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O estado actual desta zona da freguesia da Pontinha, no Concelho de Odivelas é, no mínimo, lastimável! Preocupa-nos pois, para além das barracas abandonadas e a não requalificação deste espaço, jovens, adultos e idosos convivem com este amontoado de sacos de plástico, restos de tijolos, madeira, cabos eléctricos, mobília, etc. correndo sérios riscos de saúde.

Como é possível ver nas fotos abaixo, a entrada no bairro está acessível a qualquer um, sendo bastante fácil que uma criança por aqui entre e se magoe facilmente.

Aliás, até a carrinha que servia para transportar os atletas do clube dos “Besouros”, continua, agora abandonada dentro do bairro.
Ainda não acreditam no que dizemos? É claro que o PS já se apressou a ordenar o começo da demolição de algumas barracas, pontualmente. MAS O BAIRRO CONTINUA A EXISTIR! E é um perigo para a população da Pontinha e para todos os que possam ter o azar de ter de por ali passar!

Conceito de Limpeza Urbana do Partido Socialista em Odivelas:

É isto que queremos para Odivelas? A população tem de ter coragem de mudar e dizer: basta! Basta de Socialismo incompetente!

Venha a Mudança!

JSD Odivelas

Desde o inicio da semana que temos vindo a denunciar este gravíssimo problema na Pontinha, freguesia do Concelho de Odivelas, provocado pela desorganização e incapacidade do Partido Socialista em Odivelas, mas também o do Governo. Como afirmado anteriormente, a JSD Odivelas continua no terreno e o que temos visto é verdadeiramente assustador, num país como Portugal.

Junto enviamos fotos, para que todos o possam confirmar:
Entrada do bairro, que ainda existe, mesmo que alguns continuem teimosamente a negá-lo
Qual cenário de guerra, recentemente abandonada pelos seus antigos ocupantes. As imagens são devastadoras!
Passou por aqui algum bombardeiro? Houve bombardeamentos na Azinhaga dos Besouros?

Infelizmente estas imagens são reais e bem patentes a poucos km de distância de qualquer leitor deste blog, em Portugal! O acesso a esta zona está ao alcance de qualquer um, é só uma questão de o querer. A reportagem da JSD Odivelas tem-se deslocado ao local diariamente, sem ser impedida por ninguém!

É esta a obra do Partido Socialista na Pontinha:

E nós perguntamos, é isto que os Odivelenses querem para o futuro? É isto que os Pontinhenses querem para a sua freguesia?


JSD Odivelas

Pela verdade!

Por muito que a alguns custe admiti-lo, é inegável e à vista de todos, a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Sra. Susana Amador, voltou a mentir aos Odivelenses! Neste caso, aos Pontinhenses!

A JSD Odivelas tem acompanhado o processo desde o ano passado, em que foi prometida a demolição de todo o aglomerado de barracas da Azinhaga dos besouros, na Pontinha. Promessa feita desde Julho de 2008, que não se veio a verificar.

Notamos que a JSD Odivelas já denunciou esta situação em Novembro (dia 18) passado, por este meio, mas nada foi feito. A JSD Odivelas esteve novamente no local, durante a semana passada, tendo tirado alguma fotos, para que todos possam verificar que, o que agora estamos a denunciar, é apenas a verdade!
Foto tirada no passado sábado, dia 10 de Janeiro de 2009

Como todos podem verificar, aqui está mais uma promessa Socialista no Concelho de Odivelas que não foi cumprida! O Partido Socialista não cumpriu a sua promessa de demolir todas as barracas, provocando um problema de saúde pública nesta freguesia. No entanto, acreditamos que com esta nova denúncia, a situação se resolva em definitivo!

Aliás, como tem vindo a ser hábito, a muito custo e com algum “tempo de carência”, apesar de não o admitir, o Partido Socialista tem seguido algumas propostas e orientações da JSD, em Odivelas! Acreditamos que esta será mais uma delas!

