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Pela liberdade, igualdade e solidariedade!
Cresci e vivo num dos concelhos com maior multiculturalidade do país, onde conhecemos diversas nacionalidades, culturas, raças e etnias. Não sei precisar ou explicar o quão normal é esta realidade para mim mas, a verdade é que esta é a realidade que eu melhor conheço e entendo, quero com isto dizer que, para mim não existem diferenças entre seres humanos, cada individuo tem as suas características e é isso que nos distingue uns dos outros, no entanto, enquanto pessoas somos todos iguais, devendo ter todos acesso aos mesmos deveres, direitos e igualdade perante a justiça. É importante referir que provavelmente penso desta forma e tenho alguns dos valores que tenho nestas questões por ser odivelense. 
Assistir à situação que ocorre atualmente nos Estados Unidos da América não me deixa de todo confortável, consciencializando-me que em pleno século XXI existem situações de tamanha injustiça, neste momento o caso de George Floyd é tão discutido e mencionado porque foi filmado. As questões com que mais me debato nestes últimos dias são: quantos Georges neste mundo não foram filmados? Quantos mais continuarão sem o ser? Pior, quantos mais Georges são filmados, são testemunhados e não é obtida qualquer tipo de justiça social? 
São levantadas várias questões quando acontecem este tipo de cenários, desde as questões do racismo, às diferenças económico-sociais, as questões de cultura, de pobreza, do abuso policial, entre outras. Na realidade resume-se tudo a um ponto único.
É nestas alturas que percebo perfeitamente que me encontro no partido político certo, que a camisola que visto e bandeira que defendo são sem dúvida as mais justas. As três setas existentes e características da social democracia tiveram origem na Alemanha e, estas simbolizavam três fatores: o poder político e intelectual, a força física e a força económica e social, revendo estes fatores como a melhor forma de combate ao nazismo, comunismo e fascismo. No fundo, a social democracia aparece na Europa como a solução contra os sistemas totalitários. Espalhando-se posteriormente um pouco por toda a Europa, adaptou-se às sociedades e países de atuação, sendo que, em Portugal as setas simbolizam os valores fundamentais da social democracia: liberdadeigualdade solidariedade
Quando assistimos ao abuso de poder na primeira pessoa sentimo-nos injustiçados e devemos tomar algum tipo de atitude, com o intuíto de não sofrermos ou sermos afetados por terceiros que usem indevidamente algum estatuto apenas por ser um superior hierárquico na escola, no trabalho, no seio familiar ou em qualquer lugar ou serviço, mesmo que esse serviço se destine à proteção e segurança da população. Nada nem ninguém está acima da lei, sabemos que vivemos num mundo desigual onde nem todos os indivíduos têm a oportunidade de alcançar os direitos humanos, no entanto, nada justifica que em Estados minimamente desenvolvidos se verifiquem situações como as de George. Com isto não estou a querer dizer que os Estados Unidos da América são um país minimamente desenvolvido, pelo menos não o aparentam ser, mas quando assistimos a situações destas questionamo-nos se esta é realmente uma das maiores potências mundiais. Como é que podemos ser tão grandes e tão pequenos ao mesmo tempo? Na mesma semana em que lançam uma nave tripulada para uma estação espacial, um homem, nesse mesmo país, é asfixiado até à morte por um agente de segurança pública em plena luz do dia na via pública, encontrando-se várias pessoas a assistir a pedirem ao agente para parar e ainda assim, o mesmo decide não parar enquanto George afirmava ofegante que iria morrer se o polícia assim continuasse. 
Debato-me com o entendimento do significado de igualdade de oportunidades e igualdade de direitos. Todas as sociedades têm os seus problemas sociais, questões que dificultam o seu quotidiano, a desigualdade social está presente um pouco por todo o lado do globo, mais evidente em certas áreas comparativamente a outras. Deste modo, constata-se que ainda não foi alcançada a “sociedade ideal” e não o será enquanto existirem desigualdades sociais de tamanha dimensão.
Por outro lado, assistimos às consequências destrutivas causadas por estas desigualdades e injustiças, originando protestos e retaliações por parte de manifestantes a governos que não têm a capacidade de assegurar, proteger e dignificar a própria vida humana da sua sociedade. Grande parte da população nos EUA sente-se injustiçada e apela ao seu governo e às organizações mundiais competentes que obtenha e aplique soluções de forma a erradicar situações como as do George. No entanto, verificam-se atitudes de total desespero entrando num campo criminal, combatendo atos criminosos com outros atos criminosos. A História tem a capacidade de nos explicar que desta forma só são provocados mais problemas e desigualdades sociais. 
Quando procuramos justiça devemos ser superiores àqueles que levam a cabo as injustiças, demonstrando-lhes que existem formas e regras adequadas para se viver em sociedade. Deve ser clara a mensagem a passar a pessoas como o agente que assassinou George: somos iguais independentemente do estatuto social, do meio em que se nasce, da nacionalidade, da cor da pele, da profissão, da idade, das capacidades físicas ou motoras, do sexo ou entidade de género, do grau de escolaridade, entre todas as outras características que nos possam diferenciar. Enquanto a humanidade na sua totalidade não se consciencializar de que as diferentes características não nos separam e são irrelevantes na nossa passagem pelo mundo, infelizmente mais casos como os de George vão ocorrer, quer longe ou perto das câmeras. 
É urgente e necessário que as pessoas que lutam pela igualdade se unam e demonstrem a todos os outros que existe revolta, mas enquanto se lutar com as armas físicas os problemas e diferenças sociais não estão realmente a ser combatidos e, assim, nunca terminarão. É necessário apresentar as soluções e persuadir o resto da população à verdadeira paz social, apelando à igualdade social. 
O George certamente se tornou imortal na memória de todos nós, no entanto a revolta que acontece atualmente nos EUA não me suscita segurança ou paz. Ainda não consegui precisar se esta é uma questão de racismo, pergunto-me se aquele polícia não agiria da mesma forma se o George fosse mais semelhante (fisicamente) a ele? A realidade é que nunca vamos ter a resposta a essa questão, pois a ser verdade, o agente não o irá admitir. No início deste artigo referi que, na minha opinião, todas as questões levantadas com a situação que hoje se discute a nível mundial se resumem a um único ponto, casos como os deste afro-americano já não se tratam de questões politicas ou da sociedade, trata-se de uma questão de humanidade dependente de cada um de nós.         
Marta Pinto - Presidente da JSD Odivelas 





