Halloween Costume ideas 2015
Articles by "Carla Sofia Marcelino"
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Julgo que a maioria, saberá que há já vários anos que o estado português, vem cobrando o IVA sobre o IA (Imposto Automóvel) quando o Iva deveria ter sido calculado e consequentemente pago apenas sobre o preço base do carro, antes de lhe ter sido somado o IA, o que como também sabem, daria lugar ao pagamento dum valor substancialmente mais baixo.
A Comunidade Europeia, começou por multar o Governo português por este infringir a norma Europeia que não permite que seja cobrado imposto sobre um outro imposto, como acontecia neste caso. O nosso governo optou por pagar a multa, continuando, ainda assim, a cobrar, ainda que ilegalmente, o IVA sobre o IA, pois o valor da multa, era substancialmente mais baixo do que a verba conseguida anualmente com o incumprimento da norma comunitária.
A Comunidade Europeia instaurou, por isso, um processo ao Governo Português, obrigando-o, não ao pagamento de uma coima, mas sim à abolição de tal ilegalidade. Assim o Governo Português é agora obrigado a devolver as verbas ilegalmente cobradas. Porém, só o fará a quem requerer a devolução dessa quantia, ilegalmente cobrada. Uns irão fazê-lo, outros, os menos atentos, não, o que equivale a dizer que o estado português vai lá ficar com muuuuito desse dinheiro, porque à boa maneira portuguesa, serão muitos os que nem vão, sequer, tomar conhecimento disto. Se tiverem na vossa lista de contactos, nomes de pessoas que possam desconhecer esta notícia, não deixem de lhes passar a mensagem, pedindo-lhes para que façam o mesmo. Não se esqueçam de que todo o dinheirinho que lá ficar, não vai, SEGURAMENTE, ser usado em prol de alguma prioridade nacional ou necessidade premente, mas sim para engordar os bolsos dos "boys".
APROVEITA esta oportunidade de REEMBOLSO do IVA para viaturas compradas nos últimos 4 anos. Não percas esta oportunidade de ir buscar ao governo aquilo que ILEGITIMAMENTE te ROUBARAM na sequência do processo instaurado a Portugal pela Comunidade Europeia por terem infringido as normas da CE. FICARAM-NOS com o nosso dinheiro legitimamente ganho. ROUBARAM-NOS. ILEGALMAMENTE. Não te distraias se compraste carro nos últimos 4 anos ... vai buscar o teu dinheirinho. Já me informei nas Finanças e o requerimento que lá está serve perfeitamente.

Muito pior que marcada na agenda uma ida às finanças logo ao começar o dia, muito pior, é lá chegar e bater com o nariz na porta: “Encerrado por motivo de greve”.
Depois, no caminho inglório de volta, dá que pensar. De facto, para um trabalhador da função privada perder uma hora no vaivém matinal de Lisboa significa menos trabalho a despachar, logo, menos tempo, logo, menos dinheiro. Por outro lado, para as senhoras penteadas das finanças, que se dão ao luxo de fechar as portas, tal dia é um regozijo pleno, em que com cartazes (ou em casa a dormir) se dizem lutar por uma grande causa: a de receber mais dinheiro.
Enfim, talvez todos procuremos, afinal, o mesmo. Porém, cabe-me aqui reflectir que, não querendo com isto tomar partido ou sequer tomar a parte pelo todo, os meus motivos me parecem mais justos. Eu tenho um caso sério nas mãos e a informação que ia recolher esta manhã era importante. Mas isso foi sacrificado em nome duma luta da Função Pública por maiores salários, luta essa tão descabida e irresponsável que não pode compensar o meu prejuízo.
Vivemos numa época de crise, meus senhores. Não entendo como são os primeiros a reclamar que o Estado não tem meios e, a seguir, só conseguem sentir os próprios bolsos.
Para mim, todavia, a crise vai muito além do preciosismo de não haver mais dinheiro para os i-phones e os Jimmy Choos - será tão mais evidente a enorme crise de valores que vivemos, o egoísmo e egocentrismo, que me revoltam e me fazem ver a cores de cinza o ideal de bem comum.
Amanhã, perderei uma nova manhã em luta pelo meu trabalho.