De notar igualmente que, apesar do acima referido, elogiamos a actuação irrepreensível do Vereador do PSD, com o pelouro da Habitação Social na Câmara Municipal de Odivelas, que conseguiu que até final de Outubro do ano passado, todas as famílias inscritas no Programa Especial de Realojamento fossem realojadas ou indemnizadas.

Como dissemos acima, a JSD Odivelas esteve no local e pode constatar que, para além de a maioria das barracas continuar a existir, o entulho se mistura com os passeios e a via pública, mais parecendo um cenário de guerra onde uma vila foi recentemente abandonada.



Sabendo da promessa eleitoralista da conclusão da CRIL/IC 17 para o final de 2009, exigimos que a Sra. Presidente da Câmara Municipal de Odivelas esclareça claramente quando vão ser efectivamente demolidas TODAS as barracas na Pontinha, bem como removido todo o entulho que põe em causa a saúde pública neste freguesia!

A JSD Odivelas está atenta e vai exigir que as promessas feitas pelos Socialistas nos últimos anos, sejam cumpridas em favor dos Odivelenses!


JSD Odivelas

Enquanto o novo ano começa com o agravamento do conflito na faixa de Gaza, muitos esquecem o drama que se continua a viver no Kosovo!

Este país, "sitiado" entre a Sérvia a Norte, Montenegro e Albânia a Oeste e Macedónia a Sul, continua a sofrer o terror de uma guerra sem fim!

Muitos Portuguesas e principalmente Portuguesas não esquecerão, uma vez que os tropas Portugueses estão desde há muito neste território, integradas em corporações da NATO, para contribuir para a manutenção da paz!

Mas a história deste recente país da Península Balcânica, cruza-se com populações latinas até há 20 anos atrás, isoladas na Sérvia, no norte da Grécia, na Bósnia, resíduos do Império Romano.

De facto, nos séculos VI, VII, e VIII os Balcãs foram invadidos por populações eslavas, entre elas estavam os Eslovenos, os Croatas, os Sérvios, os actuais Búlgaros e Macedónios. O Império Romano do Oriente, ou Império Bizantino, lutou contra estes invasores, conseguindo por vezes dominá-los e cristianizá-los. Os eslavos da Macedónia acabaram por substituir as populações maioritariamente gregas da região, e, graças aos próprios gregos, etnia dominante em Bizâncio, baptizaram-nos como eslavo-macedónios... ou mesmo somente macedónios. Também a Bulgária dominou a região, e ainda hoje é difícil distinguir linguisticamente búlgaros e macedónios. Os croatas, falando uma língua praticamente idêntica aos sérvios, inclinaram-se para a Igreja Católica, e aliaram-se muitas vezes aos húngaros. Os eslovenos ficaram, até 1918, sob domínio alemão/austríaco. As tribos sérvias, muitas vezes dominadas pelos bizantinos, iam lutando pela sua independência. Uma tribo, a dos Rama (bósnios), caracterizou-se por uma heresia cristã, criticada palas Igrejas bizantina e católica.


Nos séculos XIII e XIV, houve mesmo cruzadas contra o seu território. Bizâncio ia conhecendo a decadência. Os Sérvios aproveitaram, e criaram finalmente um estado poderoso. Derrotaram os búlgaros em 1330, e empurraram os gregos (bizantinos) para o Sul e Leste. Em 1346, o seu rei, Ouroch IV (Estêvão Douchan) fazia-se coroar "Imperador dos Sérvios e dos Gregos", numa altura em que governava partes do norte e do centro da actual Grécia, a Albânia, a Macedónia, a Bósnia, e alguns outros territórios.