Regulamento

#TorneioLigateAosJovens


Estamos a atravessar uma situação completamente nova e anómala à nossa realidade, devemos todos adaptar-nos a este problema e proteger, tanto a nós próprios como a todos os outros. Para isso devemos manter-nos em casa sempre que possível, e aprender a estar com os outros de forma distante. 
Vivemos a “Era Digital” e temos a tecnologia, o que nos ajuda bastante a ultrapassar as dificuldades que o isolamento social nos oferece. Assim, a JSD Odivelas propõe um torneio de ESports (desportos eletrónicos) e, em parceria com as Associações de Estudantes da Escola Secundária de Odivelas e da Escola Secundária da Ramada, juntos combateremos o isolamento social! 



Geral

  • O jogo será o Legue of Legends
  • Equipas de 5 jogadores
  • Mapa Summoner s Rift
  • Modo de jogo Tournment Draft
  • Participação máxima de 16 equipas
  • Data do torneio: 25 e 26 de abril

Moldes do Torneio
  • Cada equipa irá ter uma hora especifica para jogar
  • Double Elimination Bracket 
  • Cada equipa deverá eleger um porta-voz

Inscrições


A equipa vencedora contará com um prémio de 3250 RP para serem utilizados no jogo League of Legends. Com esta iniciativa, a JSD Odivelas tem como principal objetivo chegar aos jovens do concelho, demonstrando que juntos ultrapassaremos rápido esta situação e que, a JSD discute os problemas dos jovens tentando sempre propor ideias que combatam esses mesmos problemas sociais.

