Halloween Costume ideas 2015
Últimos Artigos
18 Anos Odivelas Actividades Administração Pública Alexandra Costa Ana Catarina Gomes António Costa Antonio Dias António Guterres As histórias de uma terra milenar Assembleia Municipal Odivelas Associações de Estudantes Áutárquicas Banco de Voluntariado Bruno Duarte Bruno Veiga Câmara Municipal de Odivelas Carla Nazareth Carla Sofia Marcelino Castelo de Vide Catarina Silva Comissão Política Comunicação Conselho Municipal da Juventude Crónica Daniela Chaves Daniela Duarte David Castro David Freitas David Pereira de Castro Débora Pereira Desporto Diogo Godinho Diogo Sousa Dívida Pública Educação Eleições Autárquicas Élia Capitão Em Kontacto Ensino Secundário Ensino superior Estamos Juntos Europa Falta de Ética Fernando Seara Filipe Moreira Filipe Sanches Finanças Públicas Formação Francisco Sá Carneiro Gabriel Faria Gonçalo Teixeira da Silva Guilherme Duarte Guilherme Prazeres Habita Aqui Hélder Silva Helga Afonso Helga Afonso e Aftab Tayob Inês Abrantes Inês Fonseca Joana Batista João Alcobia João Correas João Correia José Ricardo Dâmaso Jovem Autarca Jovens em Rede JSD JSD Distrital de Lisboa JSD Odivelas Juventude Juventude Social Democrata Liliana Batista Lisboa Manifesta-te Manuel Pereira Marco Almeida Margarida Balseiro Lopes Maria Inês Almeida Maria Luís Albuquerque Marisa Terenas Marta Pinto Mês da Cidadania Activa Nações Unidas NESD Secundário Odivelas ONU Opinião Orçamento para a Juventude Participação Política Partido Social Democrata Partido Socialista Paulo Pinheiro Pedro Cardoso Pedro Passos Coelho Pedro Roberto Pedro Roberto e Filipe Sanches Pedro Santana Lopes Plenário Concelhio Por um PSD mais PPD Portugal Programa Proposta de Recomendação PSD PSD Odivelas Recolha de Bens Regresso às Aulas em Grande Ricardo David Ricardo David e Tiago Duarte Robert Schuman Rodolfo Cardoso Rodrigo Pereira Skate Park SOS J Tânia Bragança Tatiana Azenha Tiago Gonçalves Duarte Unir o Partido Ganhar o País Universidade de Verão 2017 Universidade de Verão 2018 UV Voluntariado Jovem

O socialismo surgiu na Europa, no século XIX, como proposta para uma sociedade mais justa e solidária. O socialismo propunha a posse colectiva dos meios de produção e apregoava a revolução. No início do século XX, surge a social democracia, que defendia a democracia e propunha a reforma do sistema através da regulação do Estado e da respectiva intervenção na compensação ou eliminação das desigualdades sociais.

Construiu-se um Estado-providência, que asseguraria o acesso universal à saúde, à educação, e a mecanismos de segurança social que preveniam a exclusão e a pobreza. Mantendo sempre o seu objectivo primordial de uma sociedade justa e solidária, a social democracia evoluiu ao longo do século XX, inovando nas respostas com que o Estado cumpria a sua função social.

De facto, na minha opinião, a preocupação do Estado deve ser assegurar maior coesão, e não insistir em abordagens ou ideologias arcaicas. Assegurar o acesso dos cidadãos a bons serviços sociais e não deter a sua posse ou administração. Dar mais poder aos cidadãos e não manter modelos de comando distantes e centralizados.

Actualmente, o maior desafio de qualquer Estado democrata é operar a passagem de um Estado social universalista, assistencialista e centralizador, para um Estado social mais selectivo, cuja actuação assente na capacitação dos cidadãos e na valorização da sua participação, autonomia, criatividade, e liberdade de escolha.

Só um Estado mais próximo e "à medida" poderá desempenhar as suas funções sociais com maior eficácia e eficiência. Este ano, em Portugal, a despesa pública deverá ter já atingido os 100% do PIB e o esforço fiscal dos portugueses será 30% acima da média da UE. Ainda assim, "todos temos noção de que o Estado falha em questões fundamentais". Afinal, com que níveis de eficácia e eficiência desempenha o Estado as suas funções sociais?

Como é possível a Irlanda tenha tido um nível de pobreza superior ao de Portugal antes das transferências sociais da UE, e após estas passar a ter menos? E como gastamos "tanto" em educação e os resultados são tão deprimentes?