O Kosovo também fazia parte mas, não é possível saber qual a percentagem, então, de população albanesa na região. Os turcos iam-se apoderando da Península Balcânica. Em 1393, o Rei (Czar) da Bulgária declarava-se seu vassalo. A Sérvia vivia um período de lutas civis, e um último grande exército seu foi derrotado pelo mesmo invasor no Kosovo, em 1389. As tribos da Bósnia resistiram, algumas até 1463. A tribo Zeta ficou mais ou menos independente, embora pagando tributo, e deu origem ao Montenegro.

Curiosamente, face ao que se possa pensar, os albaneses resistiram até 1448. A Turquia impôs então o seu domínio. Só depois os albaneses se mostraram receptivos à fé muçulmana, bem como muitos bósnios ( talvez reminiscências da antiga heresia bogomila ).

A Hungria, sobre o Save e o Danúbio, deteve os turcos, até que estes lhe impuseram uma violenta derrota em 1526. A Áustria herdou então este país, que, todavia, foi quase todo ocupado pelo vencedor, bem como as províncias da moderna Roménia, e até partes da Ucrânia. A resistência ao turco, em particular na Sérvia e na Bulgária, foi constante. As comunidades locais procuravam fechar-se sobre si mesmas, para preservar a sua cultura. A diversidade era símbolo de sobrevivência.

Entre 1683 e 1739, a Áustria, em nome da Hungria por si herdada, reconquistou territórios. Os turcos foram mesmo expulsos do Norte da Sérvia, mas conseguiram recuperar Belgrado. A fronteira estabilizou-se. Muitos sérvios fugiram para terras reconquistadas, como as regiões da Krajina, e a Voivodina, a norte do Danúbio, onde até então pouco se notava a sua presença. Nestes Impérios (turco e austríaco), as populações, embora sofrendo uma dominação estrangeira, podiam movimentar-se com alguma liberdade, pois as fronteiras internas tinham pouco valor.

No início do Século XIX, a Sérvia conseguiu recuperar a independência, embora com território reduzido. A Turquia (Império Otomano) estava em decadência. Também parte da Roménia se tornou independente, e, com ajuda russa, o mesmo fez uma parte da Bulgária. A Grécia, igualmente reduzida, era de novo independente desde 1829. As várias potências europeias lutavam por influenicar os novos países, bem como o que restava da Turquia. Os conflitos sucederam-se, mesmo entre os Estados Balcânicos (como entre a Bulgária e a Sérvia), e em especial na Macedónia, um mosaico de gregos, albaneses, macedónios, búlgaros, e turcos. A Áustria-Hungria ocupou a Bósnia-Herzegovina, provisoriamente, em 1878, o que enfureceu os sérvios, por muita população etnicamente afim a habitar. Em 1908, foi declarada a sua anexação.
Em 1912 viu formar-se, a custo, uma aliança entre a Sérvia, o pequeno Montenegro, a Bulgária, e a Grécia, para expulsarem os turcos da Europa. E conseguiram-no, mas não sem que, um ano depois, se envolvessem em guerra entre si.

Convém esclarecer alguns pontos de discórdia, que ainda hoje não estão infelizmente resolvidos:

Assim, a Grécia queria dominar toda a Macedónia, pois em tempos essa região fora sua. A Bulgária tinha o mesmo objectivo, e argumentava que os macedónios de então eram maioritariamente eslavos e búlgaros.

A Sérvia queria uma saída para o Mar, talvez para o Adriático, não hesitando em reclamar toda a Albânia... para além da Macedónia também. A Sérvia, afinal, ficou com o Kosovo, que considerava historicamente seu, embora a população, maioritariamente, fosse afim dos albaneses, que conseguiram uma independência difícil. Também a maior parte da Macedónia ficou com a Sérvia. O restante coube à Grécia.

A Bulgária ganhou muitos menos territórios do que ambicionava. E, em 1914, por causa da insatisfação na Bósnia e na Sérvia, rebentou a Primeira Guerra Mundial, após o herdeiro da Coroa austro-hóngara ser assassinado em Sarajevo, supostamente por "influência" sérvia. A guerra, de quatro anos, levou à destruição do Estado Sérvio, enquanto a Bulgária ocupava a Macedónia, aliada à Áustria. O fim da guerra, todavia, trouxe a vingança, e os bravos sérvios viram-se à frente duma federação de Eslovenos, Croatas, e, claro, Sérvios, mais tarde baptizada Jugoslávia.