Este sábado ficou evidente, mais uma vez, que disputas formais e guerrilhas bairristas minam a distrital de Lisboa, ocupam todo o espaço que deveria ser dedicado a discussões produtivas, a projectos, a crescimento.

Se do passado existe tanto a falar ainda, tantas contas a ajustar, que se escreva um livro e se dê a ler para memória, hoje o tempo é outro, o tempo corre. Faltam ideias, falta ambição.

Existe uma clara dificuldade de união e, gravemente visível, de liderança. Será que terão, os eleitos - legitimamente ou não - força para isto?

Ah, que me perdoe o ditado quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro.

"Ao manter o 'núcleo duro' do Governo, pode pensar-se que se deseja antes assegurar a continuidade do que promover a inovação".
José Gil, "Visão", 29-10-2009
Não nos percamos em análises profundas acerca do conceito de continuidade. O Governo mantém-se, em nome da estabilidade, valor supremo e fundamental que se sobrepõe, obviamente!, à garantia de uma boa governação. Para quê inovar? Os últimos quatro anos foram tão bons!...
Mantêm-se os portadores do grande embaraço económico em que vivemos e saem aqueles que "puseram chifres" ao bom nome do PS. Há, sem dúvida, que tirar o chapéu ao Primeiro Ministro, que conseguiu delegar tão bem competências nos ministros que os fez responsáveis pelos grandes erros da governação, assim, Maria de Lurdes Rodrigues culpada, Manuel Pinho, culpado: prisão para ambos.
O Governo mantém personagens, contudo, que nos garantem um grande princípio da estabilidade, que bom!: a certeza de que não haverão mesmo novidades, que podemos mesmo contar com o mau que já conhecemos.
Caros jogadores, não percam dinheiro e esqueçam as vossas apostas, eu ganho de certeza: vai dar asneira. Viva a estabilidade.

A campanha autárquica tem decorrido de forma extraordinariamente participativa. Esta semana têm decorrido várias iniciativas em todas as Freguesias, incluindo visitas a instituições, entrega de programas e várias arruadas que têm demonstrado todo o apoio que o Concelho dá à Coligação Em Odivelas Primeiro as Pessoas. De toda a parte temos sentido o caloroso contributo e uma forte confiança neste projecto, garantidamente, o melhor projecto que surgiu em Odivelas para a governação da Autarquia.

Não posso deixar de sentir todo o entusiasmo do final de campanha, uma espécie de ansiedade confiante. Sabendo que, todo o esforço será certamente recompensado e todo o trabalho que teremos pela frente um desafio maior.

Dando-me ao luxo, perdoem-me todos os outros, de aplaudir muito especialmente a Jota, que sempre, sempre está lá e são os melhores.

Bom trabalho a todos!

Sábado foi possível assistir, na sala da Assembleia de Freguesia da Ramada (completamente cheia), à apresentação oficial da lista candidata àquela freguesia, pela coligação Em Odivelas primeiro as pessoas.

O candidato João Pedro Silva enfatizou a importância da mudança, verdade, esperança e, acima de tudo, confiança nesta equipa, que fará o melhor pela freguesia no próximo mandato. Não terão medo de fracassar, pois aquilo que os move é a vontade de progresso e o sentido de dever, enquanto cidadãos duma localidade cujas preocupações sentem como seus habitantes.

Foram apresentadas personalidades que integram uma Lista de Honra, cuja contribuição para o desenvolvimento da Ramada é por todos reconhecida e que apoiam esta candidatura, lhe autenticam todo o mérito. Constituirão um órgão consultivo importante nas decisões do próximo executivo. Hernâni Carvalho esteve também presente, reiterando a importância de mudança, para uma freguesia mais coordenada, desenvolvida e cujas preocupações sociais sejam a prioridade; porque o importante, são as pessoas. Esta equipa não promove promessas falsas e que não podem cumprir. Mais de 100 pessoas estiveram presentes e no final, puderam conviver num pequeno beberete.