Os resultados das últimas eleições, no passado dia 7 de Junho para o Parlamento Europeu, demonstram bem a mudança que o país exige!
O socialismo não pode ser como a canoa furada que por ai anda a flutuar e se mantém indiferente à realidade.

Ou se questiona e inova, potenciando os investimentos sociais do Estado e dando mais poder às pessoas, ou se naufraga - é só uma questão de tempo.

O Socialismo chegou ao fim!


Texto de: Bruno Duarte (Vice-Presidente JSD Odivelas)

A Festa do Corpo de Deus, ou Corpus Christi, feriado nacional, é solenizada na primeira quinta-feira após a comemoração da Santíssima Trindade, uma vez que a quinta-feira Santa representa um dia de tristeza e de luto – ainda que tenha sido nesse mesmo dia que Jesus Cristo celebrou a Última Ceia, ou a primeira e a sua única missa com os apóstolos. Ou seja, o acto que assinala a instituição da Santa Eucaristia, acrescido do pedido de Jesus aos apóstolos de a divulgarem e ministrarem em Sua memória: «E Jesus tomou o pão e disse: “Isto é o Meu Corpo (…).» E tomou também o cálice (…) dizendo: «Esta é a Nova Aliança no Meu Sangue (…).»

Pela importância de que se reveste um tal acontecimento, ele só poderia ser comemorado mais tarde, visto a quinta-feira da Paixão não dar lugar à solenidade triunfal deste dia. Assim, já numa data em pleno tempo de alegria, criou a Igreja esta festa para louvar o Corpo de Deus na Hóstia Consagrada ou a Consagração do Triunfo do Amor de Cristo Sacramentado, celebrada fora do tempo pascal, mas ainda relacionada com a comemoração da Páscoa.

Instituída no século XIII em Liège, por inspiração de Santa Juliana de Cornillon, nascida em 1192, perto de Liège, na Bélgica, a Festa do Corpo de Deus recebe a bula Transiturus do papa Urbano IV em 18 de Setembro de 1264, estendendo a festa à Igreja Universal. A decisão encontra alguma resistência entre a Cristandade, só ultrapassada nos inícios do século XIV (1312), quando por insistência do papa Clemente V a questão volta a ser levantada durante o Concílio de Viena (1311 e 1312). Pouco depois (1314 ou 1316), a bula Transiturus é confirmada sob a vigência do papa João XXII.

Em Portugal a manifestação religiosa é aceite, tendo D. Dinis ordenado em 21 de Julho de 1318, à Colegiada de Santa Maria de Guimarães que promovesse anualmente – considerados alguns rendimentos estipulados pelo rei –, a celebração do Corpo de Deus, embora se sustente a hipótese de que a festa tenha sido desde logo comemorada no nosso País com uma procissão (Évora) a partir de 1265, isto é, no ano seguinte à bula de Urbano V.

10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Este dia, feriado, assinala assim o dia de celebração nacional instituido desde 1933, a morte de Luís Vaz de Camões em 1580 e desde 1978 também das comunidades Portuguesas.






A Portuguesa e os Portugueses

A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".

A JSD Odivelas pretende dar melhor a conhecer um dos símbolos de Portugal. A Portuguesa foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano.

Para o registo, fica a letra do hino de Portugal, parte I no vídeo acima apresentado:

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Portugal, o país de grandes personalidades mundiais: de Afonso Henriques a Aristides de Sousa Mendes, do Infante D. Henrique a Luis de Camões, de Santo António a Eusébio, de Eça de Queirós a Egas Moniz, de São Nuno Álvares Pereira a Humberto Delgado, de D. Dinis a Vasco da Gama, de Padre António Vieira a Florbela Espanca, da Rainha Santa Isabel a Gil Eanes, de Pedro Álvares Cabral a Rosa Mota, de Bartolomeu Dias a D. Maria II, De Pedro Hispano a Gil Vicente, de Damião de Góis a Almeida Garret, de Gago Coutinho e Sacadura Cabral a Sá Carneiro , entre tantos outros…

Como diz outro grande português, no dia de hoje: “A Esperança é a palavra” – Cavaco Silva.

Vamos a isto Portugal!

A importância das Eleições Europeias

É já neste domingo (7 de Junho) que temos as primeiras eleições de 2009 – As Eleições Europeias!

Qual é a importância destas eleições?

