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Pelo 2.º ano consecutivo, a Juventude Social Democrata de Odivelas realizou o seu tradicional jantar convívio de Natal na Pontinha.

O referido jantar teve lugar no passado dia 20 de Dezembro no restaurante Miminela, que foi pequeno para receber todos os que nele quiseram participaram e que acompanham ao trabalho da JSD em Odivelas e na Pontinha.
Para além dos representantes da JSD, participaram no jantar elementos da Associação de Estudantes da Escola Secundária da freguesia da Pontinha com quem a JSD de Odivelas tem vindo a colaborar e militantes do PSD Odivelas, ex-JSD Odivelas.

















Depois do jantar, de à uma semana precisamente, muitos dos presentes tiveram a oportunidade de mostrar os seus dotes de dança e participar numa animada noite que terminou numa discoteca em Lisboa.



Vê todas as fotos do jantar em: http://jsdodivelas.hi5.com/

Os videos estarão brevemente dísponiveis em http://www.jsdodivelas.org/ na parte de Multimedia!


Esperamos que todos tenham tido um santo Natal!


Feliz 2009!

JSD Odivelas

PSD da Pontinha marcou a sua posição na Assembleia de Freguesia da Pontinha, no passado dia 19 de Dezembro, através dos seus eleitos na Assembleia de Freguesia, manifestando publicamente a sua indignação, apreensão e preocupação, pelo estado de degradação das infra-estruturas da Escola Preparatória Gonçalves Crespo, na Pontinha.

O PSD demonstrou a sua preocupação com a situação nesta escola. A situação tem-se arrastado com o passar dos anos, sem que as promessas do Governo desde 2005 em remodelar e recuperar definitivamente a escola Gonçalves Crespo, se concretize. O PSD na Pontinha, mas também em Odivelas e especialmente ao longo deste mandato tem vindo a denunciar esta situação. Assim, o PSD continuará a seguir com muita atenção as novas promessas que agora foram feitas.

Este é um problema que se arrasta há mais de 20 anos. A DREL (Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo) prometeu à Associação de Pais desta escola que em Junho de 2008 esta iria ser alvo de melhoramentos até final do ano, o que não se veio a verificar.

Agora, a DREL promete que estas obras serão feitas no primeiro trimestre de 2009. O núcleo do PSD Pontinha está apreensivo uma vez que a DREL rapidamente foi capaza de meter as mãos à obra com o seu piquete para cortar as correntes e cadeados colocados na Escola, na acção levada a cabo pela Associação de Pais, na passada segunda-feira dia 15 de Dezembro, mas para começar as obras essencias à vida da escola não tem esta celeridade!

O PSD apoia e está solidário com a Associação de Pais referida, numa demonstração de grande coragem e já fartos de tanta mentira por parte da DREL e do Ministério da Educação, manifestando a sua indignação, com o encerramento da Escola a cadeados.

Na última Assembleia de Freguesia da Pontinha, o PSD, através do eleito Bruno Duarte, Vice-Presidente da JSD Odivelas, manifestou publicamente a sua satisfação para com a decisão da Câmara Municipal de Odivelas em apoiar as obras da construção do relvado sintético no parque desportivo do Centro Escolar Republicano Tenente Valdez e do Pavilhão Gimnodesportivo no Casal do Rato na freguesia da Pontinha!
Foi apresentada uma declaração política, reclamando para o PSD uma reivindicação constante no programa eleitoral de 2005, a da construção deste relvado sintético sintético no C.E.R. Tenente Valdez.

A declaração política referia que o PSD acreditou que era possível e soube como concretizar um desejo, que era um sonho muito antigo de muitos ex-directores da colectividade. O PSD assumiu com os órgãos sociais da altura, durante a campanha eleitoral de 2005, um compromisso assinado! Foi assinado um protocolo para a construção do piso sintético porque, o PSD considera que o investimento num equipamento destes contribuirá para uma melhoria substancial das condições da prática desportiva de centenas de jovens da freguesia da Pontinha, mas também das condições nas freguesias limítrofes.

O mesmo acontece precisamente com o Pavilhão do Casal do Rato, pois o PSD comprometeu-se em tudo fazer para que fosse construido um pavilhão na freguesia da Pontinha!

O PSD pode por isso congratular-se porque, prometeu lutar pela construção de equipamentos desportivos na freguesia da Pontinha, através dos meios necessários ao seu alcance, sendo estes bons exemplos do seu esforço, empenho e dedicação às causas que resolveu abraçar. O PSD vê com satisfação o seu esforço dar frutos, a favor das Colectividades e das Associações das freguesias e especialmente de quem reside na Pontinha, especialmente dos jovens.

Lamentar apenas que os que apelidam a Câmara Municipal de Odivelas e a Junta de Freguesia da Pontinha de “A Maioria PS/PSD”, não terem contribuído para a concretização de um sonho de muitas pessoas e com muitos anos, não tendo sequer feito uma única referência, em sede de reunião de Câmara, aquando da apresentação da sua declaração de voto sobre o orçamento de 2009. Não é possível compreender que sobre este assunto, não tivessem sequer, dito uma palavra.


A JSD Odivelas vai realizar o seu já tradicional jantar convívio de Natal. Este ano o jantar terá lugar na Freguesia da Pontinha, no restaurante Miminela ( http://www.miminela.cuconet.com/ ).
Esperemos que o restaurante seja pequeno para receber as muitas amigas e amigos que nele quiserem participar!
Para além de militantes da JSD, vão estar presentes no jantar elementos das associações de estudantes das escolas da Freguesia da Pontinha, mas também da Ramada, de Odivelas, Da Póva de Santo Adrião e Caneças com quem a JSD tem vindo a colaborar.
Se ainda não tinhas tido conhecimento do jantar e gostavas de ir, por favor contacta-nos em jsd_odivelas@hotmail.com .

Não podes faltar!
JSD Odivelas

A Associação de Pais da Escola Gonçalves Crespo, na Pontinha, desenvolveu ontem de manhã uma acção de protesto contra o estado de degradação dos equipamentos desta Escola.

A acção consistiu no encerramento da Escola, começando às 07h00 mas foi interrompida cerca de uma hora depois para que os alunos não fossem prejudicados com faltas de presença.

Paulo Mota, da Direcção da referida Associação de Pais, denuncia: «Há estores que caíram em cima dos alunos, quadros mal fixados às paredes,etc». O mesmo responsável diz mesmo que «há incumprimento das autoridades responsáveis, pois prometeramde que as obras seriam incluídas no PIDDAC para o ano de 2008 e assim realizadas neste ano, mas até agora nada foi feito»!

Como podemos ver na foto abaixo, os telheiros que deveriam proteger os alunos, professores e funcionários das intempéries, simplesmente estão a "desaparecer", podendo cair definitivamente a qualquer momento:

O PSD Odivelas e a JSD Odivelas têm vindo a denunciar esta situação ao longo dos últimos anos na Assembleia Municipal e na Assembleia de Freguesia da Pontinha, mas a situação da escola já se arrasta há anos demais, sem que o PS de Odivelas ou o PS do Governo façam algo!

Segundo Paulo Mota, «a DREL sabe perfeitamente em que condições a escola se encontra e um relatório de uma vistoria, identificado como sendo elaborado pela Autoridade de Saúde do Centro de Saúde da Pontinha, considera que a escola se encontra em mau estado de conservação».

«A Senhora Vereadora da Educação, Fernanda Franchi, garatiu-nos ainda em Novembro que as obras iriam começar durante o mês de Dezembro. Mais uma vez voltaram-nos a enganar».

Todas as autoridades competentes sabem desta situação pelo menos desde 2005! E nada fizeram! Como já é hábito, a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Odivelas e a Senhora Vereadora da Educação nada fazem! Os Odivelenses já estão fartos das suas promessas, que nunca são cumpridas!

A JSD Odivelas vem por este meio, declarar-se solidária com a Associação de Pais da escola preparatória Gonçalves Crespo na Pontinha, mas também e essencialmente com todos os alunos, professores e funcionários desta escola do Concelho, que há demasiados anos se revelam verdadeiros heróis e heróinas em lutar para que esta escola continue a funcionar, embora o PS não tenha respeito pelos 25 anos da sua existência!

Podem contar connosco para lutar por uma Odivelas melhor! Basta de Socialismo!

JSD Odivelas

Abaixo, transcrevemos um texto que foi publicado há um mês no Jornal "Público", que julgamos importante e que infelizmente ainda é actual! Afinal não somos só nós que achamos que a Sra. Lurdes Rodrigues já se devia ter demitido!