A atitude é essencial, diz o PM. Aqueles que acreditam que tudo está bem, vivem com um natural optimismo e quase, quase se esquecem dos problemas. Só é pena que eles continuem lá. Na sua Grande Entrevista, Sócrates amenizou de tal modo a realidade económica e social do país que, num pomposo auto-elogio, não se inibiu de afirmar que fomos o primeiro país europeu a sair da crise. Ora, senhor engenheiro, já saímos da crise? É que não tinha reparado. No seu discurso vago a tom populista, sempre tomba no vazio, na ilusão, na deturpação rosa da verdade. As propostas milagrosas ficaram por cumprir e em sua defesa, a crise é de grande serventia.

No debate com Portas, tentou a todo o custo que o barrete das más políticas servisse ao passado governo de direita. Mas, senhor PM, esses partidos já pagaram politicamente todos os seus erros nas últimas eleições, ao saírem derrotados; os últimos 4 anos de governação são de sua responsabilidade! O PM não compreende os portugueses, não os ouve, porque vive num castelo no país das maravilhas. Talvez o Sócrates ateniense lhe pudesse ensinar alguma coisa: as ideias pertencem a um mundo que somente os sábios conseguem entender. Caia na realidade e faça as malas!

A União na Europa parece hoje um nobre título, cujo sentido parece perdido nesta nova era de fecho de fronteiras. A crise financeira e o crescente nível de desemprego despoletam hoje um proteccionismo digno de um verdadeiro espírito histórico, não fosse o seu auge ter despoletado a primeira Grande Guerra, ao chamar a si o luxo da auto-suficiência nacional.

Já não tínhamos ultrapassado isso? O presidente Sarkozy anunciou um plano nacional de recuperação financeira, que inclui um investimento público de 6,6 milhões de euros na indústria automóvel nacional. Ora, apenas carros franceses beneficiarão da salvação pública. Somando isso às crescentes manifestações de xenofobia laboral em Estados historicamente liberais no mercado de trabalho, como o Reino Unido e a Alemanha, surge-nos a pertinente questão: estará a UE a regredir no seu anseio unificador?

A verdade incontestável será que o panorama económico mundial despoleta um adensar de nacionalismos, veja-se a injecção de capital que vários Estados deram em empresas nacionais e na banca, de modo a recuperar confiança, assim como a constante propaganda e incentivo ao consumo de produtos nacionais. A Organização Mundial do Comércio tem demonstrado receios quanto às recentes medidas que ameaçam a concorrência e cujas preocupações se parecem ter repercutido nos órgãos comunitários.
Durão Barroso confirmou a intenção de preparar um programa de combate à crise, mas a verdade é que cada um dos 27 parece virado para o seu umbigo e afinal, adaptam esse plano para as realidades de cada um, fechando intenções de união económica. Nas palavras de Peter Power, porta-voz do Comércio na Comissão Europeia, «Caso se aprove uma lei que proíba a venda de produtos europeus para território americano, não vamos ficar sem fazer nada e ignorar tal situação».

Se a CE se insurge contra o proteccionismo americano que ameaça as exportações europeias porque não afasta rapidamente esta recente ameaça no seu próprio seio? O que é feito dos princípios de igualdade e não discriminação em razão da nacionalidade? Onde estão as liberdades de circulação?

Serão bandeiras a levantar quando tudo corre bem e a cair, quando dificuldades surgem?

Esperemos que a cimeira extraordinária da UE agendada pela presidência checa traga respostas concretas e afaste de vez esta neblina de desconfiança. «A presidência considera que o risco mais grave neste momento é o do proteccionismo», afirmou à imprensa o ministro das Finanças checo, Miroslav Kalousek, em Bruxelas.