Entre os anos 1920 e 1930 não houve paz, pois os eslovenos, os croatas, os macedónios, e os albaneses do Kosovo queixavam-se da excessiva predominância Sérvia (note-se que o pequeno Montenegro se unira voluntariamente ao novo País).
A Segunda Guerra Mundial encontrou uma situação explosiva. E, se os sérvios resistiram aos nazis, muitos croatas optaram por se deixar transformar num protectorado alemão, embora outros resistissem também.

Na Bósnia, entregue à dita Croácia, foram mortos muitos sérvios ( uma primeira limpeza étnica ). Foi nas montanhas sérvias, bosníacas, e croatas, que surgiu uma das mais eficazes guerrilhas da época. Orientada por comunistas, e sob a Direcção de Josip Broz (Tito), infligiu pesadas baixas aos ocupantes.

Foi a Jugoslávia, revigorada, o único país a libertar-se quase sozinho na Guerra. Uma nova Jugoslávia parecia nascer, federada, com seis repúblicas (a Macedónia e a Bósnia tornaram-se partes de pleno direito) e duas regiões com grande autonomia: o Kosovo e Voivodina, esta com 30 % de húngaros.

Infelizmente, não se alteraram as fronteiras internas, para não ferir susceptilidades. Ao que parece, os sérvios continuavam a exercer um certo predomínio, e o descontentamento, se não podia ser manifestado, permanecia latente.

Todos os bravos povos da Jugoslávia continuavam a não conseguir vencer o seu maior inimigo: eles próprios e os seus sonhos e recordações de grandezas passadas, muitas vezes imperiais, conflituantes.

A morte de Tito e a queda doa "Regimes (comunistas) de Leste" precipitaram a crise. Os problemas não resolvidos e os velhos ódios vieram ao de cima. Na década de 1990, houve limpezas étnicas, regimes nacionalistas, incríveis misturas de ex-comunistas com ultra-patrioteiros, enfim, um Inferno na Terra. Muitos problemas, todavia, permanecem por resolver.

Há sérvios expulsos da Croácia (Krajina), ainda sem destino; há alguns búlgaros (muito poucos) na Sérvia; há albaneses na Macedónia; há de tudo um pouco na Bósnia, onde só tropas estrangeiras obrigam a uma Paz podre.

O mais triste é que estamos perante povos que resistiram contra tudo e todos para preservar a sua identidade. Os seus problemas étnicos e fronteiriços só se vão poder resolver numa ampla conferência, onde todos terão que ceder algo. E atenção à Rússia!

Não vale a pena deixar para trás, como inexistentes, problemas que não se resolvem. Eles voltam à superfície...

Na semana passada, mais precisamente no dia 7 de Janeiro, pôde ler-se o seguinte, no jornal diário Público: “O primeiro-ministro passa no teste: dos 17 factos analisados, nove são Verdadeiros ” relativamente à entrevista realizada na segunda-feira anterior, por José Sócrates à SIC.

Digamos que esta declaração me deixa um pouco ou quanto perplexa. “Passar no teste” seria, na minha opinião, responder com veracidade a toda e qualquer questão colocada. Uma analogia que me ocorre seria considerar correcto, veraz, afirmar “o sapo é amarelo” quando a verdade efectiva seria proferir “a rã é verde”. Isto é, ter o seguinte raciocínio “Consideremos que o sapo é um animal idêntico à rã e o amarelo até é uma cor parecida com o verde, logo, a afirmação exposta “o sapo é amarelo” está correcta!” Parece-vos consistente???