               

LIGA-TE A ODIVELAS!

  













A JSD Odivelas vem por este meio informar que não se fará representar no 38.º Congresso do PSD que irá realizar-se nos próximos dias 7,8 e 9 de fevereiro em Viana do Castelo, devido a divergências políticas com o PSD Odivelas.

A JSD Odivelas tem desenvolvido um trabalho ímpar e amplamente reconhecido no que respeita à sua mobilização e participação nos momentos mais decisivos e importantes da vida não só do PSD mas também do PSD Odivelas. O amor à camisola e o sentido de responsabilidade tem-se sobreposto sempre aos sacrifícios realizados pela JSD Odivelas para que nos apresentemos nestes momentos de forma mobilizada, empenhada e galvanizadora.
Nas eleições diretas do passado dia 11 de janeiro, a Lista A, encabeçada pela Deputada Sandra Pereira elegeu quatro delegados para o 38º Congresso do PSD (mais a inerência do Presidente da Comissão Política do PSD Odivelas e ainda a inerência já salvaguardada antes das eleições da atual Presidente de Mesa, Deputada Sandra Pereira, cabeça de lista da Lista A). 
A Comissão Política da JSD Odivelas, como tem sido hábito desde há 4 anos para cá, tem trabalhado em conjunto com o PSD e consequentemente integrado as suas listas com base em acordos prévios definidos em reunião, resultado esse que faria com que o nome indicado pela JSD Odivelas, João Correas, Vice-Presidente da Comissão Política, assumisse a responsabilidade de ser o 5º elemento do PSD Odivelas no próximo congresso nacional, sob a garantia da utilização das inerências supra referidas.
Após o ato eleitoral e após a congratulação da JSD Odivelas pelos seus pares pela eleição do seu delegado, de forma inesperada, a 1ª Delegada ao Congresso do PSD pela Lista A, Sandra Pereira, decidiu recusar a sua inerência enquanto Deputada à Assembleia da República e impedir a participação ativa da JSD no 38º Congresso. Esta posição assumida recentemente e a poucos dias do congresso atirou o nome indicado pela JSD Odivelas para um lugar automaticamente não elegível, pondo em causa a representatividade da Concelhia de Odivelas.
Sempre nos pautámos pelo trabalho e pelas boas relações institucionais estabelecidas com o PSD Odivelas, nunca o negando e dizendo sempre presente aos desafios que nos eram colocados. A JSD Odivelas tem estado sempre com o PSD, ao lado do PSD. Nunca nos aborreceu ser a cara jovem do PSD Odivelas, nunca recusámos o trabalho que se exige das responsabilidades que temos, nunca negámos ao PSD Odivelas qualquer participação em atividades institucionais da JSD e procurámos sempre potenciar aqueles que assumiam os cargos de maior relevo na estrutura do PSD local. Ao longo dos anos, trabalhámos sempre com a maior honestidade, frontalidade e amizade junto daqueles que vão liderando o PSD ano após ano e que ao longo desse tempo têm cada vez mais procurado desligar-se da JSD, provocando atritos institucionais ainda que não hesitem em gabar-se de que têm a melhor JSD do país nos círculos social-democratas.
Ainda ontem, o ex-líder do PSD e ex-Primeiro-Ministro de Portugal, cidadão que tanto estimamos, Pedro Passos Coelho, dizia-nos: “Temos de saber acomodar as nossas divergências e saber comportar-nos à altura daqueles que estão a ouvir, que não estão nada interessados em saber das nossas zangas. Isso não interessa para nada. As nossas zangas são connosco. Não temos de maçar as pessoas com elas, a não ser que sejam coisas importantes. Se são importantes vamos lá  debater. Uma vez que estão arrumadas, estão arrumadas.” 
A JSD Odivelas tem sido um exemplo nesta matéria, procurando sempre abordar as suas divergências em local próprio, internamente e respeitando o que está previsto estatutariamente. O órgão próprio para, ao caso, tratar destes assuntos, é a Assembleia de Militantes Concelhia, local onde sempre expusemos as nossas divergências ou partilhamos as nossas felicidades. Infelizmente, este órgão não reúne desde o processo eleitoral para o PSD local, sendo que antes disso esteve aproximadamente um ano sem apresentar qualquer convocatória, exceto para Plenários de Autarcas (não previsto estatutariamente). Por essa razão sentimo-nos obrigados a ir contra o princípio essencial no qual nos pautamos e sempre defendemos, assuntos internos tratam-se em casa. Enquanto nos continuarem a fechar as portas de casa, ou a deixarem-nos à luz das velas, não poderemos partilhar o que outrora partilhámos com esta geração que lidera o PSD há 8 anos. Não existe um momento desde 2011 que aqueles que atualmente lideram a JSD Odivelas não tenham estado ao lado do atual Presidente da Comissão Política, ou em particular, da atual Presidente da Assembleia de Militantes do PSD. 
É com este registo que todos conhecem a JSD Odivelas, como tal, não podemos aceitar tremenda falta de respeito e de lealdade. Recusamos a ser meros observadores nos momentos importantes da vida do nosso partido, momentos esses em que a JSD Odivelas tem deixado a sua marca. O PSD Odivelas não pode exigir dedicação à JSD ou qualquer tipo de trabalho conjunto, quando continua apenas a preocupar-se com o que a JSD representa quando lhe é necessário e urgente. 