Os Estados membros, mais que nunca, deverão unir esforços no combate à crise económica e afastar o fantasma do proteccionismo, que nos custou tão caro. Hoje, é tempo de criar soluções comuns e não cair no erro de fechar fronteiras, ameaçando trabalhadores de origem estrangeira a uma diáspora fugitiva. Isso lembra-me qualquer coisa assustadora.

E os dirigentes portugueses, o que terão a dizer sobre isto?

Texto de: Carla Marcelino (Vogal da Comissão Política da JSD Odivelas)

On ne fait rien de grand sans de grands hommes,
et ceux-ci le sont pour l'avoir voulu.


(Nada se faz de grandioso sem os grandes homens,
e eles são-no porque o quiseram ser.)

Charles de Gaulle


Num mundo onde já não se reconhecem os verdadeiros traços de povos e lugares e onde palavras iguais se difundem em milésimos de segundo por enormes oceanos de distância, ser-se diferente, ou melhor, ser-se parecido com outros, é uma tarefa audaciosa. Barack Obama será tão diferente – ou parecido – com os seus compatriotas, como o são os seus vizinhos americanos-índios, irlandeses ou afro; não espantará a sua natureza mestiça a quem, passeando-se pela azáfama frenética de Manhattan, não consegue verdadeiramente desenhar um american profile. E por isso, a sua cor não é mais diferente ou mais parecida, é a realidade do mundo global, a chegada aos portos de navios clandestinos do início do século, é a riqueza dos destinos ou então, apenas a metáfora, mais que nunca, de um american dream tornado realidade.

Ele acreditou que podia mudar e trazer um espírito novo que unisse todos esses hífens que ligam os americanos aos seus ascendentes, acreditou que um dia, a luta pela igualdade e por valores chegaria a um topo de verdade e que afinal, a terra das oportunidades ainda existe. E, ainda que Luther King se orgulhasse do seu concretizador, Obama conseguiu essa proeza de dar como assente a sua legitimidade em ser americano e concentrar apenas as suas mangas arregaçadas na esfera política, nos seus objectivos de programa, na ambição de levantar o mundo de uma crise sem precedentes e, mais que tudo, ousou ambicionar uma ressurreição de fé. Fé em valores, em causas, fé numa vida melhor. O seu trunfo, mais que qualquer outro, foi a enorme motivação e energia, a proclamação de esperança e paz que tantos olhares de desconfiança questionam de impraticabilidade. Não posso condenar os realistas, esses que sempre nos fazem descer de onde voámos, mas posso dizer-lhes: sem essa vontade tão forte e humana de querer, aquilo que deste mundo fizermos não terá qualquer sentido.

Obama herdou o legado de abertura democrata, pertence a esta geração de rapidez, de imagem, da inteligência económica dos velhos Chicago Boys, porém, sem que perca o carisma ou a graça entusiasta de um miúdo franzino cheio de ideais. O seu discurso prende-nos de forma encantadora e faz-nos voltar ao tempo em que a política fazia sonhar e desenvolver uma esperança destemida e confiante, coragem, tempo em que nos ligávamos tão emocionalmente a um líder que o admirávamos. Tempo em que a História se fazia todos os dias.

Tudo isto não deixa de nos fazer admirar a democracia americana e a sua capacidade em se reinventar. Não nos fará suspirar tristemente, por um segundo que seja, pela vontade secreta de um Obama heróico surgir neste nosso Portugal monótono e desanimado? Alguém que magicamente nos transporte para um optimismo fresco e enérgico, para um mundo de causas, que fustigue a juventude a defender valores e de novo, lutar por eles? Quantas pessoas existirão ainda, com vontade de mudar o mundo?

A JSD Odivelas, certamente, mas alguém mais?

Texto de: Carla Marcelino (Vogal da Comissão Política Concelhia da JSD Odivelas e residente na freguesia da Ramada)

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