Este é o único órgão da União Europeia que resulta de eleições directas. Os 785 deputados que nele têm assento são representantes dos cidadãos, escolhidos de cinco em cinco anos pelos eleitores de todos os 27 Estados-Membros da União Europeia, em nome dos seus 492 milhões de cidadãos. Será a nossa oportunidade de expressarmos, através do voto, que rumo queremos para a Europa. Numa altura de crise financeira e de valores, é de extrema responsabilidade definirmos o que queremos para os próximos 5 anos para a Europa! A Europa não é só Bruxelas ou Estrasburgo, nem só para os políticos: A Europa somos todos nós, um projecto de paz e de progresso conjunto, sedimentado nos mesmos valores de Liberdade e Democracia!

Há sempre tempo para votar:

O ínicio da Mudança – 10 razões para a vitória do PSD nas Eleições Europeias

O PSD, como partido defensor dos interesses de Portugal e de uma integração forte na Europa vem, mais uma vez, demonstrar aos Portugueses uma estratégia de fortalecer a União Europeia e a posição de Portugal no seu seio.
A JSD Odivelas considera fundamental informar todos sobre o que o PSD defende e apresenta para a Europa. Apresentamos, resumidamente, 10 compromissos:

1. REPRESENTAR PORTUGAL
Para nós, eleger 22 Deputados ao Parlamento Europeu representa eleger 22 embaixadores do interesse nacional.

2. GARANTIR O EMPREGO E CRIAR RIQUEZA: APOSTAR NA ECONOMIA
A nossa prioridade é mais e melhor emprego. Precisamos de robustecer a nossa economia tirando mais partido do mercado interno.
Apostamos no investimento no capital humano, na formação, educação, ciência e inovação. Defendemos políticas activas de incentivo às Pequenas e Médias Empresas e na valorização da agricultura e os agricultores. Combater a crise com a utilização dos fundos comunitários.

3. MAIS SEGURANÇA, JUSTIÇA E LIBERDADE: CONSTRUIR A EUROPA DOS CIDADÃOS
Defendemos uma Europa das pessoas, uma Europa dos cidadãos. Queremos o reforço das políticas sociais de forma a que a crise económica não se abata sobre os mais fracos, com especial atenção para os mais idosos e os que necessitam de cuidados de saúde. Somos defensores do reforço do Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça com melhor protecção das nossas fronteiras e com políticas comuns em matéria de asilo, vistos e imigração. Adoptaremos medidas que reforcem a transparência e a luta contra a corrupção e o desperdício.

4. REFORÇAR A COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL
Opomo-nos, assim, às tentativas de nacionalização das políticas de coesão
e defendemos que elas continuem a ser um objectivo comunitário. Neste campo, é necessário que os fundos comunitários sejam bem aplicados em Portugal. Combatemos a incompetência e o desperdício, quer se traduzam na não aplicação ou mesmo devolução de recursos financeiros a Bruxelas, quer no atraso inaceitável no seu aproveitamento (como está a ser o caso do QREN) ou no financiamento de obras vistosas mas ruinosas para as próximas gerações. Para tanto desenvolveremos a REDE AUTARQUIAS EUROPA que envolverá os autarcas portugueses e os Deputados ao Parlamento Europeu.

5. COLOCAR OS JOVENS PORTUGUESES NA FRENTE DA CONSTRUÇÃO EUROPEIA
Os jovens são os destinatários da grande maioria das políticas europeias. O PSD é, aliás, o único Partido a ter um candidato jovem em posição elegível.
Há medidas pró-juventude que podem adoptar-se de imediato. É possível e urgente democratizar o ERASMUS envolvendo mais jovens e reforçando os apoios de forma a impedir que haja discriminações em função da capacidade económica. Vamos propor a criação de um programa europeu de mobilidade para o 1º emprego: o ERASMUS-emprego. Apoiaremos o objectivo de aumentar o financiamento do Ensino Superior.

6. DAR PRIORIDADE AO AMBIENTE E À ENERGIA
Aplaudimos as iniciativas da Comissão Barroso nas áreas do Ambiente e da Energia. Temos de diminuir a nossa dependência energética relativamente ao exterior e reforçar a segurança das redes e do aprovisionamento, investir também nas energias alternativas. Damos todo o apoio a esta prioridade e estamos confiantes na obtenção de um acordo global na luta contra as mudanças climáticas.

7. REAFIRMAR PORTUGAL NA LIDERANÇA EUROPEIA
Tudo faremos para reconduzir Durão Barroso como Presidente da Comissão Europeia. Não apenas pela inegável mais-valia para o nosso País como também pela competência e capacidade revelada, provando que não é necessário pertencer-se a um dos "grandes países" para liderar a União.