Cinismo e mentiras
Santana Castilho - Professor do ensino superior
In: Público, 13.11.2008

"É grosseiramente falso afirmar que tudo o que os professores têm a fazer é preencher duas simples folhas.
À impressionante manifestação dos professores, alguns protagonistas reagiram com cinismo e mentiras, com o óbvio intuito de confundir o cidadão comum. O que se segue desmonta algumas dessas atoardas e vai caucionado pela minha disponibilidade para me sujeitar ao contraditório de quem viso, com tempo e espaço para esgrimir documentos e provas.


1. O primeiro-ministro e a ministra da Educação tomaram uma insensata posição de força, esgrimindo a necessidade de cumprir a lei e dando a entender que não poderão negociar com os sindicatos que, segundo eles, não honraram o memorando de entendimento. É confrangedor ver o primeiro-ministro, que diz uma coisa e faz outra constantemente, envergar vestes de virgem para apontar o dedo aos sindicatos que, afinal e até agora, ainda não denunciaram o tal acordo. Como é curioso ver uma ministra, relapsa desrespeitadora da lei, com decisões repetidas vezes derrogadas em tribunal e censurada até pelo provedor de Justiça, vir agora acobertar-se sob o mesmo diáfano manto. Para cúmulo, na matéria em apreço, a avaliação do desempenho e o memorando, quem começou bem cedo a cilindrar uma e outro, não os cumprindo, tem nome: Ministério da Educação.


2. A ministra da Educação falta à verdade quando diz que os sindicatos não apresentaram reparos nem soluções. Quer em sede de comissão paritária, quer a ela própria, foram, nesse sentido, entregues documentos e levantados problemas.


3. Contrariamente ao que foi escrito na imprensa, este Governo não foi democraticamente eleito. A legitimidade do Governo, conferida pela escolha democrática do partido que propôs o primeiro-ministro, que escolheu e propôs, por sua vez, os restantes ministros, é coisa diversa. Maria de Lurdes Rodrigues não foi eleita. Foi escolhida por Sócrates. E mesmo que tivesse sido eleita, que não foi, não se tornaria por isso dona da educação do país. Não pode ofender 120.000 professores que, assim o disse, pactuariam com movimentos chantagistas, que visam minar o ambiente das escolas. Reagir assim ao que aconteceu é tique de ditadora. Urge que alguém lhe lembre que há limites para a tolerância no combate político.


4. É grosseiramente falso afirmar que tudo o que os professores têm a fazer é preencher duas simples folhas. Só o cinismo inaceitável e a inimputabilidade tantas vezes conseguida permitem falar assim. São dezenas de folhas como produto final e muitas dezenas, quando não centenas, de instrumentos preparatórios, até lá chegar. Só o portfólio a que os professores são obrigados, quantas folhas terá? E quantas se produzem a redigir actas de reuniões sem fim, de grelhas loucas, de milhentos órgãos e conselhos paridos por mentalidades tayloristas e doentias?


5. A avaliação do desempenho, agora em foco, é, tão-só, parte do problema. O problema é a série enorme de políticas erradas e respectivos suportes legais que têm escravizado os professores e tornado irrespirável a atmosfera da escola pública, a saber, entre outras: o estatuto da carreira, que a empobreceu, desfigurou, estrangulou e dividiu em castas; o quadro definidor dos apoios especializados aos alunos, que deixou desumanamente de fora milhares de crianças anteriormente assistidas; a generalização do conceito de escola a tempo inteiro, que sequestra os jovens na escola mais tempo que os pais passam na fábrica, explorando demagogicamente o empobrecimento dos progenitores, obrigados por essa via a entregar os filhos ao Estado; o estatuto do aluno, instrumento dissimulado e pérfido da progressão automática, à custa do esmagamento da dignidade intelectual e profissional dos professores e da hipoteca do futuro dos jovens no altar dos resultados forjados; o quadro legal das habilitações profissionais para a docência, precursor do professor generalista para os primeiros 6 anos do básico e recuperador de conceitos curriculares retrógrados e desintegradores do profissionalismo docente; e o regime de gestão e autonomia das escolas, onde pontifica uma nova bota cardada de Kapos, que escolhem os conselheiros pedagógicos e os coordenadores de departamento, em nome da autonomia que se esmaga."




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