Como competências/deveres do primeiro-ministro pode ler-se na Lei Orgânica do Governo (Decreto-Lei n.º 120/2002 de 3 de Maio, artº6 - 4º) - “Incumbe ao Primeiro-Ministro a responsabilidade pelas entidades do sector empresarial do Estado (..)”.

Portugal está enraizado numa recessão económica a nível global, sendo o principal driver, a palavra de ordem, para a recuperação económica, a tão aclamada - CONFIANÇA.
Como tal, parece-me bastante assustador o Sr. Primeiro-Ministro responder de uma forma demagoga ao país, aos portugueses, através de 17 perguntas-chave, que tinham como objectivo esclarecer e fomentar a confiança.

O Sr. Primeiro-ministro é a figura-chave do Governo, das políticas governamentais, de medidas/acções que deverão ajudar a rejuvenescer a economia. E, mesmo assim, José Sócrates não respondeu com veracidade aos portugueses em aproximadamente metade das perguntas efectuadas, sendo as restantes questões respondidas com valores/factos próximos, mas mesmo assim não completamente reais.

Mas afinal se o Sr. Primeiro-Ministro acredita no trabalho que desenvolveu, e, se sente confiante com as acções implementadas, porque tem necessidade de ludibriar os portugueses, manipulando e ocultando factos ou mesmo como um acto de ilusionismo, criando novos factos/valores/realidades?

E já agora, porque tem tanto medo José Sócrates de um debate sobre o estado do país com a Dra. Manuela Ferreira Leite? Será porque pretende garantir que a sua manobra eleitoralista de "forçar" a antecipação das eleições legislativas, com o argumento demagógico da necessidade de legitimar o Governo completados 4 anos de mandato, dramatizando sobre a crise internacional, tem sucesso?

Esperaríamos que empregasse essa capacidade mágica em algo mais materializável, em bens nacionais …E, essencialmente, em Verdade, e, CONFIANÇA!!

Texto de: Marisa Terenas (Vogal da Comissão Política da JSD Odivelas)

Com o novo ano, renovam-se iniciativas mas também se inauguram outras. A JSD Odivelas vêm neste post inaugurar a rubrica "Foi o PSD em Odivelas"!

Com esta rubrica pretendemos divulgar o trabalho do PSD em Odivelas ao longo do mandato que se iniciou em 2005 e termina agora em 2009! Todos os Odivelenses devem saber que é o PSD Odivelas quem tem sido responsável pelas principais obras e inovações do Concelho!
Nesta estreia, vimos divulgar aos Odivelenses a responsabilidade da criação do tribunal de pequena instância, inaugurado em Odivelas no dia 9 de Julho do ano passado, o denominado Julgado de Paz!

Recordamos que esta inauguração resulta inteiramente do esforço do PSD em Odivelas, desde 2001, nomeadamente na pessoa do Senhor Dr. Fernando Ferreira, Vereador do PSD na Câmara Municipal de Odivelas! O PSD Odivelas foi absolutamente determinante para que este serviço esteja agora ao dispôr dos municipes de Odivelas!
Lembramos que os julgados de paz permitem a resolução de conflitos de forma mais célere, com a participação activa das partes interessadas e uma tramitação processual bastante mais simplificada e a custos reduzidos, sem prejuízo da salvaguarda dos direitos e garantias processuais. O principio fundamental deste tribunal é a mediação, como forma alternativa de resolução de conflitos.

Á direita é possível verificar uma imagem com informação mais detalhada sobre este serviço. Notamos que este tribunal local serve essencialmente para dirimir conflitos relacionados com condomínios, litígios entre proprietários de prédios, questões de arrendamento urbano, questões relativas ao direito de propriedade e posse, acidentes de aviação, pedidos de indemnização cível, entre outros, dos municipes e fregueses do Concelho de Odivelas.
De notar igualmente que, foi o trabalho do PSD Odivelas, principalmente no corrente mandato, que foi decisivo para que o Julgado de Paz tenha sido disponibilzado pelo Ministério da Justiça aos Odivelenses e esteja agora em funcionamento.