A Comissão Política da JSD Odivelas

JSD Odivelas lança nova campanha: Da Teoria à Prática – Decide Por ti!


1975, a Assembleia da República vai a eleições pela primeira vez com aproximadamente 91,5% de eleitores a votar. 

40 anos depois... 

55,9% dos eleitores decidem qual o partido mais votado para a Assembleia da República (2015) 
2019, Portugal bate o recorde de abstenção de votantes numa eleição. As eleições europeias contaram com apenas 30,7% de eleitores a votar. 

Este tema dava para uma série. Cada temporada podia ser baseada nos diversos processos eleitorais. Cada episódio podia ser de acordo com as mensagens que as personagens que se apresentavam a eleições fossem passando. O problema é que, no dia seguinte, não passavam de falas de uma temporada anterior em que já não faziam parte do guião da temporada seguinte. 
Este ano, uma temporada importante para o futuro do nosso país, tivemos as eleições para o Parlamento Europeu e agora estamos à porta das eleições para a Assembleia da República. Com isto tivemos um ano em campanha eleitoral em que cada partido apresenta as suas propostas e defende o que é supostamente do interesse nacional. A JSD Odivelas, achou que o melhor seria combater o vilão de todas as temporadas, aquele que tem sido o grande vencedor dos últimos anos nas eleições em Portugal: a Abstenção. 

A Abstenção tornou-se no maior “partido” português ao longo destas últimas décadas e a prova disso é a evolução da taxa de abstenção. 

Perante este cenário, entendemos que não podemos ser indiferentes a esta questão. A razão de acreditarmos que para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária é necessária a participação democrática de todos os eleitores em Portugal. Votar é o direito mais importante da vivência em sociedade. É de uma importância extrema escolher o que queremos para o nosso futuro e não deixarmos que o processo de escolha passe apenas por um grupo cada vez mais reduzido de pessoas. 

O voto, não sendo obrigatório, serve como o poder de “clicar no play” cada vez que iniciamos uma nova série, uma nova temporada, um novo episódio. O risco de um dia voltarmos a perder esse direito e com isso perdermos a nossa voz é demasiado relevante para não fazermos parte desta série. 