8. DEFENDER O PORTUGUÊS COMO LÍNGUA OFICIAL DA UE
Entendemos a nossa língua como um factor de identidade e cultura, uma mais valia no plano europeu. O português é a 7ª língua mais falada no mundo e, como foi recentemente reconhecido pelo Parlamento Europeu, um importante meio de comunicação com os países lusófonos com destaque para o Brasil. É fundamental que os nossos cidadãos possam continuar a dirigir-se às instituições comunitárias ou consultar a informação na nossa língua. Para nós, o português tem de continuar a ser língua oficial da União Europeia e língua de trabalho no Parlamento Europeu.

9. ASSUMIR UMA ESTRATÉGIA MARÍTIMA EUROPEIA
Apoiamos a importante iniciativa da Comissão Barroso de propor a definição da uma Estratégia Marítima Europeia. Ela constitui para Portugal, que tem a maior Zona Económica Exclusiva da UE (e uma das maiores do mundo), uma oportunidade única de afirmação do nosso País no processo de construção europeia.

10. LEVAR POR DIANTE O TRATADO DE LISBOA
É do interesse nacional e europeu que a UE funcione com eficácia. As regras que foram desenhadas para uma União a 6 e que foram subsistindo para uma UE a 9, 10, 12 e até 15 não são exequíveis numa União que integra 27 ou mais Estados-Membros. O Tratado de Lisboa visa agilizar os mecanismos de decisão da UE, pondo termo a uma crise institucional que se tem arrastado por demasiado tempo, desperdiçando energias que podiam ser canalizadas para outros problemas europeus. Daremos apoio a todos os esforços que visam garantir o maior consenso possível em torno do Tratado de Lisboa e promover a sua rápida entrada em vigor.

Tendo um forte programa para a UE, conforme acima exposto, demostrando conhecimento da realidade e com iniciativa e ideias inovadoras para melhorar a UE e fortalecer Portugal, só o PSD pode combater a crise.

Frisamos o facto de podermos contar com um jovem de 29 anos – Joaquim Biancard da Cruz, Vice-Presidente da JSD – nas listas num lugar elegível. É a nossa oportunidade de termos um representante da juventude no Parlamento Europeu.

Compete-nos fazer com que este projecto seja seguido. Só acontecerá se dermos força ao PSD, através do voto, para vencer as eleições.

Há projecto! Há pessoas extremamente válidas! Somos capazes!

Amanhã, dia 7 de Junho, vota PSD!

In "Jornal de Noticias" 04/06/2009

"O PS tem medo do PSD".

O candidato socialista já recusou o repto, afirmando não estar disposto a fazer fretes.
Era o último trunfo do cabeça de lista do PSD às europeias para tentar levar Vital Moreira a participar num frente-a-frente, hoje, na RTP. "Temos de perguntar neste momento porque é que José Sócrates não deixa o candidato Vital Moreira fazer o debate?", atacou Paulo Rangel, durante um almoço com autarcas, em Viseu.

A resposta não tardou: "É simples e já se nota até, de há algum tempo a esta parte, no estilo de campanha que está a fazer o PS: O PS tem medo do PSD, o PS tem medo de debater com o PSD, o PS está numa situação de desespero".

"Se o candidato Vital Moreira quiser recuar, como ele tem muitos avanços e recuos, ainda vai a tempo. Nós ainda arranjamos tempo para debater", garantiu Rangel, convencido de que o debate "não interferia na agenda e seria um grande factor de esclarecimento para os portugueses".


O candidato do PSD avisou, no entanto, que caso se mantenha a recusa, "Vital Moreira tem de explicar" a razão.

Quando não se vai debate só significa uma de duas coisas: ou não há argumentos mais fortes para refutar ou puro medo. Se calhar, neste caso, são ambas…

Ainda há dúvidas sobre quem pode servir melhor Portugal? Só quem tem argumentos!

Ontem, dia 3 de Junho de 2009, a JSD Odivelas voltou às iniciativas nas escolas Secundárias do Concelho, tendo escolhido desta vez, a Escola Secundária da Pontinha para distribuir um jornal de esclarecimento sobre o Tratado de lisboa e as eleições Europeias que se realizam no próximo Domingo!

Esta foto-reportagem da entrega do material informativo aos estudantes desta freguesia demonstra bem a importância que a JSD Odivelas dá ao esclarecimento dos jovens e ao interesse na sua participação cívica e activa na comunidade!






















A JSD Odivelas existe e marca a sua presença todos os dias!
Equipa da JSD Odivelas que esteve na Escola Secundária da Pontinha


A Juventude em Odivelas tem cara!

JSD Odivelas
Uma juventude de causas!

JSD Odivelas

Formulário de Contacto

Nome

Email *

Mensagem *

Com tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget