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Os novos rostos que, durante os próximos quatro anos, vão dirigir os destinos de Odivelas tomaram posse, em noite de Bruxas. Ainda que, na cerimónia, nada se mencionasse sobre os pelouros que cada um deva vir a ocupar, fonte do Jornal Nova Odivelas adiantou a possível distribuição das áreas de intervenção de cada um – que se explanamos de seguida. Sendo certo, porém, que a CDU será a força política sem pelouros.

Presidente:
Susana Amador (PS) – Recursos Humanos / Gestão Urbanística / Área Financeira
Vereadores:
Ilídio Ferreira (CDU) – sem pelouro
Fernando Ferreira (PSD) – Administração Central
Vítor Peixoto (PS) – Obras Municipais / Transportes e Obras
Maria da Luz Nogueira (CDU) – sem pelouro
Carlos Bodião (PSD) – Ambiente
Sérgio Paiva (PS) – Actividades Económicas / Turismo
Maria Madalena Garcia (CDU) – sem pelouro
José Esteves (PSD) – Saúde / Habitação Social
Maria Fernanda Franchia (PS) – Sociocultural / Acção Social e Juventude
Rui Manuel Francisco (CDU) – sem pelouro

Assembleia Municipal de Odivelas:

Foram apresentadas duas listas à Assembleia Municipal: uma do PS e outra do PSD. Os 39 membros daquele órgão expressaram a sua escola através do voto. Assim, 25 deputados municipais, votaram favoravelmente a lista socialista.

Presidente da Assembleia Municipal:
Rui Cunha (PS)

1º Secretário:
Domingos Tomé (PS)

2º Secretário:
Luís Miguel Martins (PSD)

Plenário de Secção dia 9 de Novembro de 2005, pelas 20:30, na sede da secção em Odivelas, Rua Alfredo Roque Gameiro n.º 11, C/v Dto, com a seguinte ordem de trabalhos:
1-Informações
2- Análise da Situação Política.


Comunicado
A Comissão Política Nacional da Juventude Social Democrata está estupefacta e indignada com a posição assumida pela Juventude Socialista, perante o Acórdão do Tribunal Constitucional que inviabilizou a realização do referendo relativo à IVG ainda este ano, ao afirmar que votará favoravelmente qualquer iniciativa legislativa para a legalização do Aborto. A Juventude Socialista tem revelado pouca consistência nas suas posições, senão vejamos:.
A JS afirma vir a aprovar qualquer iniciativa legislativa, vindo ela do Bloco de Esquerda ou do PCP, sem nunca assumir a posição dianteira. A falta de coragem politica, aliada a profundo desconhecimento e desrespeito por esta matéria, e subserviência ao Partido Socialista faz com que a JS, que tem representatividade Parlamentar, seja incapaz de apresentar por si uma proposta de lei à AR!
A JS tem total desrespeito pelo Tribunal Constitucional ao afirmar que o Acórdão foi “muito motivado por posições oportunistas da oposição da direita” colocando em causa o princípio de separação de poderes, fundamental para o normal funcionamento do estado democrático. Estará a JS assim tão habituada a interferir com a justiça que deixou de acreditar na sua independência?!
A JS revela também nenhum interesse real em resolver esta questão e profunda falta de consideração para com as mulheres envolvidas nestes processo pois em nenhum momento coloca a hipótese de propor a suspensão provisória do procedimento penal. Deste modo, a JS aceita que possam prosseguir julgamentos em tribunal!
Coerente com a posição assumida sob a forma de nota de imprensa em Abril passado, a Juventude Social Democrata:
Defendemos que a Assembleia da República deverá pronunciar-se, de forma inequívoca e imediata, pela suspensão de processos de criminalização, entenda-se julgamento em tribunal de mulheres que tenham optado pela Interrupção Voluntária da Gravidez.
Sendo a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez suprapartidária, entendemos, enquanto maior estrutura de Juventude Portuguesa, ter a obrigação de informar e esclarecer os Jovens Portugueses sobre esta matéria. Nessa medida iremos realizar campanhas de informação, no âmbito de uma Campanha Nacional de esclarecimento sobre as várias propostas dos Partidos Portugueses que irá percorrer não só a estrutura mas também as escolas e as universidades.
Repugna-nos, enquanto Social Democratas, que haja partidos políticos, como o Partido Socialista, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, que explorem esta matéria de extrema sensibilidade com fins meramente eleitoralistas ao invés de cumprirem a sua missão cívica de informar os Portugueses, de forma objectiva, sobre as várias opções em discussão.
Não podemos passar à margem desta discussão sem encarar globalmente todas as questões envolventes.
A Comissão Política Nacional da JSD desafia a Juventude Socialista a apresentar uma proposta de lei, pois entendemos que uma juventude partidária tem que ser coerente. Ou quer aprovar um projecto lei e apresenta ou quer consultar a população e aguarda pelo referendo.
Caso não o faça, ficaremos com a certeza de que existe uma autêntica subserviência da JS ao Governo ou mesmo uma falta de identidade clara, sendo apenas mais uma peça no jogo de poder do José Sócrates. Esta prestação de vassalagem demonstra bem que a Juventude Socialista defende todos os interesses menos aqueles que devia, ou seja, dos Jovens Portugueses.
Felizmente os Jovens Portugueses podem continuar a contar com a irreverência da Juventude Social Democrata para assegurar a defesa dos seus interesses.
Comissão Política Nacional da Juventude Social Democrata

Ficou concluído na passada segunda-feira à noite o processo de tomada posse dos eleitos para os diversos órgãos autárquicos para os próximos quatro anos.

A JSD viu substancialmente reforçada a sua participação nos órgãos do poder local conseguindo nestas eleições autárquicas 10 mandatos eleitos nas listas do PSD. Com a possibilidade de aumentarem e com a certeza de que muitos elementos da JSD vão tomar posso durante estes 4 anos.

Esta é uma grande vitória para a JSD, fruto do grande trabalho que tem desenvolvido ao nível das nossas freguesias, e que, o partido soube reconhecer.

São os seguintes os eleitos da JSD:

Assembleia Municipal de Odivelas: Sérgio Saruga

Juntas de Freguesia:

Odivelas: Pedro Martins e Aftab Tayob
Póvoa de St. Adrião: Carla Mateus, Maria João e Bruno Correia
Pontinha: Bruno Duarte e Rute Mota
Ramada: Sérgio Saruga
Famões: Carla Marques


Teve lugar na passada sexta feira, dia 28 de Outubro, o Conselho Nacional extraordinário da JSD, o ponto único da reunião fora as eleições presidenciais.

O presidente da JSD Odivelas marcou presença em mais um conselho nacional que ficou marcado pela pouca participação dos conselheiros nacionais.
Durante a noite o tema em discussão foi o apoio a dar ao Prof. Cavaco Silva na sua candidatura às eleições presidenciais do próximo ano.

O Conselho Nacional aprovou por unanimidade e aclamação o seguinte documento onde expressa o seu apoio à candidatura do Prof. Cavaco Silva:

“O FUTURO TEM PRESIDENTE


As próximas eleições presidenciais assumem uma importância estratégica no futuro de Portugal e dos Portugueses.


Ao fim de sete meses já todos percebemos que com este governo não há futuro para Portugal.


A candidatura do Prof. Cavaco Silva vem dar esperança aos Portugueses e, fundamentalmente aos Jovens do nosso País.


Portugal vive actualmente um conjunto de desafios que exigem o máximo de empenho, de rigor e de mobilização do povo Português.


Precisamos de nos afirmar no quadro político europeu, assumir o desafio da competitividade com sentido de responsabilidade, e garantir a convergência com os nossos parceiros europeus.


O Presidente da República tendo em conta o panorama político interno e externo que o país atravessa, deve representar mais do que um moderador institucional, ou um mero símbolo da república.


O Presidente da República tem de ser um factor de união do povo Português sendo capaz de o mobilizar para os desafios que enfrentamos.


O Prof. Cavaco Silva dá garantias à Juventude Portuguesa de assegurar a estabilidade interna de Portugal, tendo também a capacidade de olhar com a ousadia para o futuro.


Nunca é demais lembrar que foi durante os governos do Prof. Cavaco Silva que mais avanços se realizaram no domínio das políticas de Juventude em Portugal.


Em nenhum outro período da história da democracia portuguesa se fez tanto pela Juventude de Portugal.


Foi durante o Governo do Prof. Cavaco Silva que foi criada a rede turismo juvenil – pousadas de juventude, a rede de informação descentralizada – delegações regionais do IPJ, o cartão jovem, e a politica de habitação jovem.


Foi também nos Governos do Prof. Cavaco Silva que pela primeira vez a importância estratégica da Juventude encontrou reflexos na orgânica do Governo.


Os desafios que Portugal enfrenta exigem que o próximo Presidente da República seja alguém que tenha a capacidade de unir e mobilizar os portugueses, e afirmar-se como um referencial de competência, de rigor e de estabilidade.


Portugal precisa de um Presidente da República que dê esperança aos Portugueses.

Portugal precisa de um Presidente da República que nos permita voltar a acreditar na capacidade em empreendedora dos portugueses.


Portugal precisa de voltar a acreditar que é possível fazer política com seriedade e com credibilidade.


Portugal precisa de voltar a acreditar que a Presidência da República servirá os interesses do país e não interesses partidários.


Portugal precisa de voltar a acreditar que o Presidente da República é um elemento de estabilidade e de unidade nacional.


A JSD acredita que apenas Cavaco Silva cumpre aquela que é uma necessidade nacional: Unir, Mobilizar e fazer Sonhar os Portugueses.


Com Cavaco Silva o Futuro tem Presidente.



O Conselho Nacional da JSD


Lisboa, 29 de Outubro de 2005”

"É em nome deste conjunto de ambições para Portugal que, nos tempos difíceis que o País atravessa, considero necessária a minha candidatura a Presidente da República. Fazê-lo é para mim um imperativo de consciência. Não nos podemos resignar. Sei que os portugueses são capazes, sei que Portugal pode vencer e é isso que me mobiliza, é para isso que empenharei toda a minha vontade" - Prof. Cavaco Silva no Porto, na apresentação do Manifesto "As Minhas Ambições para Portugal".
Foi ontém, dia 27 de Outubro, apresentado no Porto o Manifesto eleitoral do Prof. Cavaco Silva. Também conhecida é a Comissão de Honra da candidatura e que é presidida por António Ramalho Eanes General, Presidente da República (1976-86). Da Comissão de Honra fazem parte muitas personalidades da vida portuguesa refira-se a titulo de exemplo os seguintes nomes:
Agustina Bessa-Luís, Escritora
Alfredo Castanheira Neves, Advogado
Tiago Bettencourt, Cantor dos «Toranja»
Américo Amorim , Empresário
António Carrapatoso, Gestor
António Castel-Branco Borges, Economista
António Martins da Cruz, Professor universitário
António Sala, Produtor de rádio
Carlos Queirós, Treinador de futebol
Sá Pinto, Jogador de Futebol
Eunice Muñoz, Actriz
Eusébio, Desportista
João Dias da Silva, Presidente da UGT
João Pedro Pais, Músico
José Miguel Júdice, Advogado
José Roquette, Empresário


DECLARAÇÃO DE CANDIDATURA DO PROF. CAVACO SILVA, CENTRO CULTURAL DE BELÉM, LISBOA, OUTUBRO DE 2005



"Depois de uma cuidada ponderação, decidi candidatar-me à Presidência da República. Confesso que não foi uma decisão fácil. Faço-o por imperativo de consciência.
Estou firmemente convencido de que, se for eleito, posso contribuir para a melhoria do clima de confiança, para o reforço da credibilidade e para vencer a situação muito difícil em que o nosso País se encontra. Posso ajudar a construir um futuro melhor para os Portugueses.
É hoje generalizado o reconhecimento de que Portugal vive numa fase difícil, que se prolonga há vários anos, em particular no domínio do desenvolvimento económico e social. Nota-se nas populações um forte sentimento de descrença e de pessimismo.
Nos últimos cinco anos, a economia portuguesa tem registado um crescimento muito baixo; o número de desempregados tem vindo a aumentar; atingindo já os 400.000.
Portugal tem vindo a afastar-se do nível de desenvolvimento da União Europeia e da nossa vizinha Espanha e voltou a ser ultrapassado pela Grécia.
Os países do leste europeu, que aderiram à União Europeia em Maio de 2004, estão a aproximar-se rapidamente do nosso nível de desenvolvimento. Já fomos mesmo ultrapassados pela Eslovénia.
Não podemos resignar-nos a esta situação. Eu não me resigno. Temos de restabelecer a confiança, mobilizar as energias nacionais e reencontrar o caminho do desenvolvimento equitativo. Sei que isso é possível. As capacidades dos portugueses, já demonstradas noutras ocasiões, são uma garantia de que podemos vencer.
Esta foi uma razão determinante da minha decisão. Em Março do ano passado, numa entrevista na televisão, afirmei que só admitia candidatar-me à Presidência da República, em circunstâncias especiais ligadas ao futuro do País. Foi o que aconteceu.
Sei que, na Presidência da República, posso ser um factor de confiança e credibilidade. Posso ajudar a abrir caminho à esperança. Os portugueses sabem que sou um homem de palavra.
No estrito respeito pelas competências constitucionais do Presidente da República, posso contribuir para que o nosso País reencontre o caminho do progresso e melhoria das condições de vida dos Portugueses, com sentido de solidariedade, sem perigos de ruptura e instabilidade.
Penso que posso fazê-lo, principalmente por quatro razões.
Primeiro, pelo conhecimento que tenho da realidade portuguesa e pela reflexão que, ao longo dos últimos anos, tenho vindo a fazer sobre a razão das dificuldades que atravessamos.
Segundo, pelo conhecimento que tenho do quadro internacional em que Portugal se insere e pela análise que tenho vindo a fazer das suas implicações para o nosso desenvolvimento e criação de emprego.
Terceiro, pela experiência e conhecimento da vida política nacional e internacional que acumulei durante os anos em que tive a responsabilidade pela chefia do governo. Conheço bem as dificuldades que se colocam a qualquer governo em tempos de mudança como aqueles que vivemos.
Quarto, pela vontade que me anima e pela responsabilidade que sinto de fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que as gerações mais novas, os nossos jovens, recebam, não uma pesada herança que lhes dificulte a vida, mas sim uma janela de oportunidades de progresso. O que me importa não é o passado, é o futuro, o nosso e o dos nossos filhos.
Mas porque já exerci as funções de Primeiro Ministro e porque tenho gosto na minha actividade profissional, foram importantes para a minha decisão os muitos apelos que me chegaram, vindos dos mais variados pontos do País, de diversas profissões e grupos etários e diferentes quadrantes ideológicos. Os Portugueses sabem que não sou um político profissional e que não são as honrarias do cardo de Presidente da República que me atraem.
Acabei por concluir, face à complexidade dos desafios que se colocam a Portugal, tanto no plano interno como externo, que era meu dever de consciência, disponibilizar-me para regressar à vida pública e candidatar-me à Presidência da República. Entendi, em consciência, que devia disponibilizar-me para ajudar a construir um novo horizonte de possibilidades para Portugal.
Não me candidato para satisfazer uma ambição pessoal. Candidato-me porque tenho orgulho de ser português e não me resigno perante o actual estado de coisas. Não me conformo com o clima de desânimo e pessimismo que predomina entre nós. Acredito em Portugal. Sei que os Portugueses são capazes.
Como sempre defendi, Portugal precisa de estabilidade política para que os graves problemas que enfrenta possam ser resolvidos. Conheço bem os limites dos poderes do Presidente da República consagrados na Constituição, que respeito e aceito integralmente.
No documento que apresentarei aos Portugueses sobre as minhas ambições para Portugal e que constituirão as linhas de orientação da minha magistratura explicarei como penso contribuir para que o País vença as dificuldades e regresse a um caminho de mais progresso e justiça social.
A minha candidatura é estritamente pessoal, independente de toda e qualquer estratégia partidária. Candidato-me como um homem livre. Não fiz, nem farei qualquer negociação com interesses partidários ou de grupo.
Como os Portugueses bem sabem, sou social democrata, mas há muito que estou afastado da vida partidária activa. Para que não restem dúvidas quanto à minha independência, pedi a suspensão da filiação no PSD.
Não me candidato contra ninguém. Candidato-me para ajudar o país a vencer as dificuldades em que está mergulhado e construir um futuro melhor. O meu compromisso é exclusivamente com Portugal, com o bem dos Portugueses, de todos os Portugueses. Sei que Portugal pode vencer".

Aníbal Cavaco Silva

JSD Odivelas

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