Perante este cenário a JSD Odivelas lança hoje uma campanha de sensibilização à participação nestas eleições. Da Teoria à Prática – Decide por ti! Ao longo destes dias, mostraremos como do combate à abstenção se pode fazer uma série, com direito a mais que uma temporada. Nas eleições para o Parlamento Europeu promovemos também uma campanha de combate à abstenção, desta vez vamos um pouco mais longe. Vamos mostrar-te como votar pode ser um tema para uma série da Netflix. 

A Comissão Política da JSD Odivelas



Há 7 anos atrás, em 2012, quando nos apresentámos a eleições pela primeira vez, achámos que a mensagem era Agarrar o Futuro. Os militantes entenderam que não era a altura certa para termos a oportunidade que sentia que merecíamos. Em 2014, 2 anos depois, voltámos a apresentar um projeto, desta vez com a mensagem de que eramos, e somos, uma Geração Por Odivelas. Embora estivéssemos convencidos que esta geração por Odivelas estava pronta para agarrar o futuro, só em 2016, quando entendemos Antecipar Odivelas é que os militantes da JSD nos deram a oportunidade/responsabilidade de assumir a direção da Comissão Política Concelhia.

Passados 3 anos, não só agarrámos o futuro, como nos tornámos a geração de Odivelas que antecipou uma nova dinâmica e se tornou a voz da juventude em Odivelas e a voz de Odivelas no seio da juventude portuguesa. Ao longo deste percurso, entendi que era fundamental criar uma nova forma de estar na JSD, incentivando à participação de quadros mais jovens e promovendo a ascensão dos mais velhos a outros voos. Optei, enquanto Presidente, por elevar o papel da Concelhia de Odivelas aos patamares mais altos das estruturas distritais e nacionais e lutei por garantir que voltávamos a ser um agente de referência na política autárquica odivelense. Consoante fomos desenvolvendo o nosso trabalho, estes objetivos foram sendo alcançados. Ganhámos o direito de dizer que somos a tua voz! A voz de qualquer jovem no panorama nacional e de qualquer odivelense no panorama local.

Embora a prestação de contas do trabalho desenvolvido tenha ocorrido no último plenário deste mandato, não posso deixar de referenciar aquelas que foram as grandes vitórias de uma geração que mais tarde ou mais cedo estará a liderar os destinos do Município de Odivelas e respetivas Freguesias.

Mal iniciámos a nossa liderança, garantimos a Vice-Presidência do Congresso Nacional da JSD, a função mais relevante que algum militante da JSD Odivelas alcançou até hoje em 40 anos de história concelhia. Este feito permitiu-nos iniciar um dos objetivos principais, tornar a concelhia de Odivelas uma referência no seio de uma estrutura de 20 mil pessoas. De seguida, revolucionámos a estratégia de comunicação da concelhia e começámos a defender as nossas bandeiras.

Excluindo as diversas atividades que fazem parte da responsabilidade de qualquer concelhia, como as diversas visitas escolares, as campanhas de arranque de ano letivo, as reuniões com direções de escola e as centenas de eventos em que mostramos a nossa capacidade de mobilização, orgulho-me de poder dizer que alcançámos grandes feitos ao longo deste mandato.

Fomos os primeiros no país a falar do problema que se estava a viver na habitação, denunciámos o abuso dos valores praticados no aluguer de quartos no Concelho Distrital da JSD em 2017 com a moção “Por uma Cama e uma Secretária”, lançámos o programa Habita Aqui de revitalização e recuperação do Centro Histórico de Odivelas para habitação a custos controlados, curiosamente um projeto que é hoje amplamente divulgado pela Câmara Municipal de Odivelas. Criámos o Arraial da Juventude onde reunimos anualmente mais de 100 jovens para chamar a atenção da importância de políticas de atração de jovens e de lazer responsável no nosso concelho. Elegemos uma das maiores estruturas de representantes jovens nas eleições autárquicas de 2017 e a partir desse momento começámos a fazer história.

Assim que os autarcas da JSD tomaram posse, apresentámos a proposta de vitalização e dinamização do Banco de Voluntário Municipal de Odivelas, assim como a adoção de medidas de criação ou recuperação das estruturas de voluntariado das juntas de freguesia. Lançámos o projeto SOS J, onde fizemos a maior recolha de bens que há registo, tendo chegado a milhares de pessoas através de várias iniciativas de distribuição de bens cooperando com dezenas de instituições de solidariedade social. E em 2018 alcançámos 3 dos maiores feitos da história da JSD de Odivelas.

Lançámos a maior campanha de recolha de lixo alguma vez feita em Odivelas, com a recolha de milhares de litros de lixo, que gerou um debate tremendo entre os municípios de Odivelas e Loures. Colocámos em causa o papel dos SIMAR na recolha do lixo, a Câmara Municipal e Juntas de Freguesia foram obrigadas a admitir que tínhamos um grave problema para resolver. Esta campanha levou-nos a 26 mil pessoas via redes sociais, tendo contribuído para sermos considerados a concelhia com melhores práticas do país. Este segundo feito é um dos maiores orgulhos que posso sentir. Ser considerada a concelhia com melhores práticas do país num concurso em que os júris são os ex-Presidentes da Juventude Social Democrata é a cereja no topo do bolo. Nomes como Pedro Passos Coelho, Pedro Pinto, Carlos Coelho ou Duarte Marques entenderam que a JSD de Odivelas, em consequência do seu trabalho e da campanha de recolha de lixo (que durou 2 meses), era a melhor concelhia do país foi sem dúvida o maior orgulho que alguma vez pensei sentir neste percurso. 

O terceiro, aquele que considerei ser sempre impossível, foi termos conseguido a aprovação de uma proposta política na Assembleia Municipal de Odivelas que prevê a recuperação do Skate Park de Odivelas. Esta aprovação obrigou a Câmara Municipal de Odivelas a integrar esta obra no Orçamento Municipal e nas Grandes Opções do Plano. Nunca a JSD tinha conseguido ver aprovada uma proposta sua num município maioritariamente de esquerda ou socialista. Falta ainda ver a recuperação avançar, mas considero que fizemos o nosso papel, não fugimos da nossa responsabilidade e falta agora fiscalizar e garantir que o Partido Socialista e o Município de Odivelas cumprem com o que já está legalmente estabelecido.

Para além destes 3 grandes feitos, fomos ainda capazes de denunciar o que se passava no Cartão Jovem Municipal de Odivelas e de apresentar diversas propostas para a recuperação do espaço do Mosteiro de Odivelas e sua futura utilização.

No fim, considero que tivemos a capacidade de fazer um grande percurso, elevar a JSD e Odivelas, colocando os interesses dos cidadãos em primeiro lugar. Fomos um exemplo para o PSD e para os outros partidos políticos, marcámos o ritmo e deixámos, dentro das nossas competências, obra feita para o futuro. Hoje, a única coisa que considero termos falhado foi o crescimento em número de militância, em linha com o resto dos partidos políticos e consequência do afastamento da população. Este, sem dúvida, o maior desafio dos que vêm a seguir. Ao dia de hoje saio da presidência com uma JSD Odivelas unida, forte, com um futuro garantido e com a futura comissão política mais nova da sua história. Tornámo-nos referência nacional e somos um exemplo para os outros. Perdoem-me a falta de modéstia, mas tal como o concurso indica, somos a melhor concelhia do país.