Abaixo, é possível verificar o Dr. Fernando Ferreira (1.º a contar da esquerda), a acompanhar o Ministro da Justiça, Dr. Alberto Costa, no dia da inauguração do referido serviço.
Notamos que, nos julgados de paz não há férias judicias, pelo que pode ser apresentada qualquer queixa, tendo em conta o acima referido, em qualquer época do ano.

O Julgado de Paz de Odivelas está situado na Avenida Amália Rodrigues, Lote 7 - Ribeirada, em Odivelas. O n.º de contacto para obter esclarecimentos é o 21 934 86 00.

A equipa do Julgado de Paz de Odivelas:


JSD Odivelas
Por ti!

Os Indicadores Estruturais são particularmente relevantes, tendo em conta a política de propaganda do actual Governo, que apresenta sistematicamente um país imaginário que não corresponde ao país real.
Os indicadores seleccionados traduzem objectivamente a evolução da realidade económica e social ao longo desta legislatura. Há realidades que não se podem deixar de sublinhar:
  • Portugal empobreceu ao longo dos últimos 4 anos relativamente aos países da UE. Apesar disso os portugueses estão mais endividados, as empresas nacionais estão mais endividadas e o país está também mais endividado.

  • O endividamento externo a que este Governo levou o país é, aliás, de acordo com todos os economistas, o principal problema nacional. Apesar do fraco crescimento, a dívida externa do país passou, em quatro anos, de 64% para 90% do PIB.

  • Uma das principais bandeiras do Governo - o equilíbrio das contas públicas – foi conseguido principalmente à custa de mais impostos. O Estado não reduziu os seus custos absorvendo cada vez mais recursos. A carga fiscal, isto é, o valor de todos os impostos que pagamos,já representa 37,5% do produto nacional. Pagamos mais 26% de impostos que a média europeia.

  • Ao longo dos últimos quatro anos o desemprego aumentou sistematicamente afectando hoje 433.000 portugueses. Aumentou também o desemprego de longa duração e o desemprego da população mais qualificada. O desemprego atinge mais de 14% dos jovens até 24 anos.

Mas não só na economia os resultados da política deste Governo são negativos. Por exemplo na Educação, apesar da promessa do Governo de reduzir em 50% o abandono escolar, este passou de 39,4% para 36,3%. A incapacidade de combater o abandono escolar é assim mais um dos resultados da desastrosa política educativa do Governo.


Texto de: Alexandre Relvas, Presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro

Como tem vindo a ser hábito, em matéria de sensibilização cívica, a JSD Odivelas volta a ser pioneira!

E que melhor do que começar 2009 a promover a mudança de comportamentos domésticos de energia ? Achamos que a utilização sustentável e racional da energia em Portugal deve ser uma causa de todos! Queremos e estamos empenhados(as) a promover estilos de vida eficientes energeticamente!

Por isso, chamamos a tua atenção para um projecto que foi recentemente inaugurado:

O "TV Energia" é um projecto financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que está dísponivel apenas na internet, num formato de webtv!

O site é apresentado por uma simpática senhora que nos vai incentivando a "embarcar no mundo da energia"! Ao longo do site é posssível verificar os responsáveis e impulsionadores deste projecto, bem como diversos vídeos sobre o projecto, pessoas notáveis que têm comportamentos eficientes e vídeos de projectos e iniciativas para poupança de energia!

A JSD Odivelas saúda projectos como estes, pena é que o financiamento só esteja garantido até ao final deste ano e não esteja previsto que em breve este programa seja difundido na TV convencional! Facto que julgamos fundamental para ajudar a sensibilizar todos os Portugueses! E de preferência, em hórário nobre, nos canais de sinal aberto!

Ainda assim recomendamos a visita: http://www.tvenergia.tv/

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