto regressava a casa montado no seu cavalo, São Martinho avistou um mendigo quase nu a tremer de frio e de mão estendia suplicante, em busca de auxílio que o livrasse de uma morte certa. Sem hesitar, São Martinho parou o cavalo e com a sua nobre espada cortou ao meio a sua capa militar, dando metade ao mendigo. Apesar da chuva intensa e de mal agasalhado, preparava-se para continuar o seu caminho quando, subitamente, a tempestade cessou, o céu ficou limpo e um Sol radiante inundou a terra de luz e calor.

Diz-se então que, para que o Homem não se esqueça do acto de bondade praticado pelo Santo que salvou a vida ao mendigo, todos os anos, nessa mesma época, o tempo frio cessa por alguns dias. Daí a expressão por todos nós conhecida “É o Verão de São Martinho!”.

A nível religioso, o São Martinho é comemorado como um ritual que é associado à abertura e prova do vinho que é feito em Setembro. A água-pé é o resultado da água lançada sobre o bagaço da uva, donde era retirado o pouco mosto que aí se mantinha. Esta bebida podia-se beber ainda em fermentação, ou posteriormente adicionando-lhe álcool. Em simultâneo comemorava-se também a chegada do Outono. A estas duas celebrações tradicionalmente praticadas no Dia de Todos os Santos, é dado o nome de Magusto.

Assim, como diz o ditado popular "no dia de S. Martinho vai à adega e prova o vinho".

Já são conhecidos os novos rostos que, até 2013, vão dirigir os destinos de Odivelas. Depois da tomada de posse no dia 3 de Novembro, na passada sexta-feira reuniu o executivo Municipal, tendo sido deliberada a distribuição dos pelouros conforme abaixo:

Presidente:
Susana Amador (PS) - Urbanismo / PDM / Habitação / Área Administrativa e Financeira / Apoio ao Cidadão / Comunicação, Relações Públicas e Protocolo / Auditoria Interna


Vereadores

Hernâni Carvalho (Independente) – sem pelouro

Ilídio Ferreira (CDU) – sem pelouro

Mário Máximo (PS) – Cultura / Actividades Económicas e Projectos Comparticipados / Turismo / Departamento Jurídico e de Administração-Geral

Carlos Bodião (PSD) – Ambiente

Hugo Martins (PS) – Obras Municipais / Transportes e Oficinas / Desporto

Sandra Pereira (PSD) – Saúde

Rui Francisco (CDU) – sem pelouro

Fernanda Franchi (PS) – Educação / Acção Social / Juventude

Paulo Aido (Independente) – sem pelouro

Paulo César (PS) - Projectos Estruturantes e Mobilidade / Planeamento Urbanístico e Projectos Especiais / Protecção Civil / Informática e Sistemas de Comunicação


Assembleia Municipal de Odivelas

De referir também que a Assembleia Municipal votou no dia 3 de Novembro a composição da mesa, tendo sido apresentada uma lista única que foi aprovou por larga maioria, a seguinte composição:

Presidente da Assembleia Municipal:
Sérgio Paiva (PS)

1º Secretário:
Vanessa Porto (PS)

2º Secretário:
Joaquim Campos (CDU)

Foi precisamente há 20 anos que se deu o marco mais emblemático do fim da União Soviética, do Pacto de Varsóvia, da "Cortina de Ferro", da divisão da Alemanha, do jugo comunista na Europa - a Queda do Muro de Berlim.

Não foi o início do fim, mas a queda deste muro tornou-se para a História um símbolo de Liberdade, uma marca emblemática de que as barreiras físicas não conseguem separar um povo.

Esta barreira física, construída pela República Democrática Alemã (RDA), na madrugada de 13 de Agosto de 1961, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental (RFA), simbolizava a divisão do mundo em dois blocos.

Na madrugada do dia 13 de Agosto de 1961, as forças armadas bloquearam as conexões de trânsito a Berlim Ocidental. Eram apoiadas por forças soviéticas, preparadas à luta, nos pontos fronteiriços para os sectores ocidentais.

Nos 28 anos da existência do Muro morreram muitas pessoas. Não existem números exactos e há indicações muito contraditórias, porque a RDA sistematicamente impedia todas as informações sobre incidentes fronteiriços. Os números oficiais ascendem um número pouco superior a 200, mas estima-se que tenham sido perto de mil.

O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Anunciou-se uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais.

Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira foi-se abrindo ao longo dos vários postos de controlo.

Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais.

O século XX foi um período de muitos ensinamentos para a Humanidade: experimentou-se o que há de mais negro da natureza humana, testemunhou-se o que é possível o ser humano fazer para sobreviver e reerguer-se da desgraça.

Para além do horror do Fascismo/Nazismo, o mundo viveu/conheceu o inferno do Comunismo Soviético, pelas mãos de Estaline, Khrushchov, Brejnev, Andropov, Tchernenko e Gorbatchov. Milhões de mortos e condenados a trabalhos forçados, invasões a territórios soberanos, militarização e ameça à paz constante, brutal violação dos direitos humanos, subjugação de um povo inteiro à pobreza é o saldo de 73 anos de URSS.

Tudo o que é contrário à Tirania e à violação dos Direitos Humanos e da autodeterminação dos povos está representado na Queda do Muro de Berlim. Saibamos aprender com a História!

Reflexão final: hoje em dia continuam a existir "Muros de Berlim". Não falo apenas dos Muros similares ao de Berlim, como os Muros da Cisjordânia e do Muro fronteiriço Estados Unidos-México. Falo também de um Muro pouco visível do nosso quotidiano, que destroí todos os dias a nossa democracia, liberdade e paz: a Exclusão Social.

É este o desafio de hoje! É difícil combatê-lo, mas é possível. Destroí-se este grande "Muro" com solidariedade, compreensão e integração.
Falta a maior arma de todas para acabar com este flagelo: vontade!

Tal como a JSD Odivelas antecipou no inicio do ano, o petróleo nos mercados internacionais já está a subir novamente de preço! E na senda da discussão energética que recomeça a emergir, para muitos o hidrogénio é tido como a grande esperança para a crise energética. Mas será a solução para os nossos problemas?

Eu acho que não, pois o hidrogénio é como a electricidade, tem de ser produzido. E para essa produção temos de usar outra fonte de energia, seja o petróleo (e nesse caso não resolvemos o problema da emissão de CO2) ou energias renováveis. Ou seja, temos de gastar mais energia para produzir um combustível que embora não poluente, pode ter custos elevados de produção.

Bem sei que a vantagem do hidrogénio é que permite abordar um sector muito importante que contribui para uma elevada percentagem das nossas emissões, o sector dos transportes. E é sabido que muitas autarquias já estão a adoptar estas opções energéticas, pois o que o hidrogénio nos traz é a possibilidade de deixar de usar petróleo (ou seus derivados) nas nossas frotas de milhões de veículos que percorrem as nossas estradas, substituindo-o por hidrogénio.

O problema é que não há minas de hidrogénio e o hidrogénio não é formado de forma natural! O hidrogénio apenas poderá funcionar como bateria para transportar energia, nunca poderá ser utilizado para produzir energia, porque é preciso energia para o sintetizar.

Reconheço a utilidade das baterias de hidrogénio para os automóveis e que os carros com estas baterias poderão vingar mais do que os carros eléctricos uma vez que, pelo menos por enquanto, os carros puramente eléctricos têm uma autonomia muito pequena e levam muito tempo a carregar.

Mas a verdade é que o hidrogénio não é solução para a produção energética. Portugal continua altamente dependente dos combustíveis fósseis (cerca de 80%) e, infelizmente, o hidrogénio não vai diminuir essa dependência!

Tenha este novo Governo a coragem de aproveitar realmente a energia hídrica, solar e eólica do país e apostar fortemente na microgeração!

Ficou concluído ontem, quarta-feira à noite o processo de tomada posse dos eleitos para os diversos órgãos autárquicos para os próximos quatro anos.

A JSD Odivelas conseguiu nestas eleições autárquicas 8 mandatos eleitos que durante estes 4 anos farão tudo o que estiver ao seu alcance para defender os interesses dos jovens nas respectivas freguesias e no Concelho.

A JSD vê assim reconhecida a sua dinâmica e motivação, fruto do grande trabalho que tem desenvolvido nas freguesias onde tem eleitos, e que, o PSD soube reconhecer.

São os seguintes os eleitos da JSD:

Assembleia Municipal de Odivelas: Maria João, Bruno Duarte e Paulo Pinheiro

Juntas de Freguesia:

Odivelas: Pedro Roberto e Tânia Bragança
Póvoa de Santo Adrião: João Correia
Pontinha: Daniela Duarte
Ramada: Carla Marcelino

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