Chegou o momento de cumprir com o principal argumento da minha primeira candidatura, agarrar o futuro, renovando e promovendo o desenvolvimento da estrutura dando lugar a outros. É a hora de termos a Marta Pinto a liderar a JSD de Odivelas, a melhor Secretária-Geral da história desta concelhia, de termos novos quadros a surgir, trazendo novas visões, mais irreverência e o espírito que sempre caracterizará um jota, sem medo, sem amarras, com um mundo cheio de sonhos, a esperança de mudar o mundo e todo um mar de ideias para a melhoria da qualidade de vida de todos. Foi assim que entrei aos 14 anos na JSD de Odivelas, embora tenha aceite o lugar de honra de vogal suplente na candidatura Liga-te a Odivelas, é assim que saio da atividade política diária da JSD de Odivelas aos 26. Passados 12 anos, é hora de Ligar outros a Odivelas e seguir com outras responsabilidades, outros projetos, mas sempre pronto e disponível para contribuir para este concelho, para esta juventude e para este partido.

Foi um gosto, um prazer, um orgulho servir a JSD de Odivelas!

Liga-te a Odivelas, porque nós Somos a Tua Voz!












Odivelas é um dos concelhos mais jovens do país com cerca de 35.000 jovens, tendo eu assim, 35.000 motivos para me candidatar à Presidência da Comissão Política da JSD Odivelas. Esta é a cidade que me viu crescer, e acredito que merece mais oportunidade, mais qualidade e mais visão! 

Estamos a atravessar uma fase de dificuldade quanto aos direitos e deveres cívicos, onde o desinteresse pela política tem vindo a aumentar, levando-nos a números de abstenção de alguma forma assustadores. A comunicação entre os agentes políticos e as gerações mais jovens tem de ser encarada como um problema, que deve ser resolvido de forma rápida e eficaz, pois estas gerações deveriam estar a preparar o futuro, no entanto, sentem-se desmotivadas com o presente. 

Acredito que a JSD pode fazer a diferença, dando voz a todos os jovens do concelho. Confio na equipa que me acompanha e não tenho dúvidas que para este grupo de trabalho o foco estará sempre direcionado para os interesses dos odivelenses, deixando de parte as politiquices que têm vindo a desligar as pessoas do seu dever cívico. 

Pretendo dar destaque aos problemas ambientais, à cultura de todos e para todos, à comunicação e à formação autárquica. Verificamos nos dias de hoje que Odivelas não acompanha os problemas ambientais com a seriedade que devia. Temos milhares de jovens mobilizados por todo o país para este tema, mas num dos concelhos mais jovens do país não são implementadas quaisquer medidas preventivas ou de resolução para as questões ambientais. Pretendemos apresentar ao longo do mandato, propostas referentes a este tema nos órgãos autárquicos, e ainda criar medidas e ações de sensibilização dos odivelenses. 

A comunicação será a componente fundamental do mandato, pois o nosso objetivo passa por chegar aos jovens através de mensagens claras e diretas, abrindo as portas à juventude do concelho para que se sintam confortáveis em participar e juntarem-se ao nosso projeto, aumentando a voz da JSD e da juventude, tornando assim Odivelas um concelho verdadeiramente jovem. 

Está na hora de batermos o pé e afirmarmos que queremos mais, com a irreverencia de ser jota, a mensagem passará por informar os executivos da Câmara Municipal e Juntas de Freguesias, que Odivelas quer mais, e que merece mais. 

Odivelas merece: 

· Mais e melhores locais para estudar com espaços e horários adequados às suas necessidades; 
· Ser uma cidade com espaços verdes dignos e sem lixo urbano; 
· Ter uma rede de transportes públicos que responda às reais necessidades de um jovem que se desloca todos os dias para outro concelho para a sua atividade académica ou laboral; 
· Ter uma voz ativa nos órgãos autárquicos que sensibilize a juventude para a participação cívica; 
· Ter espaços de lazer que não obrigue a juventude a deslocar-se para outros concelhos para os seus momentos lúdicos e de descontração; 
· Ter uma política de educação que promova o desenvolvimento social e económico do seu território; 
· Mais inovação e visão. 

Candidato-me a Presidente da Comissão Política da JSD de Odivelas por acreditar que sou capaz, juntamente com uma das equipas mais jovens que a JSD Odivelas conheceu, de dar voz aos anseios das novas gerações defendendo os interesses de todos os odivelenses. Estou convicta que somos as pessoas certas para tornar realidade aquilo que entendemos que Odivelas merece. 

E é por isso que convido todos os jovens odivelenses a se juntarem a nós. Juntos seremos ouvidos, chegaremos a mais pessoas e defenderemos os interesses de uma cidade que consideramos ser a nossa terra. 

Liga-te a Odivelas!

Marta Geraldes Pinto - Candidata a Presidente da JSD Odivelas





Com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica e Europeia, o nosso país integrou um longo processo de partilha de poder entre diversos Estados Europeus que foram aderindo ou que já faziam parte da Comunidade. 
Ao longo destas três décadas, a transformação desta comunidade foi ocorrendo até ao que é hoje chamada de União Europeia (UE). Para tornar a UE aquilo que é hoje, foram necessários vários processos de delegação de parte da soberania nacional que promovem a uniformização das políticas europeias nos diversos Estados-membros. Esta questão acerca da soberania é um dos temas de debate nos dias de hoje e consideramos relevante ver esclarecida. 
Segundo a formulação de Jean Bodin a soberania define se como o poder absoluto e perpétuo de um estado nação. 
No contexto atual Portugal delega parte da sua soberania a uma entidade supranacional, a União Europeia mais concretamente no parlamento europeu que legisla regras através de regulamento/diretiva e que tem efeito no ordenamento jurídico português bem como na vida dos cidadãos portugueses, mas o alcance desta entidade supranacional não se extingue na tentativa de uniformização de leis, também impõem comportamentos no campo económico e monetário. 
Tanto o regulamento como a diretiva estão consagrados como atos jurídicos da União no Art.º 288º do Tratado de Funcionamento da União Europeia. 
O Regulamento tem aplicação direta e é de carater geral a todos os estados membros, ou seja, todo o estado membro tem de forma imperativa aplicar o regulamento. A Diretiva por sua vez vincula o estado membro destinatário quanto ao resultado a alcançar deixando a forma de concretização do seu objeto nas mãos das instâncias nacionais. 
É verdade que existe uma delegação de soberania por parte do Estado Português para com a União Europeia, mas isso não nos permite afirmar a existência de perda de soberania.Cada estado membro tem na sua esfera o poder de conseguir reverter a situação através de uma saída da União e deste modo anular a delegação que foi ocorrendo ao longo dos diversos processos de fortalecimento do funcionamento da União Europeia. 
Este mecanismo está presente no Art.º 50º do Tratado da União Europeia no nº1 do referido preceito, diz que qualquer estado-membro pode decidir, em conformidade com as respetivas normas constitucionais, retirar se da União. 
Ao considerar que este poder é uma faculdade exclusiva do estado podemos tomar em conta que não existe uma perda definitiva da soberania esta é, pois, delegada em outra entidade que de acordo com a conjuntura atual e com o pensamento dominante de hoje é a que melhor se consegue articular com os interesses do bloco de países que constituem em grande parte o espaço europeu formando uma união de estados que compartilham uma visão mais ou menos igualitária de certas realidades político-sociais. 
Posto isto, entendemos afirmar que existe uma soberania delegada que a todo o tempo poderá ser chamada de volta ao estado nação. Recordamos que a expressão máxima do poder do estado sobre esta questão é também a disposição do Art.º 49 do Tratado da União Europeia que permite que mesmo que depois de acionado o art.º 50 o mesmo estado possa voltar a ingressar na união europeia. É este poder de entrada e saída que leva a querer que o poder soberano 
máximo está na esfera do estado e que nos leva a afirmar que não existe uma perda de soberania mas uma soberania delegada do Estado para a União Europeia.

Rui Lourenço - JSD Odivelas

JSD Odivelas

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